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	<title>Beau Emerton &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 surfistas que lideraram o circuito mundial mas caíram no esquecimento</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-lideraram-o-circuito-mundial-mas-cairam-no-esquecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Nov 2021 11:07:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas que já lideraram o circuito mundial]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
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					<description><![CDATA[Sucesso temporário...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos últimos 30 anos, desde que surgiu a divisão QS/CT, apenas 12 surfistas diferentes conquistaram o título mundial masculino. Outros, como Shane Beschen, Rob Machado e Taj Burrow, chegaram a liderar o circuito mas, mesmo sem ter conseguido garantir o título, continuam com reconhecimento do público pelos seus resultados do passado.</p>
<p>Mas alguns caíram no esquecimento pouco depois de saírem do tour. Fica a conhecer 5 surfistas que a certa altura lideraram o mais importante circuito de surf do planeta..</p>
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<p><strong>Danny Wills (&amp; Mick Campbell) – 1998</strong></p>
<p>Entre todos os ex-líderes esquecidos do Championship Tour mencionados neste artigo, <strong>Danny Wills</strong> foi provavelmente o mais bem sucedido tanto na disputa pelo título como na sua carreira. Wills era o “menino de ouro” da Austrália e da Quiksilver, tendo aparecido ao lado de Tom Carroll em filmes de surf desde os seus 13 anos. Depois de alguns anos de pouco sucesso no tour, Danny venceu duas etapas de seguida no Japão, as únicas de pontuação mais elevada num ano em que o tour tinha 11 provas. Os pontos que arrecadou nestas etapas ofereceram-lhe uma liderança destacada, mas não conseguiu manter a competitividade o resto do ano. <strong>Kelly Slater</strong> começou a “morder-lhe os calcanhares” com resultados consistentes mas foi o seu melhor amigo, <strong>Mick Campbell</strong>, quem lhe roubou a liderança a uma prova do fim e Slater quem ficou com o título no fim do ano depois de uma prova desastrosa para ambos os australianos em Pipeline. Em 2001, o ano em que os acontecimentos de 11 de Setembro reduziram o tour a 5 etapas, Danny chegou a liderar novamente quando foi finalista na primeira etapa do ano, o Rip Curl Pro Bells Beach. O vencedor da prova foi o <em>wildcard</em> Mick Fanning numa época em que os “convidados” não mantinham os pontos, o que deixou o segundo classificado com a liderança. Logo na etapa seguinte era <strong>Cory Lopez</strong> quem passava para a frente mas no fim do ano <strong>CJ Hobgood</strong> conquistou um título que será sempre acompanhado de um asterisco. Danny retirou-se do tour em 2008 e, apesar da sua longa ligação com uma das grandes marcas de surf, optou por não se manter ligado à indústria e caiu no esquecimento do público fora da Austrália.</p>
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<p><iframe title="RIVALS Episode Eight - Danny Wills" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/1CgHKkR0PZc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><strong>Beau Emerton – 1999</strong></p>
<p>Poucos se lembram disto hoje, mas <strong>Kelly Slater</strong> reformou-se do tour em 1998, quando superou o recorde de <strong>Mark Richards</strong> ao conquistar 5 títulos mundiais consecutivos, ficando com 6 no total. Era então a oportunidade para todos aqueles que tinham &#8220;batido na trave&#8221; ao longo dos anos mas, para surpresa de muitos, foi um dos surfistas mais improváveis do tour quem arrancou na frente. <strong>Beau Emerton</strong> surgiu entre duas fortes gerações australianas, sendo mais novo que <strong>Shane Powell</strong>, <strong>Jake Sponner</strong>, <strong>Todd Prestage</strong> e companhia, e mais velho que a geração que iria dominar num futuro próximo, com Taj Burrow e mais tarde <strong>Joel Parkinson</strong>, <strong>Mick Fanning</strong>, entre outros. Emerton, que até aí não tinha feito qualquer resultado expressivo, fez o campeonato da sua vida na prova de abertura do ano, o Billabong Pro na Gold Coast, batendo <strong>Kalani Robb</strong>, <strong>Rob Machado</strong>, <strong>Cristiano Spirro</strong>, <strong>Ross Williams</strong> e Taj Burrow para encontrar, e derrotar, <strong>Nathan Webster</strong> na final. Beau segurou a liderança por mais uma etapa, depois de ter ficado em 5º lugar em Bells Beach mas perdeu-a em Manly Beach, onde<strong> Taj Burrow</strong> venceu e passou para a frente. Emerton acabou o ano em 8º lugar enquanto que <strong>Mark Occhilupo</strong> se sagrou campeão mundial. Eventualmente Beau reformou-se do<em> tour</em> mas continua ligado à indústria do surf&#8230;</p>
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<p><iframe title="KANDUI RESORT 2010 l BEAU EMERTON" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Zn0ZR0Q_16I?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><strong>Dean Morrison – 2003</strong></p>
<p>Em tempos, quando se falava de<strong> Mick Fanning</strong> e <strong>Joel Parkinson</strong>, falava-se também de <strong>Dean Morrison</strong>. Era o trio de Coolangata, tão coeso que deu origem a um dos melhores filmes da época, 3 degrees. Nele ficou registada a evolução do trio ao longo dos anos e era visível que a certa altura “Dingo” foi o melhor dos três. Entre eles Morrison foi o primeiro a vencer um título mundial, conquistado em 1998 na categoria júnior no ISA World Surfing Games de Portugal, e o primeiro a liderar o circuito mundial da ASP (actual WSL). Foi, como <strong>Beau Emerton</strong>, graças a uma vitória na prova de abertura do ano, o Quiksilver Pro na Gold Coast, em que Dean bateu surfistas como <strong>Danny Wills</strong>, <strong>Kelly Slater</strong>, <strong>Jake Paterson</strong> e Mick Fanning a caminho da final em que derrotou <strong>Mark Occhilupo</strong>. Mas o sucesso não durou já que Dean perdeu na prova seguinte no round 3 para <strong>Neco Padaratz</strong>, enquanto que Joel e Mick ficaram em 2º e 3º lugares na prova. “Dingo” ainda se aguentou no tour até 2010, totalizando 9 temporadas no tour e hoje ainda é um dos destaques em picos como Snapper Rocks e outros da zona.</p>
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<p><iframe title="3 degrees -  personal development" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Ty6r4e_G0_k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><strong>Mick Lowe – 2004</strong></p>
<p>Mesmo sendo um dos mais pesados surfistas do tour, <strong>Mick Lowe</strong> teve uma longa carreira no circuito, com várias finais e algumas vitórias. 1999 foi o ano em que fez um sério ataque ao título, com muitos resultados sólidos e uma vitória impressionante. Nesse ano a vitória ficou com outro peso pesado australiano, <strong>Mark Occhilupo</strong>, enquanto que Lowe liderou o tour anos mais tarde. Foi uma liderança semelhante à de <strong>Beau Emerton</strong> em 1999, com uma vitória sobre <strong>Andy Irons</strong> na primeira etapa do ano, o Quiksilver Pro Gold Coast. Logo na prova seguinte Mick perdeu cedo e passou o resto do ano a “derrapar”, acabando por se reformar do tour no fim de 2007, aceitando um trabalho na área da gestão logo de seguida.</p>
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<p><iframe loading="lazy" title="Surf - Mick Lowe x Michael Campbell Final Hossegor 1999" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/X3wWVu-JoJE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><strong>Trent Munro – 2005</strong></p>
<p>O ano de 2005 foi histórico por diversas razões. Foi o ano em que <strong>Kelly Slater</strong> finalmente conseguiu superar <strong>Andy Irons</strong> e conquistou o título mundial, 7 anos depois do seu sexto título. Foi também um ano em que <strong>Mick Fanning</strong> fez um dos melhores regressos da história do surf, vencendo a primeira prova do ano, depois de estar um ano a recuperar de uma lesão que para muitos teria sido o fim da carreira. Foi também o primeiro e único ano que em que um surfista ganhou a mais antiga prova do tour, o Rip Curl Pro Bells Beach, a surfar para a esquerda. A falta de ondas em Bells obrigou a que a prova fosse deslocada para Woolamai Beach, em Phillip Island, onde os melhores surfistas do mundo encontraram boas esquerdas de meio a um metro. <strong>Trent Munro</strong> era conhecido pelo seu <em>hack</em> (um <em>snap</em> poderoso) de<em> frontside</em>, mas o seu<em> backside</em> estava perfeito e facturou a segunda vitória da sua carreira, batendo Andy Irons na final. Juntando o 3º lugar da primeira etapa Munro passou para a liderança do tour, mas logo na etapa seguinte ficou em 9º lugar e perdeu a <em>pole position</em>. Kelly Slater venceu a etapa e mais tarde sagrava-se campeão mundial, enquanto que Trent acabou em 6º lugar no ranking final. Actualmente o australiano divide o seu tempo entre a gestão da sua escola de surf e as viagens regulares para locais como a Indonésia.</p>
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<p><iframe loading="lazy" title="Trent munro surfing!! Podsurf Tv" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Yrf_TY0UDwc?start=53&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p><strong>Menção honrosa<br />
Shane Herring – 1992</strong></p>
<p>A “resposta australiana a Kelly Slater” teve sucesso antes do actual 11x campeão mundial, com uma vitória no Coke Classic e a liderança do tour por alguns meses. A pressão e o álcool foram os seus inimigos e em 1994 este super talento já estava fora do tour e nunca tentou regressar. Ainda hoje o seu nome é referenciado como o maior “talento perdido” da história do circuito mundial.</p>
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<p><iframe loading="lazy" title="InnerViews - Shane Herring" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/329aSgtTTVE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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<p>Mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/" target="_blank" rel="noopener">“À Porta do Olimpo” AQUI</a>!</p>
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		<title>5 surfistas esquecidos que venceram no WCT &#124; Parte 2</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2015 08:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 surfistas esquecidos que venceram no WCT]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
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		<category><![CDATA[Johnny Boy Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Richard "Dog" Marsh]]></category>
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					<description><![CDATA[Vencer no WCT é o equivalente a entrar no “hall of fame” do nosso desporto. No entanto, no meio de tantas etapas e tantos anos de tour, alguns nomes acabam por cair no esquecimento. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que venceram na elite e que hoje em dia não são conhecidos do público. Parte 1 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vencer no WCT é o equivalente a entrar no “hall of fame” do nosso desporto.<span id="more-24050"></span> <span id="more-24248"></span>No entanto, no meio de tantas etapas e tantos anos de tour, alguns nomes acabam por cair no esquecimento. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que venceram na elite e que hoje em dia não são conhecidos do público.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct-parte-1/" target="_blank">Parte 1</a></p>
<p><strong>Johnny Boy Gomes | 1997 | </strong><strong>Chiemsee</strong> <strong>Pipe Masters</strong></p>
<p>Num ano em que o circuito chegou ao Havai sem grande emoção, já que Kelly Slater tinha conquistado o seu 5º título mundial duas etapa mais cedo (na Figueira da Foz), o Chiemsee Pipe Masters seria uma etapa sem grande história caso não tivesse acabado com dois finalistas tão surpreendentes. Johnny Boy, “havaiano” descendente de açorianos e transformado em bad boy do North Shore, já tinha vencido provas no Havai mas raramente conseguia a qualificação para o Pipe Masters. Esse ano venceu os trials e tratou de arrasar com os top44, batendo Slater duas vezes e anda Shane Dorian, Kalani Robb, Kaipo Jaquias e Pat O’Connell. Na final encontrou Mike Ho, que tinha vencido a prova 15 anos antes, em 1982. Mike optou por surfar as direitas do backdoor enquanto que Gomes apontou para a esquerdas de Pipe e venceu. O seu reinado como surfista de ondas pesadas acabou uns anos mais tarde quando picos como Teahupoo, entre outros, começaram a dar que falar e sem &#8220;à vontade&#8221; que tinha no Havai começou a perder destaque, até que desapareceu por completo dos line ups do North Shore.</p>
<p><strong>Beau Emerton | 1999 | Billabong Pro (Gold Coast, Austrália)</strong></p>
<p>O australiano Beau Emerton foi apontado desde novo como um dos grandes talentos do seu país e depois de dominar os escalões juniores qualificou-se para o WCT, onde esteve durante 8 temporadas. E, apesar de ter acabado no top16 várias vezes, nunca foi um sério candidato ao título, excepto durante algumas semanas em 1999. Depois de conseguir o seu sexto título mundial Kelly Slater começou a sua “pré-reforma” nesse ano, competindo apenas em alguns eventos, onde se incluía o Billabong Pro. Mas, apesar de ter batido Dave Rastovich no round 2, Slater (na altura namorado de Pamela Anderson) retirou-se do evento por “razões pessoais”. Assim a etapa e o tour ficou um pouco “vazio”, já que o surfista que tinha dominado em 7 das 8 últimas temporadas estava finalmente ausente. E foi Beau que inicialmente preencheu o vazio, batendo Nathan Webster na final. Mas a sua “era” durou pouco e duas etapas depois era o “grom” Taj Burrow quem liderava o circuito mundial, seguido de Mark Occhilupo, que acabou por se sagrar campeão mundial. Por sua vez Beau saiu do WCT, engordou uns valentes quilinhos e aceitou um trabalho na industria, que ocupa até hoje.</p>
<p>(Menção Honrosa)</p>
<p><strong>Richard Marsh | 1992 | Yoplait Reunion Pro (Ilha Reunião)</strong></p>
<p>Poucos se lembram hoje que o treinador de Frederico Morais, e do team Billabong, foi top do WCT e venceu eventos. O seu melhor momento foi no ano em que o circuito fez a transição para WQS e WCT, já que antes desse ano havia apenas um circuito e etapas com menos e mais pontuação. “Dog” teve uma semana iluminada nas esquerdas de Saint Leu, Ilha Reunião, passando por uma lista de &#8220;pesos pesados&#8221; do circuito até chegar à final. O seu heat mais acessível foi no round 3, contra Greg Anderson. Depois bateu Dave Macauley nos oitavos de final, Vetea David nos quartos de final, Kelly Slater nas meias finais e Sunny Garcia na final. Nesta época, de mudança de guarda, a liderança no World Tour de Shane Herring começava a emagrecer enquanto que Slater crescia a cada etapa, acabando por se sagrar campeão mundial uns meses mais tarde. Marsh ainda ficou no tour mais alguns anos e mesmo quando saiu manteve-se na indústria do surf. Hoje em dia é um dos mais respeitados treinadores de surf do mundo.</p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-1/" target="_blank">Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) | Parte 1</a></p>
<p><a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/os-5-melhores-surfistas-que-nunca-venceram-no-wct-mas-mereciam-parte-2/" target="_blank">Os 5 melhores surfistas que nunca venceram no WCT (mas mereciam) | Parte 2</a></p>
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