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	<title>Catarina Moura &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Praia da Barra &#124; By Catarina Moura &#124; Blog Post</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 11:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[A sensação salgada na ponta da língua nunca caberá na boca de nenhuma palavra. Não dá para descrever o later do coração quando pisas aquela areia molhada, quando o teu arrepio é caloroso e quanto mais, o exacto segundo em que todo o teu corpo entra em total sintonia com a praia da Barra. Aquele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sensação salgada na ponta da língua nunca caberá na boca de nenhuma palavra.<span id="more-36061"></span></p>
<p>Não dá para descrever o later do coração quando pisas aquela areia molhada, quando o teu arrepio é caloroso e quanto mais, o exacto segundo em que todo o teu corpo entra em total sintonia com a praia da Barra.</p>
<p>Aquele lugar, apesar de menos grandioso que um tubo na Praia da Areia Branca, dá lugar a um espetáculo inusitado. Um habitat que se torna mais teu do que o teu próprio quarto. Ali acontecem todos os amores que uma vida poderia pedir. Por onde hei-de começar?</p>
<p>Saber que aquela tua direita entra de manhã pela fresquinha e que, por vezes, tens a sorte de ter o sol como teu pequeno almoço. E as cores, as cores não cabem na tua mão. Atravessam o paredão como tu vives o teu dia. Aliás, o mar ganha o dia quando o vermelho do céu toca o azul escuro do mar. Quando o acinzentado das nuvens deixa realçar a claridade do ar. E tu, corres que nem um louco porque a tua corrida está dentro de água, junto a todos os cardumes de peixe, a todas as conchas no fundo do mar.</p>
<p>Surfar na Praia da Barra é, também, tudo aquilo que não deu para o olhar falar, para escrever a tempo de não fazer a mala e partir.</p>
<p><em>Sobre o autor:</em><br />
<em> Naquele mar recíproco de ondas felizes, encontrou-se. Uma vimaranense de gema que vive da água salgada e das madrugadas na estrada à procura da onda perfeita. É estudante do mestrado em Turismo e desde cedo que leva consigo uma bagagem europeia cheia de singelas histórias para contar. A vida ensinou-lhe que é preciso saber voar sem medo de não voltar, agarrar cada lufada de ar fresco como quem agarra o tempo. Porque se a vida fossem rosas, seriamos todos um jardim. E no meio dessa banalidade, quem o plantaria?</em></p>
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