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	<title>Chris Brown &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 surfistas que abandonaram o Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 00:02:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Brown]]></category>
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		<category><![CDATA[Neco Padaratz]]></category>
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					<description><![CDATA[Brown, Padaratz, Silva, Lovett, Whener...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se chegar ao CT é o sonho de todos os surfistas profissionais, não seria de esperar que estes agarrassem a oportunidade de lá permanecer com “unhas e dentes”? A resposta para 98% dos casos é sim, mas a ONFIRE descobriu os 2% que simplesmente desistiram das suas vagas no tour!</p>



<p><strong>Chris Brown | EUA</strong></p>



<p>Durante os anos 80 surgiram duas notáveis promessas no surf norte-americano, Kelly Slater, da Flórida, e Chris Brown, da Califórnia. E dos dois foi Brown quem cumpriu a maior parte dos objectivos esperados destes talentos antes de se tornarem profissionais. Em 1988 venceu o mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico, Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do WQS. Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater que conseguiu aí a sua única vitória do ano. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto no QS Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontrava entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável. A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do cutback roundhouse o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras. Chris acabou por falecer em 2019, deixando a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunidade do surf de luta com a perda</a>…</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Eternal Stoke - The Chris Brown Legacy - trailer" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vqTAhUaR9t4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Neco Padaratz | Brasil</strong></p>



<p>O irmão caçula de um dos nomes mais importantes da história do surf brasileiro, Percy “Neco” Padaratz, irmão de Teco, foi talvez o primeiro da seu país a ser apontado como potencial campeão mundial da WSL (ASP na altura). A primeira vez que mostrou a sua força ao mundo foi no ISA de 1996, terminando em 3º lugar apesar de ter sido o melhor surfista em prova. O seu estilo pouco ortodoxo pouco importava já que o seu surf esbanjava agressividade em toda e qualquer secção de onda que encontrasse pela frente. 1997 foi o seu primeiro ano no CT e terminou num excelente 13º lugar do ranking. Era previsível que continuasse a subir mas esse acabou por ser o seu melhor ano no tour. No ano seguinte, mesmo depois de ter conseguido bons resultados na primeira metade do ano, abdicou da sua vaga antes da perna europeia. Foi uma decisão que chocou uma nação e não foram dadas grandes explicações, excepto alguns problemas pessoais. Dois anos depois estava de volta ao CT e apesar de ter vencido duas etapas e de ter feito finais consecutivas contra Andy Irons, nunca conseguiu voltar ao top16. Neco esteve 8 anos (e meio) no WCT e venceu 10 etapas do WQS. Actualmente vive em San Clemente, na Califórnia e esteve ligado aos treinos do bicampeão mundial, Filipe Toledo.</p>



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<iframe title="Percy &quot; Neco&quot; Padaratz (surf edit)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/xqY6sTW7WpY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Fábio Silva | Brasil</strong></p>



<p>Fábio era mais um super talento de uma zona pobre do Brasil, a favela do Titanzinho, no Ceará. O seu “approach” era como nada que se tinha visto até aí pois surfava com muita velocidade, tinha a capacidade de bater forte em qualquer secção, fazia reverses e aéreos <em>on demand</em> e recuperava de qualquer manobra, independentemente do risco. No entanto o seu surf de rail não existia, o que não impediu de vencer no QS, e qualificou-se para o CT de 1998. Mas quando chegou ao tour, este ainda era o “Dream tour” e maior parte das provas eram em locais onde não tinha qualquer experiência e não falava a língua. O início do ano no foi muito fraco com derrotas no round 2 nas três primeiras etapas. No Japão, onde havia duas provas, conseguiu passar alguns heats o que deu alguma esperança de se manter no circuito. Mas, quando o tour chegou a Jeffreys Bay, a etapa seguinte, Fábio já estava fora. Aparentemente, mesmo sem consultar as pessoas mais próximas, notificou a ASP que abdicava da sua vaga, e de imediato o australiano Luke Hitchings entrou como substituto. Silva sentia-se como “peixe fora de água” no tour, e alegou saudades da família e amigos como causa de desistência. Quando se apercebeu do seu erro era tarde demais, e de imediato voltou ao QS. Em 2000 venceu o ISA World Surfing Games, mas nunca mais voltou a ficar sequer perto da qualificação para o CT e entra na história por ter feito umas das piores decisões no surf profissional.</p>



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<p></p>



<p><strong>Richie Lovett | Austrália</strong></p>



<p>Se Fábio Silva saiu do CT a meio de uma temporada sem uma boa razão para fazer, Richie Lovett foi o extremo oposto. Na transição de júnior para sénior o australiano era apenas mais um surfista com talento e nos primeiros anos como profissional era difícil de perceber se tinha realmente potencial para entrar no CT. Em 1994 a sua carreira e vida poderiam ter chegado ao fim durante uma surf trip a G-Land, (Java, Indonésia) quando, durante a noite, o surf camp foi destruído por um tsunami. Foi um pequeno milagre mas todos os seis surfistas profissionais da viagem sobreviveram, apesar de Richie ter ficado gravemente lesionado. Em 1995 estava de volta ao QS fez a final do O’Neill Buondi Pro, em Ribeira D’Ilhas, na Ericeira, mas chegou ao Havai a precisar de um resultado excelente, 3º lugar (pelo menos) para se qualificar. E logo na primeira etapa da Vans Triple Crown of Surfing, conseguiu o que precisava, não só chegou à final como venceu, batendo Ross Williams, Luke Egan e Munga Barry e assim garantindo uma vaga no CT. Apesar de se ter qualificado quase sempre pelo QS sua carreira foi longa no CT e o ponto alto foi em 2002, quando venceu a etapa de Trestles. No fim de 2005 descobriu que tinha um tipo raro de cancro na anca e teve que colocar uma prótese, o que garantiu que nunca mais voltaria a competir ao mais alto nível. Assim acabou a sua carreira no CT mas até hoje trabalha na indústria do surf.</p>



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<p><strong>Shane Whener | Austrália</strong></p>



<p>Shane Whener era um daqueles nomes que não mostrava grande potencial de se tornar surfista profissional mas acabou chegar mais longe que muitos dos mais celebrados talentos da sua geração. A sua carreira como júnior não foi muito impressionante e o seu surf inicialmente não “enchia o olho”, excepto em ondas pesadas. Mas isso não o impediu de perseguir o seu sonho e depois de alguns resultados sólidos no circuito australiano atirou-se de cabeça para o QS. Foram vários anos de trabalho duro nas “trincheiras” mas o poderoso <em>goofy</em> conseguiu evoluir muito ao longo dos tempos e com algumas finais em 1998 qualificou-se para o tour do ano seguinte. Já no CT Shane mostrou bom surf mas o seu <em>seeding</em> não o favoreceu, perdendo em heats de notas altas contra grandes destaques do tour como Andy Irons em Bells,  Shane Beschen em Manly, Luke Egan em Teahupoo, Kalani Robb em Hossegor, entre outros. Perto do fim do ano já precisava de um pequeno milagre para se manter no circuito por isso, quando um dos seus patrocinadores lhe ofereceu uma vaga na empresa, optou por seguir essa direcção em vez de se mandar novamente para a dura vida no QS. Mas o milagre quase aconteceu e Whener fez a final do Mountain Dew Pipe Masters contra Kelly Slater. O segundo lugar não lhe deu a qualificação para o ano seguinte mas ficou tão perto que devido a uma desistência surgiu uma vaga que seria sua. Mas Shane já estava com outra “formatação” na cabeça e abdicou da vaga, resumindo a sua carreira no WCT a apenas um ano.</p>



<p><strong>Menções honrosas:</strong><br><strong>Martin Potter &amp; Dave Macauley | Austrália</strong></p>



<p>Quantos surfistas largaram o tour no top10? Em 1994, foram dois, Martin Potter e Dave Macauley. Ambos ainda tinham competitividade para “espremer” as suas carreiras mais alguns anos mas optaram por sair enquanto estavam no topo, Dave tinha 31 anos e Martin tinha 29. Macauley, um cristão devoto, dedicou-se a várias actividades, incluindo a de shaper de pranchas. Já Potter ocupou várias posições, incluindo a de treinador e team managar e esteve para regressar ao tour via wildcard da ASP. No entanto, enquanto treinava para o seu possível “comeback”, sofreu um acidente com a sua prancha que deixou os seus intestinos de fora e a recuperação foi dura e longa, o que fez com que perdesse a oportunidade. Ambos estão de alguma maneira presentes na indústria do surf, Potter é comentador nos eventos da WSL enquanto que Dave hoje em dia é mais referenciado pela sua filha, Bronte, uma das melhores surfistas da sua geração e compete regularmente no Championship Tour feminino.</p>
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		<title>5 surfistas do CT que já faleceram</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-do-ct-que-ja-faleceram/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 22:53:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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		<category><![CDATA[Derek Ho]]></category>
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		<category><![CDATA[RIP]]></category>
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					<description><![CDATA[Legends never die...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Championship Tour como o conhecemos, como a principal de duas divisões do circuito mundial, já conta com mais de 3 décadas de existência. Durante esse tempo, centenas de surfistas já passaram pela elite e, infelizmente, alguns deles já faleceram. Fica a saber quem foram e como foi a sua passagem pelo tour.</p>



<p><strong>Derek Ho | 1964 &#8211; 2020</strong></p>



<p>O mais bem sucedido desta lista, tendo-se sagrado campeão mundial da ASP (actual WSL) em 1993, sendo o primeiro havaiano a conquistar este feito na categoria masculina. Derek teve uma longa carreira no circuito mundial, com muitas vitória e três Triple Crowns, feito quase tão impressionante como o título. Em 1997, depois de uma lesão grave no tendão contraída durante uma sessão de free surf em G-Land, Ho recebeu o primeiro (não oficial) injury wildcard da história do circuito mas não se conseguiu manter e reformou-se antes de sequer tentar a sua sorte no circuito QS. Ao longo dos anos manteve-se bastante próximo do olho do publico, graças aos tubos que continuava a dar em Pipeline e, dois anos depois de ter competido nos Açores no World Masters Championship, faleceu, em 2020. A causa de morte foi apontada como um ataque de coração, algo que infelizmente acontece com alguma regularidade entre os surfistas havaianos.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Derek Ho Tribute | A Glimpse Into The Final Five Years" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/CR-HQPd9zlA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p></p>



<p><strong>John Shimooka | 1969 &#8211; 2020</strong></p>



<p>“Shmoo”, como era mais conhecido, surgiu na cena competitiva nos anos 80 juntamente com outro grande surfista em ascensão e seu “irmão” no tour, Sunny Garcia. John até teve sucesso antes de Sunny, sendo o primeiro entre os dois a vencer uma prova do circuito mundial. A sua personalidade forte e surf rápido e radical proporcionaram-lhe grande reconhecimento a nível mundial, sendo muito visível nos principais vídeos e meios de comunicação da época. Entretanto o estilo de vida mais “wild” que muitos viviam no tour da época apanhou-o, acabando por sair do circuito prematuramente. Mas voltou uns anos mais tarde, já “curado” dos seus males e pronto para conquistar um lugar no World Championship Tour da ASP (actual WSL) e logo na primeira etapa em que competiu, o Rip Curl Pro Bells Beach de 1995, fez a final contra Sunny, abrindo o ano na sua melhor posição de sempre, o segundo lugar do ranking mundial. Alguns anos mais tarde Shimooka reformou-se do tour, mas não do surf, mantendo vários trabalhos ligados à indústria, como comentador, team manager, manager e treinador. A sua mulher faleceu em Setembro de 2019 enquanto que Garcia tentou o suicídio mais cedo no ano, acabando por sobreviver mas num estado quase vegetativo. Shimooka apresentava sintomas de depressão e acabou por tirar a sua própria vida em 2020.</p>



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<iframe loading="lazy" title="John Shimooka Surf Music Video &quot;Breakin on Thru&quot;" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/T69-ApBhALI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Chris Brown | 1970 &#8211; 2019</strong></p>



<p>Chris Brown é o surfista esquecido quando se fala da geração de Kelly Slater, mas era claramente um dos melhores. Este californiano foi campeão mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do QS. Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto, no QS, Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontra entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável. A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do cutback roundhouse o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras. Em 2019 Brown caiu de um penhasco depois de tomar &#8220;crystal meth&#8221;, e afogou-se.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Chris Brown / Mid 90&#039;s (surf  edit )" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/EgsnInYU2gY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><strong>Leonardo Neves | 1979 &#8211; 2019</strong></p>



<p>Leo Neves foi um dos grandes surfistas da sua geração no Brasil, tendo vencido o circuito brasileiro duas vezes. Em 2006, depois de muitos anos a competir no QS, conseguiu a qualificação para o Championship Tour, onde permaneceu por dois anos. Depois de mais alguns anos no circuito de qualificação Neves focou-se em ser treinador, shaper e competidor nos circuitos do seu país. Foi durante uma prova da &#8220;Triple Crown de Saquarema&#8221; que este surfista faleceu, colapsando depois de chegar novamente ao outside em condições pesadas, acabando por se afogar.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Leo Neves vence campeonato de convidado na Europa" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/fzHURD7oSCs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p></p>



<p><strong>Chris Davidson | 1978 &#8211; 2022</strong></p>



<p>&#8220;Davo&#8221; foi rotulado desde muito jovem como uma das grandes esperanças aussies, mostrando todo o seu potencial durante as viagens &#8220;The Search&#8221; do seu patrocinador, além de ter batido 2x Kelly Slater como wildcard no Rip Curl Pro Bells Beach. Membro de uma das gerações mais rebeldes do tour, Chris era conhecido por levar o “beber uma jola depois do heat” a outros níveis, sendo um dos maiores <em>party boys</em> do tour, algo que de certa forma acabou por lhe custar a carreira. Só conseguiu a qualificação para o tour em 1999, e o seu único recorde impressionante é o facto de, ter sido o primeiro surfista do planeta regressar ao CT 4 vezes. O máximo que conseguiu ficar de seguida na elite foi três anos e a sua melhor classificação foi o 14º posto, em 2009. O talento abundava mas faltava a disciplina para evitar a vida nocturna e os maus vícios do tour! Os seus melhores resultados foram um 3º, no WCT de Peniche, sendo batido apenas por um Alley Opp de Kelly Slater que ficou famosos, e a final do Billabong Pro Mundaka, que na verdade foi realizado quase todo em Bakio. Em 2011 Chris caía novamente do tour e a falta de patrocínios não lhe permitiu competir no QS para recuperar a sua vaga pela quinta vez. Davidson foi trabalhar nas obras na Austrália e chegou a ser preso por ter causado um acidente de viação, quando supostamente estaria inibido de conduzir! Pouco mais se falou de “Davo” desde aí, pelo menos fora da Austrália, até que hoje saiu a infeliz notícia da sua morte. Aparentemente durante uma luta de rua, Chris caiu ao chão e bateu com a cabeça, acabando por ser declarado morto horas mais tarde no hospital.</p>



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<iframe loading="lazy" title="Davo | Chris Davidson Surfing in Paradise" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/hv6G1HOjH0M?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



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<p><strong>Andy Irons</strong> foi mais um surfista que se juntou a esta lista, fica a saber a sua história e a de mais <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-surfistas-que-faleceram-no-auge-das-suas-carreiras/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/6-surfistas-que-faleceram-no-auge-das-suas-carreiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">5 profissionais que faleceram no auge das suas carreiras&#8230;</a></p>
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		<title>3 grandes talentos ignorados por Taylor Steele</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/3-grandes-talentos-ignorados-por-taylor-steele/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jan 2019 15:12:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Brown]]></category>
		<category><![CDATA[Momentum]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Beschen]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Powell]]></category>
		<category><![CDATA[Taylor Steele]]></category>
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					<description><![CDATA[Geração Momentum não fez um retrato 100% fiel do panorama da época...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando Taylor Steele lançou a sua primeira grande produção, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-o-filme-que-marcou-uma-geracao-3727/" target="_blank" rel="noopener">Momentum</a>, toda a indústria mudou e um pequeno grupo de surfistas que já eram destaques a diversos níveis ganharam estatuto de ícones do desporto. Taylor seguiu o sucesso do primeiro filme como uma série de outras grandes produções como <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-2-1993-filme-completo-3958/" target="_blank" rel="noopener">Momentum II</a>, Focus, Good Times, The Show e mais. E, apesar de ter conseguido captar o melhor surf de muitos dos melhores surfistas dessa geração, alguns ficaram de fora. Fica com uma selecção dos melhores contemporâneos da &#8220;Geração Momentum&#8221; que pouco ou nada apareceram nos filmes de Steele.</p>
<p><strong>Shane Beschen</strong><br />
Slater e Beschen nasceram no mesmo mês e no mesmo ano competiram várias vezes nas categorias juniores. Em 1992 Slater venceu o título mundial o que ofuscou quase por completo a vitória de Shane na prestigiosa Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano disputado em provas QS. Aos poucos e poucos Beschen foi subindo no ranking chegando a disputar o título com Slater, sendo um dos mais sérios candidatos a quebrar a “hegemonia” do seu conterrâneo. Até aos dias de hoje o californiano é “dono” de um estatuto único no tour, o feito de ter conseguido fazer<a href="https://www.onfiresurfmag.com/blog/o-heat-perfeito-3-ondas-30-pontos-de-shane-beschen-blog/" target="_blank" rel="noopener"> três notas 10 (e um 9.9) numa só bateria</a>. Esse momento histórico durante o Billabong Kirra Pro de 1996, uma época em que ainda contavam as três melhores notas de cada bateria. Além de ser extremamente competitivo, Shane também enchia o olho no <em>free surf</em>, graças a um <em>approach</em> progressivo, manobras de <em>rail</em> e boas capacidades nos tubos. No entanto, por alguma razão, pouco ou nada apareceu nos filmes de Taylor Steele, o que nunca ajudou a sua popularidade. Recentemente Shane voltou a competir e s<a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/rob-bain-dave-macauley-layne-beachley-vencem-azores-airlines-world-masters-championship/" target="_blank" rel="noopener">agrou-se vice-campeão mundial de Masters nos Açores </a>e continua ligado ao surf e a ser um dos destaques na água.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Shane Beschen Surfing - Shane Beschen Family - MotorBlowerMedia Presents" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/AcPtj4Fe_Ts?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Shane Powell</strong><br />
Não podemos dizer que o australiano Shane Powell foi completamente esquecido por Taylor Steele pois no Momentum I teve algumas ondas registadas e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momentum-2-1993-filme-completo-3958/" target="_blank" rel="noopener">no II teve uma secção só sua</a>. Mas, apesar de, como Shane Beschen, ter disputado o título mundial com Slater, a sua presença nos filmes de Taylor foi diminuindo gradualmente, acabando por desaparecer totalmente. Powell era considerado como uma das respostas do <em>Down Under</em> a Kelly Slater e em 1994 levou a disputa pelo título até Pipeline, tendo perdido o título por pouco mais de 400 pontos. Shane manteve o ritmo durante mais alguns anos mas nunca mais ficou tão perto do título. Em 1997 venceu uma de duas etapas portuguesas do Championship Tour, o Figueira Pro, batendo na final Rob Machado. Com o passar dos anos a sua carreira seguiu o mesmo destino da sua presença nos filmes de Taylor, foi desaparecendo, até que acabou. Eventualmente Shane começou uma nova carreira como pescador, além ser proprietário de um pequeno hostel na sua terra natal de Yamba.</p>
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<p><iframe loading="lazy" title="R-Rated - Shane Powell" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/JFL8yRU1j3E?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><strong>Chris Brown</strong><br />
O <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noopener">recém falecido Chris Brown</a> é mais um surfista que pouco ou nada apareceu nos filmes de Steele. Apesar do seu <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/" target="_blank" rel="noopener">sucesso competitivo nos anos 90 apenas ter sido superado por Slater e Machado</a> (dentro da geração Momentum), Brown também não teve acesso a esse<em> boost</em> na sua carreira, apesar de ter sido destacada em quase todas as outras produções independentes produzidas na Califórnia.</p>
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<p>https://www.youtube.com/watch?v=zBSWkYkGJs0</p>
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		<title>Faleceu Chris Brown, um dos grandes nomes da geração de Kelly Slater</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/faleceu-chris-brown-um-dos-grandes-nomes-da-geracao-de-kelly-slater/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jan 2019 08:04:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Chris Brown]]></category>
		<category><![CDATA[RIP]]></category>
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					<description><![CDATA[RIP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Chris Brown nunca é referenciado quando se fala da geração de Kelly Slater, mas era claramente um dos melhores. Este californiano foi campeão mundial júnior e no início dos anos 90 era uma das estrelas do mítico Bud Tour, uma espécie de circuito nacional norte-americano mas realizado em etapas do QS.</p>
<p>Em 1993 estava no CT e fez a final do Marui Pro, no Japão, sendo batido por Slater. Tudo indicava uma subida rápida no ranking mas os seus resultados na primeira divisão simplesmente não apareceram mais. Em 95 perdeu no primeiro round em quase todas as etapas e optou por não competir nas últimas duas (Brasil e Pipe) e não voltar ao circuito. No entanto, no QS, Chris era uma máquina e até 2014, quase 20 anos depois de se reformar, ainda se encontra entre os 5 surfistas com mais vitórias de todos os tempos no circuito de qualificação, um marco notável.</p>
<p>A sua última vitória foi em Ribeira D’Ilhas, no O’Neill/Buondi Pro, e poderia ter-se mantido na elite por muitos anos, garantindo-se pelo QS mas optou por não voltar a competir a esse nível, citando na altura razões familiares. Anos mais tarde voltou a ter algum destaque quando enfrentou ondas como Mavericks, apesar de não ter tido tanto sucesso como alguns “especialistas” de ondas grandes da época. Curiosamente o seu grande “legado” no surf surgiu na Austrália já que muitos dos melhores surfistas desse país ainda hoje chamam a uma variação do<em> cutback roundhouse</em> o “Chris Brown Wrap Around”, um tributo invulgar para esse tipo de manobras.</p>
<p>Infelizmente este grande surfista foi encontrado no passado sábado, sem vida, em Henry&#8217;s Beach, Santa Barbara. Tudo indica que pode ter caído de um penhasco. Chris Brown tinha apenas 47 anos. RIP.</p>
<p>https://youtu.be/zBSWkYkGJs0</p>
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