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	<title>12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT &#124; Parte 4</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2014 11:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Pires é o surfista português mais conhecido dentro e fora do nosso país. Mesmo antes de entrar no WCT quebrou barreiras e derrotou “lendas”. No World Championship Tour continua o seu trabalho e a ONFIRE fez uma selecção entre os heats que considerou mais marcantes até hoje na elite do surf mundial. 2012 &#8211; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Pires é o surfista português mais conhecido dentro e fora do nosso país. <span id="more-18633"></span>Mesmo antes de entrar no WCT quebrou barreiras e derrotou “lendas”. No World Championship Tour continua o seu trabalho e a ONFIRE fez uma selecção entre os heats que considerou mais marcantes até hoje na elite do surf mundial.</p>
<p><strong>2012</strong></p>
<p><strong>&#8211; Billabong Rio Pro – Round 4 VS Jordy Smith e Michel Bourez</strong></p>
<p>Depois de uma estreia positiva na Austrália, Saca rumou ao Rio de Janeiro e logo no primeiro round mostrou muito bom surf. O seu heat, contra Miguel Pupo e <strong>Michel Bourez</strong>, foi realizado na esquerda do Arpoador, o “berço do surf brasileiro”. Fora de competição este é um dos picos mais difíceis de surfar devido à forte presença de surfistas extremamente localistas. E mesmo em competição a onda não é fácil, Tiago Pires que o diga pois fez a melhor onda da bateria mas não conseguiu um “back up” devido ao posicionamento de Miguel Pupo.</p>
<p>Já no round 2 Tiago fez o seu heat mais “fraquinho”, passando por muito pouco por K<strong>ai Otton</strong>. Mas a partir daí tudo bateu certo e menos de duas horas depois estava a derrotar <strong>Owen Wright</strong> em condições bastante “marginais”. No round 5 tinha pela frente <strong>Jordy Smith</strong> e<strong> Michel Bourez</strong> e mais uma vez venceu e garantiu-se nos quartos de final. O momento alto do heat foi um tubo pesado, provando assim, mais uma vez, a sua mestria nos tubos. Na fase seguinte fez um heat bastante equilibrado com Joel Parkinson, mas o australiano levou a melhor.</p>
<p><iframe title="TP12-01.BRASIL" src="https://player.vimeo.com/video/52148744?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>&#8211; Hurley Pro – Round 2 VS Kai Otton</strong></p>
<p>O heat do segundo round do Hurley Pro, contra <strong>Kai Otton</strong>, foi um dos mais controversos da carreira de Tiago Pires. O português mostrava grande forma e parecia estar a caminho do seu melhor resultado em Trestles. Mas Kai Otton também se mostrou muito forte e a bateria foi muito disputada. Saca surfou com mais “power”, encaixando fortes carves e grandes batidas para acabar com a média de 16,27, que teria sido suficiente para vencer quase todas as baterias desta fase.</p>
<p>Otton respondeu com muito “flow”, transitando de manobra para manobra sem qualquer quebra de linha. E mesmo tendo sido um pouco repetitivo de backside em Trestles os júris acharam que tinha sido superior e atribuíram-lhe a média de 16,50, e a vitória. Mesmo tendo sido derrotado, justa ou injustamente, foi nesta etapa que o português fez uma das suas melhores performances e saiu dos EUA bastante motivado.</p>
<p><iframe title="TP magazine III - 02.TRESTLES" src="https://player.vimeo.com/video/61552683?dnt=1&amp;app_id=122963" width="500" height="281" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write"></iframe></p>
<p><strong>2013</strong></p>
<p><strong>&#8211; Rip Curl Pro Bells Beach &#8211; Round 2 VS Michel Bourez</strong></p>
<p>O ano de 2013 foi um dos pontos baixos da carreira de Tiago Pires, mas apenas porque se lesionou logo após a segunda etapa e não voltou a competir no WCT até ao ano seguinte. Mas antes de se lesionar ainda “nos deixou” um grande heat, o round 2 em Bells Beach contra <strong>Michel Bourez</strong>. Em ondas que faziam lembrar Ribeira D’Ilhas, nos dias maiores de on-shore, Saca sentiu-se em casa e surfou com tal. Apesar de passar dos dois metros Tiago “atacou” o lip, deu fortes carves e terminou com poderosas manobras na junção. E mesmo com a excelente média de 17,57, o seu adversário nunca baixo os braços e quase virou o resultado nos últimos minutos, terminando com a média de 17,27.</p>
<p>Na fase seguinte Saca acabou por perder para Mick Fanning, que fez uma das melhores médias do campeonato (18,50) contra a (também alta) média de 14,73 de Tiago Pires.</p>
<p>(a partir do minuto 3:24)</p>
<p>https://vimeo.com/65749664</p>
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		<title>12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT &#124; Parte 3</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/12-heats-marcantes-de-tiago-pires-no-wct-parte-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jun 2014 11:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT]]></category>
		<category><![CDATA[À Porta do Olimpo]]></category>
		<category><![CDATA[Heats Marcantes]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Pires será para sempre lembrado no surf português por ter sido o primeiro a deixar a sua marca no surf profissional. Actualmente continua a escrever a sua história, que ainda poderá ter grandes momentos pela frente. Para trás ficaram outros tantos, dos quais a ONFIRE fez uma selecção entre os que considerou mais marcantes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Pires será para sempre lembrado no surf português por ter sido o primeiro a deixar a sua marca no surf profissional. <span id="more-18591"></span>Actualmente continua a escrever a sua história, que ainda poderá ter grandes momentos pela frente. Para trás ficaram outros tantos, dos quais a ONFIRE fez uma selecção entre os que considerou mais marcantes até hoje.</p>
<p><strong>2010</strong></p>
<p><strong>&#8211; Billabong Pro Tahiti – Round 4 VS Dean Morrison</strong></p>
<p>Apesar das condições estarem muito abaixo do que se espera em Teahupoo, a edição de 2010 do Billabong Pro Tahiti foi marcante por várias razões. Para os portugueses destacou-se por ter sido o ano em que Tiago Pires conseguiu o seu melhor resultado, um 5º lugar. De facto, pelo surf que fez ao longo do evento, ninguém ficaria espantado se tivesse vencido o evento. No entanto, quem venceu foi Andy Irons. Seria a sua última vitória, meses antes de falecer.</p>
<p>Saca começou o campeonato com uma vitória no round 1 sobre <strong>Taj Burrow</strong> e <strong>Tuamata Puhetini</strong>. O seu grande momento foi no round 3, contra <strong>Dean Morrisson</strong>. O “dingo” australiano é mais conhecido pelas suas performances em point breaks de direita, mas nos tubos, para qualquer lado, também sempre foi um duro adversário. Ambos deram longos tubos em ondas pequenas e pesadas em “chopes”, mas Tiago foi o claro vencedor. No round 4 vencia novamente, desta vez eliminando o competitivo <strong>Adriano de Souza</strong>. CJ Hobgood foi o seu “carrasco”, eliminando o português em condições bastante deterioradas nos quartos de final.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=MPak3cjsyeY</p>
<p><strong>2011</strong></p>
<p><strong>&#8211; Quiksilver Pro – Quartos de final VS Matt Wilkinson</strong></p>
<p>Tiago chegou à Austrália com o seu contrato, recentemente assinado com a Quiksilver, ainda a cheirar a tinta. E a mudança parece ter-lhe dado muita confiança pois o “internacional português” fez o que foi o seu melhor arranque de sempre. Snapper Rocks mais uma vez não estava épico mas tinha boas ondas e as curvas de rail de Saca estavam impecáveis. Foi a surfar de rail que venceu o seu heat do primeiro round, conta os goofies <strong>Jadson André</strong> e <strong>Damien Hobgood</strong>.</p>
<p>No round 3 bateu <strong>Jadson André</strong> mas na quarta fase perdeu o acesso directo aos quartos de final, tendo de disputar a vaga com <strong>Michel Bourez</strong> para lá chegar. Já nos quartos de final apanhou pela frente um <strong>Matt Wilkinson</strong> a fazer o campeonato da sua vida. O colorido australiano parecia ter encontrado o seu equilíbrio e surfava como nunca, soltando o tail de backside sempre que apanhava uma secção mais levantada e abusando das rasgadas quando não havia parede. Mas Tiago Pires estava imparável e fez um heat brilhante, conseguindo assim a vitória. Nas meias finais Saca tinha pela frente Kelly Slater, que começou com duas ondas excelentes e venceu a bateria e o campeonato.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=I1lTAFXo1jk</p>
<p><strong>&#8211; Rip Curl Pro Bells Beach – Round 3 VS Damien Hobgood</strong></p>
<p>Tiago Pires conseguiu arrastar para Bells o seu ritmo do evento anterior e logo na segunda fase bateu, pela primeira vez num heat man-on-man, o “capitão América” <strong>Taylor Knox</strong>. Na fase seguinte continuou a surfar como se estivesse em Ribeira D’Ilhas, batendo <strong>Damien Hobgood</strong> com facilidade. No round 5 também fez muito bom surf e parecia estar a caminho de mais uns quartos de final. Mas o seu adversário, o brasileiro Jadson André, fez um pequeno “milagre” no fim da bateria e virou o resultado. Saca terminou esta etapa em 9º lugar, mas saiu da Austrália no top10 do WCT.</p>
<p><iframe title="Round 3, Heat 9 - Damien Hobgood vs Tiago Pires" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/t0fixY-PRC8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT &#124; Parte 2</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2014 16:11:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Pires não só foi o primeiro surfista português a entrar no WCT, no ano de 2008, como continua a ser o único. Ao longo dos seus anos na elite do surf mundial Saca mostrou o seu valor várias vezes, derrotando grandes nomes com muito bom surf e boa estratégia. A ONFIRE seleccionou alguns dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Pires não só foi o primeiro surfista português a entrar no WCT, no ano de 2008, como continua a ser o único.<span id="more-18523"></span> Ao longo dos seus anos na elite do surf mundial Saca mostrou o seu valor várias vezes, derrotando grandes nomes com muito bom surf e boa estratégia. A ONFIRE seleccionou alguns dos momentos que considerou os mais marcantes até à data&#8230;</p>
<p><b>2009</b></p>
<p><b>&#8211; Quiksilver Pro France – Quartos de final VS Kelly Slater</b></p>
<p>Esta, que foi a sétima etapa do ano, foi possivelmente o melhor campeonato de Tiago Pires no WCT. Depois de um deslize no round 1, em que pontuou apenas 7 pontos e terminou em 3º lugar, Tiago mostrou-se em grande forma e foi batendo com facilidade os seus adversários até aos quartos de final. Logo no round 2 o seu adversário, <b>Kekoa Bacalso</b>, também surfou bem mas terminou dois pontos atrás do português. <b>Damien Hobgood</b> competia constantemente contra Pires nos seus primeiros anos no WCT e por várias vezes venceu, mas aqui não teve qualquer hipótese contra a incrível média de 16.43, a terceira melhor do round. De seguida foi o francês <b>Tim Boal</b> que ficou pelo caminho, mais uma vez por uma boa diferença.</p>
<p>Foi em esquerdas de meio metro que Saca defrontou mais uma vez <b>Kelly Slater</b>, nesta fase ainda de olho no título mundial de 2009. Slater cedo pontuou 9.33 numa sequência impressionante de batidas e snaps de backside. Pires soube esperar pela sua vez de brilhar e com uma série de pauladas, também de backside, conseguiu a nota de 9.57. Kelly contra-atacou com uma nota de 8.10 mas Tiago respondeu com 8.13 e conseguiu mais uma grande vitória em cima do melhor surfista de todos os tempos. No heat seguinte perdia para Mick Fanning, que acabou por vencer a etapa e, no fim do ano, o título mundial.</p>
<p>http://youtu.be/DTLx_Ez_dFk</p>
<p>&#8211;<b> Billabong Pro Mundaka – Round 1 VS Phill MacDonald</b></p>
<p>Mesmo não sendo o resultado mais impressionante do surfista da Ericeira, nesta bateria mostrou muita mestria em ondas muito difíceis. Mundaka provou ser uma prova “madrasta” para os competidores e nesta fase ainda estava em vigor o formato sem repescagem. Isso significava que os competidores que perdessem no primeiro round eram de imediato eliminados, uma medida que criou muita controvérsia no tour, e uns anos mais tarde foi retirada. <b>Phill MacDonald</b>, ex-top 10 que estava de regresso ao tour, apanhou as ondas mais longas e praticamente dominou todo o heat. Quando a bateria já parecia perdida apareceu uma onda “milagrosa” e, apesar de pequena, Saca conseguiu dar um longo tubo de backside seguido de algumas manobras, virando assim o resultado a sua favor contra todas as expectativas.</p>
<p>No round seguinte, já no palanque alternativo de Bakio, o seu “carrasco” seria Taylor Knox, que vencia por uma diferença de 0.13.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=cwvfFTIaBAA</p>
<p><b>2010</b></p>
<p><b>&#8211; Billabong Pro J-Bay – Round 1 VS Adriano de Souza e Timmy Reyes</b></p>
<p>Foi em Jeffreys Bay, 10 anos antes, que o português competiu pela primeira vez num WCT fora da Europa. Neste heat tinha pela frente um surfista que começava a disputar o título mundial, <b>Adriano de Souza</b>, e ainda <b>Timmy Reyes</b>, um mestre em point breaks de direita. Mas Saca é “rei” em ondas deste estilo e deu vários tubos e carves nas suas duas melhores ondas, para vencer com distinção.</p>
<p>No round 3 bateu ainda <b>Kekoa Bacalso</b>, sendo apenas eliminado nos oitavos de final por Taj Burrow que nesse heat fez a melhor média de toda a prova.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=6S2EGxe8uCU</p>
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		<title>12 heats marcantes de Tiago Pires no WCT &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/12-heats-marcantes-de-tiago-pires-no-wct-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Jun 2014 13:21:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[Tiago Pires faz parte da elite do surf mundial desde 2008, ano em que se qualificou pela primeira vez. Neste momento está no seu sétimo ano no WCT e conta com 51 heats vencidos. Alguns foram mais memoráveis que outros e a ONFIRE preparou este apanhado das baterias que considerou mais marcantes até ao momento. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Tiago Pires faz parte da elite do surf mundial desde 2008, ano em que se qualificou pela primeira vez. <span id="more-18484"></span>Neste momento está no seu sétimo ano no WCT e conta com 51 heats vencidos. Alguns foram mais memoráveis que outros e a ONFIRE preparou este apanhado das baterias que considerou mais marcantes até ao momento.</p>
<p><strong>2008</strong></p>
<p><strong>&#8211; Billabong Pro Teahupoo – Round 3 VS Joel Parkinson.</strong></p>
<p>Foi em Teahupoo que Tiago Pires venceu, pela primeira vez na sua carreira, um heat do round 3. Esta era a terceira etapa do ano e, depois de algumas derrotas prematuras na Gold Coast e em Bells Beach, o português derrotou Jeremy Flores e Roy Powers.</p>
<p>E foi no round 3 que conseguiu o seu primeiro 10, num tubo muito profundo em Teahupoo. Saca foi claramente o melhor surfista do heat, dando a <strong>Joel Parkinson</strong> uma lição de “tube riding”. Por sua vez Joel deu uma lição de competição (ou anti-desportivismo), forçando a remada numa onda que tirou a prioridade ao português. Na onda seguinte Tiago não sabia que já não tinha prioridade e Parkinson fez questão de lhe “sacar” uma interferência. Com o heat já perdido Saca ainda fez mais um tubo impressionante, sem mãos, pelo qual recebeu 8 pontos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Tiago Pires vs Joel Parkinson" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/V5Y4vq5LMNA?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>&#8211; Rip Curl Pro Search “Somewhere in Indonesia” – Round 3 VS Kelly Slater</strong></p>
<p>A falta de apoios locais fez com que a Rip Curl apelidasse esta etapa de &#8220;Somewhere in Indonesia&#8221;, mas todos sabiam que a prova se estava a realizar na Bukit Península, em Bali. Esta prova tinha todos os picos da “Bukit” em aberto, mas tudo se realizou entre Padang Padang (round 1) e Uluwatu.</p>
<p>Mais uma vez Saca venceu o seu heat do round 1, nesta fase ainda nos tubos de Padang Padang. Foi uma bateria de poucas ondas em que o português esteve em último lugar até aos últimos segundos, quando apanhou uma das maiores ondas que entrou e deu um longo tubo, terminando em primeiro lugar à frente de <strong>Adriano de Souza</strong> e <strong>Pancho Sullivan</strong>.</p>
<p>No round 3 Tiago tinha pela frente <strong>Kelly Slater</strong>, que esse ano só tinha perdido dois heats, ganhando 3 de 5 provas até aí realizadas. O dia desta bateria é, ainda hoje é lembrado por Slater como um dia em que a vida não lhe correu bem. Também não ajudou ter passado a noite a receber telefonemas de um surfista que tinha bebido uns “copitos” e estava um pouco “possuído”, achando que Slater era outra pessoa e que lhe tinha roubado a namorada, o que deu origem a algumas ameaças (podes ler a história completa deste acontecimento na página 66 da ONFIRE #63). Slater acabou por desligar o telefone e dominou quase o heat todo contra Tiago Pires, em esquerdas tubulares de dois metros em Uluwatu. Ambos tinha notas altas, mas Slater tinha as duas melhores e perto do fim tinha a prioridade e a liderança. Até que Saca “vendeu” ao líder do circuito uma onda má, fazendo-o perder a prioridade. Logo atrás vinha uma das melhores ondas do dia e Tiago deu um longo tubo, garantindo uma vitória confortável.</p>
<p>Esta etapa pode ser considerada como um ponto de viragem pois, depois de derrotar o melhor surfista de todos os tempos, Saca só parou nas meias finais, terminando em 3º lugar.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Indonesia- Rip Curl Pro Search (4 of 4)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/Vl0Gzk0smmI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>2009</strong></p>
<p><strong>&#8211; Hurley Pro Trestles – Round 2 VS Jordy Smith</strong></p>
<p>Não foi um resultado tão sonante quanto os anteriores, pois Saca terminou em 17º lugar. Mas no seu heat do round 2 derrotou um dos grandes favoritos à vitória esta etapa,<strong> Jordy Smith</strong>. O mar estava pequeno e a direita de Trestles quebrava com pouca força, o que fez com que as esquerdas fossem mais procuradas. Com o seu “backside attack” muito afiado, Tiago foi construindo uma liderança sólida em cima do Sul Africano. Smith tentou de tudo e soltou os seus truques todos numa das últimas ondas, mas não seria suficiente para derrotar as violentas pauladas de Pires, e a sua presença neste campeonato terminou num 33º lugar. Este foi um dos “escalpes” mais impressionantes do português que no futuro iria juntar outros nomes “de ponta”, como Dane Reynolds, John John Florence e Gabriel Medina à sua lista.</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=r6VprQUf2qs</p>
<p>Mais heats marcantes de Tiago Pires brevemente <a href="https://www.onfiresurfmag.com" target="_blank">no teu site preferido</a>!</p>
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