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	<title>Destaques ONFIRE &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Os destaques do Billabong Pipe Masters&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/os-destaques-do-billabong-pipe-masters/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2019 18:25:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Billabong Pipe Masters]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
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					<description><![CDATA[Tirando a disputa pelo título...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O título mundial da WSL de 2019 foi decidido num dos mais épicos <em>showdowns</em> da história do surf. A poucas baterias do fim a praia dividiu-se em três grupos, os &#8220;neutros&#8221;, que acompanhavam a prova para ver bom surf sem grandes favoritos, o &#8220;team Medina&#8221;, já com bandeiras amarelas torradas comemorativas, e o &#8220;team Stoke Ed&#8221;, que torciam por Ítalo Ferreira com cores a condizer.</p>
<p>No entanto, tirando esta disputa, muito aconteceu neste dia. Fica com alguns dos destaques:</p>
<p>&#8211; <strong>Jesse Mendes</strong> chegou ao dia final a precisar de um resultado sólido, 3º lugar, para se manter na elite mas acabou eliminado por <strong>Griffin Colapinto</strong> no round de 32. Quem se deu bem com a sua derrota foi o australiano <strong>Morgan Ciblic</strong>, que ficou confirmado no Championship Tour de 2020 graças à derrota de Jesse e ao bom resultado de<strong> Yago Dora</strong>. Fora do tour ficaram <strong>William Cardoso</strong>, <strong>Michael Rodrigues</strong>, <strong>Sebastian Zietz</strong>,<strong> Ezekiel Lau</strong>, Soli Bailey, <strong>Ricardo Christie</strong> e Leonardo Fioravanti;</p>
<p>&#8211; Um momento que nunca mais será esquecido na história do surf profissional foi a decisão de <strong>Gabriel Medina</strong> de fazer uma interferência no fim da bateria contra <strong>Caio Ibelli</strong>, eliminando o seu rival involuntário. A internet &#8220;pegou fogo&#8221; logo de seguida, muito dividida entre os consideraram a decisão de Medina como uma das mais geniais de sempre no tour e os mais &#8220;conservadores&#8221;, que analisaram pela via do anti-desportivismo, criticando a decisão do 2x campeão mundial e pedindo &#8220;a sua cabeça&#8221; à WSL;</p>
<p>&#8211; <strong>Jack Freestone</strong>, <strong>Michel Bourez</strong> e <strong>Kelly Slater</strong> estavam na disputa pela Triple Crown of Surfing e no fim o 11x campeão mundial fez o suficiente para passar o então líder do circuito, <strong>Ethan Ewing</strong>, sagrando-se campeão 21 anos depois do seu último título da Triple Crown. Mas a tão procurada vaga olímpica ficou com <strong>John John Florence</strong> (e <strong>Kolohe Andino</strong>), que conseguiu segurar a sua vantagem nesta prova;</p>
<p>&#8211; Quando<strong> Peterson Crisanto</strong> perdeu para Ítalo Ferreira no primeiro heat do dia, <strong>Seth Moniz</strong> ficou automaticamente com o prémio de <strong>rookie</strong> do ano, mesmo tendo perdido pouco depois. Seth ficou em 12º do ranking, Peterson em 20º e o outro <em>rookie</em>, Soli Bailey, em 30º lugar;</p>
<p>Por determinar estão ainda os <em>wildcards</em> e mais uma vez há 3 nomes para duas vagas. Tudo indica que <strong>Adriano de Souza</strong> e <strong>Mikey Wright</strong> serão os &#8220;felizes contemplados&#8221;, enquanto que <strong>Leonardo Fioravanti</strong> se terá que contentar com a posição de primeiro alternate&#8230;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Os (5) destaques do MEO Rip Curl Pro Portugal &#124; Dia 3</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/os-5-destaques-do-meo-rip-curl-pro-portugal-dia-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Oct 2019 18:26:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Rip Curl Pro Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Quartos de final masculinos e femininos definidos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ondas pequenas mas com pouco vento brindaram os melhores surfistas do mundo no terceiro dia do MEO Rip Curl Pro Portugal. Mesmo não sendo condições ideais para o que se procura numa prova desta gabarito, houve muita acção na água. Fica com os destaques deste dia de prova&#8230;</p>
<p><strong>Coco Ho não desbloqueou em Portugal</strong>. Passaram 10 anos desde a sua única vitória no Tour, um triunfo que aconteceu no Rip Curl Pro Search de 2009, quando o circuito passou no nosso país para o que seria uma etapa isolada e não voltou sair. Muito aconteceu no tour desde aí mas a pequena havaiana não voltou a vencer apesar de se manter no tour com alguma facilidade. Um regresso ao local onde venceu poderia ter sido o que precisava para voltar a encontrar o ritmo mas Tatiana Weston-Webb acabou com esse sonho, deixando Ho a precisar de uma nota de 9 pontos.</p>
<p><strong>Carissa Moore navega na direcção de mais um título com alguma facilidade</strong>. Aconteça em Peniche ou em Maui, onde se realiza a última etapa, Carissa parece estar imparável a caminho do seu quarto título mundial. Mesmo não tendo feito a melhor média da fase, ainda nenhuma adversária ficou perto de a eliminar e é provável que nenhuma o faça antes da final.</p>
<p><strong>Gabriel Medina pode ter acabado de oferecer o seu título mundial a um dos restantes top5 do tour</strong>. O brasileiro além de provavelmente ser o mais completo surfista da actualidade é também um dos melhores competidores da história do surf profissional, contando-se pelas dedos das mãos o número de vezes que fez algum erro táctico. Consta que Medina ouviu o speaker do evento a dizer que tinha a prioridade e, tendo isso em conta, tentou bloquear Caio, cometendo assim uma interferência que lhe custou o heat e provavelmente muito mais. Gabriel ainda protestou junto da WSL mas, ao que se sabe, a bateria não será repetida.</p>
<p><strong>Caio Ibelli está a caminho de acertar uma conta antiga</strong>. Em 2009 Ibelli competiu numa das suas primeiras provas internacionais em França e chegou à final mas foi completamente ofuscado pelo seu adversário, Medina, que fez os 20 pontos mais famosos entre qualquer resultado de um surfista júnior. Em 2015 quase vingou a derrota no MEO Rip Curl Pro Portugal mas Gabriel virou no fim da bateria com um aéreo impressionante. Foi em Margaret River que Caio finalmente bateu o 2x campeão mundial e hoje, em Supertubos, quando tudo parecia perdido o 23º do ranking deu a volta ao resultado. Estando no limite do <em>cut</em>, este resultado pode salvar o seu ano, se a bateria não for repetida&#8230;</p>
<p><strong>Jack Freestone pode ser o <em>silent killer</em> entre os últimos 8 surfistas em prova</strong>. Ítalo Ferreira, Filipe Toledo e até Kolohe Andino são os favoritos mas o parceiro de Alana Blanchard tem feito uma prova sólida. Ao longo das baterias Freestone tem mostrado um surf muito maduro e completo, com boas curvas de<em> rail</em> e um arsenal de aéreos que ainda não foi utilizado até ao limite mas que pode surpreender todos e levar a sua primeira vitória.</p>
<p>Acompanha toda a acção desta prova em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2019/mct/2924/meo-rip-curl-pro-portugal">AQUI</a> a partir das 8:00.</p>
<p><strong>Quartos de final masculinos</strong><br />
<strong>HEAT 1:</strong> Jordy Smith x Kolohe Andino<br />
<strong>HEAT 2:</strong> Filipe Toledo x Kanoa Igarashi<br />
<strong>HEAT 3: </strong>Caio Ibelli x Peterson Crisanto<br />
<strong>HEAT 4:</strong> Italo Ferreira x Jack Freestone</p>
<p><strong>Quartos de final femininos</strong><br />
<strong>HEAT 1:</strong> Caroline Marks x Stephanie Gilmore<br />
<strong>HEAT 2:</strong> Sally Fitzgibbons x Tatiana Weston-Webb<br />
<strong>HEAT 3:</strong> Carissa Moore x Johanne Defay<br />
<strong>HEAT 4:</strong> Lakey Peterson x Nikki Van Dijk</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Mais 5 destaques do MEO Rip Curl Pro Portugal &#124; Dia 2</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/mais-5-destaques-do-meo-rip-curl-pro-portugal-dia-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2019 22:05:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Rip Curl Pro Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Crisanto, brazilian storm e Slater... again!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As ondas estiveram bem longe do que se pode considerar épico no segundo dia do MEO Rip Curl Pro Portugal mas houve muita acção na água. Fica com mais 5 destaques do dia escolhidos pela ONFIRE&#8230;</p>
<p><strong>O heat de Peterson Crisanto contra Jeremy Flores surpreendentemente foi o melhor do dia</strong>. Esperava-se menos destes dois surfistas que de muitas das estrelas da actualidade, mas a dupla não desiludiu. “Jeremias” é um dos melhores <em>tube riders</em> do tour mas foi com grandes manobras que abriu o heat com duas notas altas. A bateria parecia ter sido decidida logo no início mas Peterson protagonizou um dos melhores &#8220;<em>comebacks</em>&#8221; do ano, com um incrível aéreo reverse que levou a melhor nota da prova até agora. Mesmo assim o brasileiro teve que lutar até ao fim para fazer mais uma nota, algo que conseguiu na última onda. Caso tivesse perdido o heat as chances de Crisanto se manter no tour caíam drasticamente mas o pequeno surfista com muita atitude arriscou tudo e sobreviveu para lutar outro dia.</p>
<p><strong>Os três melhores portugueses da actualidade competiram contra os três melhores brasileiros da actualidade e perderam</strong>. Apesar de Frederico já ter batido os três mais que uma vez o que é certo é que Medina, Toledo e Ferreira estão num patamar altíssimo e não é vergonha perder para qualquer um deles. Se Supertubos estivesse no seu melhor a história poderia ter sido outra, mas não estava e desta vez a tempestade brasileira afundou a armada lusa.</p>
<p><strong>A lesão de Filipe Toledo pode custar-lhe o título mundial mas não o impede de fazer muito bom surf</strong>. É visível que o furacão brasileiro está um pouco menos dinâmico que o normal mas, como bom guerreiro, continua na luta. Quando bater de frente com outro top10 inspirado poderá ficar pelo caminho mas dificilmente “Filipinho” será parado por menos que isso.</p>
<p><strong>Kelly Slater, again&#8230;</strong> Se no dia anterior o 11x campeão do mundo esteve bem, no round 3 foi fenomenal. Em poucos minutos Kelly fez uma média que seria suficiente para vencer a maior parte das baterias da fase e continuou a aumentar, humilhando o seu adversário, Sebastian Zietz, ao vencer por uma diferença de 13.63 pontos. Seria de esperar que com o passar dos anos Slater começasse a perder o rendimento mas mesmo em ondas difíceis conseguiu estar a par de qualquer outro destaque desta prova. Mantendo este ritmo Slater poderá manter-se no top10 até aos 50 anos. Será esse o seu próximo recorde?</p>
<p><strong>A luta pelo título continua ao rubro mas está mais perto de passar para o Havai</strong>. Gabriel Medina continua dominante mas Filipe Toledo, Kolohe Andino, Ítalo Ferreira, Jordy Smith e até Kanoa Igarashi ainda não tiraram o pé do acelerador e podem não deixar espaço para o tri de Medina acontecer por antecipação.</p>
<p>Acompanha toda a acção desta prova em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2019/mct/2924/meo-rip-curl-pro-portugal">AQUI</a> a partir das 7:30.</p>
<p><strong>Round 4 Masculino:</strong><br />
<strong> HEAT 1:</strong> Jordy Smith (ZAF) vs. Griffin Colapinto (USA)<br />
<strong>HEAT 2:</strong> Kolohe Andino (USA) vs. Michael Rodrigues (BRA)<br />
<strong>HEAT 3:</strong> Filipe Toledo (BRA) vs. Wade Carmichael (AUS)<br />
<strong>HEAT 4:</strong> Kanoa Igarashi (JPN) vs. Kelly Slater (USA)<br />
<strong>HEAT 5:</strong> Gabriel Medina (BRA) vs. Caio Ibelli (BRA)<br />
<strong>HEAT 6:</strong> Peterson Crisanto (BRA) vs. Jesse Mendes (BRA)<br />
<strong>HEAT 7:</strong> Italo Ferreira (BRA) vs. Conner Coffin (USA)<br />
<strong>HEAT 8:</strong> Jack Freestone (AUS) vs. Soli Bailey (AUS)</p>
<p><strong>Round 3 feminino:</strong><br />
<strong> HEAT 1:</strong> Caroline Marks (USA) vs. Bronte Macaulay (AUS)<br />
<strong>HEAT 2:</strong> Stephanie Gilmore (AUS) vs. Macy Callaghan (AUS)<br />
<strong>HEAT 3:</strong> Sally Fitzgibbons (AUS) vs. Keely Andrew (AUS)<br />
<strong>HEAT 4:</strong> Tatiana Weston-Webb (BRA) vs. Coco Ho (HAW)<br />
<strong>HEAT 5:</strong> Carissa Moore (HAW) vs. Paige Hareb (NZL)<br />
<strong>HEAT 6:</strong> Johanne Defay (FRA) vs. Brisa Hennessy (HAW)<br />
<strong>HEAT 7:</strong> Lakey Peterson (USA) vs. Silvana Lima (BRA)<br />
<strong>HEAT 8:</strong> Courtney Conlogue (USA) vs. Nikki Van Dijk (AUS)</p>
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		<title>5 destaques do dia 1 do MEO Rip Curl Pro Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-destaques-do-dia-1-do-meo-rip-curl-pro-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Oct 2019 18:01:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Rip Curl Pro Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Medina, Slater, wildcards e mais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dia de ondas difíceis mas com muita acção abriu a prova portuguesa do Championship Tour. Fica a saber os 5 destaques escolhidos pela ONFIRE para o primeiro dia de prova&#8230;</p>
<p><strong>Gabriel Medina está num daqueles momentos em que parece ser imbatível</strong>. Regularmente o bicampeão mundial começa mal o ano e vai ganhando embalo à medida que o circuito vai avançando. Apesar de ter perdido cedo na etapa anterior e de ter começado mal a sua bateria nos Super, rapidamente mostrou estar num patamar superior a qualquer outro surfista no tour. “Gabe” descobriu alguns tubos, mas foi o seu aéreo de <em>backside</em> que mostrou estar num nível à parte. Neste momento o seu título mundial não parece só possível mas sim altamente provável.</p>
<p><strong>Kelly Slater continua a não se comportar como um senhor de 47 anos</strong>. Além de receber um apoio do público superior a qualquer outro surfista, incluindo Medina, Slater, mesmo tendo sido superado por Michael Rodrigues no fim da sua bateria, surfou ao nível de qualquer outro top10 do tour. Mais do que a experiência que acumulou numa vida passada no tour, o surf continua actual e à medida que as condições melhorem nos próximos dias também a sua prestação deverá crescer.</p>
<p><strong>Os wildcards portugueses representaram bem</strong>. Ficou bem visível cedo no heat de Frederico Morais que as condições não eram as melhores para o estilo de surf dos nossos representantes, mas todos eles mostraram potencial de avançar nas suas baterias. Entre eles o destaque foi claramente <strong>Vasco Ribeiro</strong>, que surfou com muita velocidade e explosão, passando para o round 3 atrás de Filipe Toledo, mas Kikas e Blanco também tiveraam bons momentos e têm potencial de continuar a avançar.</p>
<p><strong>O público não desiludiu</strong> e, apesar das fracas condições, milhares de pessoas apareceram nos Supertubos. Era de esperar que as pessoas começassem a aparecer mais perto do fim de semana mas mesmo numa quinta-feira de chuva a praia encheu e os competidores conseguiram sentir as boas vibrações de um dos melhores públicos de surf do planeta.</p>
<p><strong>O circuito feminino estreou-se nos Supertubos com prestações sólidas</strong>. Com um palanque montado no Lagide, especulou-se que seria lá que se realizaria toda a prova, como aconteceu no passado, mas assim que o round 1 masculino terminou as melhores surfistas do mundo entraram na água e provaram que também conseguem dar espectáculo neste tipo de condições. <strong>Carissa Moore</strong> mais uma vez mostrou que é a melhor surfista da actualidade e, tal como Medina, pode garantir mais um título mundial em Portugal.</p>
<p>O próximo call será amanhã pelas 8 da manhã, acompanha tudo em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2019/mct/2924/meo-rip-curl-pro-portugal" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
<p><strong>Heats do round 2</strong><br />
<strong>Heat 1:</strong> <strong>Owen Wright x Ricardo Christie x Miguel Blanco</strong><br />
<strong>Heat 2:</strong> Seth Moniz x Leonardo Fioravanti x Crosby Colapinto<br />
<strong>Heat 3:</strong> <strong>Ryan Callinan x Jesse Mendes x Frederico Morais</strong><br />
<strong>Heat 4: </strong>Michel Bourez x Ezekiel Lau x Soli Bailey<br />
<strong>Prova feminina</strong><br />
<strong>Heats do round 2</strong><br />
<strong>Heat 1: </strong>Lakey Peterson x Keely Andrew x Alana Blanchard<br />
<strong>Heat 3: </strong>Malia Manuel x Tatiana Weston-Webb x Paige Hareb</p>
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		<title>6 destaques do round 1 do Quiksilver Pro France</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/6-destaques-do-round-1-do-quiksilver-pro-france/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 15:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Quiksilver Pro France]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de um arranque promissor e uma pausa ao fim de dois heats, o Quiksilver Pro France regressou à água no 3º dia do período de espera para terminar o round 1. Com ondas já mais acessíveis houve muito bom surf e os destaques dos dois dias de prova foram os seguintes: Keanu Asing está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um arranque promissor e uma pausa ao fim de dois heats, o Quiksilver Pro France regressou à água no 3º dia do período de espera para terminar o round 1.<span id="more-34017"></span></p>
<p>Com ondas já mais acessíveis houve muito bom surf e os destaques dos dois dias de prova foram os seguintes:</p>
<p><strong>Keanu Asing</strong> está numa situação dura no que toca à sua manutenção no Championship Tour. Mas isso só fez dele mais forte e mesmo em condições marginais conseguiu fazer duas ondas médias para vencer Kelly Slater e Kanoa Igarashi. Numa entrevista durante a prova do Tahiti o havaiano transmitiu bem que não vai sair sem dar muita luta e foi essa garra que lhe garantiu a presença no round 3 desta etapa.</p>
<p><strong>Matt Wilkinson</strong> foi o primeiro verdadeiro <em>title contender</em> a competir e foi destaque pela negativa. Quando perdeu a liderança parece ter perdido o seu <em>mojo</em> e se algo não mudar vai continuar a cair no ranking. No round 1 não conseguiu fazer melhor que duas notas de 4 pontos e perdeu para Miguel Pupo, um surfista que está na luta para regressar ao top22.</p>
<p><strong>Gabriel Medina</strong> não foi o <em>performer</em> do dia, mas provou que a derrota injusta em Tretles não o afectou. O brasileiro fez um heat renhido com Ryan Callinan e provou que é claramente um dos melhores competidores de todos os tempos, arranjando sempre uma maneira de virar os seus heats.</p>
<p><strong>John John Florence</strong> sim, foi o destaque do dia. O líder do circuito esteve sempre a correr atrás do wildcard Joan Duru, que fez um heat excelente. Mas a &#8220;estrelinha&#8221; claramente está do seu lado e a precisar de uma nota perto dos 8 pontos, conseguiu virar o resultado com um grande tubo. Se continuar assim ninguém lhe tira a lycra amarela.</p>
<p><strong>Adrian Buchan</strong> é oficialmente a &#8220;raposa velha&#8221; do circuito. Mesmo sem fazer surf new school o australiano tem conseguido vários resultados expressivos e já falou em entrar na disputa pelo título. Uma derrota prematura na etapa anterior praticamente matou esse sonho mas &#8220;Ace&#8221; continua a vencer baterias e a chegar-se mais perto do topo. No round 1 bateu Stu Kennedy e Jeremy Flores e promete continuar a fazer estragos.</p>
<p><strong>Davey Cathels</strong>, como muitos outros, está desesperadamente a precisar de pontos para manter o sonho (de se manter no tour) vivo. Pelo caminho ficaram dois nomes muito mais cotados, Josh Kerr e Filipe Toledo, que tanto forçaram os aéreos que acabaram vitimas do approach tradicional de Davey!</p>
<p>Acompanha o próximo dia de prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1513/quiksilver-pro-france/live" target="_blank">AQUI</a>!</p>
<p><iframe title="Quik Pro Round One Exchange: Callinan vs. Medina" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jAoNgO038w8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Os 7 destaques do round 1 do Hurley Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 10:36:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Hurley Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois de 3 rounds do Swatch Women’s Pro, divididos em 2 dias, o Hurley Pro entrou na água com ondas de um metro (inicialmente sem vento) em Tresltes. A acção não parou durante 10 heats até que no 11º as condições pioraram e a prova ficou por aí. Fica a conhecer os 7 destaques deste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de 3 rounds do Swatch Women’s Pro, divididos em 2 dias, o Hurley Pro entrou na água com ondas de um metro (inicialmente sem vento) em Tresltes.<span id="more-33532"></span> A acção não parou durante 10 heats até que no 11º as condições pioraram e a prova ficou por aí. Fica a conhecer os 7 destaques deste primeiro dia de prova.</p>
<p>O sul-africano <strong>Jordy Smith</strong> parece estar um pouco perdido entre gerações. Mais novo que os veteranos Fanning/Parko e companhia e mais velho que a “turma” que vai de Igarashi a Medina, Smith está numa fase em que não parece estar a progredir no ranking. Apesar disso mostrou no round 1 que o surf está lá e que chega para bater qualquer surfista do tour quando está nos seus dias. Neste momento ocupa a 5º posição do ranking e um bom resultado aqui poderá ser a receita certa para dar a volta a esta fase.</p>
<p><strong>Kanoa Igarashi</strong> é um dos mais subestimados surfistas do Championship Tour mas a sua técnica fala mas alto que o seu estatuto. Apesar de ter “boiado” durante quase 20 minutos, nos últimos 5 fez duas ondas impecavelmente surfadas e bateu os australianos Wilson e Callinan, mantendo assim o seu recorde único de zero derrotas no round 2 para um rookie.</p>
<p>O campeão mundial de 2014, <strong>Gabriel Medina</strong>, gosta de apanhar muitas ondas e nem sempre isso corre a seu favor. Desta vez isso custou-lhe uma interferência mas, mesmo assim, percebeu que apenas precisava de fazer o seu surf para vencer à mesma e a confiança de passar um heat com uma interferência deverá jogar a seu favor!</p>
<p><strong>Tanner Gudauskas</strong> foi o herói do dia. O local conseguiu uma vaga via <em>trials</em> e fez lembrar a todos que merece estar no Championship Tour. Quando apanhou uma onda de set tratou de a destruir como nenhum outro neste dia, com um ataque de backside incrível, e recebeu uma nota 10, algo raro de ser atribuído com manobras e especialmente sem aéreos!</p>
<p><strong>Filipe Toledo</strong> tinha pela frente o surfista que mais queria abater, Kelly Slater, e ainda o perigoso Jeremy Flores. Kelly vinha de uma vitória em Teahupoo e é o surfista com mais sucesso na história de Trestles mas, mesmo com uma liderança sólida, não conseguiu parar a “bombinha Toledo”. O mais impressionante foi ter conseguido a vitória na sua última onda, a precisar de uma nota excelente e sem ter feito qualquer aéreo.</p>
<p><strong>Joel Parkinson</strong> foi o surfista do dia. Num ano muito “morno” em que se fala da reforma, Joel parece ter acordado neste heat e fez questão de bater o seu amigo Fanning com uma série de grande carves e manobras a soltar o tail. Quando lhe falaram de vencer o campeonato, na entrevista pós heat, Parko mostrou-se calmo e focado, o que poderá ser a receita certa para conseguir um grande resultado.</p>
<p>Finalmente <strong>Matt Wilkinson</strong> foi o destaque pela negativa. Enquanto esteve no primeiro lugar no ranking Wilko não parecia ele próprio, raramente fez erros e conseguiu gerir a liderança até Teahupoo. Mas no seu primeiro heat sem a lycra amarela o australiano parece ter perdido toda a confiança e se não der a volta antes do próximo heat habilita-se a cair muito no ranking.</p>
<p>Acompanha o próximo dia de prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1495/hurley-pro-at-trestles" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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		<title>6 destaques dos round 2 e 3 no Drug Aware Margaret River Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/6-destaques-dos-round-2-e-3-no-drug-aware-margaret-river-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2016 09:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
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		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Drug Aware Margaret River Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Drug Aware Margaret River Pro ainda não saiu do “main break” e ao fim de três dias de acção os 36 surfistas inicialmente em prova apenas 16 continuam na disputa. E entre eles os destaques foram os seguintes: Matt Wilkinson continua com a “estrelinha”. O líder o circuito está com a confiança toda e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Drug Aware Margaret River Pro ainda não saiu do “main break” e ao fim de três dias de acção os 36 surfistas inicialmente em prova apenas 16 continuam na disputa. <span id="more-30943"></span>E entre eles os destaques foram os seguintes:</p>
<p><strong>Matt Wilkinson</strong> continua com a “estrelinha”. O líder o circuito está com a confiança toda e o facto de ter vencido ambos os seus heats com a mais fraca média vencedora de ambos os rounds só comprova que está numa fase em que tudo joga a seu favor. E apesar das médias baixas o seu surf está soltinho como nunca, o que lhe vai garantir mais um resultado sólido.</p>
<p><strong>Jordy Smith</strong> parece finalmente ter reencontrado o seu ritmo. Nas duas primeiras etapas, mesmo tendo feito uma final, parecia estar em “piloto automático”. Em Margaret a perspectiva de entrar na disputa pelo título fez-lhe o “switch” e o Sul Africano tem tudo para perseguir Wilkinson e dar-lhe muito trabalho para manter a lycra amarela.</p>
<p><strong>Caio Ibelli</strong> demorou 4 anos para entrar no Championship Tour mas provou que estava pronto para competir ao mais alto nível. Que o diga John John Florence que perdeu em Bells e Margaret para o brasileiro em heats que pareciam ganhos. O seu repertório é dos mais sólidos do tour, seja com manobras de rail, tubos ou aéreos, e é já um fortíssimo candidato ao prémio de rookie do ano!</p>
<p><strong>Kolohe Andino</strong> é outro surfista que, como Jordy, sabe que pode atacar o primeiro lugar. Com uma final já a contar na Gold Coast, o Californiano está mais completo que no passado e tem “armas” para passar quase qualquer heat. O seu alley oop contra Wiggolly Dantas foi uma das melhores manobras do ano e ainda está só a aquecer.</p>
<p><strong>Sebastian Zietz</strong> redescobriu-se. Depois de cair do tour por muito pouco o havaiano parece ter descoberto um novo foco com esta oportunidade. Depois do Quik Pro todo o hype estava em Stu Kennedy mas “seabass” anda a fazer notas de 9 pontos em quase todos os seus heats. No fim desta etapa deve entrar no top10 e tendo em conta que este será um ano de muitas lesões e reformas, é muito provável que acabe o ano dentro da bolha da qualificação.</p>
<p><strong>Leonardo Fioravanti</strong> está a ter um ano de sonho. Ao fim de poucas etapas lidera o ranking do QS com alguma vantagem e tem mostrado que está bem pronto para o CT. A prova disso são as vitórias sobre os campeões do mundo em ambos os seus heats. Slater e De Souza foram as suas vitimas até aqui mas poderá haver muitas mais!</p>
<p>Acompanha o próximo dia de prova em directo<a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1418/drug-aware-margaret-river-pro"> AQUI</a>!</p>
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		<title>5 destaques do round do Drug Aware Margaret River Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/5-destaques-do-round-do-drug-aware-margaret-river-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 11:25:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Drug Aware Margaret River Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Nem o facto de ter sido visto um tubarão na véspera do início da prova impediu que o round 1 do Drug Aware fosse à água logo no primeiro dia do período de espera. O campeonato começou com a prova feminina e os destaques entre os 9 heats realizados da prova masculina foram os seguintes: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nem o facto de ter sido <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/tubarao-expulsa-tops-do-ct-do-pico-em-margaret-river/" target="_blank">visto um tubarão na véspera do início da prova</a> impediu que o round 1 do Drug Aware fosse à água logo no primeiro dia do período de espera.<span id="more-30892"></span> O campeonato começou com a prova feminina e os destaques entre os 9 heats realizados da prova masculina foram os seguintes:</p>
<p><strong>Ítalo Ferreira</strong> começou menos bem o ano na Gold Coast e recuperou em Bells. Mas foi em Margaret River que mostrou que está num nível muuito acima acima de 75% dos surfistas do Championship Tour. Na sua bateria contra Kanoa Igarashi e Jack Robinson esteve muito tempo em 3º lugar mas, em 90 segundos tudo mudou e a vitória ficou a parecer fácil. Se mantiver este nível de competitividade durante o resto do ano poderá perfeitamente disputar o título mundial já em 2016.</p>
<p>Pela terceira etapa consecutiva<strong> Caio Ibelli</strong> não venceu no round 1, mas mostrou surf de top10, que é onde se encontra no ranking. O brasileiro fez uma das melhores ondas do dia e vai ser ainda mais perigoso para os seus adversários se o mar aumentar ou passar para The Box.</p>
<p>No mesmo heat de Caio estavam Matt Banting e<strong> Nat Young</strong>. O norte-americano, Young, era o veterano do grupo e provou que surfa “no critério”. O seu backside é fortíssimo e em momentos lembra Occy pela maneira como sai do bottom e ataca as secções. Mas não foi nada em comparação com o tipo de surf que Banting e Ibelli fizeram, ambos com um approach muito mais moderno, arriscado e radical, mas que não convenceu tanto os júris, o que os deixou cair para a repescagem.</p>
<p><strong>Gabriel Medina</strong> está em 22º lugar no ranking mas é capaz de ser o maior adversário que o líder do circuito tem pela frente. Mick Fanning, o mais “crónico” candidato ao título dos últimos anos, vai estar fora a maior parte do ano, Slater parece ter perdido o seu “mojo”, Toledo também pode demorar a recuperar da sua lesão e, tirando talvez Adriano de Souza, nenhum outro surfista do tour mostrou ter a competitividade e ritmo para chegar a número 1. É provável que o campeão mundial de 2014 estrague uma prancha por cada heat no main break, mas basta continua a repetir a formula do round 1 para vencer a prova.</p>
<p>O “winning streak” de <strong>Matt Wilkinson</strong> continua. No caminho para Margaret River as suas pranchas “mágicas” foram danificadas pela companhia aérea mas o dono da lycra amarela não se deixou atrapalhar e manteve o ritmo das etapas passadas. O seu backside continua soltinho e mesmo para a esquerda consegue pontuar bem. Um bom resultado nesta etapa pode garantir a liderança por, pelo menos, mais 2 ou 3 etapas!</p>
<p>Acompanha o próximo dia de prova em directo<a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1418/drug-aware-margaret-river-pro"> AQUI</a>!</p>
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		<title>6 destaques do dia 6 do Quiksilver Pro Gold Coast</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/6-destaques-do-dia-6-do-quiksilver-pro-gold-coast/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2016 10:52:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques ONFIRE]]></category>
		<category><![CDATA[Quiksilver Pro Gold Coast]]></category>
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					<description><![CDATA[O tour de 2016 da WSL está a ter um arranque de ano excelente, com boas ondas e muito bom surf no dia 6 do Quiksilver e Roxy Pro Gold Coast. Podes visualizar todos os heats e as melhores ondas AQUI, mas a ONFIRE &#8220;separou&#8221; 6 destaques deste dia de prova. 1 &#8211; Johanne Defay [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tour de 2016 da WSL está a ter um arranque de ano excelente, com boas ondas e muito bom surf no dia 6 do Quiksilver e Roxy Pro Gold Coast.<span id="more-30487"></span></p>
<p>Podes visualizar todos os heats e as melhores ondas <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1399/quiksilver-pro-gold-coast/heatanalyzer" target="_blank">AQUI</a>, mas a ONFIRE &#8220;separou&#8221; 6 destaques deste dia de prova.</p>
<p>1 &#8211; <strong>Johanne Defay é uma força da natureza</strong>! Sem patrocínios os patrocínios e sem o <em>hype</em> de outras figuras de topo no tour a surfista da Ilha Reunião tem conseguido grandes resultados e neste dia de prova mostrou que ainda tem muito por onde crescer. No seu primeiro heat deste dia, no round 4, Defay &#8220;limpou&#8221; a sua melhor amiga, Bianca Buitendag, deixando-a em combinação durante a maior parte do heat. Mas foi no heat seguinte, contra Tatiana Weston-Webb que deixou tudo de boca aberta. A precisar de apenas 2.07 para passar para a frente, Johanne atirou-se a uma junção com um reverse &#8220;nosepick&#8221; (aka Club Sandwich), uma manobra que mesmo no tour masculino só uma mão cheia de surfistas sabem fazer. Ao acertar a manobra garantiu uma presença nas meias finais e arranca o ano com uma posição garantida no top4.</p>
<p><iframe title="Johanne Defay Pulls Off Crazy Reverse - Roxy Pro Gold Coast 2016" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/XQ9e1sy8N0s?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>2 &#8211; <strong>Afinal Kolohe Andino não está no Championship Tour apenas para fazer número</strong>. O filho de Dino qualificou-se muito cedo para a elite do surf mundial e apesar de ter sido &#8220;programado&#8221; para ser campeão, as performances não estavam a acompanhar. Em 2014 tudo parecia ter mudado mas o seu &#8220;momentum&#8221; não passou para o ano seguinte. Na Gold Coast mostrou que está pronto para passar para o nível seguinte. Com grandes combinações de surf de rail e manobras progressivo, Kolohe virou um heat muito competitivo nas suas duas últimas ondas no round 4 para garantir o seu melhor desde Setembro de 2014, um 5º lugar (ou melhor se continuar a avançar).</p>
<p><iframe title="2016 Quik Pro: Round 4, Heat 3 Video" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FghO-iMNvzk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>3 e 4 &#8211; <strong>Os rookies Conner Coffin e Kanoa Igarashi foram eliminados, mas superaram expectativas</strong>. Não é invulgar um surfista na sua primeira presença numa etapa do Championship Tour tirar um bom resultado, principalmente se estivermos a falar de wildcards. Mas a estreia como membro do CT é um campeonato à parte. Claro que houve surfistas, como por exemplo Adriano de Souza e Bobby Martinez, que fizeram meias finais na sua primeira prova, mas a grande maioria, e esse &#8220;espectro&#8221; começa em Kelly Slater e passa por nomes como Andy Irons, Joel Parkinson, Taj Burrow e até Tiago Pires, vai crescendo gradualmente. Conner e Kanoa não foram ao &#8220;8 nem ao 80&#8221; e além de terem mostrado bom surf, principalmente Coffin, começam o ano com 9ºs lugares.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Success at the Quiksilver Pro: Conner Coffin Profile" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/cEwz_0hEa7I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>5 &#8211;<strong> Stuart Kennedy já não pode ser considerado um &#8220;tomba gigantes&#8221;</strong>. Kennedy é agora um &#8220;gigante&#8221; também e, sem dúvida, um dos surfistas mais em forma nesta etapa. Este australiano está a quebrar barreiras e a provar que, se calhar, muitos surfistas do tour têm quivers &#8220;conservadores&#8221;. Stu usa pranchas de uma espécie de cientista maluco do mundo do shape, Daniel &#8220;Tomo&#8221; Thomson, que agora trabalhar para Kelly Slater. &#8220;On Point&#8221; é um adjectivo muito utilizado para descrever o seu surf neste evento e não podia ser mais adequado. O &#8220;substituto&#8221; passa agora a ser um candidato à vitória!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Stu Kennedy hacks up Snapper with 9.0 Ride - 2016 Quiksilver Pro Gold Coast" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/d1qq3DnswbQ?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>6 &#8211; <strong>O tour é um sítio melhor com uma &#8220;raposa velha&#8221; e Adrian Buchan parece estar a encarnar essa &#8220;persona&#8221;</strong>. &#8220;Ace&#8221; raramente usa as manobras progressivas do seu repertório para pontuar mas a sua técnica apurada e competitividade chegam para bater a maioria dos surfistas no tour. Isto poderá perfeitamente traduzir-se numa disputa pelo título ou posição no top8 muito em breve!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Highlights: Tour Veterans Hang On Amid Heavy Action" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/mLuEI_Ub9z0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Acompanha o próximo dia de prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1399/quiksilver-pro-gold-coast/live" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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		<title>6 destaques do round 1 do Quiksilver Pro Gold Coast</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/6-destaques-do-round-1-do-quiksilver-pro-gold-coast/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Mar 2016 11:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[Quiksilver Pro Gold Coast]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi no segundo dia do período de espera do Quiksilver Pro Gold Coast que o Championship Tour de 2016 arrancou. A maré cheia obrigou a algumas horas de espera mas no início da tarde (madrugada de Portugal) o primeiro heat entrou na água. Podes rever todas as ondas de todos os heats no Heat Analyser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi no segundo dia do período de espera do Quiksilver Pro Gold Coast que o Championship Tour de 2016 arrancou. <span id="more-30427"></span>A maré cheia obrigou a algumas horas de espera mas no início da tarde (madrugada de Portugal) o primeiro heat entrou na água.</p>
<p>Podes rever todas as ondas de todos os heats no Heat Analyser <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1399/quiksilver-pro-gold-coast/heatanalyzer" target="_blank">AQUI </a>mas os destaques deste dia, segundo a ONFIRE, foram os seguintes:</p>
<p>1 &#8211;<strong> Ítalo Ferreira não perdeu o &#8220;andamento&#8221;</strong> que lhe garantiu uma posição no top10 no seu ano de rookie. O brasileiro que, estava no primeiro heat do dia, fez a primeira onda do Championship Tour deste ano e não olhou mais para trás. Ryan Callinan ainda lhe deu algum trabalho, mas não conseguiu parar a máquina brasileira. Se continuar assim Ferreira poderá até, quem sabe, ser um &#8220;dark horse&#8221; na disputa pelo título.</p>
<p>2 &#8211; <strong>Taj Burrow comemorou 20 anos neste dia de prova</strong>. E não estamos a falar de 20 anos de idade, que não seriam suficientes para ser o surfista mais novo do tour na actualidade. Taj fez 20 anos CONSECUTIVOS a competir neste evento, um marco que mais nenhum surfista no tour tem. No seu primeiro ano no CT Slater apenas tinha 4 títulos mundiais (5 no fim desse ano), Joel Parkinson e Mick Fanning ainda era considerados &#8220;groms&#8221; e Gabriel Medina tinha deixado de usar fraldas há pouco tempo. O seu continua &#8220;on point&#8221; e venceu o seu heat com facilidade sobre Josh Kerr e Kanoa Igarashi (18 anos), mas o título mundial parece ter-lhe passado ao lado.</p>
<p>3 &#8211; <strong>Os rookies falharam</strong>! O circuito de 2016 tem uma das &#8220;turmas&#8221; de rookies mais fortes dos últimos anos e, apesar de todos terem mostrado bom surf, nenhum venceu no round 1. E quem diz rookies, diz &#8220;replacement&#8221; surfers e vencedor dos trials. Tanto Sebastian Zietz como Wade Carmichael fizeram bom surf mas foram surpreendidos pelos campeões mundiais Medina e Fanning. A excepção foi Mikey Wright mas, apesar de ter feito bom surf, contou com uma performance abaixo do esperado do campeão mundial em título, e várias erros de Kolohe Andino, que abriu o heat com a melhor onda do dia até aí (9.1) e não conseguiu fazer um back up em condições.</p>
<p>4 &#8211; <strong>Filipe Toledo venceu, mas não convenceu (muito)</strong>. O vencedor desta prova em 2015 fez uma média alta e bateu com alguma facilidade Jadson André e Stu Kennedy. Mas algo não estava como no ano passado. A sua prancha não parecia &#8220;uma continuação do seu ser&#8221; como antes e o seu surf não foi tão impressionante. Tudo pode mudar no próximo round mas o seu primeiro heat não foi de candidato à vitória.</p>
<p>5 &#8211; <strong>Gabriel Medina está (definitivamente) de volta</strong>. No ano passado o primeiro brasileiro a sagrar-se campeão do Championship Tour da WSL começou mal o ano, com um resultado fraco na Gold Coast. Mas em 2016 Medina está novamente na forma que vimos no fim do ano passado. Que o diga Sebastian Zietz que tinha virado o heat com uma onda excelente a poucos minutos do fim do heat 4, apenas para ver este goofy a virar novamente na última onda.</p>
<p>6 &#8211; <strong>Jadson André junta-se ao clube</strong>. Infelizmente não é um clube bom, é do dos <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/sponsorless-club/" target="_blank">surfistas sem main sponsor</a>. Durante mais de uma década a Oakley foi o seu patrocinador principal mas agora deixou de ocupar o bico da sua prancha para passar para uma posição bastante mais abaixo. Não é o primeiro surfista do tour a deixar de ter o seu &#8220;O&#8221; no bico já que Adriano de Souza, Adam Melling e mesmo Ítalo Ferreira vestiam a marca &#8220;dos pés à cabeça&#8221; também tiveram destinos semelhantes nos últimos 2/3 anos. Isso poderá dar-lhe ainda mais garra, mas a sua vida acabou de ficar mais complicada.</p>
<p>Acompanha o próximo dia de prova em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mct/1399/quiksilver-pro-gold-coast/live" target="_blank">AQUI</a>!</p>
<p><strong>Heats do round 2</strong><br />
Heat 1: Adriano de Souza (BRA) vs. Wade Carmichael (AUS)<br />
Heat 2: Julian Wilson (AUS) vs. Sebastian Zietz (HAW)<br />
Heat 3: Kelly Slater (USA) vs. Stuart Kennedy (AUS)<br />
Heat 4: Josh Kerr (AUS) vs. Adam Melling (AUS)<br />
Heat 5: Jordy Smith (ZAF) vs. Ryan Callinan (AUS)<br />
Heat 6: John John Florence (HAW) vs. Davey Cathels (AUS)<br />
Heat 7: Kai Otton (AUS) vs. Conner Coffin (USA)<br />
Heat 8: Adrian Buchan (AUS) vs. Alex Ribeiro (BRA)<br />
Heat 9: Keanu Asing (HAW) vs. Kanoa Igarashi (USA)<br />
Heat 10: Jadson Andre (BRA) vs. Miguel Pupo (BRA)<br />
Heat 11: Caio Ibelli (BRA) vs. Jack Freestone (AUS)<br />
Heat 12: Matt Banting (AUS) vs. Kolohe Andino (USA)</p>
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