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	<title>Carina Duarte &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Carina Duarte e Halley Batista vencem o Allianz Sintra Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Jun 2021 11:42:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
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					<description><![CDATA[Vasco Ribeiro conquista o título nacional...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi algures em 2015 que <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/momento-vol-3-carina-teresa-na-3a-etapa-da-liga-moche-449/" target="_blank" rel="noopener">Carina Duarte tinha vencido uma etapa da Liga MEO Surf pela última vez</a>, uma conquista que repetiu no Allianz Sintra Pro de 2021.</p>
<p>As 35 etapas que se realizaram entre as suas vitórias foram divididas por apenas 4 surfistas, Teresa Bonvalot, Carolina Mendes, <strong>Yolanda Hopkins</strong> e <strong>Camilla Kemp</strong>. No entanto a etapa da Praia Grande, o Allianz Sintra Pro de 2021, não seria &#8220;mais do mesmo&#8221;. No primeiro heat das meias finais de 4 surfistas Francisca Veselko e Carina Duarte qualificaram-se para a fase seguinte, enquanto que na bateria seguinte <strong>Mafalda Lopes</strong> e <strong>Carolina Santos</strong> surpreenderam ao eliminar duas das mais dominantes surfistas de sempre no surf nacional, <strong>Carolina Mendes</strong> e <strong>Teresa Bonvalot</strong>. Isso significava que nas meias finais man-on-man estariam 3 surfistas que nunca venceram neste circuito, e uma que já não o fazia há cerca de 7 anos.</p>
<p><strong>Francisca Veselko</strong> acabou o ano de 2020 com uma final e em 3 etapas em 2021 fez mais duas mas a vitória estava a iludir a surfista de Carcavelos e, quando eliminou Carolina Santos por larga vantagem, garantiu a liderança do circuito e focou-se na vitória. Infelizmente, para ela, do outro lado da grelha tinha uma inspirada veterana, <strong>Carina Duarte</strong>, que tinha eliminado Mafalda Lopes na fase anterior e começou a final com duas ondas fortes. Francisca ainda tentou responder e ficou perto, mas não apareceram mais ondas com potencial e Carina venceu, entrando na disputa pelo título nacional.</p>
<p>No lado masculino o grande destaque foi a disputa pelo título nacional, que foi conquistado por Vasco Ribeiro, sagrando-se assim <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/vasco-ribeiro-sagra-se-5x-campeao-nacional/" target="_blank" rel="noopener">campeão pela 5ª vez</a>. Tudo começou nos quartos de final, quando <strong>Arran Strong</strong> abriu com uma onda muito forte, acabando por eliminar Diogo Martins. No heat seguinte Vasco abriu uma onda incrível e acabou por deixar Jácome Correia a correr atrás o tempo todo, sendo também eliminado. <strong>Afonso Antunes</strong> não teve que entrar na água para seguir para as meias finais, já que Eduardo Fernandes se lesionou e não competiu neste heat. Para acabar a fase Halley Batista despachou Miguel Blanco, vencendo por uma vantagem considerável.</p>
<p>Depois de <strong>Vasco Ribeiro</strong> ter dominado o primeiro heat das meias finais contra Arran Strong, a pressão voltou para o lado de Afonso Antunes, que se quisesse manter a disputa pelo título viva para a próxima teria que bater Halley Batista neste heat e Vasco na final. Foi um heat muito disputado, inicialmente liderado pelo luso-brasileiro, até que Antunes com uma boa esquerda passou para a frente a minutos do fim, mas nos segundos finais Batista virou o resultado a ser favor, qualificando-se para a sua segunda final consecutiva.</p>
<p><strong>Halley Batista</strong> tem um historial curto mas curioso no mais competitivo circuito de surf em Portugal. Depois de carreira profissional de sucesso no Brasil, que inclui duas vitórias no circuito QS, este surfista emigrou para Portugal, estreando-se na Liga na última etapa de 2019, onde conquistou um 9º lugar. Em 2020, depois de alguns resultados abaixo do seu nível, Batista acabou o ano com um 3º lugar, mostrando pela primeira vez o seu verdadeiro potencial. Este ano faltou às duas primeiras etapas mas compensou na terceira, onde partilhou a final com Vasco Ribeiro. Na Praia Grande Halley foi destaque ao longo de toda a prova e depois de ter chegado perto na etapa anterior, conseguiu impor o seu surf progressivo e vencer com muito mérito uma final muito equilibrada.</p>
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		<title>26 anos de campeãs nacionais de surf em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/26-anos-de-campeas-nacionais-femininas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Nov 2020 12:09:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[De Lopes a Bonvalot...
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três anos depois do <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/almir-salazar-primeiro-campeao-nacional-profissional-de-portugal-mini-entrevista/" target="_blank" rel="noopener">circuito português de surf </a>se ter tornado profissional, um <em>tour</em> bem organizado e com prize money que décadas mais tarde daria origem ao que é actualmente a Liga MEO Surf, foi acrescentada a categoria feminina.</p>
<p>Nos anos 90 o surf feminino ainda dava os primeiros passos, com poucas dezenas de praticantes de norte a sul do país, mas de imediato se tornou uma categoria muito competitiva, uma tendência que continua a crescer até à actualidade.</p>
<p>Fica a conhecer as diferentes eras do surf feminino que geraram 10 campeãs nacionais em 26 anos&#8230;</p>
<p><strong>1995 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>1996 –</strong> Teresa Abraços<br />
<strong>1997 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>1998 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>1999 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2000</strong> &#8211; Patrícia Lopes<br />
<strong>2001 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2002 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2003 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2004 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2005 &#8211;</strong> Patrícia Lopes<br />
<strong>2006 &#8211;</strong> Patrícia Lopes</p>
<p>Entre 1995 e 2006 <strong>Patrícia Lopes</strong> dominou o circuito, encontrando pouca oposição na maior parte dos seus títulos. A sua primeira grande adversária foi <strong>Teresa Abraços</strong> que, apesar de mostrar talento para fazer frente a Lopes, garantindo inclusivamente o título de 96, não se podia comparar com Patrícia a nível de<em> drive</em> competitivo e vontade de ganhar, reformando-se do circuito logo em 1998. Patrícia durante mais de uma década correu o circuito mundial, tendo terminado uma vez no top16 e foi uma sólida representante do surf nacional em provas ISA a nível mundial e Europeu. Outras adversárias que lhe fizeram frente foram surfistas como Filipa Leandro e Vera Gonçalves, e, mais tarde, Joana Andrade e Joana Rocha. Em 2007 acabou por se reformar, tendo perdido o título pela primeira vez desde 1997 mas, caso não o tivesse feito, poderia perfeitamente ter conquistado mais um ou dois.</p>
<p><strong>2007 &#8211;</strong> Francisca Santos<br />
<strong>2008 –</strong> Carina Duarte<br />
<strong>2009 –</strong> Joana Rocha<br />
<strong>2010 –</strong> Francisca Santos<br />
<strong>2011 –</strong> Maria Abecassis<br />
<strong>2012 –</strong> Maria Abecassis<br />
<strong>2013 –</strong> Carina Duarte</p>
<p>Uma nova geração tomou controle do circuito assim que Patrícia saiu, começando com <strong>Francisca Santos</strong> que venceu o seu primeiro ainda com a veterana presente. Seguiram-se de <strong>Carina Duarte</strong> e <strong>Maria Abecassis</strong>, que, em conjunto com Francisca, conquistavam 6 dos 7 títulos seguintes. Pelo meio <strong>Joana Rocha</strong>, uma das mais duras adversárias que Patrícia tinha encontrado durante o seu “reino”, conquistou também um título, em 2009. Esta fase chegou ao fim em 2013, com o segundo título de Carina Duarte, o último antes de uma geração ainda mais nova passar a dominar.</p>
<p><strong>2014 –</strong> Teresa Bonvalot<br />
<strong>2015 –</strong> Teresa Bonvalot<br />
<strong>2016 –</strong> Carolina Mendes<br />
<strong>2017 –</strong> Carolina Mendes<br />
<strong>2018 –</strong> Camilla Kemp<br />
<strong>2019 –</strong> Yolanda Hopkins<br />
<strong>2020 –</strong> Teresa Bonvalot</p>
<p>Depois de ter ficado perto de conquistar o título nacional em 2013, sendo superada na última etapa por Carina, <strong>Teresa Bonvalot</strong> sagrou-se campeã no ano seguinte com apenas 14 anos de idade. Esperava-se um domínio maior nos anos que se seguiram mas, além de se ter focado em outros circuitos, encontrou forte oposição em surfistas como <strong>Carolina Mendes</strong>, <strong>Camilla Kemp</strong> e <strong>Yolanda Hopkins</strong>, todas elas atletas dedicadas também ao circuito mundial e que em conjunto elevaram o surf feminino a um patamar onde nunca esteve antes. Bonvalot conquistou em 2020 o seu terceiro título, tornando-se na surfista com mais títulos depois de Patrícia Lopes, mas uma nova geração já se mostra pronta para se enquadrar nesta lista.</p>
<p>Descobre quem foram os campeões nacionais na categoria masculina <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/25-anos-de-campeoes-nacionais-de-surf-em-portugal-parte-1-os-anos-90/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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		<title>Os 10 melhores surfistas (sem patrocínios) de Portugal – Parte 2</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-porta-do-olimpo-os-10-melhores-surfistas-sem-patrocinios-de-portugal-parte-2-2/</link>
					<comments>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-porta-do-olimpo-os-10-melhores-surfistas-sem-patrocinios-de-portugal-parte-2-2/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2017 10:15:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Carina Duarte]]></category>
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		<category><![CDATA[Pedro Henrique]]></category>
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		<category><![CDATA[Zé Ferreira]]></category>
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					<description><![CDATA[A profissão de surfista profissional é, por norma, relativamente curta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No entanto, recentemente, parece estar a tornar-se cada vez mais curta e ilusiva. O facto de Portugal ter um mercado reduzido, a crise ter  modificado os hábitos de consumo, que se tornaram mais moderados e as novas filosofias da parte das maiores marcas, que procuram patrocinar muito menos (mas melhor) tem sido “fatal” para muitos dos melhores surfistas do nosso país. E, para cada caso de sucesso, como foi o exemplo de Miguel Blanco, que no ano passado conseguiu fazer a sua carreira “renascer das cinzas”, talvez 5 passam a fazer parte do “t<em>eam no sponsor</em>”..</p>
<p>A ONFIRE fez um apanhado de alguns dos melhores surfistas do país correntemente sem patrocínio principal…</p>
<p><strong><span style="font-family: Times;">Zé Ferreira</span></strong><br />
Como João Macedo, Zé Ferreira já se encontra há alguns anos sem patrocínio principal. Durante algum tempo o surfista do Guincho compensou a falta de investimento de uma grande marca de surf com apoios de marcas não endémicas como a Fonte Viva e Orey. Este ano foi o ano que Ferreira menos competiu no QS desde 2013 e apesar de mostrar surf para fazer estragos nesse circuito, não se sabe quando (ou se) volta.<br />
<strong><span style="font-family: Times;">Último </span></strong><em><b><span style="font-family: Times;">main sponsor</span></b></em><strong><span style="font-family: Times;">:</span></strong><br />
O’Neill até 2014</p>
<div id="attachment_38404" style="width: 738px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2ZF.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-38404" class="size-full wp-image-38404" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2ZF.jpg" alt="Zé Ferreira - Photo by Pedro Mestre/Liga MEO Surf" width="728" height="428" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2ZF.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/2ZF-300x176.jpg 300w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></a><p id="caption-attachment-38404" class="wp-caption-text">Zé Ferreira &#8211; Photo by Pedro Mestre/Liga MEO Surf</p></div>
<p><strong><span style="font-family: Times;">Pedro Henrique</span></strong><br />
“Pedrinho” foi campeão mundial júnior e top do CT pela Billabong, passando mais tarde para a marca brasileira HD. Quando emigrou para Portugal vinha só com apoios de marcas de kite surf e quando voltou a dar cartas como surfista pouco mudou. A certa altura “fechou” com a maca francesa Sooruz mas no ano passado, quando começou a faltar a algumas etapas perto do fim do ano, ficou visível que Henrique não estava com as condições que precisava para perseguir os seu objectivos e apesar de se encontrar numa boa fase da sua carreira ficou novamente sem patrocinador principal.<br />
<strong><span style="font-family: Times;">Último </span></strong><em><b><span style="font-family: Times;">main sponsor</span></b></em><strong><span style="font-family: Times;">:</span></strong><br />
Sooruz até 2016</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/Pedro-Henrique-Sponsorless-Exp.jpg"><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-38524 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/Pedro-Henrique-Sponsorless-Exp.jpg" alt="" width="1920" height="1282" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/Pedro-Henrique-Sponsorless-Exp.jpg 1920w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/Pedro-Henrique-Sponsorless-Exp-264x176.jpg 264w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/06/Pedro-Henrique-Sponsorless-Exp-641x428.jpg 641w" sizes="(max-width: 1920px) 100vw, 1920px" /></a></p>
<p><strong>Filipe Jervis</strong><br />
Jervis juntou-se ao &#8220;clube&#8221; este ano. Até ao fim do ano passado fazia carreira como <em>free surfer</em>/competidor a nível nacional com algumas iniciativas bastante mediáticas à mistura. Recentemente Filipe lançou mais um vídeo que mostrou bem todo o seu valor e que noutra época, teria sido suficiente para relançar a sua carreira. Mas não em 2017…</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://vimeo.com/216333222</p>
<p>Menção Honrosa<br />
<strong>Carina Duarte</strong><br />
Em 2012 Carina encontrava-se também numa boa fase da sua carreira, mostrando potencial para competir no circuito QS. Mas se para os homens a carreira de surfista profissional pode ser ilusiva, para o surf feminino é muito mais complexo. A prova disso é o CT feminino, que tem várias competidoras sem patrocínios. Carina caiu no &#8220;vortex&#8221; de despedimentos da Quiksilver/Roxy/DC no auge desse fenómeno e até hoje não recuperou a sua posição.<br />
<strong>Último <em>main sponsor</em>:</strong><br />
Roxy até ao fim de 2012</p>
<p>Mais artigos À Porta do Olimpo brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank">AQUI</a>!</p>
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		<title>#Momento &#124; Vol.3 &#124; Carina &#038; Teresa na 3ª etapa da Liga MOCHE &#124;&#124; 4:49</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/momento-vol-3-carina-teresa-na-3a-etapa-da-liga-moche-449/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Jun 2015 20:43:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Depois de Vasco Ribeiro na 1º etapa e Francisco Alves na 2º, o #Momento acompanhou Carina Duarte e Teresa Bonvalot no Porto. As ondas não estavam fáceis mas as duas surfistas do Team MOCHE aproveitaram bem a viagem e no fim acabaram no topo do podium&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de Vasco Ribeiro na 1º etapa e Francisco Alves na 2º, o #Momento acompanhou Carina Duarte e Teresa Bonvalot no Porto. <span id="more-25465"></span>As ondas não estavam fáceis mas as duas surfistas do Team MOCHE aproveitaram bem a viagem e no fim acabaram no topo do podium&#8230;</p>
<p><iframe title="#MOMENTO | VOL.3 | Terceira Etapa da Liga Moche" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/IgD4KUtSrlc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>#MocheOnBoard &#124; Marrocos 2015 &#124; Chapter 2 &#124;&#124; 4:05</title>
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		<pubDate>Sun, 14 Jun 2015 11:34:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A esta altura já deves ter visto o primeiro capítulo da surftrip #mocheonboard, tal como a reportagem completa na ONFIRE 73. Então só te falta ver o segundo capítulo, um vídeo com muito bom surf da parte dos melhores surfistas de Portugal! Enjoy!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A esta altura já deves ter visto <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/mocheonboard-marrocos-2015-chapter-i-326/" target="_blank">o primeiro capítulo da surftrip #mocheonboard</a>, tal como a reportagem completa na <a href="https://www.onfiresurfmag.com/revista/em-banca/" target="_blank">ONFIRE 73</a>.<span id="more-25374"></span> Então só te falta ver o segundo capítulo, um vídeo com muito bom surf da parte dos melhores surfistas de Portugal! Enjoy!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="#MocheOnBoard | Marrocos 2015 | Chapter II" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/jsX7y5kJVSY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>#MocheOnBoard &#124; Marrocos 2015 &#124; Chapter I &#124;&#124; 3:26</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Jun 2015 20:28:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O melhor team de surf em Portugal, o MOCHE Surf Team, fez a sua primeira surftrip em conjunto e o destino foi Marrocos. Fica com o Capítulo I desta incrível viagem!!!]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor team de surf em Portugal, o MOCHE Surf Team, fez a sua primeira surftrip em conjunto e o destino foi Marrocos. <span id="more-25257"></span>Fica com o Capítulo I desta incrível viagem!!!</p>
<p><iframe loading="lazy" title="#MocheOnBoard | Marrocos 2015 | Chapter I" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/-uJq_VI2hB8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>#MocheOnBoard &#124; Marrocos 2015 &#124; Teaser &#124;&#124; 0:34</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 18:21:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em Março, o MOCHE Surf Team partiu à aventura&#8230;  Essa aventura levou o melhor team de surf nacional a Marrocos e o surf foi impressionante. Este vídeo é apenas o teaser e o primeiro episódio poderás ver já neste próximo Sábado, dia 6.6.2015.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em Março, o MOCHE Surf Team partiu à aventura&#8230;<span id="more-25219"></span>  Essa aventura levou o melhor team de surf nacional a Marrocos e o surf foi impressionante. Este vídeo é apenas o teaser e o primeiro episódio poderás ver já neste próximo Sábado, dia 6.6.2015.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="#MocheOnBoard | Marrocos 2015 | Coming up soon..." width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Lm-RIAgbiKE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Bonvalot nos quartos de final no Allianz WJC &#124; Carina eliminada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Oct 2014 09:56:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
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		<category><![CDATA[Carina Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[Depois das condições perfeitas do dia anterior, o dia 2 do Allianz World Junior Championships não desiludiu. As ondas estavam ainda maiores, chegando aos metros, apesar de estarem um pouco mais difíceis de surfar. Carina Duarte estava logo no segundo heat do dia, e competia contra Tessa Thyssen. Era um heat bastante acessível para a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois das condições perfeitas do dia anterior, o dia 2 do Allianz World Junior Championships não desiludiu. As ondas estavam ainda maiores, chegando aos metros, apesar de estarem um pouco mais difíceis de surfar.<span id="more-21188"></span></p>
<p><strong>Carina Duarte</strong> estava logo no segundo heat do dia, e competia contra Tessa Thyssen. Era um heat bastante acessível para a surfista da Ericeira mas a escolha de ondas era ainda mais importante que o nível de surf, que acabou por estar muito semelhante. Carina fez uma onda boa na primeira metade do heat, ficando a precisar apenas de 4.84. Mas duas ondas mal escolhidas acabaram por a eliminar. Na primeira deu algumas rasgadas mas não conseguiu surfar no “critico”, recebendo apenas 3.33. A segunda acabou por ser um close out, e como entrou um dos maiores sets logo de seguida, o que não a deixou regressar ao line up, foi eliminada.</p>
<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> estava no último heat da fase, contra a conhecida norte-americana Meah Collins. Ambas têm 15 anos recentemente feitos mas Meah era a favorita. Filha do ex-top 10 do WCT, Richie “Skeletor” Collins, Meah começou ao competir no WQS a tempo inteiro aos 11 anos e conta com diversos títulos no seu país. Mas Teresa não olhou a estatísticas e foi fazer “o seu heat”. Foi Collins que começou a “atacar” primeiro, enchendo algumas ondas mais “gordas” de fortes rasgadas. Bonvalot também fez uma onda boa na primeira metade do heat e, graças a alguns cutbacks, ficou a precisar de uma nota abaixo dos 6 pontos. A 7 minutos do fim Teresa estava bem posicionada e surfou uma onda boa desde o outside até à secção do “alibaba”. Apesar de não ter feito nenhum “manobrão” a onda foi bem aproveitada com vários snaps e alguns cutbacks e os júris recompensaram-na bem, com uma nota de 7.67 e a liderança. Collins ainda tentou responder mas a sua onda, que parecia ter bastante potencial, fechou no inside e eliminou as suas hipóteses de melhorar a sua posição.</p>
<p>Assim terminou o round 4, mas não a prova de Teresa Bonvalot que já se encontra no quartos de final contra a havaiana Mahina Maeda! Acompanha tudo em directo<a href="http://www.aspworldtour.com/events/2014/wjun/1081/allianz-asp-world-junior?roundId=4994" target="_blank"> AQUI</a>!</p>
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		<title>Dia de prova feminina no Allianz WJC &#124; Teresa e Carina no round 4</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/dia-de-prova-feminina-no-allianz-wjc-teresa-e-carina-no-round-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2014 16:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Carina Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a “promessa” de ondas melhores e melhores nos próximos dias foi com a prova feminina que o Allianz ASP World Junior Championship começou. Para ajudar na decisão alguns dos competidores da prova masculina ainda estavam de regresso de uma etapa 6 estrelas do WQS, o que adiou definitivamente o arranque dessa categoria. No entanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a “promessa” de ondas melhores e melhores nos próximos dias foi com a prova feminina que o Allianz ASP World Junior Championship começou. <span id="more-21179"></span>Para ajudar na decisão alguns dos competidores da prova masculina ainda estavam de regresso de uma etapa 6 estrelas do WQS, o que adiou definitivamente o arranque dessa categoria.</p>
<p>No entanto as ondas estavam provavelmente melhores do que se podia esperar, com um metro, sets maiores, e pouco vento. A prova começo logo pelas 8 horas, numa bateria em que se incluía <strong>Carina Duarte</strong>. Com a ausência de Miluska Tello a bateria acabou por ser um confronto a dois, contra Chelsea Tuach, dos Barbados. Era um heat acessível para a local de Ribeira D’Ilhas mas desta vez o conhecimento local não jogou a seu favor.</p>
<p>Carina esteve muito tempo no outside enquanto Chelsea, que teve mais ritmo no início, “fugiu” com a liderança. No fim da bateria Carina finalmente encontrou uma onda com potencial surfando-a quase até ao fim. Caso tivesse acertado a última manobra poderia ter tido a nota de 8 que precisava, caindo para a repescagem por muito pouco.</p>
<p>Dois heats depois entrava <strong>Teresa Bonvalot</strong> e a estreia também não era a melhor. A australiana Keely Andrew vinha de um segundo lugar no WQS de 5 estrelas no Brasil e mostrou um surf superior às suas adversárias, vencendo com facilidade mesmo tendo caído em algumas ondas.</p>
<p>Ainda nesta primeira fase o destaque vai para Bronte Macaulay, filha do ex-top 5 do WCT Dave Macaulay. De backside nas direitas de Ribeira Bronte mostrou um <em>approach</em> raramente visto no surf feminino, surfando com mais velocidade e “power” que qualquer outra surfista neste dia.</p>
<p>Ao fim de alguns heats o vento off-shore parou, tornando as condições ainda mais perfeitas. Também a maré encheu um pouco, o que ajudou em muito as condições. As duas portuguesas estavam em dois heats seguidos e mais uma vez <strong>Carina Duarte</strong> foi a primeira a entrar. Enquanto que Emma Smith começou bem o heat, com algumas manobras no outside mas sem grande expressão, Carina demorou a “aquecer os motores”. Mas a sua superioridade era visível e quando apanhou uma das melhores ondas do heat e deu vários snaps fortíssimos garantiu uma nota alta (7.33) e a liderança. Pouco depois conseguiu uma onda de back up e deixou Emma a precisar de uma nota de 7.01 até ao fim, garantindo assim a sua presença no round seguinte.</p>
<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> tinha pela frente uma adversário teoricamente ainda mais difícil, a vice-campeã europeia Pro Junior, Kim Veteau. A surfista da Ilha de Guadalupe foi bastante mais activa na bateria mas quando Bonvalot “acertou”, colocou-se numa boa posição. Também de backside Bonvalot deu vários snaps fortes e acabou a onda com um bom floater no inside para receber a nota de 8.33. Veteau ainda atacou a liderança mas Teresa continuou a melhorar as suas notas e também saiu vencedora.</p>
<p>Seguiu-se o round 3, uma fase não eliminatória. Enquanto que Bronte Macaulay manteve com favorita ao título, vencendo mais uma bateria, as portuguesas encontraram algumas dificuldades.</p>
<p>Carina Duarte competiu com Keely Andrew, que venceu a bateria, e Bailey Nagy, que acabou em terceiro, “passando” assim para a repescagem. Teresa também não conseguiu repetir o surf que mostrou na fase anterior mas, mesmo assim, esteve a liderar a bateria até poucos segundos do fim. Mas a havaiana, Mahina Maeda, conseguiu descobrir a onda salvadora e precisando de 4.57 recebeu 6.67. garantindo uma vaga nos quartos de final.</p>
<p>Quanto a Bonvalot e Duarte, terão ainda uma oportunidade cada de chegar a essa fase, caso passem as suas baterias do round 4. O Allianz ASP World Junior Championship regressa amanhã, acompanha o call a partir das 6.30 da manhã <a href="http://www.aspworldtour.com/events/2014/wjun/1081/allianz-asp-world-junior" target="_blank">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Heats com surfistas portugueses</strong><br />
<strong> Prova Feminina</strong><br />
<strong> Round 4</strong><br />
<strong> Heat 2 | Carina Duarte</strong> x Tessa Thyssen<br />
<strong>Heat 4 | Teresa Bonvalot</strong> x Meah Collins<br />
<strong>Prova Masculina</strong><br />
<strong> Round 1</strong><br />
<strong> Heat 2 |</strong> Miguel Tudela x Soli Bailey x <strong>João Kopke</strong><br />
<strong>Heat 7 | Tomás Fernandes</strong> x Hiroto Ohara x Mathew McGillirvray<br />
<strong>Heat 10 | Vasco Ribeiro</strong> x Slade Prestwich x Matheus Navarro<br />
<strong>Heat 11 |</strong> Hiroto Harai x <strong>Miguel Blanco</strong> x Joshe Faulkner</p>
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		<title>Morais e Duarte vencem o Montepio Cascais Pro by ESS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/morais-e-duarte-vencem-o-montepio-cascais-pro-by-ess/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2014 17:07:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Carina Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Liga MOCHE]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi com boas ondas que terminou a Liga MOCHE de 2014 e vitórias de surfistas que não terminaram o circuito na frente. O mar estava um pouco mais pequeno que no dia anterior e apesar obrigar os competidores a longas remadas ou boleias de mota de água, o surf foi impressionantes desde o início. Este [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi com boas ondas que terminou a Liga MOCHE de 2014 e vitórias de surfistas que não terminaram o circuito na frente. <span id="more-20065"></span>O mar estava um pouco mais pequeno que no dia anterior e apesar obrigar os competidores a longas remadas ou boleias de mota de água, o surf foi impressionantes desde o início.</p>
<p>Este dia de prova começou com o round de 16 logo pela manhã com performances sólidas de <strong>João Guedes</strong> e <strong>Eduardo Fernande</strong>s, que eliminaram Miguel Blanco e Nicolau Von Rupp. Frederico Morais, Vasco Ribeiro e <strong>Pedro Henrique</strong> venceram as baterias seguintes, &#8220;arrastando&#8221; consigo os irmãos Guichard e ainda Gony Zubizarreta para os quartos de final man-on-man.</p>
<p><strong>Frederico Morais</strong> estava sob mais &#8220;under pressure&#8221; pois tinha no mínimo que chegar à final, e mesmo se chegasse e vencesse, poderia não ser suficiente. Mas o surfista do Guincho não acusou a pressão e surfou ao seu melhor nível, abusando dos carves de frontside e de finalizações poderosas. Sempre que Morais avançava a pressão passava para <strong>Vasco Ribeiro</strong>, que também se mostrou sólido, apesar de ter vencido a sua bateria frente a Luca Guichard por apenas meio ponto.</p>
<p>Nas meias finais os candidatos tinham pela frente dois perigosíssimos goofies, que estavam a mostrar potencial para surpreender qualquer um dos seus adversários. João Guedes estava a ter um ano abaixo do que se espera dele mas recuperou bem nas últimas duas etapas, apesar de não ter conseguido passar por Frederico Morais nesta bateria.</p>
<p>Do outro lado da grelha estava Vasco contra Pedro Henrique, um confronto que repetia os quartos de final da etapa de Aljezur, em que Ribeiro tinha sido eliminado. Mas desta vez o líder do ranking não deu hipóteses, e quando surfou uma longa esquerda com grandes rasgadas no outside e batidas fortes a finalizar, praticamente garantindo a sua vaga na final e o título. Henrique ainda conseguiu diminuir o seu requisito e terminou com uma onda boa, mas seria insuficiente e Vasco Ribeiro saiu da água como campeão do circuito.</p>
<p>Depois de uma Expression Session vencida por <strong>Joackim Guichard</strong>, com um reentry poderoso e arriscado, a final feminina entrou na água. O título já tinha sido decidido semanas antes a favor de Teresa Bonvalot, mas ainda está havia o prize money de 1.000 euros da vitória da última etapa em disputa. As quatro finalistas, que tinham sido definidas já no dia anterior, não se acanharam com o tamanho das ondas, disputando a vitória taco a taco. Apenas dois pontos separaram a quarta classificada, Ana Sarmento, da vencedora, <strong>Carina Duarte</strong>, tendo Camila Kemp terminado com o 3º lugar e Teresa Bonvalot com o 2º.</p>
<p>A final masculina seria a terceira vez que os dois nomes mais dominantes da Liga se encontravam no circuito em 2014, encontrando-se empatados em vitórias até aqui. O desempate desde cedo pareceu estar a favor de Morais, que apanhou as melhores ondas e surfou-as na perfeição. Vasco respondeu com algumas manobras fortes mas as suas ondas não tinham tanto potencial e não conseguiu fazer notas altas. O melhor momento da final foi quando Frederico, depois de várias rasgadas fortes, deu uma batida numa secção pesada e depois de desaparecer na base da onda reapareceu vitorioso, colocando Vasco numa combinação da qual não conseguiu sair. E assim terminou mais um ano de Liga MOCHE, com excelentes ondas e muito bom surf!</p>
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