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	<title>Análise QS &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Frederico Morais sobe à 3ª posição do ranking Challenger Series</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-sobe-a-3a-posicao-do-ranking-challenger-series/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2023 11:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Veselko]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
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					<description><![CDATA[Estará qualificado ou não?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A uma etapa do fim do circuito de qualificação para o Championship Tour de 2024 temos um surfista português praticamente qualificado, mas ainda é cedo para oficializar a sua presença na elite do surf mundial.</p>



<p>Terminou no passado domingo o EDP Vissla Ericeira Pro, uma etapa em que a praia de Ribeira D&#8217;Ilhas mais uma vez mostrou a razão de ser o berço do surf competitivo no nosso país, com condições de gala, muito público e tudo o que se procura numa prova de surf.</p>



<p><strong>Frederico Morais</strong>, o melhor surfista português na categoria masculina, terminou em 9º lugar, o que lhe permitiu subir mais duas posições, passando a ocupar a 3ª posição do ranking empatado com o vice-campeão da etapa, <strong>Jake Marshall</strong>. Já qualificados estão os dois primeiros classificados do ranking, <strong>Cole Houshmand</strong> e <strong>Jacob Willcox</strong>. </p>



<p>É possível que caso Frederico tivesse passado mais uma fase que a WSL o oficializasse como membro do CT de 2024, mas o francês <strong>Justin Becret</strong> aproveitou melhor um heat de poucas ondas para o eliminar. Neste momento Morais tem um &#8220;gap&#8221; quase 4.500 pontos para o segundo classificado, Jacob, e uma série de norte-americanos e brasileiros relativamente perto dos seus 17.565 pontos. <strong>Mateus Herdy</strong>, por exemplo, está no limite do cut, em 10º lugar, e encontra-se a menos de 3.000 pontos do português. E há vários competidores com pontuações semelhantes que, no pior cenário, em que Kikas não pontua no Brasil e que Herdy e companhia tiram resultados excelentes, poderiam passá-lo. Mas as hipóteses são remotas, pois é altamente improvável que 7 surfistas o consigam fazer na próxima etapa, apesar de haver possibilidades matemáticas para esse cenário acontecer. E, tendo isso em conta, vamos assumir (não oficialmente) que Frederico Morais estará no Championship Tour do próximo ano, mais um grande feito pelo ex-top 10 do mundo!</p>



<p>Já no circuito feminino também temos algumas competidoras teoricamente &#8220;in the mix&#8221;, mas as suas hipóteses de &#8220;furar&#8221; o top5 da qualificação já desapareceram. O melhor cenário para<strong> Teresa Bonvalot</strong>, que se encontra em 11º do ranking, seria vencer a última etapa mas, mesmo assim, os 21.390 pontos que juntava apenas chegavam para a actual 6ª posição do ranking. O mesmo se passa com <strong>Francisca Veselko</strong>, que, apesar de estar 5 posições atrás de Teresa, descarta uma pontuação mais baixa mas, mesmo assim, a vitória na próxima etapa não é suficiente para para &#8220;furar&#8221; o cut. No entanto, um grande resultado no Brasil poderá permitir uma grande subida no ranking e quem, sabe, conquistar alguns <em>wildcards</em> no caso de haver desistências.</p>



<p>A próxima etapa é o Corona Saquarema Pro, realizada em Saquerema, Rio de Janeiro, Brasil, entre 14 e 21 de Outubro. Acompanha tudo em directo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2023/cs/146/corona-saquarema-pro/main" data-type="link" data-id="https://www.worldsurfleague.com/events/2023/cs/146/corona-saquarema-pro/main">AQUI</a>!</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Os cenários de qualificação de Teresa Bonvalot e Frederico Morais para o Championship Tour de 2023&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-cenarios-de-qualificacao-de-teresa-bonvalot-e-frederico-morais-para-o-championship-tour-de-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 12:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
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					<description><![CDATA[Challenger Series em análise]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Corona Saquarema Pro terminou com as vitórias de<strong> Gabriel Medina</strong> e Alyssa Spencer, mas houve bons resultados da parte das surfistas portuguesas, nomeadamente Teresa Bonvalot e <strong>Francisca Veselko</strong>.</p>



<p>Para Veselko o seu 9º lugar rendeu-lhe uma subida de 9 posições no ranking, passando para o 31º lugar, sendo neste momento a terceira melhor classificada entre os surfistas portugueses. Acima dela está <strong>Yolanda Hopkins</strong>, em 23º, mas nenhuma das duas tem hipóteses matemáticas de conseguir a qualificação para Championship Tour de 2023.</p>



<p>Já <strong>Teresa Bonvalot</strong> classificou-se num incrível terceiro lugar em Saquarema, o que lhe garantiu o regresso ao top5, chegando ao Havai com grandes hipóteses de conseguir a qualificação. Contra sim tem o facto de ter um descarte alto, o que a obriga a conquistar um 5º lugar (pelo menos) para pontuar e um 2º lugar para superar a número 4 do ranking, <strong>Bettylou Sakura Johnson</strong>, isso se a havaiana não pontuar.</p>



<p>Caso Teresa não consiga pontuar terá que esperar que Alyssa Spence<strong>r</strong>, não faça um 9º em Haleiwa, ou que <strong>Bronte Macaulay</strong>, <strong>Nikki Van Dijk</strong> ou <strong>Sophie McCulloch</strong> não faça façam um 2º lugar ou melhor e que <strong>Vahine Fierro </strong>não vença. As possibilidade não múltiplas e o verdadeiro perigo está em <strong>Alyssa Spencer</strong>. No entanto a portuguesa está numa boa posição para fazer história e qualificar-se para o a elite do surf mundial.</p>



<p>Na categoria masculina os cenários são muito mais reduzidos para os portugueses. <strong>Frederico Morais</strong> está neste momento em 41º do ranking, com 5.645 pontos e um descarte de 300 pontos. Caso vença a etapa Kikas ficaria com 15.345 pontos, o que significaria que, se mais ninguém pontuar, passaria para a 8º posição do ranking. Mas mesmo se vencer (novamente) a prova de Haleiwa, poderá não ser suficiente já que muitos surfistas da 8º posição para baixo têm boas hipóteses de melhorar as suas pontuações e aumentar bastante o cut, que neste momento é 14.710. <strong>Vasco Ribeiro</strong> está numa posição muito semelhante à de Frederico em termos de pontos mas não tem competido nas provas CS e, ao que tudo indica, não estará presente em Haleiwa.</p>



<p>O Haleiwa Challneger realiza-se entre 26 de novembro e 7 de dezembro no North Shore de Oahu, Havai.</p>
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		<title>Teresa Bonvalot sobe à 7ª posição do ranking CS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/teresa-bonvalot-sobe-a-7a-posicao-do-ranking-cs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Oct 2022 23:02:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[EDP Vissla Pro Ericeira]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma análise dos portugueses no circuito Challenger Series...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A quinta etapa do circuito Challenger Series, o EDP Vissla Pro Ericeira, realizado em Ribeira D&#8217;Ilhas permitiu às quatro melhores classificadas do ranking consolidarem as suas posições, ao garantirem presenças nas meias finais.</p>



<p>De facto tanto <strong>Macy Callaghan</strong> como <strong>Molly Picklum</strong>, <strong>Caitlin Simmers</strong> e <strong>Bettylou Sakura Johnson</strong> já quebraram a barreira dos 26.000 pontos, enquanto que a quinta classificada, <strong>Nikki Van Dijk</strong>, pouco passou dos 19.000. Apesar da WSL ainda não ter oficializado, podemos assumir que pelo menos as três primeiras, Macy, Molly e Caitlin, estarão no tour de 2023 já que apenas faltam duas etapas e as restantes competidoras começam a ter um &#8220;gap&#8221; muito difícil de superar.</p>



<p>A quinta posição do ranking, ainda dentro do actual &#8220;cut&#8221; com 19.185 pontos, está bem ao alcance de um grande número de competidoras. Apenas dois lugares atrás está <strong>Teresa Bonvalo</strong>t, que conquistou um 9º lugar na Ericeira, juntando-o a outro 9º e a uma vitória. A portuguesa tem a seu favor o facto de ter um descarte relativamente baixo, uma etapa de 1900 pontos. No entanto, são muitas as surfistas em situação semelhante, uma lista que inclui nomes como <strong>Bronte Macauley</strong>, <strong>Luana Silva</strong> e <strong>Sophie McCulloch</strong>, e não só.</p>



<p>Mais abaixo no ranking mas ainda na conversa da qualificação está <strong>Yolanda Hopkins</strong>, em 20º lugar, apesar de precisar de um resultado excelente na próxima etapa para chegar ao Havai na disputa por uma vaga. Mas mesmo <strong>Mafalda Lopes</strong> (33ª),<strong> Francisca Veselko </strong>(40ª), <strong>Vasco Ribeiro</strong> (32º) e <strong>Frederico Morais</strong> (39º) continuam matematicamente na disputa.</p>



<p>As etapas que faltam são o Corona Saquarema Pro (1 a 8 de novembro) e o Haleiwa Challenger (26 de novembro a 7 de dezembro.</p>
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		<title>Portugueses caem no ranking após US Open</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/portugueses-caem-no-ranking-apos-us-open/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2022 11:41:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
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					<description><![CDATA[Excepto Mafalda Lopes...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Vans US Open of Surfing foi dominado por havaianos,<strong> Ezekiel Lau</strong> e <strong>Bettylou Sakura Johnson</strong>, que, com o resultado, entraram na &#8220;bolha da qualificação&#8221;. Já os portugueses tiveram pouco sucesso em Huntington Beach, o que ditou uma descida no ranking para quase todos.</p>



<p>Na categoria feminina apenas <strong>Mafalda Lopes</strong> passou uma bateria, o que lhe garantiu um 17º lugar e uma subida de 9 posições no ranking, passando para a 35º posição. Já <strong>Francisca Veselko</strong> caiu 2 posições, passando para 50º e <strong>Yolanda Hopkins</strong> caiu 8 lugares, baixando para 32º do ranking. Por sua vez <strong>Teresa Bonvalo</strong>t caiu 4 posições, passando de 4º lugar para 8º, o que a coloca fora da qualificação por 3 lugares.</p>



<p>Depois do cancelamento da etapa francesa apenas 4 resultados ficam a contar para o ranking o que não facilita o percurso  de Bonvalot, que terá que conquistar 2 resultados muito bons nas três etapas que se seguem.</p>



<p>Na categoria masculina o panorama é ainda mais complicado. <strong>Vasco Ribeiro</strong>, o português mais bem classificado neste ranking não compareceu e caiu 10 posições, passando para 29º. Mesmo assim <strong>Frederico Morais</strong>, por ter perdido no seu heat de estreia, desceu 9 posições, ocupando neste momento a 33º posição do ranking.</p>



<p>Nesta categoria o top10 está bastante mais &#8220;disperso&#8221;, com poucos surfistas com vários resultados sólidos a contar e muito ainda em jogo.</p>



<p>Faltam neste momento três etapas para terminar este circuito, o MEO Vissla Ericeira Pro (1 a 9 de outubro), o Corona Saquarema Pro (1 a 9 de novembro) e o Haleiwa Challenger (26 de novembro a 7 de dezembro).</p>
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		<title>Dois portugueses arrancam no top10 do circuito QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/vasco-ribeiro-frederico-morais-arrancam-no-top10-do-circuito-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 11:05:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[Carol Henrique]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
		<category><![CDATA[Vasco Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Hopkins]]></category>
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					<description><![CDATA[Um bom início de temporada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pro Taghazout Bay chegou ao fim com a vitória de <strong>Nat Young</strong>, mas o grande destaque desta prova de 5.000 pontos foram as prestações dos dois únicos portugueses a passarem do round 3.</p>
<p><strong>Vasco Ribeiro</strong> e <strong>Frederico Morais</strong> têm um longo historial de bons resultados em simultâneo, algo que vem desde os seus tempos de júniores. Ambos avançaram até às meias finais, garantindo as pontuações de 3.250 pontos, o que os colocou na oitava posição do ranking.</p>
<p>Mesmo não sendo uma pontuação muito alta, são resultados que se podem considerar como <em>keepers</em> na disputa pelas vagas no Championship Tour de 2021. A dupla fica com o resto do ano todo pela frente, e apenas o requisito de mais 4 resultados. No entanto, todos eles terão que ser superiores a esta pontuação se quiserem garantir as vagas via circuito QS.</p>
<p>Também <strong>Yolanda Hopkins</strong> começou bem o seu ano, no circuito feminino de qualificação. A algarvia residente no Alentejo encontra-se na 17º posição do ranking, apenas a 120 pontos de uma posição no top10 enquanto que <strong>Carol Henrique</strong> está apenas duas lugares mais abaixo, em 19º. No entanto nenhum dos seus resultados poderão ser considerados como keepers, algo que terá o resto da temporada para conquistar.</p>
<p>A próxima etapa com representantes lusos será o Cabreiroá Pro Las Americas, uma prova de 1.500 pontos realizada entre os dias 3 e 9 de Fevereiro que terá cerca de 13 surfistas nacionais na categoria masculina e 7 na feminina.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Frederico Morais em 6º lugar no ranking QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-em-6o-lugar-no-ranking-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Sep 2019 12:30:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[Championship Tour à vista?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De 30º para 10º lugar e, agora, para 6º, <strong>Frederico Morais</strong> já está bem perto do regresso ao Championship Tour da WSL.</p>
<p>Em Ribeira D&#8217;Ilhas, onde se realizou o EDP Billabong Pro Ericeira, o surfista de Cascais avançou várias baterias, igualando o seu resultado da prova de 10.000 pontos da Galicia, 9º lugar, juntando assim mais 3.700 pontos. Além desses dois resultados Morais conta com os 3.000 da sua vitória no Pro Santa Cruz e os 6.000 dos Azores Airlines Pro. Os seus 17.450 pontos colocam-no em 6º lugar no ranking, uma pontuação que poderá já ser suficiente para entrar no Tour de 2020, mas ainda não é certo.</p>
<p>Neste momento Frederico está dentro do <em>cut</em> com alguma margem, já que dois surfistas do top10, <strong>Yago Dora</strong> (2º) e <strong>Deivid Silva</strong> (10º), são neste momento <em>double qualifiers</em>, estão qualificados tanto pelo Championship Tour como pelo QS, abrindo mais duas vagas no ranking de qualificação. Para ficar seguro no circuito do próximo ano, Morais deverá substituir o seu resultado mais baixo, uma prova de 1.050 pontos, por algo como um 9º lugar numa das prova havaianas, o que o colocaria acima dos 20.000 pontos, uma margem segura para a requalificação.</p>
<p>Acima de Kikas no ranking apenas um dos competidores não fala português, <strong>Jake Marshall</strong>, em 5º lugar, enquanto que os brasileiros <strong>Jadson André</strong>, Yago Dora, <strong>Alex Ribeiro</strong> e <strong>Miguel Pupo</strong> ocupam as quatro primeiras posições do ranking. Abaixo, entre o 7º e o 12º lugar, estão <strong>Jogann Couzinet</strong>, <strong>Connor O&#8217;Leary</strong>, <strong>Samuel Pupo</strong>, Deivid Silva, <strong>Matt Banting</strong> e <strong>Barron Mamiya</strong>, todos dentro do cut para 2020.</p>
<p>Além das cruciais duas provas da Triple Crown havaiana, ambas de 10.000 pontos, ainda se realiza uma prova que poderá ter alguma influência no ranking, o HIC Pro, prova de 3.000 pontos realizada a partir de 28 de Outubro em Sunset. Frederico Morais é um dos inscritos nessa prova mas a sua presença não é certa devido à proximidade com o final do período de espera do MEO Rip Curl Pro Portugal, prova do Championship Tour realizada em Peniche.</p>
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		<item>
		<title>Frederico Morais regressa ao top10 do ranking QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-regressa-ao-top10-do-ranking-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Sep 2019 23:20:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[Azores Airlines Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[Vitória nos Açores garante subida de 20 posições..]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano competitivo da WSL está quase a entrar no seu último trimestre e, com isso, as oportunidades vão diminuindo para muitos dos competidores do tour. Neste momento apenas faltam 3 etapas QS de 10.000 pontos e 4 de 3.000, o que significa que a maior parte dos pontos da foram distribuídos.</p>
<p>Numa boa posição para regressar ao Championship Tour está <strong>Frederico Morais</strong>, que acabou de subir 20 posições no ranking. Foi um ano com alguns altos e baixos mas tudo mudou no último mês. Mais cedo no ano Morais conquistou um histórico <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/frederico-morais-termina-em-3o-lugar-no-oi-rio-pro/" target="_blank" rel="noopener">3º lugar na etapa do Championship Tour realizada no Brasil </a>e venceu o <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/frederico-morais-vence-o-pro-santa-cruz-presented-by-noah-surf-house/" target="_blank" rel="noopener">Pro Santa Cruz</a>, etapa de 3.000 pontos realizada em ondas portuguesas.</p>
<p>Pouco aconteceu desde aí até Setembro, quando conquistou um 9º lugar na etapa de 10.000 pontos de Pantin, juntando assim mais 3.700 pontos no ranking, o que lhe garantiu <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-sobe-17-posicoes-no-ranking-qs/" target="_blank" rel="noopener">o regresso ao top30</a>. Seguiu-se o ISA World Surfing Games no Japão onde Frederico, depois de bater nomes como <strong>Ítalo Ferreira</strong>, <strong>Kelly Slater</strong>, <strong>Kanoa Igarashi</strong> fixou-se como o melhor Europeu em prova e conseguiu a vaga do velho continente para os <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/portugal-consegue-vaga-nos-jogos-olimpicos-de-2020/" target="_blank" rel="noopener">Jogos Olímpicos,</a> um feito que seguramente está entre os mais impressionantes da sua carreira.</p>
<p>Morais apenas esteve em casa algumas horas antes de seguir para a Ilha de São Miguel, para disputar o Azores Airlines Pro. Apesar de ter passado alguns heats em segundo lugar cedo na prova, o surfista de Cascais foi crescendo ao longo dos dias do evento e no dia final esteve imparável, vencendo a prova e garantindo mais 6.000 pontos no ranking. A vitória permitiu-lhe uma subida para a 10º posição do tour de qualificação, com 14.400 pontos, ficando pelo primeira vez este ano dentro do<em> cut</em> para o Championship Tour de 2020. Como pontuações a descartar Frederico mantém provas de 1.050 e 650, pontos que deverão ser substituídas entre a prova de Ribeira D&#8217;Ilhas, o EDP Billabong Pro Ericeira, e as provas havaianas.</p>
<p>Quem também subiu bastante no ranking foi <strong>Vasco Ribeiro</strong>, um surfista cujo 9º lugar em São Miguel não fez justiça ao surf que apresentou. Mesmo assim o ex-campeão mundial júnior subiu 12 posições, passando para o 57º lugar do ranking. O tour segue agora para a Ericeira, onde mais 10.000 pontos serão distribuídos pelos melhores surfistas.</p>
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		<item>
		<title>Frederico Morais sobe 17 posições no ranking QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-sobe-17-posicoes-no-ranking-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Sep 2019 20:34:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
		<category><![CDATA[Frederico Morais]]></category>
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					<description><![CDATA[O ranking QS em análise...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ABANCA Galicia Classic Surf Pro foi a terceira de apenas 6 etapas do circuito qualifying series masculino de pontuação máxima, 10.000 pontos, uma prova que terá grande influência sobre os classificados para o Championship Tour de 2020.</p>
<p>Três portugueses participaram nesta prova mas apenas um, <strong>Frederico Morais</strong>, conseguiu um bom resultado. O surfista de Cascais passou três fases, atingindo os oitavos de final man-on-man onde foi derrotado pelo eventual finalista da prova, <strong>Jake Marshall</strong>. O 9º lugar de Morais garantiu-lhe a sua melhor pontuação do ano, 3.700 pontos, eliminando assim a sua pontuação mais baixa, os 600 pontos do 49º lugar que tinha conquistado em Ballito. Frederico subiu à 30ª posição do ranking, com 9.000 pontos, o que o deixa ainda da 19 posições do cut. O actual 34º do CT tem agora dois resultados que pode considerar como keepers mas ficam-lhe a faltar pontuações mais altas se quiser voltar à elite do surf mundial.</p>
<p>Neste momento o cut está nos 13.000 pontos mas, tendo em conta que faltam 3 etapas de 10.000 pontos, uma da 6.000 e 5 de 3.000, o requisito deverá aumentar bastante. Em 2018 o limite da qualificação ficou nos 14.400 pontos de <strong>Jack Freestone</strong> mas este ano poderá chegar facilmente aos 16.000, dependendo da consistência dos competidores no top50 da actualidade. Mas tudo ainda está em aberto e tanto Morais como <strong>Vasco Ribeiro</strong> ou <strong>Miguel Blanco</strong> têm hipóteses de conseguir uma vaga.</p>
<p>A próxima etapa é o Azores Airlines Pro, etapa de 6.000 pontos que se realiza em São Miguel, Açores.</p>
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		<title>Surfistas portugueses &#8220;derrapam&#8221; no ranking QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/surfistas-portugueses-derrapam-no-ranking-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Aug 2019 11:24:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
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					<description><![CDATA[Frederico Morais e Teresa Bonvalot mantêm-se como os melhores portugueses nos circuitos de qualificação...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Terminou ontem o Vans US Open of Surfing, a segunda de apenas 6 etapas de pontuação máxima, 10.000 pontos, a contar para o ranking de qualificação masculino da World Surf League.</p>
<p>Foi uma prova que proporcionou algumas subidas &#8220;radicais&#8221; no ranking e algumas consolidações. Foi o caso do vencedor, <strong>Yago Dora</strong>, que subiu 46 posições (de 50º para 4º), do segundo classificado, <strong>Liam O&#8217;Brien</strong>, que subiu 45 posições (de 55º para 10º), e ainda de surfistas com poucas provas, como <strong>Griffin Colapinto</strong>, que subiu 269 lugares, e <strong>Adriano de Souza</strong>, que subiu 123 posições.</p>
<p>Já <strong>Jorgann Couzinet</strong>, um surfista francês que ficou muito perto da qualificação em 2017 e 2018, passou para a liderança e praticamente garantiu presença no tour de 2020 com 17.310 pontos, seguido de <strong>Jadson André</strong>, que ainda não conseguiu acompanhar os seus 3 resultados consecutivos do início do ano e em 3º lugar está <strong>Alex Ribeiro</strong>, que também está numa boa posição e poderá voltar ao CT no próximo ano.</p>
<p>Já os portugueses estão numa fase mais fraca, tendo todos caído no ranking com as provas recentes. <strong>Frederico Morais</strong> continua a ser o melhor português no ranking masculino, na 46º posição, uma queda de 10 lugares nesta prova. A ele segue-se <strong>Vasco Ribeiro</strong>, que caiu 13 lugares e agora está em 61º, enquanto que <strong>Miguel Blanco</strong>, que estava no limite do top100, caiu 11 posições.</p>
<p>No ranking feminino a história repetiu-se, com o top10 a ficar cada vez mais &#8220;coeso&#8221;. <strong>Teresa Bonvalot</strong> foi a única surfista lusa nesta etapa que inaugurou a pontuação de 10.000 no circuito feminino mas acabou eliminada na bateria de estreia, caindo assim 8 posições no ranking, passando a ocupar a 30ª posição. Já <strong>Carol Henrique</strong> caiu 8 lugares, passando para a 50º posição, e o mesmo se passou com<strong> Camilla Kemp</strong>, que caiu 10 lugares, e ainda a <strong>Yolanda Hopkins</strong>, que desceu 8.</p>
<p>No entanto ainda há muitas provas pela frente, em ambas as categorias, e, de um momento para o outro a &#8220;Armada Lusa&#8221; deverá voltar a subir no ranking e atacar as posições de qualificação para 2020.</p>
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		<title>Frederico Morais entra no top16 do ranking QS</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/frederico-morais-entra-no-top16-do-ranking-qs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 12:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Análise QS]]></category>
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					<description><![CDATA[Vasco Ribeiro em 21º lugar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O circuito de qualificação da World Surf League já vai &#8220;em bom andamento&#8221;, com quase um terço das provas terminadas. Por realizar ainda estão todas as provas mais importantes, os 7 QS 10.000, e ainda 4 de 6.000 pontos, e 10 de 3.000, o que significa que muito ainda vai mudar no ranking.</p>
<p>Mas já há competidores com posições sólidas no ranking, como <strong>Jadson André</strong> que está praticamente garantido no tour de 2020, e uma mão cheia de outros &#8220;guerreiros&#8221; o QS que já garantiram um ou mais <em>keepers</em>, pontuações que serão relevantes na disputa pelo Championship Tour.</p>
<p>Um deles é o nosso <strong>Frederico Morais</strong> que, ao vencer o Pro Santa Cruz presented by Noah Surf House, ficou com um resultado de 3.000 pontos a contar. Kikas ficou em 17º lugar na etapa seguinte, o Caparica Surf Fest Pro powered by Oakley, o que lhe permitiu subir mais 8 posições no ranking, passando assim para o 16º lugar.</p>
<p>Entretanto <strong>Vasco Ribeiro</strong>, que também mostrou surf para vencer uma das provas, terminou em 5º lugar em ambas, subindo à 21ª posição do ranking. Também <strong>Miguel Blanco</strong> subiu bastante com o seu resultado na Caparica, voltando para o top100 para ocupar a 94ª posição. No entanto, nas próximas provas terá que melhorar alguns resultados se quiser ter acesso aos eventos principais do segundo semestre do ano.</p>
<p>No circuito feminino é <strong>Carol Henrique</strong> quem se encontra mais perto do topo, ocupando a 26ª posição do ranking QS, seguida de <strong>Camilla Kemp</strong>, em 35º lugar, e ainda <strong>Teresa Bonvalot</strong>, que é a única das três que ainda só tem 3 etapas a contar, em 38º lugar.</p>
<p>As próximas provas relevância serão o Ichinomya Chiba Open, QS 6.000 masculino realizado no Japão entre 28 de Abril e 5 de Maio, e ainda o Volkswagon SA Open of Surfing, prova QS 3.000 feminina realizada entre 13 e 17 de Junho.</p>
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