<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>15 surfistas que caíram no esquecimento &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/15-surfistas-que-cairam-no-esquecimento/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Sat, 19 Nov 2022 18:56:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>15 surfistas &#8220;esquecidos&#8221; que já estiveram no Championship Tour &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/15-surfistas-esquecidos-que-ja-estiveram-no-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Nov 2022 16:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[15 surfistas que caíram no esquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Christiano Spirro]]></category>
		<category><![CDATA[Danny Melhado]]></category>
		<category><![CDATA[Larry Rios]]></category>
		<category><![CDATA[Sasha Stoker]]></category>
		<category><![CDATA[Shawn Sutton]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=34742</guid>

					<description><![CDATA[Larry, Danny, Shawn, Sasha e Christiano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qualquer surfista que faz da competição a sua vida sonha com a possibilidade de fazer parte da elite do surf profissional, o Championship Tour da WSL. Para muitos entrar no CT traduz-se num futuro quase garantido como profissional, mas nem todos conseguem garantir o mesmo retorno. Mesmo competidores que chegaram a vencer <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/5-surfistas-esquecidos-que-venceram-no-wct/" target="_blank" rel="noopener">podem cair no esquecimento</a> tal como outros, que passaram por lá e caíram na obscuridade pouco depois. A ONFIRE fez uma selecção de 15 surfistas que estiveram na elite do surf mundial e hoje em dia são pouco (ou nada) conhecidos fora das suas regiões.</p>
<p><strong>Larry Rios</strong> – Este havaiano, descendente de portugueses, era sempre <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-ficaram-muito-perto-de-conquistar-o-titulo-mundial-parte-1/" target="_blank" rel="noopener">destaque na Triple Crown of Surfing</a> e em muitos outros eventos realizados nas ilhas. Em 1994 apostou em correr mais alguns eventos pelo mundo fora e conseguiu juntar pontos suficientes para chegar ao Havai perto o suficiente para se qualificar para o CT no ano seguinte. Com mais alguns resultados sólidos Larry conseguiu a qualificação para o ano embrionário do que mais tarde se tornaria no “Dream Tour”. Em ondas pequenas na Austrália, Japão, França (que tinha 3 etapas do CT consecutivas, todas realizadas durante o verão) e Brasil, Rios, que era alto e pouco ágil, não teve sucesso mas tinha 3 grandes oportunidades de dar a volta ao seu ano com as etapas de G-Land (Indonésia), Saint Leu (Ilha Reunião) e Pipeline (Havai). Infelizmente, para ele, apenas conseguiu 9ºs e 17º nessas provas e saiu do tour. Poucos anos depois deixou de marcar presença na Triple Crown e caiu no esquecimento do público.</p>
<p><strong>Danny Melhado</strong> – Danny era um produto da costa Leste dos EUA, como Kelly Slater, e, depois de alguns anos a batalhar no QS conseguiu a qualificação para o tour de 1997. No entanto, em 12 etapas, apenas conseguiu passar do round 2 duas vezes e como não conseguiu a manutenção via Qualifying Series, ficando fora do Championship Tour no seu ano de estreia. Melhado ainda competiu mais alguns anos no QS, mas não voltou a ficar perto da requalificação.</p>
<p><strong>Shawn Sutton</strong> – Sutton foi talvez quem teve mais sucesso competitivo entre estes 5 surfistas, mas não conquistou o público. Natural do Havai, Shawn surfava mais à semelhança do estereótipo do surfista brasileiro na altura, que ao contrário da actualidade, era um estilo pouco polido e uma apetência especial para surfar ondas pequenas. No QS conseguiu vitórias nos EUA, Japão, Espanha e Argentina e de 1997 a 1999 esteve no CT. Quando saiu da elite do surf mundial ainda fez alguns anos de QS mas nunca conseguiu bons patrocínios e acabou por se afastar do surf competitivo.</p>
<p><iframe title="Shawn Sutton @ Rockys by Takubell" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/FLygGKoVd14?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Sasha Stoker</strong> – O ano de 1994 foi possivelmente o auge da carreira do australiano Sasha Stoker pois venceu o título mundial amador Open, no ISA World Surfing Games no Brasil. Pouco depois começou a competir no QS  mas, apesar de ter mostrado surf para estar entre os melhores, apenas conseguiu a qualificação em 2001. Nesse ano, a 11 de Setembro, aconteceu algo que mudou para sempre a história dos EUA, os atentados às Torres Gémeas. O impacto desse ataque terrorista chegou ao surf, fazendo dele o ano mais curto da história do Championship Tour, com apenas 5 etapas, ao contrário das 10 etapas que eram o mínimo de eventos no circuito. Depois de 3 derrotas prematuras nas primeiras 3 etapas Sasha começou a recuperar terreno em Jeffreys Bay mas lesionou-se durante a prova. A etapa seguinte foi em Pipeline e apesar de ser um pico que favorecia o seu surf, Stoker foi eliminado cedo, caiu do tour e nunca regressou.</p>
<p><iframe title="Sasha Stocker" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/6OUBNxaU_p8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Christiano Spirro</strong> – O brasileiro Cristiano foi o surfista deste grupo que se manteve relevante por mais tempo depois de sair do tour, mas apenas no seu país. A sua entrada no CT foi bastante impressionante graças a uma final na última etapa do ano, em Sunset, contra surfistas como Kelly Slater, Shane Dorian e Munga Barry. O seu arranque no Championship Tour também foi sólido, tendo batido nomes muito “badalados” como Mark Ochillupo, Shane Dorian, Andy Irons (em Fiji!!!) e Chris Davidson. No entanto, 5 derrotas consecutivas no round 2 na segunda metade do ano custaram-lhe a permanência no tour e “espirro” nunca mais regressou à elite.</p>
<p><iframe title="TV  Maresia - Christiano Spirro" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/4GPU_AwS-to?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Mais 5 surfistas que caíram no esquecimento brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com" target="_blank" rel="noopener">AQUI!</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">34742</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
