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	<title>EUA &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Hol(l)ydesilusion e os últimos swéis &#124; Crónicas americanas Ep.03</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Mar 2013 21:20:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É já de volta ao nosso &#8220;cantinho&#8221; que te contamos como Filipe Jervis, João Jopke e Pedro Boonman passaram os seus últimos dias na Califórnia, onde a onda rainha durante toda a estadia foi sem dúvida Lower Trestles! Há dezenas de ondas à volta de Tresltes, seja a 5 minutos a pé, a 10 de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É já de volta ao nosso &#8220;cantinho&#8221; que te contamos como Filipe Jervis, João Jopke e Pedro Boonman passaram os seus últimos dias na Califórnia, onde a onda rainha durante toda a estadia foi sem dúvida Lower Trestles!<span id="more-8577"></span></p>
<p>Há dezenas de ondas à volta de Tresltes, seja a 5 minutos a pé, a 10 de carro ou mesmo a 45 minutos ou uma hora (e muitas mais há a qualquer outra distância) mas o famoso pico de Lower Trestles é, tal e qual como dizem, um <em>wave magnet</em>! Este é a Praia Grande lá do sítio com a &#8220;pequena&#8221; diferença que, quebre com 20cm ou dois metros, a onda é performance absoluta. Mesmo não apanhando o idílico swell de sul, Lowers é inacreditávelmente fun seja para a esquerda ou direita!</p>
<p>Jervis, Boonman e Kopke (e no fim da estadia Zé Ferreira) na realidade não chegaram a apanhar o swell de sul, aquele que faz as direitas de Lowers serem de sonho e as esquerdas mais curtas mas não menos apetecíveis. E o que um swell mais de oeste ou noroeste fez de Lowers durante os 11 dias que lá passamos? Transformou as esquerdas em parede manobráveis de sonho e as direitas um pouco menos perfeitas (é quase crime dizer isto se as visses ao vivo!).</p>
<p>&#8220;Pensava que o crowd disputava as direitas e deixava as esquerdas em paz!&#8221;, refletia Jervis após várias surfadas. É que apesar de não serem as direitas que estamos habituados a ver nos WCT ou nos filmes de Trestles, as que víamos eram incríveis mas o (pouco) crowd com quem partilhámos o pico insistia em arrancar para a esquerda como se a direita nem existisse. A razão era, como percebemos e acima descrevemos, o facto daquelas direccções de swell serem mais favoráveis para a esquerda.</p>
<p>Depois de vários dias a sentir a perfeição de Trestles, como podes relembrar <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/trestles-de-estranho-a-perfeito-num-dia-cronicas-americanas-ep-02/">aqui</a>, entrou o flat, e foi essa a altura que decidimos visitar Los Angeles e, obviamente, a famosa Hollywood! Depois de uma ida sem sucesso a Oceanside para tentar dar uma surfada na sua onda estática (que estava fechada para obras), passámos duas horas no infernal trânsito de LA até conseguirmos finalmente avistar o famoso placar de Hollywood que descansa imponentemente nas montanhas.</p>
<p>Chegámos ao fim do dia à famosa rua das estrelas no chão mas com toda a honestidade foi uma verdadeira desilusão. As estrelas estão lá não por uma rua apenas mas por várias. Os nomes dos famosos estão lá, desde actores a cantores e bandas, mas toda a envolvente das estrelas nada tem a ver com o que esperávamos. Todos imaginávamos que esta rua seria algo saído de um sonho, mas não é!</p>
<p>Lojas de um lado e do outro vendem <em>souveniers,</em> tatuagens, pizzas e hambúrgueres, mas não é nestas lojas que estava a desilusão mas sim na &#8220;famosa&#8221; rua em si. Os poucos turistas, como nós, cruzavam-se constantemente com os famosos sem-abrigo americanos que vês nos filmes, com os seus carrinhos de supermercado cheios de tralha e empunhando placas de cartão a pedir uns dólares. Onde estavam os majestosos cinemas, esculturas, teatros, espectáculos de rua que todos imaginávamos? Eram estes um produto da nossa mente gerado pelo brilho e magia com que os media vendem Hollywood? Certamente que sim pois as únicas obras de arte que vimos foram excelentes grafitis e, acredites ou não, as frases escritas nas placas dos sem abrigos! Talvez por viverem numa condição humana que infelizmente ali não é rara, estes sem-abrigo têm algumas das mais inteligentes e engraçadas frases para conseguirem uma esmola! &#8220;Sou demasiado feio para ser uma prostituta!&#8221;, foi uma das frases que nos ficou na cabeça!</p>
<p>Honestamente, quando fores ver as estrelas de Hollywood foca-te nisso mesmo, em olhar para o chão. E se saíres de Hollywood ao fim da noite, como nós, ainda menos quererás olhar para o que se passa à tua volta pois irás ver adolescentes, velhos, homens e mulheres completamente alterados (bêbados ou drogados) a deambularem de um lado para o outro.</p>
<p>Mas no meio de tudo isto tivemos uma pequena amostra do magia deste sítio quando ao irmos embora, no único teatro imponente que vimos, três cantores improvisavam um <em>blues</em> inacreditável. Foi um espectáculo que valeu o dia em Hollywood (isso e a cara do Boonman ao fazer a sua primeira tatuagem!) e ninguém conseguiu não deixar uma boa gorjeta por esse momento mágico!</p>
<p>No segundo dia de flat resolvemos vaguear livremente por LA e acabámos por nos encontrar na famosa Bevery Hills. O contraste com Hollywood é máximo! Porshe e Ferrari são quase carros de pobres aqui, e galerias de arte crescem como cogumelos! Restaurantes de luxo, limusines, e personagens (reais) saídas da famosa séria Beverly Hills 90210!</p>
<p>Não foi de Ferrari que deixámos o Kopke no aeroporto mas sim no nosso SUV que nos custou uma pechincha ao contrário do que se passa com o aluguer de carros em Portugal. Kopke tinha de voltar a Portugal por causa de um Esperanças (que acabou por vencer) despedindo-se assim de nós e da Califórnia!</p>
<p>Mas nesse dia não voltámos com menos um elemento para San Clemente pois, depois de uma visita ao famoso LA Ink, o estúdio de Kat Von D, apanhámos Zé Ferreira que ia passar os dois dias seguintes connosco.</p>
<p>Tínhamos mais quatros dias de surf e Trestles (e ondas em redor) voltaram a funcionar. O ritmo de surf voltou a instalar-se com uma ou duas surfadas de manhã, um Jack in tbe Box ao almoço e mais uma ou duas surfadas de tarde, segindo-se um belo jantar caseiro e uma análise às filmagens do dia.</p>
<p>Uma vez que estávamos em Trestles ainda fora de época os locais já nos conheciam e se por natureza já eram simpáticos (acredites ou não) agora ainda nos recebiam melhor &#8211; fora um personagem de 150 kilos que passava o dia todo a filmar &#8211; história essa que poderás saber mais na próxima edição da ONFIRE onde poderás ver a rerportagem desta investida à Califórnia.</p>
<p>Jervis, Boonman e Zé continuavam a fazer-se notar dentro de água.  No último dia um surfista perguntou-nos de onde éramos e dissemos que éramos portugueses. Ele disse-nos que estavam também uns portugueses na água que surfavam muito bem e que já estavam ali há uns dias pelo que lhe tinham dito. Ficamos meio surpresos pois não tínhamos visto nenhum até que percebemos que afinal os tais portugueses éram Jervis, Boonman, Kopke e Zé!</p>
<p>Podes ter a certeza que os quatro tugas marcaram bem a sua presença naquela que é provavelmente a onda mais performance do mundo e onde o seu crowd local está mais do que habituado a ver alguns dos melhores do mundo! Este é ou não é o episódio perfeito para o desfecho de uma viagem?</p>
<p>Como dissemos, na próxima edição da ONFIRE poderás ver a reportagem desta Surftrip onde além dos momentos de surf dos nossos surfistas irás também ver como é que Jervis, Boonman e Kopke viram esta viagem através dos seus iphones&#8230; E será nesse artigo que ficarás a conhecer pormenores únicos deste 11 dias de sonho&#8230; O homem que estava sentado no lixo, o lado &#8220;encicolpédico&#8221; de Kopke, a petrificação de Boonman e como um carro mudou a vida de Jervis, são apenas alguns dos episódios que irás ler na reportagem que sairá na ONFIRE 62!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Trestles: de estranho a perfeito num dia &#124; Crónicas americanas ep.02</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 06:58:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de uma longa viagem e de um &#8220;passeio&#8221; pelas ruas de Los Angeles às duas da manhã para alugar um carro (como podes relembrar aqui), João Kopke, Pedro Boonman e Filipe Jervis acordaram passado duas horas para surfarem Trestles pela primeira vez&#8230; Quer dizer, não acordaram, levantaram-se das camas pois a excitação era tanta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de uma longa viagem e de um &#8220;passeio&#8221; pelas ruas de Los Angeles às duas da manhã para alugar um carro (como podes relembrar <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/jervis-boonam-e-kopke-de-olhos-em-trestles-cronicas-americanas-ep-01/">aqui</a>), João Kopke, Pedro Boonman e Filipe Jervis acordaram passado duas horas para surfarem Trestles pela primeira vez&#8230;<span id="more-8279"></span></p>
<p>Quer dizer, não acordaram, levantaram-se das camas pois a excitação era tanta que dormir tá quieto! Se houve um momento em que quase se dormiu, Boonman fez questão de acabar com ele ao levantar-se e olhar pela janela para ver se ainda era noite, ao mesmo tempo que olhava para as suas pranchas novas, e acordava todos com a luz do seu telemóvel e apitos de mensagens a cada minuto!</p>
<p>Não sabíamos ao certo onde e como ir para Trestles, apenas sabíamos que tínhamos de andar bastante e passar por uma linha de comboio para chegar a um dos mais perfeitos triângulos aquáticos do mundo! Foi nesse momento que tivemos de interagir com os californianos de San Clemente, e foi aí que percebemos que a má experiência de Los Angeles no que a simpatia diz respeito ficou mesmo para trás.</p>
<p>É impressionante a diferença de simpatia das pessoas aqui e em Portugal. Não houve um único surfista que não nos cumprimentasse com um sorriso na cara! E não só os surfistas, as pessoas passam por ti e cumprimenta-te com um sorriso na cara! E o mesmo se passa ainda no line-up de Trestles onde nos receberam sempre com curiosidade em saber de onde éramos. Se a maioria dos surfistas portugueses tivesse metade da educação e boa vontade em receber e partilhar dos de Trestles, o ambiente na água seria o oposto do que é no nosso país onde infelizmente reina a cara de mau, a indisposição e a mania de &#8220;o pico é meu&#8221;! A noção de respeito pelas ondas, e por tudo o que estas envolvem, é inacreditável e o mesmo acontece nas estradas, restaurantes ou supermercados, onde as pessoas te recebem de sorriso largo e prontas a ajudar!</p>
<p>Se a recepção por parte dos californianos deixou-nos rendidos, o mesmo não podemos dizer da Lower Trestles. Depois da longa caminhada, chegámos a um pico que em nada parecia o famoso line-up e onde, com maré muito cheia, estava apenas um longboard. Kopke e Boonman já tinham estado em Trestles e juravam a pés juntos que só poderia ser ali, enquanto  Jervis procurava o triângulo perfeito que todos nós temos gravado na cabeça sempre que ouvimos as palavras Lower Trestles. O mar estava com um metrinho e algum onshore provavelmente ainda proveniente da chuvada que nessa noite caiu, e quando o longboarder saiu da água e nos cumprimentou, confirmámos com ele que era ali Trestles. Uma maré muito cheia e uma direccção de swell pouco favorável escondiam a perfeição que nos trouxe à California.</p>
<p>Mas era a primeira surfada e era obrigatório soltar os músculos da longa viagem e começar a experimentar as pranchas novas em folha (Boonman e Jervis trouxeram quatro e Kopke três). Ao fim de meia hora a maré vazou um pouco mais e já algumas ondas começavam a querer fazer-nos lembrar que estávamos em Trestles. Essa surfada, acreditem ou não, durou três horas e apenas mais dois surfistas estiveram presentes!</p>
<p>Depois foi tempo de voltar a fazer a caminhada para ir comer rapidamente para voltar novamente a fazer a longa caminhada para a segunda sessão! E que sessão!!!! Com a maré já a encher e com vento totalmente zero, o estranho pico que supostamente era Trestles mas que parecia tudo menos isso durante a manhã deixou-nos incrédulos para a sessão da tarde! O triângulo perfeito para a direita e esquerda com as típicas rochas do inside rebentava e, acreditem ou não, apenas com cinco na água! Foi um daqueles fins de tarde mágicos e onde Jervis, Boonman e Kopke começaram a encaixar o seu surf na perfeição americana.</p>
<p>Deste fim de tarde até ao dia de hoje, ou seja, quatro dias depois, Trestles tem funcionado todos os dias! Tirando Domingo, o crowd não está nem perto de serem os 50 gajos que imaginávamos a batalhar pelas ondas e, não menos importante, a simpatia e o respeito continuam estejam dois ou quinze. Parece que os californianos, pelo menos desta zona, &#8220;perceberam&#8221; uma &#8220;regra básica&#8221;: as ondas não são de ninguém e se comunicarem dentro de água todos fazem mais ondas. Sendo um pico triângular poderiam haver vários desentendimentos mas nada como um &#8220;left or right?&#8221; para o surfista que está com prioridade para arrancares na onda para o lado oposto do dele.</p>
<p>Fizemos ainda uma investida a Oceanside &#8211; localizado a 20 minutos para sul &#8211; numa manhã em que a maré estava muito cheia para Trestles mas chegámos para ver um onshore descomunal. Decidimos por isso voltar para trás e ir 40 minutos para norte para surfar Salt Creek (um beachbreak). Chegámos e não havia vento mas as ondas não estavam nada de especial por isso decidimos voltar para Trestles! Quando chegámos a maré já estava no ponto e a perfeição começou!</p>
<p>Entre o meio metrinho e o metro, Trestles tem recebido Jervis, Boonman e Kopke da melhor forma &#8211; apesar de ainda não termos visto um daqueles sweis dignos de um WCT -, e a cada sessão estes têm mostrado o que uma ondas destas pode fazer ao surf de cada um. Já com as pranchas experimentadas, cada um deles já descobriu quais as mágicas e o seu nível de surf tem sido motivo de gigantescos elogios pelos locais!</p>
<p>Num dos dias ainda tivemos a visita de José Ferreira e que deverá ficar uns três ou quatro dias connosco mais perto do final da nossa estadia.</p>
<p>Ao final de cada dia de surf, nada como voltar para casa para tomar um banho enquanto os imagens do dia descarregam para, depois de lavadinhos, abrirmos uma Corona gelada e analisarmos calmamente as filmagens do dia! Depois desta &#8220;sessão&#8221;, começa o reinado na cozinha do chef Boonman enquanto Kokpke coloca a mesa onde todos nos sentamos para saborear uma comida caseira e relembramos o que de melhor aconteceu nesse dia!</p>
<p>E, muito resumidamente, é assim que temos passado dias de sonho nos EUA onde ficaremos pelo menos durante mais uma semana.</p>
<p>Não te esqueças de ir acompanhando as crónicas americanas aqui no site da ONFIRE pois na próxima, além do surf que apanharemos, iremos contar-vos algumas dos momentos mais marcantes pela positiva e negativa até agora&#8230;</p>
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		<title>Jervis, Boonam e Kopke de olhos em Trestles &#124; Crónicas americanas &#124; Ep. 01</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Mar 2013 08:36:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Filipe Jervis]]></category>
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					<description><![CDATA[Decidimos acompanhar Filipe Jervis, Pedro Boonman e João Kopke até aos EUA. O objectivo era fugir do frio e das ondas tempestuosas de Portugal para apanhar a perfeição de Trestles e arredores&#8230;. Mas para ter os olhos em Trestles tem de se atravessar um oceano e um continente inteiro. E isso implicou, neste caso e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Decidimos acompanhar Filipe Jervis, Pedro Boonman e João Kopke até aos EUA. O objectivo era fugir do frio e das ondas tempestuosas de Portugal para apanhar a perfeição de Trestles e arredores&#8230;.<span id="more-8198"></span></p>
<p>Mas para ter os olhos em Trestles tem de se atravessar um oceano e um continente inteiro. E isso implicou, neste caso e fruto de 342 alterações de última hora nas datas de partida e chegada, andar para trás&#8230; Ou seja, de Lisboa fomos para Munique onde passámos de seis horas a entreter-nos com um ipad e um jogo cujo objectivo era abrir portas (?!?, estranho mas verdade!) para apanharmos finalmente o avião para Los Angeles, EUA.</p>
<p>Quase 12 horas dentro de um avião, principalmente depois de uma noite sem dormir e uma escala de 6h, teria na maioria das pessoas um efeito: sentar e dormir! Mas por qualquer razão, o efeito foi o contrário em Jervis, Boonman e Kopke&#8230; Ficaram mais excitados que tudo, e estavam as hospedeiras a dar as famosas indicações do que fazer em caso de perigo à cinco segundos e já olhavam para nós com olhos enfurecidos e a pensar que iriam ter trabalho extra naquele voo!</p>
<p>Mas não tiveram, não devido ao sono (expecto para Jervis que nem para comer queria acordar), mas sim devido ao mais famoso quadrado do mundo, a TV, que nos entreteve a ver filmes atrás de filmes. Pelo meio ainda se dormitou um pouco (excepto Jervis que teimava em continuar a dormir), mas o despertar foi geral quando descobrimos que o nosso avião tinha um r/c onde estavam as casa-de-banho e, ao lado destas, um tabuleiro cheio de sumos e Toblerones&#8230; Escusado será dizer que passámos o resto da viagem a comer chocolates e a ver filmes (excepto Jervis que comia chocolates e dormia).</p>
<p>Mas nada nos preparava para o filme que se aproximava&#8230; Depois de passarmos 2h numa fila gigantesca só para mostrar o passaporte e entrarmos oficialmente nos EUA (e onde levámos com uma chinesa à nossa frente a arrotar em algo e bom som durante uma boa meia hora), a noite já era cerrada&#8230; Mas ainda nos esperava uma viagem de 40 minutos de carro até San Clemente.</p>
<p>Mais surpreendente do que saires do aeroporto para te deparares de imediato com duas gigantescas limusines que recebiam um cantor famoso acompanhado da sua família, camera man e três seguranças bisontes (welcome to the USA); mais surpreendente do que os carrões que cruzam as ruas de LA (não se vêem &#8220;banheiras&#8221; ou carripanas), e quase até mais surpreendente que a antipatia da maioria dos americanos de LA, só mesmo o facto dos americanos não saberem falar&#8230; inglês! O facto dos EUA ser o país onde vivem pessoas de todo o mundo faz com que muitos postos de trabalho sejam ocupados por estrangeiros residentes nos EUA. E pelos vistos não é requisito obrigatório falares um inglês correcto&#8230; aliás nem correcto nem lá perto; assim como também não é necessário ser simpático (quando dizes boa noite e alguém te responde &#8220;hummm&#8221; não é preciso dizer muito mais). Se houve um choque cultural imediato, sem dúvida que foi este!</p>
<p>O segundo aconteceu quando supostamente o país onde tudo acontece desde que haja dinheiro não aceitava dinheiro para podermos levantar o carro. Só mesmo cartão de crédito e em nome do condutor. Mas como esse não passou, pediu-se para nos darem um carro sem ter o tanque cheio de gasóleo, o que baixaria o valor do depósito obrigatório, e que serviria para o cartão de crédito dar. Mas não só nos disseram que tal não era possível, como mesmo que fosse teríamos de ficar 24h à espera pois pelos vistos ao passar o cartão de crédito pela máquina só 24h depois poderiam voltar a fazê-lo!</p>
<p>&#8220;Ok, então aqui está o dinheiro ao vivo para pagar o depósito!&#8221;, dissemos mostrando os famosos dólares! &#8220;Sorry, we don&#8217;t acept money!&#8221;&#8230; WTF?!? Quem é que não aceita dinheiro?!? No meio disto já eram 2 da manhã, chovia a potes e nós sem carro!</p>
<p>A solução passou por correr as ruas de LA de bagagens às costas e parar em cada stand de aluguer de carros! &#8220;Só temos um Escalade a 80 USD por dia!&#8230;&#8221;, &#8220;Têm reserva? Não&#8230; Não temos carros sem ser com reserva prévia&#8230;&#8221;, e continuava a nossa caminhada pelas ruas de LA à chuva, ao frio e a vermos a nossa primeira noite nos EUA a ser passada no aeroporto a dormir algures&#8230;</p>
<p>Até que conseguimos arranjar um carro a um preço interessante (pelo menos durante 3 dias). Rapidamente metemo-nos a caminho de San Clemente onde chegámos e dormimos&#8230; Quer dizer, tentámos! O Boonman resolveu continuar ligado à corrente e passar a noite agarrado ao iphone  a navegar na net, e pelo meio olhava pela janela para ver se já era dia ou sentava-se na cama a olhar para as suas pranchas novas.</p>
<p>O objectivo era surfar Trestles logo no primeiro dia pois o swell ia estar perfeito para lá e, verdade seja dita, ninguém consegue dormir sabendo que essa onda está a 20 minutos de distância. Desistimos de dormir e preparámos tudo para sair, o que implicou meter quilhas, autocolantes, leash e wax em pranchas novinhas pois todos as trouxeram.</p>
<p>E como foi a nossa recepção em Trestles? É isso que te iremos contar na próxima crónica americana!!!</p>
<p>PS &#8211; Em San Clemente rapidamente a nossa opinião mudou pois não imaginam a simpatia dos californianos nesta zona&#8230; É simplesmente inacreditável e contaremos também este pormenor na próxima crónica!</p>
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