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	<title>Exclusivos &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>A Travessia &#124; Por João “Flecha” Meneses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 19:33:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Arran Strong]]></category>
		<category><![CDATA[Caderneta de Mar]]></category>
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					<description><![CDATA[À coragem do Arran Strong e do José Maria Pyrrait...]]></description>
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<p>Há muitos anos escrevi um texto que falava sobre as amizades de mar e sobre a dor de ver partir um dos nossos. </p>



<p>Terminava desta maneira:<br>Vejam apenas mulheres e homens de mãos dadas, sentados nas suas pranchas, desenhando uma roda no mar. Oiçam o silêncio, cessado com palavras de emoção. Sintam as lágrimas mas espreitem mais os sorrisos. E não estamos perante a mais bela celebração de uma vida?</p>



<p>Hoje, a Praia de Ribeira D´Ilhas abraçou a mais bela celebração de uma vida. A vida de Arran Strong! Um miúdo que inspirou, e continuará a inspirar, dentro e fora de água. Pelo seu sorriso, pela sua força, pela sua vontade de viver em sintonia com os seus sonhos, mesmo com uma doença que lhe podia dizer baixinho: « não sei se consegues dropar essa onda…» Arran dropou-a e surfou-a como poucos conseguem: com coragem, talento, mestria e, mais do que tudo, sempre sorrindo ao mundo. Se era louco, não sei. O que é a loucura? O que é a cobardia?</p>



<p>A sua história é inspiradora. Faz-me chorar e sorrir. Faz-me acreditar que a vida é isto. Um caminho verdadeiro, com altos e baixos, que nunca sabemos quando vai acabar. A do Arran acabou cedo demais mas foi mais rica do que tantas…</p>



<p>Em relação ao Pyrrait, e à sua travessia de SUP&#8230; é sem dúvida a viagem de uma vida. Tenho partilhado algumas palavras com ele e sinto que a cada etapa está mais forte e resiliente, mais perto de realizar o seu sonho. Sinto-me muito próximo deste guerreiro do mar e explico-vos porquê: há cerca de 4 anos percorri a costa portuguesa a pé, e durante 43 dias vivi com o Atlântico ao meu lado. Senti medo de não chegar ao fim, passei por muitos desafios, mas cheguei! Trouxe na bagagem experiências que tento transformar todos os dias em analogias para a minha vida. E agora assisto à viagem dele, exactamente a mesma rota mas com o Atlântico a abraçá-lo. O Pyrrait já não vai sozinho. Leva com ele a alma do Arran. E depois do que vivi hoje nas águas da Ericeira, acho que leva também a magia de toda esta nossa tribo do MAR.</p>



<p>Continua Pyrrait!</p>



<p>Por ti.</p>



<p>Por nós.</p>



<p>Pelo ARRAN STRONG!</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Despedida a Arran Strong. Emocionante paddle out em Ribeira d&#039;Ilhas." width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/i6_YrdcfDh4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<title>ONFIRE #15 &#124; Um ângulo inovador na capa…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Aug 2026 12:33:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[Carissa Moore]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio/Junho de 2005]]></description>
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<p><strong>Na capa:</strong><br><strong>Miguel Ximenes, fotografado por André Carvalhão.</strong><br>Numa sessão realizada na praia da Bordeira, Carvalhão decidiu arriscar num ângulo diferente. Subiu a rocha e mandou os surfistas para dentro de água. Os &#8220;sujeitos&#8221; reclamaram mas o que menos resmungou deu-se bem, Ximenes, que assim conquistou a sua primeira capa na ONFIRE.</p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Análise – Os picos do Futuro</strong> <strong>+ Tow in na Nazaré</strong>. Ainda com a sessão em ondas grandes em Cascais fresca na cabeça de todos e com o inverno ainda a dar grandes ondas, esta edição teve a sua dose de ondas pesadas.<br><strong>Análise – Novas tecnologias. </strong>Depois de décadas a fazer sempre igual, começaram a aparecer novos players e novas maneiras de fazer pranchas de surf. Este artigo focou em diferentes tecnologias em pranchas de surf, desde os blocos Salomon, às pranchas SurfTech e mais.<br><strong>Spotlight, Bruce Irons. </strong>Um perfil sobre o caçula dos Irons.</p>



<p><strong>Girlz ONFIRE 15</strong><br>Nesta edição estávamos a ver o futuro e não sabíamos. A nossa editora identificou aos 12 anos de Carissa Moore que esta surfista seria o futuro do circuito mundial e fez a que provavelmente foi a primeira entrevista e capa de Moore fora do eixo Hawaii &#8211; EUA continental. A outra entrevista de fundo foi com FIlipa Leandro, que tinha acabado de ser mãe de um bebe que hoje está no Championship Tour com Carissa, Kika Veselko.<br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Maio/Junho de 2005<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Ericeira Surf Shop, FCS, Von Zipper, Lightning Bolt, DC Shoes, DaKine, BoardCulture, O&#8217;Neill, Arnette, Tuflite, Nestle, OAM e Red Bull. Na Girlz Onfire, Billabong, Roxy e O&#8217;Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Miguel Ximenes, Justin Mujica, Xaninho, Manoa Drollet, João Cardoso, Tiago Pires, Ruben Gonzalez, José Gregório, Pedro Barbudo, Nuno Telmo, Bizuka, Kieren Perrow, Ibon Amaitrian, Vincent Lartzien, Paulo do Bairro, Bruce Irons, João Antunes, Tânio Barreto, Eric Rebiere, Mick Fanning, Chris Ward e Andy Irons. Na Girlz Onfire, Carissa Moore, Patrícia Lopes, Joana Andrade, Margarida Guerra, Filipa Leandro, Stephanie Gilmore, Sofia Mulanovich, Megan Abubo e Kealla Kennelly.</p>
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		<title>ONFIRE #14 &#124; Um desconhecido na capa&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 13:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 14]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Vera Costa]]></category>
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					<description><![CDATA[Março/Abril de 2005]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br><strong>Desconhecido no Tahiti, fotografado por Tim Mckenna.</strong><br>A ONFIRE sempre se focou nos surfistas portugueses mas quando recebemos um DVD cheio de imagens de um dos melhores fotógrafos do mundo, não conseguimos resistir. A fotografia que mais se destacou tinha sido captada debaixo de água e o surfista não estava identificado mas desconfiamos que seja Manoa Drollet. Infelizmente o nosso designer teve a infeliz ideia de passar para preto e branco, e a impressão não foi feliz, carregando muito na cor, deixando o resultado final como uma &#8220;sombra&#8221; da qualidade que a imagem original apresentava.</p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Análise &#8211; Tow in em Cascais</strong>. A viagem começou na Nazaré e apesar deste grupo que juntavam &#8220;internacionais&#8221; e Europeus terem passado pela Praia do Norte e a terem identificado como &#8220;O Big Wave Spot da Europa&#8221;, não se sentiram à vontade para entrar devido à falta de experiência e de meios técnicos. O grupo, que incluía Paulo do Bairro, José Gregório e Tiago Pires, acabou por fazer tow in em ondas gigantes em frente à Marina de Cascais, uma sessão histórica que não se iria repetir, pelo menos com o mesmo impacto. O artigo final sofreu do mesmo problema da capa, mas ficou bastante composto. <br><strong>Vidas com Vasco &#8220;Caracol&#8221;. </strong>Este viajante português andou por locais mais inóspitos que a maioria dos portugueses que andavam pela Indonésia, o que resultou num artigo cheio de histórias emocionantes.</p>



<p><strong>Girlz ONFIRE 14</strong><br>A segunda edição fora da ONFIRE teve Vera Costa na capa e Maria João Frade como artigo de fundo e um perfil de Rochelle Ballard. <br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Março/Abril de 2005<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Ericeira Surf Shop, FCS, DC Shoes, Von Zipper, Mada, O’Neill, BoardCulture, Tuflite, Nestle e OAM.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Marlon Lipke, Tiago Pires, Ivo Santos, Justin Mujica, Frederico Morais, David Luís, Samuel Salgado, José Gregório, Vasco &#8220;Caracol&#8221;, Jó Bento, António Silva, Bizuka, Dane Reynolds, Ruben Gonzalez, Alain Riou, Nuande Pekel e Miguel Champalimaud.</p>
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		<title>ONFIRE #13 &#124; Canárias à vista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:37:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2005]]></category>
		<category><![CDATA[David Luís]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 13]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Janeiro/Fevereiro de 2005]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br><strong>David Luís nas Canárias, fotografado por Carlos Pinto.</strong><br>Canárias era um destino clássico para os portugueses desde os anos 90. Isto porque o arquipélago sempre recebeu eventos importantes, desde os tempos do mítico EPSA a, mais tarde, QS a contar para o ranking de qualificação mundial e Europeu. Nesta edição foi David Luís quem roubou a capa com um dos seus reentries voadores.</p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Surftrip às Canárias</strong>. A &#8220;Tuga Crew&#8221; esteve nas ilhas e trouxe material que não ficou atrás de praticamente nenhuma outra viagem publicada na ONFIRE.<br><strong>Surftrip, Young Guns na Indonésia</strong>. A Quiksilver passou-nos meia duzia de fotografias incríveis e a falta de experiência do staff não percebeu que estávamos a oferecer mais de 10 páginas de publicidade gratuita.<br><strong>Spotlight com João Guedes. </strong>Além de ser o G.O.A.T. do surf nortenho, Guedes é um dos &#8220;all time greatest&#8221; do nosso país e a sua entrevista estava carregada de imagens de grande acção.</p>



<p><strong>Data de lançamento:</strong><br>Janeiro/Fevereiro de 2005<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Ericeira Surf Shop, Gorilla Grip, O’Neill, BoardCulture, Tuflite e DC Shoes.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>David Luís, Paulo Almeida, David Raimundo, João Antunes, Nuande Pekel, Kelly Slater, Justin Mujica, Tiago Pires, Gony Zubizarreta, Ruben Gonzalez, José Gregório, Jeremy Flores, Miky Picon, Luke Munro, Masatoshi Ohno, Ry Craike, Dane Reynolds, Jeremy Flores, João Guedes, Kieren Grant, Bruce Irons, Sean Gossman, Nuno Telmo, Xaninho, Adriano de Souza, Jamie O&#8217;Brien e Shane Dorian.</p>
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		<title>Tiago Pires fala sobre a edição de 2026 do Softboard Heroes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 19:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Softboard Heroes]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[Há seis anos que há uma tradição na abertura do verão: o Softboard Heroes. De edição para edição, este evento solidário leva até Santa Cruz aquele que é, para muitos, o campeonato de surf mais good vibes realizado em Portugal. A edição de 2026 voltou a ser um sucesso e, para fazer o balanço desta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há seis anos que há uma tradição na abertura do verão: o Softboard Heroes. De edição para edição, este evento solidário leva até Santa Cruz aquele que é, para muitos, o campeonato de surf mais <em>good vibes</em> realizado em Portugal. A edição de 2026 voltou a ser um sucesso e, para fazer o balanço desta edição e perceber o que o futuro reserva ao evento, estivemos à conversa com Tiago Pires. Para além de ser o G.O.A.T. do surf nacional, é também um dos organizadores do Softboard Heroes, através da sua empresa, a TwinFin.</p>



<p><strong>Tiago, o Softboard Heroes foi, mais uma vez, um sucesso. Que balanço fazes da edição deste ano?</strong><br>O balanço do Softboard Heroes é muito positivo. Este foi o nosso sexto ano e conseguimos aumentar o donativo em 2.500 euros face à edição anterior. Acima de tudo, esta edição veio reforçar a ideia de que o evento está consolidado. Temos parceiros que acreditam no projecto, alguns dos quais estão connosco desde o primeiro dia e fizeram todo este percurso de seis anos ao nosso lado. Ao mesmo tempo, conseguimos trazer novas marcas para apoiar o evento, como foi o caso da MG. Em termos de convidados e figuras públicas, mantivemos um nível muito elevado. Tivemos também condições de mar e de tempo bastante favoráveis, por isso acabou por correr tudo de feição. Mais uma vez, o evento provou que o espírito de solidariedade e a forma de estar na vida que une a comunidade do surf são valores que vale a pena partilhar. É muito gratificante ver tantas pessoas disponibilizarem o seu tempo e o seu apoio, de forma totalmente pro bono, para ajudar estas instituições. </p>



<p><strong>Quais têm sido os principais desafios para reinventar o evento ao longo dos anos?</strong><br>Todos os anos queremos aumentar o valor dos donativos e, naturalmente, isso faz com que os custos do evento também aumentem. Um dos grandes desafios passa por conseguir trazer mais marcas que acreditem no projecto e queiram fazer este caminho connosco. Depois há também o desafio dos participantes. Tentamos ao máximo não repetir atletas, embora isso já tenha sido inevitável em alguns casos. Mas a maior dificuldade acaba por estar nas figuras públicas, nos nossos <em>friends</em> que surfam. Em primeiro lugar, porque já convidámos muitas pessoas ao longo destes seis anos e não há assim tantas que ainda não tenham participado e que surfem suficientemente bem para entrar numa prova deste género. Em segundo lugar, porque há sempre a questão das agendas. Nem sempre conseguimos ter connosco as pessoas que gostaríamos, simplesmente porque não têm disponibilidade. Esses são os principais desafios. Depois, todos os anos há sempre factores que não controlamos, como as condições do mar ou do tempo. Mas isso faz parte de qualquer evento de surf e aprendemos a lidar com essa realidade.No final, foi uma edição muito bem conseguida e da qual saímos extremamente satisfeitos.<br><br><strong>Mesmo sendo um evento de cariz solidário, realizado em sofboards e muito focado na diversão, é um facto que se torna muito competitivo, principalmente nas fases finais. Era algo que estavam à espera quando idealizaram este evento?</strong><br>Sim, é algo que sempre pensámos que iria acontecer. Obviamente que por um lado temos pessoas que são amadoras no desporto, os nossos friends, figuras públicas que fazem surf, mas a verdade é que todos, quando encarnam o papel de defensor da sua instituição de caridade que estão a representar para quem precisam de angariar ao máximo todos eles viram uns diabinhos competitivos, todos eles querem ganhar e angariar o máximo possível, e o espirítio competitivo vem sempre ao de cima quando o evento começa. Em termos do que é o habitual para os nossos surfistas profissionais, os juniores, as ladies e os men acaba por ser mais do mesmo, eles vêm e querem todos ganhar. Obviamente têm a vida um bocado dificultada porque não podem trazer as suas pranchas e têm que quase sortear a prancha com que vão surfar e isso complica um pouco a vida deles mas também é giro ter um campeonato por ano que os obrigada soltar fora um bocadinho daquilo que é a normalidade, no final do dia acaba por ser um evento competitivo entre os atletas.<br></p>



<p><strong>Ao longo destes anos, quais foram os momentos que mais se destacaram para ti?</strong><br>Ao longo destes anos, os momentos que mais se destacaram acabam por ser, curiosamente, muito semelhantes. No final de cada edição, ficamos sempre com um enorme sentimento de satisfação e de missão cumprida. É isso que nos dá motivação para continuar e para querer fazer ainda mais. O nosso grande objectivo é continuar a aumentar o valor dos donativos. Não queremos que o evento cresça em termos de estrutura física, porque temos uma política de manter uma pegada ambiental praticamente nula, e isso também nos dá muito orgulho. O que queremos é que cresça pelo impacto que tem: no valor que conseguimos angariar, na importância que tem para o país e, claro, para a região de Torres Vedras, onde o evento acontece. A verdade é que todos os anos terminamos com a sensação de que valeu a pena. Mal acaba uma edição, já estamos a pensar na seguinte. Esse entusiasmo e essa vontade de continuar são, sem dúvida, o melhor sentimento que levamos connosco todos os anos.<br><br><strong>E os surfistas que mais te impressionaram a surfar de soft?</strong><br>Todos os anos temos grandes surfistas a participar e o nível de surf nas softboards é sempre impressionante. Este ano, sem dúvida, destacou-se o Arran Strong, que venceu tanto o formato <em>Todos Contra Todos</em> como a final da categoria Open. Deu um verdadeiro espectáculo desde o início. Surfou com pranchas de várias marcas, experimentou diferentes modelos e conseguiu manter sempre um nível muito elevado. Na categoria de juniores, também fiquei muito impressionado com o Martim Fortes. Acho que surfou muito bem e demonstrou um nível enorme. No geral, todos os surfistas acabam por impressionar. Depois, há sempre um bocadinho de adaptação à prancha que lhes calha. Algumas marcas têm modelos mais volumosos ou com características diferentes, e nem sempre é fácil adaptarem-se de imediato. Mas, ainda assim, o nível de surf é sempre muito alto. O mais interessante é precisamente ver surfistas habituados ao seu material de competição a terem de adaptar o estilo, experimentar linhas diferentes e fazer uma leitura da onda de outra forma. Acho que isso traz um interesse acrescido à prova e torna o espectáculo ainda mais divertido para quem está a assistir.</p>



<p><strong>O que é que o futuro reserva para o Softboard Heroes?</strong><br>O futuro do Softboard Heroes passa, acima de tudo, por continuar a crescer. Como disse anteriormente, gostava que conseguíssemos chegar a um patamar em que pudéssemos entregar mais de 50 mil euros em donativos às instituições. Acredito que também podemos evoluir um pouco o conceito. Se calhar faz sentido deixar de ter apenas quatro surfistas por equipa e trazer mais convidados e mais atletas. Acho que o formato está muito bem pensado e tem provado que funciona, mas há margem para crescer, tanto em dimensão como em importância e relevância a nível nacional. Gostava que o Softboard Heroes fosse cada vez mais visto como um evento de referência em Portugal. Apesar de ser um evento relativamente pequeno em termos de estrutura, a verdade é que já reúne atletas de todo o país. Muitas vezes essa dimensão não é percebida por quem está de fora, mas acredito que temos todas as condições para afirmar o evento à escala nacional. O objectivo é que o Softboard Heroes continue a ganhar notoriedade e se torne cada vez mais um dos eventos solidários de referência em Portugal.</p>
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		<title>ONFIRE #12 &#124; O regresso às Maldivas</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-12-o-regresso-as-maldivas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 20:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 12]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Novembro/Dezembro de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br><strong>Nuno Telmo nas Maldivas, fotografado por Carlos Pinto.</strong><br>Viagens às Maldivas seria uma constante ao longo dos anos e das edições, e regularmente incluíam Nuno Telmo. O surfista da Poça na época era dos mais fotogénicos surfistas do nosso país e regularmente trazia não só a melhor imagem da viagem, como as 3 ou 4 melhores. Desta vez foi este &#8220;deep barrel&#8221;.<br></p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Surftrip nas Maldivas</strong>. Juntou-se o team Lightning Bolt, que na altura incluía Nuno Telmo, David Raimundo, Rodrigo Champalimaud, Francisco Rodrigues e Vasco Spínola e o fotógrafo Carlos Pinto e não tinha como dar um artigo incrível. <br><strong>Surftrip na Noruega</strong>. Foi o primeiro dos destinos invulgares a aparecer na ONFIRE, desta vez uma mini trip com Marlon Lipke e Tim Boal.<br><strong>Vidas com Bruno Charneca. </strong>Um dos grandes nomes do surf nacional dos anos 90. A entrevista de Bubas juntou imagens de várias gerações de fotógrafos, um artigo sólido numa das revistas mais bem estruturadas da ONFIRE até aí.</p>



<p><strong>Data de lançamento:</strong><br>Novembro/Dezembro de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, TMN, Ericeira Surf Shop, O&#8217;Neill, BoardCulture, Tuflite e Globe.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Nuno Telmo, João Guedes, Zé Seabra, Cory Lopez, Tiago Pires, Francisco Rodrigues, David Raimundo, Rodrigo Champalimaud, Vasco Spínola, Tim Boal, Marlon Lipke, Kalu, Bethany Hamilton, Joana Rocha, Joana Andrade, Megan Abubo, Bruno Charneca &#8220;Bubas&#8221;, João Mealha, Francisco Canelas, Pedro Monteiro, Ruben Gonzalez, Frederico Morais, CJ Hobgood, Joel Parkinson, Bruce Irons, Kelly Slater, Andy Irons, Luke Egan, </p>
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		<title>ONFIRE #11 &#124; António Silva na capa</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-11-antonio-silva-na-capa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:32:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Antonio Silva]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 11]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro/Outubro de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>António Silva, fotografado por André Carvalhão.<br>De longe a melhor imagem que apareceu nesse mês, mas que acabou por não fazer justiça à própria fotografia. Isto porque o enquadramento de uma capa não favorece e imagem e a própria impressão não conseguiu retirar o mesmo nível de detalhe da fotografia original. Mesmo assim foi uma capa sólida, num edição menos inspirada comparando com as anteriores.<br></p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Análise, Porto</strong>. Depois do foco no Sul do país na edição anterior, foi a vez de revisitar o Norte, um artigo desenvolvido por um surfista local.<br><strong>Spotlight, Carlos Pinto</strong>. O melhor fotógrafo de Portugal contou a sua história, ilustrada com as suas melhores imagens.<br></p>



<p><strong>Data de lançamento:</strong><br>Setembro/Outubro de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Oakley, DC Shoes, TMN,  Ericeira Surf Shop, O&#8217;Neill, SDA e Globe.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Alexandre Ferreira, Nuno Telmo, Justin Mujica, João Alexandre &#8220;Dapin&#8221;, Taj Burrow, Marlon Lipke, &#8220;Froxo&#8221;, João Guedes, Tiago Martins, Marcelo Martins, Pedro Flores, &#8220;Strutura&#8221;, Abílio Pinto, Diogo Bettencourt, Gony Zubizarreta, Jamerson (RIP), Manuel Godinho &#8220;Farol&#8221;, Joana Andrade, Vanessa Monteiro, Tiago Pires, David Luís, José Gregório, Pedro Barbudo, Carolina Simões, César Rosa, David Raimundo, João Antunes, Andy Irons, Nathan Hedge, Neco Padaratz, Greg Emslie, Ruben Gonzalez, Gustavo Barreto, Pedro &#8220;Kid&#8221;, Sandro Maximiliano, Miguel Champalimaud e João Mealha.</p>
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		<title>ONFIRE #10 &#124; Uma capa desafiante&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/onfire-10-uma-capa-desafiante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Lipke]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 10]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Julho/Agosto de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Marlon Lipke nas Maldivas, fotografado por Carlos Pinto.<br>Nesta edição Carlos Pinto chegou das Maldivas carregado de imagens incríveis mas havia um problema, as duas potenciais capas eram com surfistas que já tinham feito capa e na curta história da publicação significava que tinham sido muito recentes. A escolha ficou entre Tiago Pires e Marlon Lipke, tendo o segundo acabado na &#8220;portada&#8221; por ter feito capa há quase um ano, enquanto que Saca tinha feito a capa duas edições antes. Este tipo de escolhas difíceis seriam muito regulares com o passar do ano já que havia alguns surfistas com uma capacidade incrível de produzir momentos de capa&#8230;</p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br>Esta edição acabou por ter <strong>três surf trips</strong>, Maldivas, México e Algarve. Maldivas teve as melhores imagens, mas foi um misto de surf trip e competição. As &#8220;Girlz&#8221; no México também deu que falar, mas pelo texto polémico que pelas imagens, mas não deixou de ser um artigo sólido. A viagem ao Algarve/Al-Gharb, juntou uma série de surfistas locais que não apareciam com tanta regularidade e a revista &#8220;voou&#8221; das bancas no sul do país.<br>O <strong>Spotlight</strong> com um jovem Marlon Lipke fez um apanhado do potencial deste surfista, que já produzia imagens incríveis e uns anos depois estaria no Championship Tour.</p>



<p><strong>Data de lançamento:</strong><br>Julho/Agosto de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, Eastpak, Cobian, Ericeira Surf Shop, Oakley, BoardCulture, Redley, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Marlon Lipke, Edgar Nozes, Tiago Pires, João Guedes, Bruce Irons, Ruben Gonzalez, João Girão, João Mealha, Miguel Veterano, Francisco Canelas, Badoga, Miguel Neto, Nuno Corte-Real, Patrícia Lopes, Joana Rocha, Vanessa Monteiro, Marie Pierre, Inês Calhau, Mariana Canelas, Sofia Mulanovich, Keala Kennelly, Chelsea Georgeson, João Antunes, Rodrigo Herédia, Nicolau Von Rupp, Hugo Savali, Jonathan Gonzalez, CJ Hobgood, Nathan Hedge, Andy Irons, Damien Hobgood, Alain Riou, Toby Martin, Justin Mujica, Fred Robin, Jarrad Howse, Royden Bryson e Miguel Ximenez.</p>
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		<title>ONFIRE #9 &#124; Uma capa fora de série</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-9-uma-capa-fora-de-serie/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 9]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo de Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio/Junho de 2004]]></description>
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<p><strong>Na capa:</strong><br>Tubo de Paulo do Bairro na Foz do Lizandro, fotografado por Carlos Pinto.<br>A melhor capa que a ONFIRE teve até aqui foi uma das mais complicadas de produzir. A imagem foi captada em slide de médio formato e a digitalização não apresentou a qualidade esperada. Ainda tentámos digitalizar num scanner noutra gráfica mas acabamos por voltar ao original e esperar que os impressores caprichassem. E como &#8220;cropar&#8221; esta imagem era um &#8220;crime&#8221;, fizemos a primeira capa desdobrável (tríptica), o que obrigou a mexer com o primeiro anuncio da revista. No fim tudo bateu certo, e ONFIRE entrou numa nova época a nível de qualidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Os Eleitos:</strong> Nesta edição tínhamos 1.000 DVD&#8217;s para oferecer a leitores mas em vez de ser uma oferta em capa, o filme seria enviado por correio para quem enviasse um email com a sua morada. Aproveitando este oportunidade única de contacto com uma boa amostra dos surfistas portugueses, pedimos também que nos dissessem quem eram os seus 10 surfistas nacionais favoritos. E assim saiu a primeira e única “ONFIRE Poll”, algo que a nossa concorrência tinha feito uns anos antes no nosso país e a Surfer Magazine fez a nível mundial desde os anos 60, até 2018. Vivia-se uma fase de mudança de guarda, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Geração de Ouro </a>do surf português ainda estava muito forte, colocando 5 surfistas (Gregório, Antunes, do Bairro, Anastácio e Dapin) no top10, enquanto que a geração seguinte, a chamada Geração Esperanças ou Geração Lightning Bolt ainda estava a tentar “furar”. A única presença fora destas gerações foi Justin Mujica, que tinha chegado uns anos antes da Venezuela mas rapidamente se tornou num dos surfistas preferidos dos portugueses. Mas claro, quem roubou o espectáculo foi Tiago Pires que, apesar de ser o mais novo deste top10, venceu por uma margem altíssima. Saca tinha-se estabelecido não apenas como o melhor surfista da época mas sim como alguém que iria mudar para sempre a cara do surf português e o reconhecimento do público era visível.<br><strong>Vidas:</strong> Yin e Yang, Pirujo e Pirujinho, dois irmãos que fizeram carreira no surf em épocas diferentes e que não podiam ser mais diferentes.<br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Maio/Junho de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Lightning Bolt, Rip Curl, Von Zipper, Eastpak, Oakley, BoardCulture, SDA, Roxy, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Paulo do Bairro, Marlon Lipke, Francisco Rodrigues, Nuno Silva, José Gregório, Tiago Pires, Ruben Gonzalez, Justin Mujica, João Antunes, David Luís, Nuno Telmo, Marcos Anastácio, João Alexandre &#8220;Dapin&#8221;, Rodrigo Sousa, Pirujinho, Pirujo, Keala Kennelly, Jacqueline Silva, Rochelle Ballard, Sofia Mulanovich, Mick Lowe, Kalani Robb, Kelly Slater, Taj Burrow, João Guedes, António Silva e Rodrigo Champalimaud.</p>
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		<title>ONFIRE #8 &#124; A edição que deixou o staff com &#8220;a cabeça a prémio&#8221;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-8-a-edicao-que-deixou-o-staff-com-a-cabeca-a-premio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 8]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Bravo]]></category>
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					<description><![CDATA[Março/Abril de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Line up de Santo Amaro de Oeiras por Ricardo Bravo.<br>O ano virou e a ONFIRE ainda estava &#8220;viva&#8221; e com mais anunciantes. Para surpresa de todos no staff, a revista estava a consolidar-se e a ganhar maturidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Fora de Tom.</strong> Um artigo fotografado a preto e branco por Ricardo Bravo que, além de preencher 8 páginas com imagens bastante incríveis, deu origem à capa.<br><strong>Vidas com Zé dos Cães</strong>. Como se faz um artigo com um mito? Este foi um dos artigos mais difíceis de fazer entre todos os perfis mesmo ao longo dos anos que se seguiram. Isto porque o Algarvio morava algures no norte, já não surfava e não tinha arquivo pessoal nem residência física. A procura por imagens deste surfista foi não foi fácil mas valeu-nos a Polen Surfboards, que o tinha patrocinado nos anos 90, e o também mítico Darin Pappas, e deu para fazer um artigo bastante marcante.<br></p>



<p>Mas o que realmente deu que falar foram dois artigos mais pequenos, as respostas na secção cartas e o <strong>&#8220;Laboratorium</strong>&#8220;. Neste último o staff decidiu testar uma prancha de bodyboard, acabando por destruir a mesma. Infelizmente os nossos irmãos do line up não partilhavam do mesmo sentido e humor e colectivamente viraram-se contra a ONFIRE. E com &#8220;viraram-se&#8221; queremos dizer que partiram para a ameaça de agressões físicas contra o director e editor da revista. Durante semanas &#8220;choveram&#8221; emails, na sua maioria anónimos, voice mails e cartas, carregadas de ameaças contra o staff. Durante alguns meses todo o staff andou ainda mais &#8220;low profile&#8221; que normalmente e evitou alguns picos onde o bodyboard era mais expressivo. Mas com o tempo o episódio foi sendo esquecido, os bodyboarders tornaram-se surfistas e ficou tudo bem.</p>



<p><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Março/Abril de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, O´Neill, DC, Eastpak, Colares Velho &#8211; Salão de Chá, Samadi, SDA, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Aécio Flávio, David Luís, Paulo Almeida, Xaninho, Valadão, Ruben Gonzalez, Paulo do Bairro, Guga Gouveia, João Meneses &#8220;Flecha&#8221;, Zé dos Cães, Mariana Canelas, Rute Nogueira, Nuno Telmo, Justin Mujica, Rodrigo Champalimaud, Miguel Champalimaud, Marlon Lipke, Rodrigo Herédia, Tiago Pires, Nuno Stutura, Vasco Spínola e Nuande Pekel.</p>
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