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	<title>Chris Davidson &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 surfistas do CT que já faleceram</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-do-ct-que-ja-faleceram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 22:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Davidson]]></category>
		<category><![CDATA[Derek Ho]]></category>
		<category><![CDATA[John Shimooka]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Neves]]></category>
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					<description><![CDATA[Legends never die...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Championship Tour como o conhecemos, como a principal de duas divisões do circuito mundial, já conta com mais de 3 décadas de existência. Durante esse tempo, centenas de surfistas já passaram pela elite e, infelizmente, alguns deles já faleceram. Fica a saber quem foram e como foi a sua passagem pelo tour.</p>



<p><strong>Derek Ho | 1964 &#8211; 2020</strong></p>



<p>O mais bem sucedido desta lista, tendo-se sagrado campeão mundial da ASP (actual WSL) em 1993, sendo o primeiro havaiano a conquistar este feito na categoria masculina. Derek teve uma longa carreira no circuito mundial, com muitas vitória e três Triple Crowns, feito quase tão impressionante como o título. Em 1997, depois de uma lesão grave no tendão contraída durante uma sessão de free surf em G-Land, Ho recebeu o primeiro (não oficial) injury wildcard da história do circuito mas não se conseguiu manter e reformou-se antes de sequer tentar a sua sorte no circuito QS. Ao longo dos anos manteve-se bastante próximo do olho do publico, graças aos tubos que continuava a dar em Pipeline e, dois anos depois de ter competido nos Açores no World Masters Championship, faleceu, em 2020. A causa de morte foi apontada como um ataque de coração, algo que infelizmente acontece com alguma regularidade entre os surfistas havaianos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Derek Ho Tribute | A Glimpse Into The Final Five Years" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/CR-HQPd9zlA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>John Shimooka | 1969 &#8211; 2020</strong></p>



<p>“Shmoo”, como era mais conhecido, surgiu na cena competitiva nos anos 80 juntamente com outro grande surfista em ascensão e seu “irmão” no tour, Sunny Garcia. John até teve sucesso antes de Sunny, sendo o primeiro entre os dois a vencer uma prova do circuito mundial. A sua personalidade forte e surf rápido e radical proporcionaram-lhe grande reconhecimento a nível mundial, sendo muito visível nos principais vídeos e meios de comunicação da época. Entretanto o estilo de vida mais “wild” que muitos viviam no tour da época apanhou-o, acabando por sair do circuito prematuramente. Mas voltou uns anos mais tarde, já “curado” dos seus males e pronto para conquistar um lugar no World Championship Tour da ASP (actual WSL) e logo na primeira etapa em que competiu, o Rip Curl Pro Bells Beach de 1995, fez a final contra Sunny, abrindo o ano na sua melhor posição de sempre, o segundo lugar do ranking mundial. Alguns anos mais tarde Shimooka reformou-se do tour, mas não do surf, mantendo vários trabalhos ligados à indústria, como comentador, team manager, manager e treinador. A sua mulher faleceu em Setembro de 2019 enquanto que Garcia tentou o suicídio mais cedo no ano, acabando por sobreviver mas num estado quase vegetativo. Shimooka apresentava sintomas de depressão e acabou por tirar a sua própria vida em 2020.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="John Shimooka Surf Music Video &quot;Breakin on Thru&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/T69-ApBhALI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Chris Brown | 1970 &#8211; 2019</strong></p>



<p>Chris Brown é o surfista esquecido quando se fala da geração de Kelly Slater, mas era claramente um dos melhores. Este californiano foi campeão mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do QS. Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto, no QS, Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontra entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável. A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do cutback roundhouse o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras. Em 2019 Brown caiu de um penhasco depois de tomar &#8220;crystal meth&#8221;, e afogou-se.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Chris Brown / Mid 90&#039;s (surf  edit )" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EgsnInYU2gY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p></p>



<p><strong>Leonardo Neves | 1979 &#8211; 2019</strong></p>



<p>Leo Neves foi um dos grandes surfistas da sua geração no Brasil, tendo vencido o circuito brasileiro duas vezes. Em 2006, depois de muitos anos a competir no QS, conseguiu a qualificação para o Championship Tour, onde permaneceu por dois anos. Depois de mais alguns anos no circuito de qualificação Neves focou-se em ser treinador, shaper e competidor nos circuitos do seu país. Foi durante uma prova da &#8220;Triple Crown de Saquarema&#8221; que este surfista faleceu, colapsando depois de chegar novamente ao outside em condições pesadas, acabando por se afogar.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Leo Neves vence campeonato de convidado na Europa" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fzHURD7oSCs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Chris Davidson | 1978 &#8211; 2022</strong></p>



<p>&#8220;Davo&#8221; foi rotulado desde muito jovem como uma das grandes esperanças aussies, mostrando todo o seu potencial durante as viagens &#8220;The Search&#8221; do seu patrocinador, além de ter batido 2x Kelly Slater como wildcard no Rip Curl Pro Bells Beach. Membro de uma das gerações mais rebeldes do tour, Chris era conhecido por levar o “beber uma jola depois do heat” a outros níveis, sendo um dos maiores <em>party boys</em> do tour, algo que de certa forma acabou por lhe custar a carreira. Só conseguiu a qualificação para o tour em 1999, e o seu único recorde impressionante é o facto de, ter sido o primeiro surfista do planeta regressar ao CT 4 vezes. O máximo que conseguiu ficar de seguida na elite foi três anos e a sua melhor classificação foi o 14º posto, em 2009. O talento abundava mas faltava a disciplina para evitar a vida nocturna e os maus vícios do tour! Os seus melhores resultados foram um 3º, no WCT de Peniche, sendo batido apenas por um Alley Opp de Kelly Slater que ficou famosos, e a final do Billabong Pro Mundaka, que na verdade foi realizado quase todo em Bakio. Em 2011 Chris caía novamente do tour e a falta de patrocínios não lhe permitiu competir no QS para recuperar a sua vaga pela quinta vez. Davidson foi trabalhar nas obras na Austrália e chegou a ser preso por ter causado um acidente de viação, quando supostamente estaria inibido de conduzir! Pouco mais se falou de “Davo” desde aí, pelo menos fora da Austrália, até que hoje saiu a infeliz notícia da sua morte. Aparentemente durante uma luta de rua, Chris caiu ao chão e bateu com a cabeça, acabando por ser declarado morto horas mais tarde no hospital.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Davo | Chris Davidson Surfing in Paradise" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hv6G1HOjH0M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<p></p>



<p><strong>Andy Irons</strong> foi mais um surfista que se juntou a esta lista, fica a saber a sua história e a de mais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-surfistas-que-faleceram-no-auge-das-suas-carreiras/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-surfistas-que-faleceram-no-auge-das-suas-carreiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 profissionais que faleceram no auge das suas carreiras&#8230;</a></p>
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		<item>
		<title>Chris Davidson no The Search &#124; Uma das secções mais icónicas de um dos maiores talentos australianos de uma geração</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/chris-davidson-no-the-search-uma-das-seccoes-mais-iconicas-de-um-dos-maiores-talentos-australianos-de-uma-geracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Oct 2022 10:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Davidson]]></category>
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					<description><![CDATA[Um registo memorável ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nível de patrocínios, Chris Davidson começou praticamente no topo da &#8220;cadeia alimentar&#8221;, sendo patrocinado pela Rip Curl com direito a presença nos filmes The Search e <em>wildcards</em> em provas do Championship Tour. Sendo tão louco como radical, Davo não conseguiu manter-se na marca, acabando a sua carreira com apoios mais pequenos ou mesmo total ausência de patrocínios. Fica o registo de uma das épocas em que mostrou mais potencial, nas viagens à procura de ondas perfeitas pela Indonésia&#8230;</p>
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		<title>Faleceu Chris Davidson, ex-top do CT e um dos últimos verdadeiros rebeldes do tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/faleceu-chris-davidson-ex-top-do-ct-e-um-dos-ultimos-verdadeiros-rebeldes-do-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Sep 2022 09:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Davidson]]></category>
		<category><![CDATA[RIP]]></category>
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					<description><![CDATA[Rest in peace...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se nos anos 80 o tour da ASP, actual WSL, era um &#8220;local&#8221; de excessos e muita curtição, na década seguinte tornou-se um pouco mais profissional e até menos interessante com a geração mais &#8220;<em>clean</em>&#8221; de Kelly Slater.</p>



<p>Até que surgiu uma nova geração, nomes como Andy e Bruce, Parkinson, Fanning, Ward, Munro, Hedge e, claro Chris Davidson, entre muitos outros, que levavam o &#8220;beber uma jola depois do heat&#8221; a outros níveis, apesar de alguns terem mais controlo que outros. Chris &#8220;Davo&#8221; Davidson era talvez um dos maiores <em>party boys</em> do tour, algo que de certa forma acabou por lhe custar a carreira. </p>



<p>Um dos mais promissores surfistas da Austrália no início dos anos 90, em 1994 foi convidado pelo seu patrocinador da altura, a Rip Curl, para participar no CT de Bells Beach, prova onde conseguiu um dos feitos mais impressionantes da sua carreira, bateu Kelly Slater duas vezes. Só conseguiu a qualificação para o tour alguns anos mais tarde, em 1999, e o seu único recorde impressionante é o facto de, ter sido o primeiro surfista do planeta regressar ao CT 4 vezes. O máximo que conseguiu ficar de seguida na elite foi três anos e a sua melhor classificação foi o 14º posto, em 2009. </p>



<p>O talento abundava mas faltava a disciplina para evitar a vida nocturna e os maus vícios do tour! Os seus melhores resultados foram um 3º, no WCT de Peniche, sendo batido apenas por um Alley Opp de Kelly Slater que ficou famosos, e a final do Billabong Pro Mundaka, que na verdade foi realizado quase todo em Bakio. Em 2011 Chris caía novamente do tour e a falta de patrocínios não lhe permitiu competir no QS para recuperar a sua vaga pela quinta vez. Davidson foi trabalhar nas obras na Austrália e chegou a ser preso por ter causado um acidente de viação, quando supostamente estaria inibido de conduzir!</p>



<p>Pouco mais se falou de &#8220;Davo&#8221; desde aí, pelo menos fora da Austrália, até que hoje saiu a infeliz notícia da sua morte. Aparentemente durante uma luta de rua, Chris caiu ao chão e bateu com a cabeça, acabando por ser declarado morto horas mais tarde no hospital.</p>



<p>Chris Davidson tinha apenas 45, descansa em paz&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CHRIS DAVIDSON - BEST DRINKER ON TOUR? | EP# 47" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZXVd1cKquZo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2015 14:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Davidson]]></category>
		<category><![CDATA[Pat O'Connell]]></category>
		<category><![CDATA[Ross Williams]]></category>
		<category><![CDATA[surfistas que nunca venceram no WCT]]></category>
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					<description><![CDATA[Entrar no WCT é o sonho de qualquer surfista profissional mas chegar lá é um dos maiores desafios que um competidor pode encontrar. Uma vez qualificado o percurso não se torna mas fácil e vencer entre os melhores surfistas do mundo é uma honra reservada a poucos. Entre os membros deste restrito grupo são vários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entrar no WCT é o sonho de qualquer surfista profissional mas chegar lá é um dos maiores desafios que um competidor pode encontrar. <span id="more-23758"></span>Uma vez qualificado o percurso não se torna mas fácil e vencer entre os melhores surfistas do mundo é uma honra reservada a poucos. Entre os membros deste restrito grupo são vários os que mostram potencial para vencer, mas acabam por não conseguir. A ONFIRE seleccionou 5 surfistas que considerou os melhores entre os que não conseguiram vencer.</p>
<p><strong>Ross Williams | Havai</strong></p>
<p>Apresentar Ross Williams como “apenas” um comentador da WSL é quase insultuoso a este que já foi um dos melhores surfistas do mundo. A sua humildade não deixa escapar muito mas o havaiano esteve no WCT durante 6 anos e foi top16 em metade deles. Mais do que um membro do World Championship Tour, Ross foi um dos mais revelantes surfistas da geração Momentum, com direito a secção em todos os filmes de Taylor Steele no seu auge. Williams surfava ondas grandes, era mestre na arte de entubar e dominava o surf new school, mas o que o destacava de quase todos os surfistas do mundo era o seu power, tendo Taylor Knox como único rival nesse departamento. Um surfista promissor desde muito jovem, era companheiro inseparável de Shane Dorian e foi responsável pela sua entrada na Billabong, na altura propondo a Bob Hurley (representante da marca para os EUA) uma redução no seu próprio salário para conseguirem contratar o seu amigo. Apesar deste impressionante CV nunca sobressaiu em competição e terminou a carreira sem vencer no WCT (ou mesmo no WQS). Por duas vezes esteve perto. A primeira foi em 1996, no Rio Surf Pro, etapa brasileira do World Tour. Caso tivesse vencido seria substituído nesta lista por Taylor Knox, que conseguiu aí a sua única vitória, mas Ross ficou em segundo. Em 1999 teve outra hipótese quando chegou à final do Billabong MSF Pro, realizado em Jeffreys Bay. O seu adversário era o wildcard Joel Parkinson, na altura com 18 anos, e foi o australiano que conseguiu na África do Sul a sua primeira vitória. Uns anos mais tarde Ross caiu do tour, tentou requalificar-se mas não conseguiu. Aos poucos foi caindo da “luz da ribalta”, até renascer como o comentador da WSL.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="The Show - Ross Williams" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/JxE52MgCx4w?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Pat O&#8217;Connell | Califórnia</strong></p>
<p>Pat hoje em dia é o team manager global da marca com a melhor equipa de surf da actualidade, a Hurley. Mas antes esteve no WCT por vários anos. O’Connell ficou conhecido pela sua presença no filme Endless Summer II, e no ano seguinte ao lançamento qualificou-se para a elite. O seu talento era inegável e o seu estilo de surf era admirado por fãs por todo o mundo mas, como Ross, não era tão competitivo como os seus pares. Além disso a sua época no WCT coincidiu com o primeiro auge de Kelly Slater, um surfista que deixou pouco “no prato” para os outros. Curiosamente foi contra Slater que Pat quase venceu uma etapa, o Billabong Pro de 1999. Na altura o Superbank ainda não era o Superbank e Kirra era a rainha indisputada da Gold Coast. Mas o swell não entrou como devia e a prova acabou em Snapper. Nas finais da época contavam as 4 melhores ondas e o californiano, a poucos minutos do fim, liderava com mais de 30 pontos de média. Mas Slater era como um tubarão no line up a brincar com as suas presas e na última onda fez mais um milagre e virou o resultado a seu favor. No mesmo ano Pat vingava a derrota na Austrália eliminando Slater nas meias finais do Rip Curl Pro de Hossegor, apenas para ser “dilacerado” por Damien Hardman na final. Nos anos que se seguiram não conseguiu melhor do que 3ºs posições e em 2004 largou o circuito.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Surfer Pat O&#039;Connell on Action Figures" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/XKGrt3muvYo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Chris Davidson | Austrália<br />
</strong></p>
<p>Rebeldes não vencem, excepto se se chamarem Andy Irons. Chris “Davo” Davidson era um dos mais promissores surfistas da Austrália no início dos anos 90 e em 1994 foi convidado pelo seu patrocinador da altura, a Rip Curl, para participar no WCT de Bells Beach. Nessa prova conseguiu um dos feitos mais impressionantes da sua carreira, bateu Kelly Slater duas vezes. Só conseguiu a qualificação para o tour uns anos mais tarde, em 1999, e o seu único recorde impressionante é o facto de ser o único surfista do planeta regressar ao WCT 4 vezes. O máximo que conseguiu ficar de seguida na elite foi três anos e a sua melhor classificação foi o 14º posto, em 2009. O talento abundava mas faltava a disciplina para evitar a vida nocturna e os maus vícios do tour! Os seus melhores resultados foram um 3º, no WCT de Peniche, sendo batido apenas por um Alley Opp de Kelly Slater que ficou famosos, e a final do Billabong Pro Mundaka, que na verdade foi realizado quase todo em Bakio. Em 2011 Chris caía novamente do tour e a falta de patrocínios não lhe permitiu competir no WQS. Davidson foi trabalhar nas obras na Austrália e consta que recentemente foi preso por ter causado um acidente de viação quando supostamente estaria inibido de conduzir!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="North Narrabeen &quot;DAVO&quot; 2004.avi" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/6i0dWNSunSc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Fica a conhecer mais dois surfistas que mereciam ter vencido no WCT (juntamente com 3 “menções” honrosas”) na próxima semana em <a href="www.onfiresurfmag.com">www.onfiresurfmag.com</a></p>
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		<title>Brett Warner em Portugal &#124; Mini-Entrevista</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/industria/shaper-brett-warner-em-portugal-mini-entrevista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2012 09:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Austrália]]></category>
		<category><![CDATA[Brett Warner]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Davidson]]></category>
		<category><![CDATA[Polen]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Surfboards]]></category>
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					<description><![CDATA[Este mês chegou a Portugal mais um shaper de renome mundial, Brett Warner! Este shaper australiano veio a Portugal fazer algumas pranchas e foi muito procurado pelos surfistas nacionais. A ONFIRE encontrou-o na fábrica da Polen e aproveitou para ficar a saber um pouco mais sobre ele. Brett, já tinhas vindo cá antes? Sim, esta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Este mês chegou a Portugal mais um shaper de renome mundial, Brett Warner! Este shaper australiano veio a Portugal fazer algumas pranchas e foi muito procurado pelos surfistas nacionais.<span id="more-2737"></span> A ONFIRE encontrou-o na fábrica da Polen e aproveitou para ficar a saber um pouco mais sobre ele.</p>
<p><strong>Brett, já tinhas vindo cá antes?</strong><br />
Sim, esta é a minha quinta ou sexta vez! Talvez até já tenha estado cá mais vezes mais vezes do que isso. Vim cá competir em 88, 89, 90 e 94, e depois ainda vim mais umas vezes visitar. Portugal é um dos meus sítios preferidos, há sempre ondas, as pessoas são boas, a comida é muito boa, e um sítio de que gosto muito.</p>
<p><strong>No início do ano fizeste algumas pranchas para o Vasco Ribeiro, como correu esse trabalho?</strong><br />
Foi bom, ele tirou uma série de bons resultados na Austrália com elas, funcionaram bem. Nunca cheguei a conhecê-lo pessoalmente, falei com ele ao telefone e trocámos uns emails através da Quiksilver. Ainda fiz mais umas pranchas antes dele ir embora mas não couberam todas na sua capa de viagem por isso só levou 6.</p>
<p><strong>Muitos surfistas portugueses conhecem as tuas pranchas mas não a pessoa por detrás delas. Podes contar-nos um pouco da tua história?</strong><br />
Basicamente eu quase “nasci” numa fábrica de pranchas pois os meus pais eram donos de uma marca de pranchas nos anos 70. O meu pai tinha o contrato de fibragem das pranchas ALOHA nos anos 80 e 90. Eles patrocinavam surfistas como Damien Hardman, Barton Lynch e Shane Powel, era uma equipa grande! Quando deixei de correr o circuito mundial em 93 ou 94, estava a trabalhar para a Aloha nas lojas e o shaper principal da marca perguntou-me se queria aprender a shapear. Estive uns 6 ou 8 anos a shapear para ele e quando ele e o meu pai acabaram com a sociedade começamos a Warner Surfboards.</p>
<p><strong>Tiveste que adaptar as tuas pranchas às ondas portuguesas?</strong><br />
As ondas portuguesas acabam por ser muito parecidas ao tipo de ondas que os meus clientes surfam na Austrália. Têm uns beach breaks, uns point breaks, como lá, não tive de adaptar. Tenho feito os  tails e noses um pouco mais largos do que faço lá, o rocker é semelhante. O que notei aqui é que os mais novos estão a usar uma polegada ou duas a menos que na Austrália.</p>
<p><strong>O que tens achado dos surfistas portugueses pelo que tens visto?</strong><br />
Tenho visto alguns vídeos deles a surfar e acho que o surf português está “ONFIRE”! Parece-me que vai numa direcção muito boa. Tenho visto os patrocinados aqui da Polen que estão a surfar muito e têm acesso a uma série de shapers de nível internacional, além de um bom shaper residente, e acho que não estão atrás de nenhum outro país!</p>
<p><strong>Para terminar&#8230; sabemos que tens feito pranchas para o Chris Davidson, achas que ele volta ao circuito mundial?</strong><br />
Ele quer voltar ao circuito no próximo ano, mas falta-lhe um patrocinador principal. Ele está numa boa fase, acho que está a surfar melhor do que nunca e está com a cabeça no sítio certo. Acabou de ter uma filha e está a trabalhar nas obras para sustentar a sua família. Isso que tem sido um pouco difícil para ele pois é o seu primeiro trabalho a sério. Mas se arranjar um patrocínio acredito que se vai dar bem!</p>
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