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	<title>20 points &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>&#8220;Big O&#8221; não encontra adversários em Fiji e vence a final</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2015 09:14:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A meses de fazer 4 anos desde a sua (primeira e) última vitória, Owen Wright volta a repetir o feito numa final histórica. Foi em 2011 a última vez que &#8220;Big O&#8221;, o maior surfista do tour, chegou às finais, tendo inclusivamente feito 3 de seguida contra Kelly Slater em Teahupoo, Nova Iorque e Trestles. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A meses de fazer 4 anos desde a sua (primeira e) última vitória, <strong>Owen Wright</strong> volta a repetir o feito numa final histórica. <span id="more-25412"></span>Foi em 2011 a última vez que &#8220;Big O&#8221;, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/onfire-tv/a-anatomia-de-owen-wright-212/">o maior surfista do tour</a>, chegou às finais, tendo inclusivamente feito 3 de seguida contra Kelly Slater em Teahupoo, Nova Iorque e Trestles. Owen apenas venceu uma delas mas garantiu o maior prize money de sempre numa etapa, 300k USD.</p>
<p>Por diversas vezes mostrou potencial de vencer eventos, mas acabava sempre por não levar o seu &#8220;momentum&#8221; até ao fim. Em Fiji foi ao contrário e Wright começou com uma derrota (considerada injusta por muitos) logo no primeiro round. Mas a partir daí não parou mais. Bateu Aritz Aranburu num heat apertado no round 2, combinou &#8220;Ace&#8221; Buchan no round 3, fez 20 pontos no round 5 e no dia final bateu Joel Parkinson nos quartos de final e um inspirado <strong>Jeremy Flores</strong> nas meias.</p>
<p>O seu adversário na final era um dos grandes destaques do evento, <strong>Julian Wilson</strong>, que tinha feito uma média quase perfeita no round 4, batendo Slater e Taj Burrow. Para chegar à final Julian derrotou Ítalo Ferreira nos quartos de final e Burrow (novamente) nas meias. Já na final Wilson fez uma das suas piores exibições dos últimos tempos, fazendo todo o tipo de decisões erradas o que deixou a porta aberta para Wright fazer mais um heat perfeito.</p>
<p>A primeira onda de Owen seria quase suficiente para vencer o heat já que recebeu 7.5 e Julian acabaria com a média de 7.84. Um bom tubo e dois fortes carves foram suficientes para Wright conseguir a sua primeira nota excelente da final um pouco depois, 9.6. Passaram quase 15 minutos até aparecer outra onda de consequência e Julian, com a prioridade, optou pela primeira onda do set que não deu qualquer potencial de pontuação. O seu adversário veio logo na onda seguinte, e depois de um grande snap no outside fez um tubo que só poderia ter dado uma nota 10, e foi o que recebeu.</p>
<p>Poucos minutos depois mais do mesmo, Julian apanhou outra onda má e Wright ficou com prioridade para mais uma bomba. Com a final já ganha Owen arranca para mais um tubo e saiu várias secções mais à frente, recebendo mais uma nota 10 e ficando com o seu segundo heat perfeito (20 pontos) em dois dias!</p>
<p>Com a vitória Owen Wright passou para o <strong>3º lugar do ranking</strong>, atrás de Adriano e Filipe. Com dois 5ºs lugares e uma vitória o australiano entra na disputa pelo título mundial e se há um surfista no top5 que tem tudo para se dar bem nas próximas 3 etapas o seu nome é (Big) Owen Wright!</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=eRnfcgerUYo</p>
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		<title>Top5 do ranking eliminado em Fiji &#124; Owen marca 20 pontos &#124; Dia 9</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/top5-do-ranking-eliminado-em-fiji-owen-marca-20-pontos-dia-9/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2015 09:36:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Com a eliminação de Adriano de Souza na primeira metade do round 3, Toledo e Fanning tinham uma oportunidade de ouro para “roubar” a lycra amarela do líder do ranking. Mas o melhor dia de prova na WSL do ano (até agora) parecia ter um roteiro diferente preparado. As revelações começaram a aparecer logo na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a eliminação de Adriano de Souza na primeira metade do round 3, Toledo e Fanning tinham uma oportunidade de ouro para “roubar” a lycra amarela do líder do ranking.<span id="more-25389"></span> Mas o melhor dia de prova na WSL do ano (até agora) parecia ter um roteiro diferente preparado.</p>
<p>As revelações começaram a aparecer logo na segunda metade do round 3, já realizada no dia 9 do período do Fiji Pro. Antes de Fiji, Gabriel Medina ainda tinha mostrado o seu melhor surf mas no round 1 deste evento o campeão da etapa e do circuito parecia estar de volta. O seu adversário no round 3, <strong>Kai Otton</strong>, era inferior a si, mas sempre imprevisível. Foi um heat bastante equilibrado e Kai fez uma das suas melhores exibições do ano, combinado alguns tubos com snaps de rail abusados. No fim Medina estava a precisavar de uma nota de 7.7, um score bastante acessível para a sua habilidade. Nenhuma das ondas que apanhou tinha potencial para fazer a nota mas Gabriel estava determinado em fazer o que precisava de qualquer maneira. Na sua antepenúltima onda estava a caminho de o fazer mas caiu num potente carve e ficou com 6 pontos, e com a derrota.</p>
<p>Dois heats depois a história repetiu-se com Filipe Toledo. Numa batalha apertada contra <strong>Adam Melling</strong> o jovem brasileiro teve uma oportunidade de transformar uma onda medíocre na nota que precisava. Depois de uma batida e um forte snap tentou um floater arriscado no inside e caiu, ficando com a nota 4.37 quando precisava de 5.07. E assim caiu mais um candidato ao título.</p>
<p>As ondas começaram a ficar ainda maiores e melhores e o round 4 foi uma fase onde se surfou algumas das melhores ondas do ano até agora. <strong>Julian Wilson</strong> recuperou o seu ritmo e aproveitou para deixar Slater e Taj combinados logo no primeiro heat. <strong>Wiggolly Dantas</strong> também se colocou como candidato à vitória ao vencer mais um heat, apesar de ter sido o mais fraco da fase. <strong>Joel Parkinson</strong> marcou a primeira <strong>nota 10</strong> do campeonato com um tubo que mais parecia Teahupoo do que Cloudbreak e com mais uma nota excelente bateu Owen Wright e Mick Fanning, que também fizeram ondas incríveis. E para terminar a fase <strong>Jeremy Flores</strong> mostrou que a “nuvem negra” que o perseguia no ano passado já se dissipou e o resultado foi uma combinação sobre os aussies Otton e Melling.</p>
<p>As ondas continuavam perfeitas, apesar do forte vento que já se fazia sentir, e o round 5 foi para a água. E se há um round em que Slater fica vulnerável é esse, perdendo num heat de notas baixas para o rookie <strong>Ítalo Ferreira</strong>. De seguida <strong>Taj Burrow</strong> eliminava Dane Reynolds e entravam na água dois australianos que têm dado cartas em Fiji, <strong>Owen Wright</strong> e Adam Melling. Adam fez mais um bom heat e acabou a sua participação com um tubo pesado que lhe deu a nota de 9.7. Mas Owen estava noutro nível e fez história ao conseguir um <strong>heat perfeito</strong>, o sétimo de sempre na WSL. Owen começou com uma nota de 8.93, seguiu-a com dois 10 e ainda fez um 8.77 perto do fim. As suas notas perfeitas foram alguns dos tubos mais impressionantes não só deste dia (e ano) mas da história do circuito! E para terminar a fase em grande <strong>Kai Otton</strong> batia mais um candidato, Mick Fanning.</p>
<p>No fim deste dia os únicos surfistas do top12 que se mantinham em prova nos quartos de final eram Owen Wright, Julian Wilson, Taj Burrow e Ítalo Ferreira. Os primeiros dois têm ao seu alcance uma grande oportunidade de se lançarem na disputa pelo título caso vencam a etapa! O Fiji Pro deve voltar à água dentro de horas, acompanha tudo em directo A<a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2015/mct/1236/fiji-pro/live" target="_blank">QUI</a>!</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=Pjat_q4OikU</p>
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