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	<title>5 Grandes Regressos ao Circuito Mundial &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>5 Grandes Regressos ao Circuito Mundial &#124; Parte 2</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-grandes-regressos-ao-circuito-mundial-parte-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2015 09:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[5 Grandes Regressos ao Circuito Mundial]]></category>
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		<category><![CDATA[Lisa Andersen]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Occhilupo]]></category>
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					<description><![CDATA[Competir no circuito mundial de surf é o sonho de qualquer surfista profissional mas mesmo os melhores por vezes encontram dificuldades em se manter entre a elite. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que protagonizaram os regressos mais impressionantes ao tour. 5 Grandes Regressos ao Circuito Mundial &#124; Parte 1 Mark Occhilupo &#124; Austrália Nunca outro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Competir no circuito mundial de surf é o sonho de qualquer surfista profissional mas mesmo os melhores por vezes encontram dificuldades em se manter entre a elite. <span id="more-25349"></span><span id="more-25038"></span>A ONFIRE escolheu 5 surfistas que protagonizaram os regressos mais impressionantes ao tour.</p>
<p>5 Grandes Regressos ao Circuito Mundial | <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/5-grandes-regressos-ao-circuito-mundial-parte-1/" target="_blank">Parte 1</a></p>
<p><strong>Mark Occhilupo | Austrália</strong></p>
<p>Nunca outro surfista na história do surf profissional passou por fases tão extremas e no fim triunfou. Occy passou de ser o favorito de todos os goofy footers, um grande candidato ao título mundial e único adversário à altura do “rei”, Tom Curren, para o sofá da sua casa onde, no fim dos anos 80, ficou alguns anos a engordar. No entanto continuava a ser um ícone a nível mundial e a Billabong mantinha-o no  “pay roll” e com um olho na sua saúde e imagem. Conta a lenda que a certa altura Occy já estava tão “forte” que já não tinha coragem de ir ao armazém buscar a sua roupa. Em vez disso pedia para enviarem para uma surfshop e lá trocava as peças por tamanhos maiores. Mas essa fase passou e Mark voltou a treinar a sério no início dos anos 90. Começou a competir nos Billabong Challenges, passou para os trials do Pipe Masters, depois o main event (destroçando as hipóteses de Sunny Garcia ser campeão mundial em 1995), e no ano seguinte enfrentou o WQS. Foi um ano duro nas “trincheiras” mas qualificou-se e logo no ano seguinte acabou o ano no 2º lugar do ranking. Dois anos depois conseguiu um dos títulos mas celebrados de sempre na WSL, o de campeão mundial. Durante mais alguns anos, Occy manteve-se no WCT, até 2007, acabando assim uma das mais longas e impressionantes carreiras do surf profissional.</p>
<p><iframe title="OCCY - &quot;THE DEFINITIVE COLLECTION&quot; 1994 - 2006" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/DrH8JYKZqzs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Lisa Andersen | EUA</strong></p>
<p>Quantas surfistas conseguiram o título mundial da WSL depois de terem dado à luz a uma criança? Uma, Lisa Anderson. Lisa era uma das grandes promessas da sua geração e aos 16 fugiu de casa para viver uma vida de nómada, atrás do seu sonho de ser campeã do mundo. Apesar de ter tido algum sucesso a sua competitividade inicialmente não acompanhou o seu talento no tour e aos 23 parou de competir para ter a sua primeira filha. Curiosamente foi aí que tudo bateu certo. Lisa tinha encontrado o seu equilíbrio, duas semanas depois do nascimento estava a competir e ainda terminou o ano em 7º lugar. No ano seguinte, 1994, voltou com tudo e conquistou o seu primeiro de quatro títulos consecutivos! Mas o seu legado não se resumiu “apenas” os seus títulos mas sim à imagem feminina que conseguiu manter, apesar de ser uma atleta de alta competição. Isso contribuiu para que a marca Roxy, um produto da Quiksilver, crescesse muito e chegasse a um público bastante diversificado, fazendo da marca um gigante no surfwear feminino sem paralelo até aos dias de hoje. Lisa Anderson continua ligada à Roxy e marca presença com regularidade em alguns dos maiores eventos do surf feminino.</p>
<p><iframe title="25 Years of ROXY - Lisa Andersen" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/ZFBaQeHeazI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mais um surfista e o seu regresso ao circuito mundial (e uma menção honrosa) brevemente em<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/"> www.onfiresurfmag.com</a>!</p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/">À PORTA DO OLIMPO aqui</a>…</p>
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		<title>5 Grandes Regressos ao Circuito Mundial &#124; Parte 1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2015 16:47:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[John Shimooka]]></category>
		<category><![CDATA[Tom Curren]]></category>
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					<description><![CDATA[Competir no circuito mundial de surf é o sonho de qualquer surfista profissional mas mesmo os melhores por vezez encontram dificuldades em se manter entre a elite. A ONFIRE escolheu 5 surfistas que protagonizaram os regressos mais impressionantes ao tour . Tom Curren &#124; EUA Tom, filho do pioneiro e Big Wave Rider Pat Curren, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Competir no circuito mundial de surf é o sonho de qualquer surfista profissional mas mesmo os melhores por vezez encontram dificuldades em se manter entre a elite. <span id="more-25038"></span>A ONFIRE escolheu 5 surfistas que protagonizaram os regressos mais impressionantes ao tour .</p>
<p><strong>Tom Curren | EUA</strong></p>
<p>Tom, filho do pioneiro e Big Wave Rider Pat Curren, foi apontado desde muito cedo como o menino prodígio do surf norte-americano e cumpriu a sua promessa sagrando-se campeão mundial da WSL (na altura, ASP) em 1985 e 86. Curren foi o primeiro e único (até hoje) campeão mundial californiano e era uma referência a uma escala tão impressionante que criou um legado como surfista até hoje, mais de 30 anos depois do seu primeiro título. Em 87 também disputou o título mas no ano seguinte a sua chama competitiva parecia estar a apagar-se e desistiu do tour antes deste chegar ao fim. Ninguém pensou que algum dia voltaria mas o bicampeão do mundo era bom demais para &#8220;desperdiçar&#8221; o seu talento em surftrips para locais inóspitos à volta do mundo. O seu regresso histórico aconteceu em 1990! Curren voltou ao circuito mas não tinha “seeding” para entrar nas fases mais avançadas das provas e competiu em quase todas as etapas a partir dos trials. O ano começou bem com uma vitória no Cold Water Classic, em Steamer Lane, Santa Cruz, contra o que se tornaria no seu grande adversário nessa temporada, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank">Gary Elkerton (fica a saber mais sobre o percurso deste surfista AQUI)</a>. Tom não ficou por aí pois venceu as duas etapas seguintes, em Burleigh Heads e Bells Beach na Austrália. O circuito nesse ano teve 21 etapas a contar para o ranking e Curren venceu mais duas, onde se inclui a Buondi Pro, realizado na Ericeira. Gary não venceu qualquer campeonato mas pontuou sempre alto, diminuindo a distância sempre que Curren perdia cedo. No entanto, no final, Tom Curren conseguia o título e ficaria no tour mais alguns anos. Mesmo depois de abandonar novamente o circuito Tom manteve-se activo a nível competitivo e ainda hoje é um nome que apenas fica atrás de Kelly Slater no que toca a reconhecimento e respeito no meio do surf.</p>
<p><iframe title="Tom Curren África 2014" src="https://player.vimeo.com/video/103559900?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>John Shimooka | Havai</strong></p>
<p>Nos fim dos anos 80 as grandes bombinhas havaianas que estavam prontas para tomar de assalto o tour eram os amigos Sunny Garcia e John Shimooka. Garcia sempre mostrou mais potencial mas “Shmoo” surfava numa velocidade acima da média e não lhe ficava atrás. Tanto que, apesar de terem começado a competir no circuito mundial ao mesmo tempo, John foi o primeiro dos dois a vencer uma etapa do tour, o G-Shock US Open of Surfing, realizado na Flórida em 1989. Sunny teve de esperar pelo ano seguinte para se estrear, vencendo o Pukas Pro, em Zarautz, e logo de seguida o Seland Pro, em Sopelana. Mas enquanto que Sunny continuou a subir no ranking, garantindo posições no top10, Shimooka começou a cair, qualificando-se em 1992 para o primeiro ano do WCT com duas divisões por poucas posições. No fim desse ano o havaiano saiu do tour pois já que não conseguiu a qualificação e apesar de ter uma imagem forte e alguma mediatização John “perdeu-se” durante alguns anos, ficando sem patrocínios e sem grande ligação ao surf. Até que, em 1994, com ajuda dos seus amigos e familiares, voltou a dedicar-se a 100% e começou a correr o WQS. Foi um ano difícil, mas o seu talento era inegável pois John fez algumas finais, terminando em 2º lugar no Body Glove Surfbout (Trestles), no Town &amp; Country Pro (Ala Moana) e no Hapuna World Cup of Surfing (Sunset), acabando o ano em 11º lugar, o que lhe garantiu uma vaga no WCT de 1995. E logo na primeira etapa, o Rip Curl Pro Bells Beach, “Shmoo” chegou à final contra o seu grande amigo Sunny e os dois protagonizaram um dos heats finais mais bem pontuados da história da ASP. Garcia foi o grande vencedor mas o regresso de John Shimooka ficou na história da WSL como um dos mais impressionantes. John ainda ficou mais alguns anos no tour até se “reformar”, mas manteve-se ligado à indústria. Actualmente vive na Austrália e trabalha como manager do team Quiksilver e Roxy.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=Ti3Cr8boAP8&#038;feature=youtu.be</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais dois surfistas que protagonizaram grandes regressos ao circuito mundial brevemente em<a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/"> www.onfiresurfmag.com</a>!</p>
<p>Descobre mais conteúdos da série <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/a-porta-do-olimpo/">À PORTA DO OLIMPO aqui</a>…</p>
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