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	<title>Exclusivos &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Novos patrocínios, despedimentos, renovações e especulações &#124; Abril26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:48:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[13 contratações, 1 renovação e 1 despedimento...]]></description>
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<p>O que normalmente acontece no final do ano, em 2026 parece ter passado para a transição entre o primeiro e segundo semestre. Fica com as novidades de Março e Abril&#8230;</p>



<p><strong>Entre os surfistas do Championship Tour:</strong><br><strong>Alan Cleland Jr.</strong> mudou de marca de óculos, da Oakley para a<strong> Goodr</strong>. Um dos rookies menos conhecidos a entrar no CT nos últimos anos, <strong>Oscar Berry</strong>, assinou com a <strong>DC Shoes</strong>, apenas calçado. <strong>Jack Robinson</strong> oficializou a sua entrada na <strong>JS Industries</strong> enquanto que <strong>Yago Dora</strong> e <strong>Mateus Herdy</strong> asseguraram mais alguns patrocínios secundários, Dora com a marca de sumos <strong>The Natural One</strong> e Herdy a <strong>Cerveja Praya</strong>. Já <strong>Tyler Wright </strong>deixou de ter o autocolante da <strong>Rip Curl</strong> na prancha pela primeira vez desde os seus 11 anos. Depois de 21 dos seus 32 anos de vida como team rider desta marca, não houve o clássico post de instagram com fotos antigas e recentes a agradecer a colaboração. Ao que consta, a marca simplesmente não fez uma proposta para renovar, focando-se mais nos restantes patrocinados mais novos da elite do surf mundial. Por sua vez <strong>Gabriel Medina </strong>continua sem o bico da prancha ocupado. Durante um evento numa piscina de ondas o actual líder do ranking mundial usou o autocolante da <strong>UVV ON — Universidade Vila Velha</strong> mas foi um &#8220;deal&#8221; temporário que não durou até ao primeiro campeonato no mar. Será que haverá mais acordos &#8220;influencer style&#8221; pela frente? Medina usou fatos <strong>Quiksilver</strong> e mesmo alguma roupa durante as primeira duas etapas da perna australiana, mas ainda não se fala em negociações até porque o 3x campeão mundial é provavelmente o surfista mais caro de patrocinar no momento e a Quik está bem carregada de talento no tour. Em relação a pranchas, Gabe levou para a Austrália um quiver de <strong>Cabianca</strong>s e um de <strong>Channel Islands</strong>. Em Bells Beach andou a alternar entre as duas marcas, mas no fim acabou por competir o que o tem levado ao sucesso ao longo dos anos, as shapes de Cabianca. Será uma estratégia de marketing desenvolvida pelo próprio surfista para destacar o shaper que o acompanhou quase desde o início da sua carreira?</p>



<p><strong>Em Portugal:</strong><br><strong>Bruno &#8220;Bubas&#8221; Amado</strong> juntou-se à equipa <strong>Oakley</strong>, apenas na categoria de óculos enquanto que a <strong>Polen Surfboards</strong> juntou dois grandes talentos à sua equipa, <strong>Zé Maria Antunes</strong> e <strong>Erica Máximo</strong>.</p>



<p><strong>Pelo resto da Europa:</strong><br>A bombinha britânica <strong>Lukas Skinner</strong> renovou o seu contrato com a <strong>Rip Curl</strong> por mais três anos e <strong>Andy Criere</strong> juntou-se à <strong>Adidas</strong>, mas apenas no departamento de calçado. O francês <strong>Nicolas Paulet</strong> saiu da Hurley no início do ano e entretanto passou para a <strong>Oxbow</strong>.</p>



<p><strong>No resto do mundo:</strong><br>Uma das grandes surpresas foi a entrada de<strong> Luke Lopez </strong>na <strong>Billabong</strong>. Seria de pensar que o filho do mítico Cory Lopez, que está <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na O&#8217;Neill há mais de 30 anos</a>, também fosse fazer carreira nessa marca mas no fim de 2025 saiu, anunciando agora a nova contratação. O jovem <em>aussie</em> <strong>Winter Vincent</strong> trocou as pranchas Lost pelas <strong>Sharp Eye</strong>, enquanto que <strong>Asher Pacey</strong> é o primeiro surfista a sair oficialmente da recém chegada ao mercado <strong>Tenore</strong>, mas consta que mais se seguirão. Para terminar outro australiano, <strong>Sheldon Simkus</strong> aderiu ao &#8220;modo Kelly Slater&#8221;, tendo assinado com a <strong>Slater Designs</strong>/<strong>Firewire</strong> e com a <strong>Outerknown</strong>.</p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



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<p><br></p>
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		<title>ONFIRE #4 &#124; A edição que quase acabou com a revista no seu primeiro ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 18:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Ceitil]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 4]]></category>
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					<description><![CDATA[Julho/Agosto de 2003]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já com três revistas &#8220;cá fora&#8221; antes desta e com novos desafios sempre a aparecer, a edição #4 veio com uma das maiores &#8220;rasteiras&#8221; que apanhámos durante os anos de existência da ONFIRE.</p>
<p>Este primeiro ano foi claramente o mais difícil, por diversas razões. Se por um lado a ONFIRE rapidamente encontrou o seu lugar no mercado, por outro ainda não estava claro se o projecto era viável de um ponto de vista financeiro. A periodicidade, bimestral, tinha sido pensada para garantir a qualidade do produto, mas fazia com que gerasse receita apenas a cada dois meses e muitas despesas fixas eram mensais. Para sobreviver nos primeiros anos os sócios fundadores/trabalhadores não foram pagos, entrando num ciclo onde praticamente se teve que pagar para trabalhar. Da parte dos anunciantes via-se uma boa adesão mas, mesmo cortando nos “escravos de serviço”, ainda era “resvés campo de Ourique” todos os meses para pagar as contas.</p>
<p>Mais complexo ainda eram os problemas que se viviam nos bastidores, entre o staff. Havia uma divisão entre os 4 membros, com opiniões a divergir na direcção editorial do projecto, uma fase vivida com grandes discussões e um mau ambiente que ultrapassou o mundo profissional e para sempre prejudicou amizades de muitos anos. Na fase final desta edição a grande discussão era a capa, com um membro a fazer um duríssimo lobby para uma imagem de João Alexandre “Dapin”, que acabou por entrar em destaque dentro da revista, e a sequência de Nuno Telmo, fotografada por Miguel Ceitil, que acabou por vencer esta disputa por ter sido aprovada pelos outros três membros. Alguma má vontade fez com que a capa ficasse aquém do seu verdadeiro potencial, mas não houve cedências. Estas disputas chegariam ao fim na edição seguinte.</p>
<p>As situações acima mencionadas fizeram com que o projecto parecesse estar sempre a sobreviver por um fio, que poderia quebrar a qualquer momento. Foi aí que aconteceu um dos pontos mais baixos da história da revista. Devido às discussões referidas no parágrafo acima, a revista foi entregue tarde na gráfica, entrando num<em> timing</em> de muito “tráfego” na mesma, o que fez com que a entrasse numa fila de vários dias para começar a ser impressa. Quando finalmente passou essa fase, entrou no acabamento mas, além de também ter várias publicações à frente, grande parte dos trabalhadores desse departamento estavam de férias. Cedendo à nossa pressão, os responsáveis da gráfica subcontrataram outra empresa o trabalho de montar e colar a revista e esses, por sua vez, por problemas de calibração, não colaram bem as páginas.</p>
<p>Resultado, 99% das revistas depois de abertas soltavam as páginas. Este problema ficou bem visível quando os primeiros exemplares chegaram ao nosso maior anunciante, que ficou com as páginas dos seus anúncios nas mãos na primeira folheada. De repente começou a chegar o feedback de amigos, familiares e leitores que o problema era geral e nessa fase já não havia nada a fazer. Parecia ser o fim do projecto, tudo nessa edição cuja semana de lançamento coincidiu com uma das maiores ondas de calor dos últimos anos. Vários membros do staff passaram noites de pouco sono, cada vez com mais dúvidas se o sonho de viver deste projecto seria possível. Foram semanas duras, mas em vez de aceitar a derrota, decidimos enfrentar as criticas e lançar mais edições, para apagar a má memória da “edição” destacável.</p>
<p>E o que é certo é que o desafio foi superado e sobrevivemos para lutar mais uns anos&#8230;</p>
<p><strong>Capa:</strong><br />
Nuno Telmo fotografado por Miguel Ceitil<br />
<strong>Data de lançamento:</strong><br />
Julho/Agosto de 2003<br />
<strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br />
Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, Oakley, Eastpak, O&#8217;Neill, Sanuk, BoardCulture, Globe e O’Neill.<br />
<strong>Surfistas que apareceram:</strong><br />
Nuno Telmo, Dapin, Bizuka, Kepa Acero, Gony Zubizarreta, Pablo Guiterrez, &#8220;Gui&#8221; Pimentão, Sérgio Leote, Heath Walker, Mick Campbell, Vitor Ribas, Pedro Soares, José Gregório, Mica Lourenço, Serena Brooks, Melanie Bartels, Sofia Mulanovich, Rochelle Ballard, Heather Clark, Vanessa Monteiro, Zé Seabra, Rodrigo Herédia, Guga Gouveia, David Luís, Nuno Silva, Ruben Gonzalez, Rasta, Jorge Cação, Kelly Slater, Taj Burrow, Andy Irons, Luke Stedman e Cory Lopez.</p>
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		<title>ONFIRE Surf #3</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 20:40:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 3]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio/Junho de 2003]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p><strong>Na capa:</strong><br>Como estragar totalmente uma boa fotografia? Fácil, mete um grafismo feio em cima e uma frase sem lógica e já está. &#8220;Quanto mais boas melhor?&#8221; Ainda hoje não percebemos a razão e só passou porque a conjuntura interna na altura era, no mínimo, complexa. Pedimos desculpa Ricardo Bravo (fotógrafo) e Edgar Nozes (surfista). Esperamos ter-nos redimido mais tarde.</p>



<p>Mas se por um lado a capa era medonha, o conteúdo foi provavelmente o melhor das três primeiras edições. O artigo “<a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-25-mais-influentes-o-primeiro-artigo-polemico-da-onfire/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/os-25-mais-influentes-o-primeiro-artigo-polemico-da-onfire/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Os 25 mais influentes</a>” foi polémico mas de uma forma geral muito positivo. Além disso houve uma surftrip à Madeira e um artigo de fundo, &#8220;Vidas&#8221; com o mítico Nuno Jonet. <br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Maio/Junho de 2003<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lakai, Von Zipper, Oakley, Roxy,  Globe e O’Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Edgar Nozes, Gony Zubizarreta, Ivo Santos, Miguel Veterano, Xaninho, CJ Hobgood, Zé Seabra, Dapin, Patrícia Lopes, Rodrigo Herédia, João Antunes, Marcos Anastácio, José Gregório, Tiago Pires, Justin Mujica, Lisa Andersen, Mariana Canelas, Vanessa Monteiro, Zuzia Stroyonowski, Joana Rocha, Ema Graham, Nuno &#8220;Strutura&#8221;, Miguel Fortes, Pedro Monteiro, Jamie O&#8217;Brien, Jó Bento, Marlon Lipke, António Silva, André Pedroso, João Guedes, Francisco Rodrigues, Damien Hobgood, Kelly Slater, Taj Burrow, Mick Fanning, Fred Robin, David Luis, David Raimundo, Patrick Beven e Pablo Guiterrez.</p>
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		<title>Junta-te à Liga OF x Board Exchange no Fantasy Surfer da WSL e habilita-te a ganhar prémios</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/junta-te-a-liga-of-x-board-exchange-no-fantasy-surfer-da-wsl-e-habilita-te-a-ganhar-premios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[BoardExchange]]></category>
		<category><![CDATA[Fantasy Surfer]]></category>
		<category><![CDATA[OF x Board Exchange]]></category>
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					<description><![CDATA[ONFIRE Surf e Board Exchange apresentam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A primeira etapa do Championship Tour está quase a arrancar e está na hora de escolheres a tua equipa mostrares os teus conhecimentos de surf ao mundo.</p>



<p>Para quem não sabe, o Fantasy Surfer é um concurso organizado pela própria WSL em que tu podes escolher uma equipa entre os surfistas do CT e vais pontuando consoante os resultados de quem escolheste. Além disso poderás competir contra todos os outros participantes, apenas precisas de te juntar a uma das Ligas dentro do Fantasy Surfer.</p>



<p>E se quiseres competir contra os teus amigos e habilitares-te a ganhar prémios, apenas tens que te juntar à Liga OF x <a href="https://boardexchange.pt/collections/surfboards" data-type="link" data-id="https://boardexchange.pt/collections/surfboards" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BoardExchange</a>. É lá que estarão grande parte dos &#8220;conhecedores&#8221; de surf de Portugal e da Europa e para te juntares apenas precisas de seguir os seguintes passos:</p>



<p><br><strong>1</strong> &#8211; (Depois dos respectivos logins) Seleciona <a href="http://worldsurfleague.com/fantasy" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fantasy Surfer na página da WSL</a> e escolhe a tua equipa;<br><strong>2</strong> &#8211; Carregar neste link <a href="https://fantasy.worldsurfleague.com/fantasy/leagues?leagueCode=IHQ71KW0" data-type="link" data-id="https://fantasy.worldsurfleague.com/fantasy/leagues?leagueCode=IHQ71KW0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OF x Board Exchange</a> e colocar o seguinte código: IHQ71KW0 ;<br><strong>3 </strong>&#8211; A partir deste momento estás dentro da Liga que a ONFIRE e a <a href="https://boardexchange.pt/collections/surfboards" data-type="link" data-id="https://boardexchange.pt/collections/surfboards" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BoardExchange.pt</a> criaram e é só jogar;</p>



<p>Para estares apto ao prémio do final do circuito terás que integrar na Liga <a href="https://fantasy.worldsurfleague.com/fantasy/leagues?leagueCode=IHQ71KW0" data-type="link" data-id="https://fantasy.worldsurfleague.com/fantasy/leagues?leagueCode=IHQ71KW0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">OF x Board Exchange</a> até ao último heat da sexta etapa do circuito, o VIVO Rio Pro, que se realiza em Junho de 2026.</p>



<p>Fica a saber mais sobre os prémios e o regulamente neste <strong><a href="https://boardexchange.pt/blogs/news/onfire-surf-x-boardexchange-pt-fantasy-wsl" data-type="link" data-id="https://boardexchange.pt/blogs/news/onfire-surf-x-boardexchange-pt-fantasy-wsl" target="_blank" rel="noreferrer noopener">LINK</a></strong>&#8230;</p>
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		<title>ONFIRE Surf #2 &#124; The show must go on</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-surf-2-the-show-must-go-on/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Mar 2026 18:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 2]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Março/Abril de 2003]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Enquanto que a primeira edição teve um ano em desenvolvimento, a segunda teve pouco mais de um mês para ser produzida. O staff ainda era “verdinho”, os principais fotógrafos do país ainda não acreditam muito no projecto e enviaram pouco mais que as sobras e o resultado foi uma revista mais fraca em termos de coerência e qualidade que a anterior. </p>



<p>Mas o feedback do publico e marcas foi positivo, e o projecto, apesar de ainda estar a precisar de amadurecer, sobreviveu a esta prova de fogo.</p>



<p><strong>Na capa:</strong><br>Ruben Gonzalez, fotografado por Miguel Ceitil, nos Coxos. Apesar de ter sido aprovada por unanimidade pelo staff da ONFIRE, a capa da segunda edição não teve o impacto que se esperava tanto pelo público como pelos intervenientes (Ruben Gonzalez e Miguel Ceitil), acabando por ser a última neste estilo “alternativo”.<br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Março/Abril de 2003</p>



<p><strong>Conteúdo principal: </strong><br>Vidas com Justin Mujica.<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lakai, Von Zipper, O’Neill, Globe.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br> Pedro Monteiro “Pecas”, Nuno Telmo, Aécio Flávio, Nuno Silva, Pedro Barbudo, Pablo Solar, Gonçalo Bandeira, Keala Kennely, Teresa Abraços, Roger Ramirez, Brad Gerlach, Wayne Rabitt Bartholomew, Rigoberto Borges, André Gautier, António Veiga, João Guedes, Abdel El Harim, David Raimundo, João Macedo, José Gregório e Paulo Lages.<br></p>
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		<item>
		<title>Algumas pérolas da ONFIRE Surf #1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/algumas-perolas-da-onfire-surf-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 09:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[As previsões do mestre Vi D’Enth]]></category>
		<category><![CDATA[Cruzadex]]></category>
		<category><![CDATA[HotNights]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 01]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Vidas]]></category>
		<category><![CDATA[Xpression]]></category>
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					<description><![CDATA[Janeiro de 2003...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira edição da ONFIRE, lançada em Janeiro de 2003, surgiu como uma autêntica lufada de ar fresco no mercado português, uma revista que apresentava uma visão mais moderna a um público que, na sua grande maioria, recebeu muito bem o novo projeto.</p>
<p>Era, no entanto, produto de uma equipa com pouca experiência no mundo editorial, mas que tentava compensar com muito “sal nas veias”. Altamente influenciada por revistas como a Transworld Surf, a ONFIRE tinha como principal objetivo entreter os seus leitores com uma boa dose de artigos de leitura fácil, com alto valor de entretenimento.</p>
<p>Olhando para trás o que é certo é que a primeira revista foi quase uma edição de teste, onde lançamos várias rubricas diferentes e colhemos <em>feedback</em> do público para perceber a sua aceitação e a direção a seguir. Algumas tiveram sucesso, outras não tanto. Fica a conhecer (ou relembra) alguns dos artigos da ONFIRE #1 que mais sucesso tiveram entre os leitores&#8230;</p>
<p><strong>Xpression</strong></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59070" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/1.jpg" alt="" width="728" height="971" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/1.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/1-132x176.jpg 132w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/1-321x428.jpg 321w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>Várias páginas duplas de ação e pouca conversa receberam os leitores da primeira à última edição da ONFIRE. O feedback foi sempre positivo já que juntava muitas das melhores imagens de toda a revista com um design muito simples.</p>
<p><strong>Cruzadex</strong></p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59071" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/2.jpg" alt="" width="728" height="952" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/2.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/2-135x176.jpg 135w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/2-327x428.jpg 327w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>Palavras cruzadas de surf. A única queixa que recebemos deste artigo foi o fato de ser de dificuldade elevada. As soluções, invertidas no fim da página, não tinham as respostas, apenas debochavam com o público mas foi uma rúbrica muito bem sucedida que teve lugar durante várias edições.</p>
<p><strong>Oráculo – As previsões do mestre Vi D’Enth</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59072" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3.jpg" alt="" width="728" height="954" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3-134x176.jpg 134w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3-327x428.jpg 327w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59073" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3a.jpg" alt="" width="728" height="447" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3a.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3a-287x176.jpg 287w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/3a-697x428.jpg 697w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>Talvez o artigo mais bem sucedido da primeira edição. As previsões deste grande mestre mantiveram-se fixas durante vários anos e por uma boa razão. Vi D’Enth não era o típico astrólogo e quase ninguém estava a salvo das suas duras previsões&#8230;</p>
<p><strong>Vidas</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59074" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/4.jpg" alt="" width="728" height="470" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/4.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/4-273x176.jpg 273w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/4-663x428.jpg 663w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>Vidas, para os surfistas com mais historial, e Spotlight, para quem estava em ascensão ou no topo da sua carreira como surfista profissional, foi o artigo de fundo que não falhou da primeira à última edição. Para começar entrevistamos um relutante André Pedroso, um dos maiores talentos de uma geração que tinha abandonado o surf profissional muito cedo. Apesar da direção um pouco “lamechas” que o staff da ONFIRE deu a este artigo, o feedback foi muito positivo.</p>
<p><strong>HotNights</strong></p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-59075" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/5.jpg" alt="" width="728" height="951" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/5.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/5-135x176.jpg 135w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2021/02/5-328x428.jpg 328w" sizes="auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px" /></p>
<p>Um artigo que tinha tudo a ver com o estilo da revista, tornando-se de imediato obrigatório. Numa época em que festas não faltavam no meio do surf, a ONFIRE estava sempre presente e durante vários anos este artigo não falhava. Mais tarde houve ameaças de processos em tribunal devido a este artigo, o que acabou por o afastar permanentemente das páginas da revista.</p>
<p>Surfista da capa &#8211; Marcelino Barros &#8220;Bizuka&#8221;<br />
Fotógrafo &#8211; Hugo Valente (co-fundador da ONFIRE)<br />
Local &#8211; Carcavelos<br />
Data de lançamento &#8211; Janeiro/Fevereiro de 2003</p>
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		<title>Novos patrocínios, despedimentos, renovações e especulações &#124; Fev26</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/novos-patrocinios-despedimentos-renovacoes-e-especulacoes-fev26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 10:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado está a mexer pouco, mas ainda mexe. Fica a saber quais são as novidades recentes no mundo dos patrocínios de surf. Na categoria especulação, está Gabriel Medina e Jack Robinson. Como comunicámos anteriormente, Medina tem sido visto a surfar de Channel Islands e Britt Merrick quer um campeão mundial na sua equipa. Mas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O mercado está a mexer pouco, mas ainda mexe. Fica a saber quais são as novidades recentes no mundo dos patrocínios de surf.</p>



<p>Na categoria especulação, está <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Jack Robinson</strong>. Como comunicámos anteriormente, Medina<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/estara-gabriel-medina-em-vias-de-assinar-com-a-channel-islands/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/estara-gabriel-medina-em-vias-de-assinar-com-a-channel-islands/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> tem sido visto a surfar de <strong>Channel Islands</strong> </a>e Britt Merrick quer um campeão mundial na sua equipa. Mas o que é certo é que, como todos os outros, Gabriel de vez em quando experimenta outras pranchas, como Tokoro, Lost e CI, mas foi de <strong>Cabianca</strong> <strong>Surfboards</strong> que conquistou os seus títulos. E quando a fórmula é bem sucedida, porquê mudar? Veremos ao certo quando o Championship Tour começar, ou mais cedo. Já Robinson tem sido visto a surfar de <strong>JS</strong>. Jack teve relações duradouras e de grande sucesso com a Sharp Eye e Arakawa, mas será que está em vias de andar de &#8220;trator&#8221; a tempo inteiro? Ainda não temos <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/maria-salgado-sem-autocolante-no-bico-da-prancha-pausa-estrategica-ou-novo-capitulo-a-caminho/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/maria-salgado-sem-autocolante-no-bico-da-prancha-pausa-estrategica-ou-novo-capitulo-a-caminho/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">novidades sobre <strong>Maria Salgado</strong></a>, mas tem sido vista a surfar de fato Billabong. Será a sua nova equipa?</p>



<p>Entre os surfistas do Championship Tour a grande bomba é a &#8220;transferência&#8221; do <em>aussie</em> japonês <strong>Connor O&#8217;Leary</strong> que, depois de alguns anos na <strong>Hurley</strong>, saiu para se juntar à <strong>Afends</strong>, uma marca mais pequena mas que tem crescido bastante nos últimos anos. O Indonésio <strong>Rio Waida</strong>, por sua vez, está bem contente na <strong>Quiksilver</strong>, tendo renovado o seu contrato por mais alguns anos.</p>



<p>Ainda no plano internacional, <strong>Eli Olson</strong> anunciou a sua saída da <strong>O&#8217;Neill</strong>, ao fim de 13 anos na marca, para comunicar logo de seguida o seu novo patrocinador, a marca australiana <strong>The Mad Hueyes</strong>.</p>



<p>Já em Portugal a longboarder <strong>Raquel Bento</strong> juntou-se à marca de cremes protectores, <strong>Suntribe</strong>, e <strong>Núria Maganinho</strong> passou a fazer parte do <strong>Sporting Clube Portugal</strong>.</p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="CONNER O&#039;LEARY  X  AFENDS" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/u-O3FGny3io?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>Surfistas do Championship Tour protestam as novas regras de qualificação para os Jogos Olímpicos&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/surfistas-do-championship-tour-protestam-as-novas-regras-de-qualificacao-para-os-jogos-olimpicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Feb 2026 13:46:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Jogos Olimpicos]]></category>
		<category><![CDATA[Los Angels 2028]]></category>
		<category><![CDATA[Polémica]]></category>
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					<description><![CDATA[Los Angels 2028]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A qualificação da nossa modalidade para os Jogos Olímpicos sempre gerou alguma polémica, sobretudo devido ao papel que a International Surfing Association tem no processo.</p>



<p>Para quem não sabe, a ISA é uma organização que existe desde os anos 80 e sempre foi o “braço” representativo do surf competitivo não profissional, focado principalmente em provas de selecções. À frente desta organização está uma personagem bastante “colorida”, o argentino <strong>Fernando Aguerre</strong>, um dos fundadores da marca Reef que &#8220;durante décadas, teve como missão transformar o surf num desporto olímpico, algo que acabou por se concretizar em Tóquio 2020 (realizado em 2021).</p>



<p>Se por um lado o formato de competição da ISA encaixa melhor no conceito dos Jogos Olímpicos, por outro, os melhores surfistas do mundo competem na WSL. Isso levou a um “casamento forçado” entre as duas entidades na qualificação para este evento. Pelo meio houve vários &#8220;tiros ao lado&#8221; e alguns surfistas decidiram <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/polemica-no-isa-wsg-de-el-salvador/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/polemica-no-isa-wsg-de-el-salvador/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retaliar à sua maneira</a>. Foi o caso de nomes como <strong>Gabriel Medina</strong>, <strong>Carissa Moore</strong>, <strong>Caroline Marks</strong> e <strong>Tatiana Weston-Webb</strong>, que foram obrigados a competir no Surf City El Salvador ISA World Surfing Games em 2021 para manterem as suas vagas. Todos eles dominaram os heats do round 1 e simplesmente não apareceram no round 2, numa espécie de protesto não oficial.</p>



<p>Para os Jogos Olímpicos de Los Angeles (2028), as regras <a href="https://www.instagram.com/reel/DU_Th1Sj9Er/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/reel/DU_Th1Sj9Er/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">são as seguintes</a>:<br>&#8211; 24 homens e 24 mulheres irão participar no evento, com o máximo de 3 atletas por sexo;<br>&#8211; Os top5 surfistas do Championship Tour a meio de Julho, ou seja, depois do Surf City El Salvador Pro, qualificam-se para os JO;<br>&#8211; 10 vagas serão atribuídas no evento da ISA de 2028, apenas uma por sexo;<br>&#8211; Haverá as &#8220;vagas continentais&#8221;, uma por sexo, que serão atribuídas nos seguintes eventos da ISA: Asian Games (2026), Pan American Games (2027), European Surfing Games (2027), e as vagas para o continente Africano e Oceânia serão atribuídas no ISA World Surfing Games de 2027;<br>&#8211; WSG de 2026 e 2027, haverá uma vaga por sexo para o comité olímpico nacional;<br>&#8211; Vagas &#8220;Universatily&#8221;. Haverá uma vaga por género para países que tiveram menos do 8 participantes nos JO anteriores;<br>&#8211; O país anfitrião terá uma vaga por sexo, se não tiveram qualificados pelos eventos acima referidos;</p>



<p>Este sistema acaba por prejudicar os surfistas do Championship Tour, que de imediato protestaram nas redes sociais.</p>



<p>&#8220;<em>Desrespeito total pela forma como vocês trataram disto, é mesmo triste para o nosso desporto e para as próximas gerações de surfistas.</em>&#8221; <strong>&#8211; Yago Dora.</strong></p>



<p>&#8220;<em>Discordo completamente deste sistema de qualificação. O sistema nas últimas duas Olimpíadas funcionou perfeitamente. Ter 10 surfistas do World Tour da WSL era a melhor forma de garantir que os melhores surfistas do mundo iam aos Jogos Olímpicos. Agora o campeão mundial da WSL em 2027 nem sequer tem presença garantida nos Jogos. Para que fique claro: em nome dos surfistas da WSL, tentámos falar com a ISA para encontrar a melhor solução para toda a gente, mas a ISA não mostrou abertura para trabalhar com os surfistas da WSL. Não acho que este seja o caminho para evoluirmos e tornarmos o nosso desporto melhor — não só para a nossa geração, mas também para as próximas.</em>&#8221; <strong>&#8211; Leonardo Fioravanti.</strong></p>



<p>&#8220;<em>A consistência ao mais alto nível é o que define o surf de competição. O Championship Tour da WSL é onde isso realmente acontece, e o caminho de qualificação para os Jogos Olímpicos devia refletir isso muito mais.</em>&#8221; <strong>&#8211; Erin Brooks.</strong></p>



<p>&#8220;<em>Uau! E o pior de tudo é a forma como vocês conduziram toda esta situação!</em>&#8221; <strong>&#8211; Filipe Toledo.</strong></p>



<p><em>&#8220;Que desilusão ver isto. Um desrespeito total pelos surfistas da WSL. Gostava que tivessem falado connosco antes de tomarem esta decisão, até porque tentámos reunir convosco várias vezes e vocês cancelaram. Foram tratar disto pelas nossas costas e não deixaram uma linha de comunicação aberta com os surfistas cujas vidas são afetadas por isto. Isto é muito mau para os surfistas e para o desporto</em>.&#8221; <strong>&#8211; Lakey Petterson.</strong></p>



<p>&#8220;<em>Desde muito nova que trabalho sem parar para alcançar um dos meus maiores sonhos: qualificar-me para o CT e competir na WSL ao mais alto nível do nosso desporto. Hoje anunciaram um sistema de qualificação que não sinto que esteja alinhado com os atletas. Decisões que moldam as nossas carreiras e o nosso futuro nunca deviam ser tomadas sem uma consideração genuína pela voz e pelo bem-estar dos atletas. Competir nos Jogos Olímpicos também é um sonho meu. No entanto, isso não pode acontecer à custa da justiça, da transparência ou da integridade do desporto. O caminho para os Jogos tem de apoiar o desempenho, a saúde dos atletas e o desenvolvimento a longo prazo — não pode ser guiado principalmente por política ou controlo estrutural. O surf foi construído com base na paixão, na liberdade e no respeito por quem dedica a vida a aperfeiçoá-lo. Acredito mesmo que o desporto tem de continuar centrado nos atletas e naquilo que nos permite dar o nosso melhor ao mais alto nível. Peço, com todo o respeito, mais diálogo, mais clareza e uma verdadeira colaboração com os atletas cujas carreiras são diretamente afetadas por estas decisões.</em>&#8221; <strong>&#8211; Tya Zebrowski.</strong></p>



<p>Além dos <a href="https://www.instagram.com/p/DVA6zCaD-e9/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DVA6zCaD-e9/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">surfistas do CT</a>, muitos outros nomes da indústria e mesmo do público têm a mesma opinião, com apenas uma minoria, <a href="https://www.instagram.com/p/DU_oT-ODEos/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DU_oT-ODEos/?utm_source=ig_web_copy_link&amp;igsh=NTc4MTIwNjQ2YQ==" target="_blank" rel="noreferrer noopener">entre eles a nossa FPS</a>, a defender a decisão da ISA. Algo nos diz que isto não ficará por aqui. Mais novidades em breve&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="The 20 BEST Waves of Paris 2024! | Men&#039;s Surfing" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/x0A9rd-hVvo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p><br></p>
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		<title>Estará Gabriel Medina em vias de assinar com a Channel Islands?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/estara-gabriel-medina-em-vias-de-assinar-com-a-channel-islands/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 23:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Britt Merrick]]></category>
		<category><![CDATA[Channel Islands]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Medina]]></category>
		<category><![CDATA[Johnny Cabianca]]></category>
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					<description><![CDATA[Onde há fumo, há fogo?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A relação entre surfistas profissionais e shapers nem sempre é baseada na “fidelidade”. São poucos os que surfam exclusivamente com uma marca durante toda a carreira e, mesmo os que se mantêm na mesma marca durante longos períodos vão testando pranchas de outros shapers.</p>



<p>Algumas das relações mais longas foram as de <strong>Kelly Slater </strong>com a Channel Islands/<strong>Al Merrick</strong>, bem como as de <strong>Mick Fanning </strong>e <strong>Stephanie Gilmore</strong> com a <strong>DHD</strong>. Ainda assim, Kelly ocasionalmente usava pranchas de Simon Anderson, principalmente em Jeffreys Bay e Fanning recorria a <strong><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/matt-biolos-fala-sobre-portugal-a-sua-equipa-e-mais-entrevistaa/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/matt-biolos-fala-sobre-portugal-a-sua-equipa-e-mais-entrevistaa/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Matt Biolos</a></strong> quando andava pela Califórnia.</p>



<p>Mais recentemente temos os casos de <strong>John John Florence</strong>, <strong>Filipe Toledo</strong> e <strong>Gabriel Medina</strong>. Florence surfa com a Pyzel desde muito novo, tendo usado na adolescência algumas Lost (de Matt Biolos), mas nunca se afastou muito dos “foguetes” de Jon Pyzel, sendo atualmente sócio da <strong>Pyzel Surfboards</strong>. Também Toledo, que ajudou a lançar as <strong>Sharp Eye</strong> de Marcio Zouvi para a “estratosfera”, acabou por se tornar sócio da marca.</p>



<p><strong>Gabriel Medina</strong> está numa posição diferente em relação a JJ e Filipe. O tricampeão do mundo teve uma prancha de <strong><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/entrevista-com-johnny-cabianca-shaper-do-surfista-numero-1-do-mundo/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/entrevista-com-johnny-cabianca-shaper-do-surfista-numero-1-do-mundo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">J</a><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/entrevista-com-johnny-cabianca-shaper-do-surfista-numero-1-do-mundo/" data-type="page" data-id="21458" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ohnny Cabianca</a></strong> aos quatro anos e os dois reencontraram-se cerca de dez anos mais tarde, na Europa. Gabriel recebeu algumas pranchas de Cabianca, que na altura era shaper da <strong>Pukas</strong>, e a sua carreira explodiu a partir daí. Medina nunca mais largou os shapes de Cabianca e seguiu-o (para fora da Pukas) quando este criou a sua própria marca, a <strong>Cabianca Surfboards</strong>.</p>



<p>Três títulos mundiais depois, Medina faz um muito aguardado regresso ao Championship Tour, sendo desde já um dos grandes favoritos ao título. No entanto, algo está diferente. Além de não ter <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-que-as-recentes-mudancas-de-patrocinios-dizem-sobre-o-actual-estado-da-industria-do-surf/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-que-as-recentes-mudancas-de-patrocinios-dizem-sobre-o-actual-estado-da-industria-do-surf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">autocolante no bico da prancha</a>, Medina tem sido visto a surfar com <strong>Channel Islands</strong>.</p>



<p>Num vídeo recente da série <em>Stab in the Dark</em>, <strong><a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/shaper-talk-britt-merrick-fala-sobre-portugal-stab-in-the-dark-e-mais/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/shaper-talk-britt-merrick-fala-sobre-portugal-stab-in-the-dark-e-mais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Britt Merrick</a></strong>, filho do mítico Al Merrick — provavelmente o melhor shaper de todos os tempos — comentou que, apesar de ter vencido este evento por três vezes, deseja muito conquistar um título mundial. E mesmo com uma equipa muito forte no Championship Tour, não tem um candidato verdadeiramente sólido ao título. É aí que entra o brasileiro, que pode ser a sua melhor hipótese de concretizar esse objetivo.</p>



<p>Por outro lado, Medina e o seu “mentor” e padrasto, Charles, mostram uma ligação muito forte a Johnny Cabianca — e, claro, um longo historial de sucesso. No entanto, o que é certo é que, apesar de continuar a aparecer regularmente com Cabianca nos pés, tem surgido cada vez mais com CI.</p>



<p>Muda ou fica? Descobriremos em breve…</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Gabriel Medina with the highest wave score in Olympic history &#x2728;&#x1f3c4;&#x200d;&#x2642;| Paris Champions" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/VC8CqkNyZpI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>8 acontecimentos chocantes da década passada</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/8-acontecimentos-chocantes-da-decada-passada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:37:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Andy Irons]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades Surfisticas]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha Reunião]]></category>
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		<category><![CDATA[Nike]]></category>
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		<category><![CDATA[ricardo dos santos]]></category>
		<category><![CDATA[Shark]]></category>
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					<description><![CDATA[Curiosidades surfisticas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por ordem&#8230;</p>
<p><strong>Novembro de 2010<br />
A morte de Andy Irons&#8230;</strong><br />
AI não foi o primeiro surfista profissional a falecer mas foi certamente o mais conhecido e o que mais perto estava do seu auge. Caiu como uma &#8220;bomba&#8221; a notícia que o 3x campeão mundial tinha partido sozinho num quarto de hotel em Dallas, Texas, a semanas do nascimento do seu filho Axel. A sua morte marcou para sempre a comunidade do surf e a sua história completa foi contada no documentário “Kissed by God”.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="LOST.TV - BEST OF ANDY IRONS" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/8nz-XX2qpRw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Novembro de 2012<br />
Nike abandona a indústria do surf&#8230;</strong><br />
O gigante do calçado norte-americano, Nike, entrou no surf em grande com o patrocínio de eventos e de uma equipa fortíssima. Tanto no surf feminino como masculino, a Nike andava atrás dos melhores e patrocinou muitos deles, alguns com calçado e outros a 100%. Até que, algures em 2012, se chegou à conclusão que o investimento não estava a ter os resultados esperados e de um momento para a outro a marca abandonou o surf. Felizmente o grupo tinha no portefólio a Hurley e tratou de transferir a equipa para essa marca, que automaticamente ficou com o melhor <em>team</em> do planeta. Entretanto o número de patrocinados foi diminuindo gradualmente mas a verdadeira consequência desta saída foi a mensagem que uma das maiores marcas do planeta tinha deixado de ver potencial no surf. Outras a seguiram, como a Analog, no ano seguinte e depois a FOX, ambas marcas que continuam no mercado mas abanaram por completo o meio do surf.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/nike-reduz-presenca-no-surf-hurley-herda-super-team-de-surf/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Fevereiro de 2013<br />
Grandes marcas começam a diminuir as suas equipas&#8230;</strong><br />
Este acontecimento foi gradual para quase todas as marcas que, ao longo dos anos, começaram a distribuir os orçamentos de modo diferente e a diminuir o número de patrocinados. Mas houve um momento em que a maior delas, a Quiksilver, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fundador-da-quiksilver-faz-novo-ponto-da-situacao-on-the-record/" target="_blank" rel="noopener">comunicou esta que viria a ser uma nova tendência no mercado</a>. Numa comunicação à shop-eat-surf, o CEO da Quiksilver anunciou uma série de medidas, algumas que acabaram por ser temporárias, outras para sempre. Cerca de 6 anos mais tarde é visível que há menos surfistas patrocinados apesar dos melhores ganharem ordenados como nunca se tinha visto antes neste deporto.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/fundador-da-quiksilver-faz-novo-ponto-da-situacao-on-the-record/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Julho de 2013<br />
Ilha Reunião tornou numa “no surf zone”&#8230;</strong><br />
Mais um processo que foi gradual mas chegou um dia em que as autoridades locais foram obrigadas a proibir a prática do surf. Um mau planeamento local provocou um desequilibro no ecossistema e a consequência foi um número recorde de ataques de tubarão, muitos deles fatais. Décadas antes a Reunião recebia provas do Championship Tour, QS, EPSA e Pro Junior, recebendo surfistas de todo o mundo para surfar as míticas esquerdas de Saint Leu, ondas essas que agora quase sempre quebram sozinhas já que poucos arriscam a vida para as surfar. Hoje em dia o surf deixou de estar proibido na ilha, mas o risco de ataque continua real.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/surf-proibido-na-ilha-reuniao-devido-a-ataques-de-tubarao/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong>Abril de 2014<br />
Kelly sai da Quiksilver&#8230;</strong><br />
Hoje em dia quando se vê uma imagem de Kelly Slater com o logótipo da Quiksilver na prancha é natural ter pensamentos nostálgicos mas, durante duas décadas, Kelly e Quik eram quase um sinónimo um do outro. A “parceria” entre os dois tinha começado no ano anterior ao seu primeiro título e durou cerca de 21 anos até que, no dia das mentiras de 2014, o 11x campeão anunciou a sua saída da marca. Slater podia ter esperado pelo dia seguinte e não ter deixado meio mundo a pensar que se tratava de uma brincadeira de 1 de Abril mas, com o passar do tempo, ficou patente que era verdade. Nunca se revelaram grandes detalhes sobre a sua saída mas nos anos que se seguiram outros dois &#8220;cabeças de cartaz&#8221; da marca, Dane Reynolds e Craig Anderson, também abandonavam o barco. Apesar de se falar muito no meio sobre outras contratações, a marca não conseguiu voltar a &#8220;capturar&#8221; uma estrela ao mesmo nível, sendo que neste momento o japonês Kanoa Igarashi e o californiano Griffin Colapinto dividem o protagonismo no topo da Quiksilver.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Quiksilver: Goodbye Kelly" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/eo8MS1PqTps?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong><br />
Janeiro de 2015<br />
Faleceu Ricardo dos Santos&#8230;</strong><br />
Com a comunidade surfista ainda a recuperar da perda de AI, uns anos antes, aconteceu a morte do<em> free surfer</em> brasileiro Ricardo dos Santos de modo ainda mais dramático. Ricardo foi baleado por um polícia fora de serviço, depois de uma pequena discussão na rua, e acabou por falecer no dia seguinte devido aos seus ferimentos com apenas 25 anos.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Remember Ricardo: The Story Behind The Murder Of Professional Surfer Ricardo Dos Santos" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/4ARAlerxnfU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p><strong>Julho de 2015<br />
Mick Fanning é atacado por um tubarão&#8230;</strong><br />
Muitos surfistas já foram atacados por tubarões mas nunca um campeão do mundo, muito menos em directo durante uma das mais importantes provas do ano. Foi durante a final do JBay Open de 2015 que Mick teve este pequeno confronto com um tubarão, mas defendeu-se bem e sobreviveu sem um arranhão. Este campeonato não foi terminado mas regressou no ano seguinte e, quase em modo de “justiça poética”, Fanning foi o vencedor.</p>
<p><strong>Abril de 2018<br />
Margaret River cancelado por excesso de tubarões na área&#8230;</strong><br />
A zona de Margaret River, no Oeste da Austrália, sempre foi conhecida por ser bastante “sharky”, mas em 2018 estava no limite do que se considera seguro. Tudo começou quando a prova teve que ser parada devido à presença de um tubarão no pico e no dia seguinte, um <em>lay day</em>, duas pessoas foram atacadas em locais diferentes mas bastante próximas da zona do evento. A WSL não arriscou e cancelou o evento, que acabou por se realizar meses mais tarde em Uluwatu, Bali. Mas este não foi o fim do Championship Tour em Margaret River pois o circuito regressou logo em 2019 mas mais tarde no ano para não coincidir com a época de maior &#8220;acção&#8221; na água.</p>
<p>Podes ler mais sobre este tema <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/margaret-river-pro-cancelado-por-razoes-de-seguranca/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>.</p>
<p><strong><br />
De 2012 até à actualidade<br />
Número de revistas de surf diminui drasticamente&#8230;</strong><br />
Em outros tempos as revistas de surf eram “o” meio de comunicação de referência mas, com a evolução da tecnologia e criação de novas plataformas de comunicação, foram perdendo espaço e a grande maioria deixou de existir. Quando grandes títulos, como a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/noticias/versao-impressa-da-transworld-surf-sai-do-mercado/" target="_blank" rel="noopener">Transworld Surf</a>, Surfing e Fluir, caíram, ficou claro que mesmo as que sobrassem acabariam por ser apenas uma sombra do que já foram. Em Portugal a última revista de surf a ser publicada foi a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/onfire-78-nas-bancas/" target="_blank" rel="noopener">ONFIRE #78</a>, que saiu em Maio de 2016. No entanto ainda sobrevivem alguns títulos, como a primeira revista de surf no mercado, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/miguel-blanco-na-capa-da-surfer-mag/" target="_blank" rel="noopener">SURFER</a>, e outros casos pontuais espalhados pelo mundo.</p>
<p>Mais conteúdos da série Curiosidades Surfisticas <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/curiosidades-surfisticas/" target="_blank" rel="noopener">AQUI</a>!</p>
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