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	<title>Exclusivos &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>ONFIRE #10 &#124; Uma capa desafiante&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 08:27:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Lipke]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 10]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Julho/Agosto de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Marlon Lipke nas Maldivas, fotografado por Carlos Pinto.<br>Nesta edição Carlos Pinto chegou das Maldivas carregado de imagens incríveis mas havia um problema, as duas potenciais capas eram com surfistas que já tinham feito capa e na curta história da publicação significava que tinham sido muito recentes. A escolha ficou entre Tiago Pires e Marlon Lipke, tendo o segundo acabado na &#8220;portada&#8221; por ter feito capa há quase um ano, enquanto que Saca tinha feito a capa duas edições antes. Este tipo de escolhas difíceis seriam muito regulares com o passar do ano já que havia alguns surfistas com uma capacidade incrível de produzir momentos de capa&#8230;</p>



<p><strong>Artigos em destaque:</strong><br>Esta edição acabou por ter <strong>três surf trips</strong>, Maldivas, México e Algarve. Maldivas teve as melhores imagens, mas foi um misto de surf trip e competição. As &#8220;Girlz&#8221; no México também deu que falar, mas pelo texto polémico que pelas imagens, mas não deixou de ser um artigo sólido. A viagem ao Algarve/Al-Gharb, juntou uma série de surfistas locais que não apareciam com tanta regularidade e a revista &#8220;voou&#8221; das bancas no sul do país.<br>O <strong>Spotlight</strong> com um jovem Marlon Lipke fez um apanhado do potencial deste surfista, que já produzia imagens incríveis e uns anos depois estaria no Championship Tour.</p>



<p><strong>Data de lançamento:</strong><br>Julho/Agosto de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, Eastpak, Cobian, Ericeira Surf Shop, Oakley, BoardCulture, Redley, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Marlon Lipke, Edgar Nozes, Tiago Pires, João Guedes, Bruce Irons, Ruben Gonzalez, João Girão, João Mealha, Miguel Veterano, Francisco Canelas, Badoga, Miguel Neto, Nuno Corte-Real, Patrícia Lopes, Joana Rocha, Vanessa Monteiro, Marie Pierre, Inês Calhau, Mariana Canelas, Sofia Mulanovich, Keala Kennelly, Chelsea Georgeson, João Antunes, Rodrigo Herédia, Nicolau Von Rupp, Hugo Savali, Jonathan Gonzalez, CJ Hobgood, Nathan Hedge, Andy Irons, Damien Hobgood, Alain Riou, Toby Martin, Justin Mujica, Fred Robin, Jarrad Howse, Royden Bryson e Miguel Ximenez.</p>
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		<title>ONFIRE #9 &#124; Uma capa fora de série</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 9]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo de Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio/Junho de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Tubo de Paulo do Bairro na Foz do Lizandro, fotografado por Carlos Pinto.<br>A melhor capa que a ONFIRE teve até aqui foi uma das mais complicadas de produzir. A imagem foi captada em slide de médio formato e a digitalização não apresentou a qualidade esperada. Ainda tentámos digitalizar num scanner noutra gráfica mas acabamos por voltar ao original e esperar que os impressores caprichassem. E como &#8220;cropar&#8221; esta imagem era um &#8220;crime&#8221;, fizemos a primeira capa desdobrável (tríptica), o que obrigou a mexer com o primeiro anuncio da revista. No fim tudo bateu certo, e ONFIRE entrou numa nova época a nível de qualidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Os Eleitos:</strong> Nesta edição tínhamos 1.000 DVD&#8217;s para oferecer a leitores mas em vez de ser uma oferta em capa, o filme seria enviado por correio para quem enviasse um email com a sua morada. Aproveitando este oportunidade única de contacto com uma boa amostra dos surfistas portugueses, pedimos também que nos dissessem quem eram os seus 10 surfistas nacionais favoritos. E assim saiu a primeira e única “ONFIRE Poll”, algo que a nossa concorrência tinha feito uns anos antes no nosso país e a Surfer Magazine fez a nível mundial desde os anos 60, até 2018. Vivia-se uma fase de mudança de guarda, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Geração de Ouro </a>do surf português ainda estava muito forte, colocando 5 surfistas (Gregório, Antunes, do Bairro, Anastácio e Dapin) no top10, enquanto que a geração seguinte, a chamada Geração Esperanças ou Geração Lightning Bolt ainda estava a tentar “furar”. A única presença fora destas gerações foi Justin Mujica, que tinha chegado uns anos antes da Venezuela mas rapidamente se tornou num dos surfistas preferidos dos portugueses. Mas claro, quem roubou o espectáculo foi Tiago Pires que, apesar de ser o mais novo deste top10, venceu por uma margem altíssima. Saca tinha-se estabelecido não apenas como o melhor surfista da época mas sim como alguém que iria mudar para sempre a cara do surf português e o reconhecimento do público era visível.<br><strong>Vidas:</strong> Yin e Yang, Pirujo e Pirujinho, dois irmãos que fizeram carreira no surf em épocas diferentes e que não podiam ser mais diferentes.<br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Maio/Junho de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Lightning Bolt, Rip Curl, Von Zipper, Eastpak, Oakley, BoardCulture, SDA, Roxy, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Paulo do Bairro, Marlon Lipke, Francisco Rodrigues, Nuno Silva, José Gregório, Tiago Pires, Ruben Gonzalez, Justin Mujica, João Antunes, David Luís, Nuno Telmo, Marcos Anastácio, João Alexandre &#8220;Dapin&#8221;, Rodrigo Sousa, Pirujinho, Pirujo, Keala Kennelly, Jacqueline Silva, Rochelle Ballard, Sofia Mulanovich, Mick Lowe, Kalani Robb, Kelly Slater, Taj Burrow, João Guedes, António Silva e Rodrigo Champalimaud.</p>
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		<title>ONFIRE #8 &#124; A edição que deixou o staff com &#8220;a cabeça a prémio&#8221;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-8-a-edicao-que-deixou-o-staff-com-a-cabeca-a-premio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 8]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Bravo]]></category>
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					<description><![CDATA[Março/Abril de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Line up de Santo Amaro de Oeiras por Ricardo Bravo.<br>O ano virou e a ONFIRE ainda estava &#8220;viva&#8221; e com mais anunciantes. Para surpresa de todos no staff, a revista estava a consolidar-se e a ganhar maturidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Fora de Tom.</strong> Um artigo fotografado a preto e branco por Ricardo Bravo que, além de preencher 8 páginas com imagens bastante incríveis, deu origem à capa.<br><strong>Vidas com Zé dos Cães</strong>. Como se faz um artigo com um mito? Este foi um dos artigos mais difíceis de fazer entre todos os perfis mesmo ao longo dos anos que se seguiram. Isto porque o Algarvio morava algures no norte, já não surfava e não tinha arquivo pessoal nem residência física. A procura por imagens deste surfista foi não foi fácil mas valeu-nos a Polen Surfboards, que o tinha patrocinado nos anos 90, e o também mítico Darin Pappas, e deu para fazer um artigo bastante marcante.<br></p>



<p>Mas o que realmente deu que falar foram dois artigos mais pequenos, as respostas na secção cartas e o <strong>&#8220;Laboratorium</strong>&#8220;. Neste último o staff decidiu testar uma prancha de bodyboard, acabando por destruir a mesma. Infelizmente os nossos irmãos do line up não partilhavam do mesmo sentido e humor e colectivamente viraram-se contra a ONFIRE. E com &#8220;viraram-se&#8221; queremos dizer que partiram para a ameaça de agressões físicas contra o director e editor da revista. Durante semanas &#8220;choveram&#8221; emails, na sua maioria anónimos, voice mails e cartas, carregadas de ameaças contra o staff. Durante alguns meses todo o staff andou ainda mais &#8220;low profile&#8221; que normalmente e evitou alguns picos onde o bodyboard era mais expressivo. Mas com o tempo o episódio foi sendo esquecido, os bodyboarders tornaram-se surfistas e ficou tudo bem.</p>



<p><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Março/Abril de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, O´Neill, DC, Eastpak, Colares Velho &#8211; Salão de Chá, Samadi, SDA, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Aécio Flávio, David Luís, Paulo Almeida, Xaninho, Valadão, Ruben Gonzalez, Paulo do Bairro, Guga Gouveia, João Meneses &#8220;Flecha&#8221;, Zé dos Cães, Mariana Canelas, Rute Nogueira, Nuno Telmo, Justin Mujica, Rodrigo Champalimaud, Miguel Champalimaud, Marlon Lipke, Rodrigo Herédia, Tiago Pires, Nuno Stutura, Vasco Spínola e Nuande Pekel.</p>
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		<title>Será que alguém consegue parar os surfistas brasileiros no Championship Tour de 2026?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/sera-que-alguem-consegue-parar-os-surfistas-brasileiros-no-championship-tour-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 22:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilian Storm]]></category>
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					<description><![CDATA[Italo, Miguel, Gabriel, Yago...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao fim de 4 etapas, quatro surfistas brasileiros ocupam as primeiras posições do ranking masculino do Championship Tour da WSL e parece altamente improvável que o campeão mundial deste ano não fale português.</p>



<p>Tudo começou com uma surpreendente vitória de <strong>Miguel Pupo </strong>em Bells, e mesmo com dois australianos a vencerem as etapas seguintes, <strong>George Pittar</strong> em Margaret e Ethan Ewing na Gold Coast, <strong>Italo Ferreira</strong> fechou a perna &#8220;australásiana&#8221; com um primeiro lugar que lhe garantiu também a lycra amarela. Neste momento Ferreira lidera o circuito, seguido de Pupo, <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Yago Dora</strong>. Ainda dentro do top10 estão <strong>Samuel Pupo</strong> em 7º e <strong>Filipe Toledo</strong> em 10º, ambos a mostrar surf para subir no ranking.</p>



<p>Será um ano com 12 etapas, mas pela consistência tudo indica que o Brasil vai acumular mais um título. E com <strong>John John Florence </strong>a passear de barco pelo mundo, são poucos os surfistas que mostram potencial de superar a brazilian storm. Em 5º no ranking está Pittar, que apesar de ter surpreendido tudo e todos em Margaret River, não mostra potencial ou experiência para disputar um título mundial nesta fase da sua carreira. O mesmo se pode dizer do italiano <strong>Leonardo Fioravanti</strong>, que está a ter mais um excelente início de ano mas não tem um bom historial a nível de consistência ao longo do ano.</p>



<p>Há ainda <strong>Ethan Ewing</strong>, que já conta com uma vitória e um 5º lugar, mas que precisa de ter uma postura mais agressiva se quiser furar o &#8220;bloco brasileiro&#8221;, algo que não é impossível mas que também não é provável. Sobra <strong>Griffin Colapinto</strong>, que é um &#8220;dark horse&#8221; nesta conversa, e que já leva dois 3ºs lugares em quatro etapas. Colapinto é um dos surfistas mais completos do tour e se há alguém que tem potencial de superar os brasileiros é este surfista, mas terá pouca margem de erro se quiser ser um sério candidato ao título.</p>



<p>Mas ao que tudo indica, a disputa será entre Ítalo, Yago e Gabriel&#8230;</p>
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		<title>O primeiro português a vencer um heat no Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-primeiro-portugues-a-vencer-um-heat-no-championship-tour/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Charneca]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola Figueira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Diniz]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Herédia]]></category>
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					<description><![CDATA[Coca-Cola Figueira Pro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foi durante o Coca-Cola Figueira Pro em 1996, a primeira etapa do WCT realizada em Portugal desde a transição para duas divisões (WQS e WCT) em 1992, que João Antunes conquistou o feito único de ser o primeiro português a vencer um heat na elite do surf mundial.</p>



<p>Antunes era <em>wildcard</em> junto com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Miguel Diniz (Frey Tuck)</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bruno Charneca</a> e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rodrigo Herédia</a>, que foram os quatro primeiros surfistas portugueses a competir entre a “elite”. Bruno Charneca foi o primeiro a competir, contra Barton Lynch apenas, pois Kelly Slater ainda não tinha chegado a Portugal.</p>



<p><strong>Miguel Diniz</strong> competiu com Rob Machado e Jake Paterson enquanto que <strong>Rodrigo Herédia</strong> foi com Sunny Garcia e Nathan Webster. No entanto, dos quatro, apenas o último a entrar, <strong>João Antunes</strong>, venceu o seu heat. Em boas ondas de um metro no Cabedelo, o mais internacional surfista da sua geração, Antunes, conseguiu superar John Shimooka e Luke Egan e assim tornou-se no primeiro português a vencer um heat na elite do surf mundial.</p>



<p>Este incrível feito de Antunes foi ofuscado no dia seguinte, quando <strong>Bruno Charneca</strong> eliminou Kelly Slater. O (na altura) tri-campeão mundial da ASP, Slater, tinha perdido voos consecutivos devido a problemas de “logística”, faltando ao seu heat da primeira fase.</p>



<p>Nessa altura o único surfista que tinha hipóteses de passar Slater no ranking era Shane Beschen, mas precisava de um pequeno “milagre” para o fazer. Acusando a pressão, Shane não competiu neste etapa e Kelly só precisou de entrar na água, no round 2, para garantir o seu quarto título mundial.</p>



<p>E foi o que aconteceu, mas não sem ter sido derrotado por Bruno Charneca, que surfou muito bem e soube gerir o heat. Assim, mesmo com a eliminação de Rodrigo Herédia e Miguel Diniz, face e Luke Egan e Rob Machado, dois portugueses qualificaram-se para o round 3.</p>



<p>Antunes e Charneca foram eliminados de seguida por Sunny Garcia e Luke Egan, acabando ambos em 17º lugar, mas fizeram da primeira “passagem” portuguesa pelo WCT um grande sucesso!</p>



<p>Cerca de 25 anos depois foi a vez do filho de João, Afonso Antunes, se <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/vasco-ribeiro-e-afonso-antunes-recebem-wildcards-para-o-meo-pro-portugal/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/vasco-ribeiro-e-afonso-antunes-recebem-wildcards-para-o-meo-pro-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrear no Championship Tour como <em>wildcard</em></a>. O resultado não foi o esperado mas Afonso, com apenas 20 anos, ainda poderá ter outras oportunidades de superar o resultado do seu pai&#8230;</p>



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		<title>ONFIRE #7, a primeira capa digital de surf em Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-7-a-primeira-capa-digital-de-surf-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:10:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[Analógico VS Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 7]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Sérgio Rosário]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Pires]]></category>
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					<description><![CDATA[Janeiro/Fevereiro de 2004...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Na capa:</strong><br />
Tiago Pires, fotografado por Sérgio Rosário.</p>
<p><strong>Data de lançamento:</strong><br />
Janeiro/Fevereiro de 2004<br />
<strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br />
Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Lightning Bolt, BoardCulture, O’Neill, Roxy e Globe.<br />
<strong>Surfistas que apareceram:</strong><br />
Tiago Pires, Marcos Anastácio, Nuno Telmo, Justin Mujica, José Gregório, Gony Zubizarreta, Luís Costa, André Gautier, Mark Ochhilupo, Joel Parkinson, Tim Curran, Andy Irons, Kelly Slater, Ricardo Vaz, Aécio Flávio, João Maria Girão, Eric Rebiere, Joana Rocha, Vanessa Monteiro, Patrícia Lopes, Joana Andrade, Paulo do Bairro, João Guedes, Guga Gouveia, David Luís, Diego Rosa, Neco Padaratz, Kalani Chapman, Bruce Irons, Alexandre Grilo, Vasco Spínola, Xaninho, Henrique Moniz, Pedro Barbudo, João Mealha, Freddy e Jó Bento.</p>
<p>Entre 2003 e 2016, anos em que as 78 revistas ONFIRE foram publicadas, surgiram várias evoluções a nível técnico que mudariam muito o processo de produção de publicações impressas e talvez a mais impactante tenha sido a &#8220;guerra&#8221; entre a fotografia analógica VS digital.</p>
<p>Em Janeiro de 2003, quando saiu a primeira ONFIRE já se usavam imagens em formato digital mas apenas para pequenas fotografias sem ser de acção de surf propriamente dita, como era o caso do popular artigo &#8220;Hot Nights&#8221;. Já as fotos de surf eram captadas em formato analógico, com rolos de slide que permitiam 36 &#8220;shots&#8221;, antes de se ter que mudar de rolo. Para uma surf trip os nossos fotógrafos chegavam a levar 50 rolos, que numa boa viagem poderiam não ser suficientes. Depois havia a revelação e mais tarde, quando feita a escolha, a digitalização, fazendo deste processo por vezes quase tão dispendioso quanto os restantes custos da viagem.</p>
<p>Mas aos poucos começaram a surgir máquinas digitais com mais qualidade e, por consequência, as primeiras imagens de surf nesse formato foram chegando à redacção da ONFIRE. A primeira página inteira de surf fotografada em formato digital nas nossas páginas foi uma fotografia de um snap de <strong>Alexandre Ferreira &#8220;Xaninho&#8221;</strong> na <a href="_wp_link_placeholder" data-wplink-edit="true">ONFIRE #3</a>, captada por <strong>Ricardo Bravo</strong> num dia de luz perfeita. No entanto era visível que faltava alguma coisa, no mínimo profundidade, no máximo havia um receio de quebrar com algo tão tradicional desta profissão desde a sua existência.</p>
<p>Entre a ONFIRE e a concorrência disputava-se muita coisa, mas não havia pressa de nenhum lado para dar o salto para o digital. No entanto, no final do primeiro ano da revista apareceu uma imagem do nosso colaborador residente na Ericeira, <strong>Sérgio Rosário</strong>, que tinha um acesso privilegiado para a época ao nosso melhor surfista, <strong>Tiago Pires</strong>, que por sua vez ainda não tinha feito capa na ONFIRE. Nessa edição fizemos a primeira entrevista ao &#8220;Portuguese Tiger&#8221;, apesar de ser dividida com o único &#8220;Europeu&#8221; a conseguir a qualificação para o CT de 2004, o franco-brasileiro <strong>Eric Rebiere</strong>. O &#8220;shot&#8221; era perfeito, uma paulada de <em>backside</em> vertical, com vários elementos que destacavam a imagem, como o fato amarelo e preto e o facto de não ser o momento marca regista do Saca, e, mesmo faltando a tal profundidade, era um &#8220;<em>no brainer</em>&#8220;, a primeira capa digital do surf português estava escolhida.</p>
<p>Foi uma edição bem aceite, comprovando a teoria de que ter o maior nome do surf português ajudava nas vendas em banca. Não foi feita qualquer menção dentro da revista sobre o facto de ser uma imagem digital e o que é certo é que pelo que sabemos, e tirando os fotógrafos, ninguém reparou. Nas edições seguintes o digital foi ganhando espaço ao analógico até ao formato praticamente desaparecer. O próprio processo de digitalização de slides começou a cair em desuso e anos mais tarde quando surgiu uma imagem em slide com todas as características para fazer uma capa já não se conseguia retirar a qualidade exigida na digitalização, acabando no interior da revista. Essa imagem acabou por ser a despedida da fotografia analógica na ONFIRE, aparecendo pontualmente mais à frente mas sempre dentro de um contexto &#8220;retro&#8221; e de pouca expressão. É algo a geração que cresceu com a internet e com o digital já praticamente não reconhece, considerando-o algo do passado, como as cassetes de fita magnética que fizeram parte das nossas vidas durante muito tempo&#8230;</p>
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		<title>ONFIRE #6 &#124; Um &#8220;dropino&#8221; na capa</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-6-a-primeira-grande-surftrip/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 21:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 6]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[vasco spinola]]></category>
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					<description><![CDATA[Novembro/Dezembro de 2003]]></description>
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<p><strong>Na capa:</strong><br>Vasco Spínola, fotografado por Carlos Pinto.<br>A primeira e única capa com um surfista a ser dropinado, Vasco Spínola era um nome em ascensão na época e trouxe da Indonésia um dos melhores &#8220;shots&#8221; da viagem. Nuno Telmo que era quem tinha as melhores imagens da viagem à Indonésia mas tinha feito a capa duas edições antes e depois de algum debate o staff decidiu não repetir um surfista na capa duas vezes no primeiro ano. Até porque haveria outras oportunidades no futuro para este surfista voltar à capa&#8230;<br><br><strong>Artigos em destaque: </strong><br><strong>Team Lightning Bolt na Indonésia.</strong> Esta foi a primeira verdadeira surftrip da história da ONFIRE, e a primeira grande colaboração com o fotógrafo Carlos Pinto. Ambas (viagens e imagens de CP) tornariam-se presença constante num futuro muito próximo, algo que durou até à <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/faz-hoje-4-anos-desde-que-saiu-a-ultima-revista-de-surf-core-em-portugal/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/faz-hoje-4-anos-desde-que-saiu-a-ultima-revista-de-surf-core-em-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">última edição da revista</a>.<br><strong>Vidas com Gonçalo Boneville.</strong> Um dos grandes nomes da &#8220;<a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">geração de ouro</a>&#8221; do surf português, &#8220;Bonnes&#8221; já se tinha reformado do surf e estava a fazer um retorno à competição. Ao longo de 12 páginas o surfista da Poça contou a sua história e alguns episódios épicos.</p>



<p><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Novembro/Dezembro de 2003<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lightning Bolt, O´Neill, Von Zipper, Roxy, BoardCulture e Globe.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Vasco Spínola, Tiago Pires, Miguel Ximenes, Bizuka, Jó Bento, Nuno Telmo, Francisco Rodrigues, David Raimundo, Nuno Cardoso, Gonçalo Bonneville, Ricardo Pires, Patrícia Lopes, Teresa Abraços, Tim Curran, Miguel Champalimaud, Paulo do Bairro, Justin Mujica, Russell Winter, Alan Stokes, Guga Gouveia, Tim Boel, Ricchie Lovett, Andy Irons, Kelly Slater, Joel Parkinson, António Silva, Francisco Canelas, João Guedes, Edgar Nozes, Frederico Morais e Samuel Furtado.</p>
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		<title>ONFIRE #5 &#124; A primeira capa de Marlon Lipke</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-5-a-primeira-capa-de-marlon-lipke/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 22:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Marlon Lipke]]></category>
		<category><![CDATA[ONIFRE 5]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro/Outubro de 2003]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Marlon Lipke, fotografado na Praia do Amado por Ricardo Bravo.<br>O super talento do Algarve estava a despontar e por um pequeno milagre ainda não tinha uma capa numa revista de surf. Uns meses mais tarde aparecia na capa da maior revista do continente, a SurfEurope mas a ONFIRE antecipou-se e deixou este marco na sua carreira.</p>



<p>A ONFIRE #5 foi uma edição de consolidação. Depois da <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-edicao-que-quase-acabou-com-a-onfire-no-seu-primeiro-ano/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-edicao-que-quase-acabou-com-a-onfire-no-seu-primeiro-ano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edição &#8220;destacável&#8221;</a> foi a altura de fazer um &#8220;reset&#8221; e meter mãos à obra para eliminar a má imagem da anterior. Em destaque esteve uma análise sobre os surfistas estrangeiros que queriam competir no circuito nacional, um artigo de fundo sobre David Luís e uma série de artigos mais pequenos que ao longo do tempo iriam desaparecer para dar espaço a mais artigos de fundo.<br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Setembro/Outubro de 2003<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lakai, Von Zipper, Oakley, O´Neill, Eastpak, BoardCulture e Globe.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Marlon Lipke, Ruben Gonzalez, Francisco Canelas, Frederico Morais, Justin Mujica, Tiago Pires, Nuande Pekel, Dédé, Paulo do Bairro, Pedro Soares, Bruno, David Luís, João Guedes, Joana Rocha, Joana Andrade, Vanessa Monteiro, Patrícia Lopes, João Macedo, José Gregório, Rodrigo Pimentão, Paulo Mandacaru, Alexandre Ferreira, Paulo Alves, Aécio Flávio, Francisco Spínola, Andy Irons, Masatoshi Ohno, Kelly Slater, Trent Munro, Miky Picon, Mick Campbell e Ricardo Girão.</p>
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		<title>Novos patrocínios, despedimentos, renovações e especulações &#124; Abril26</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/novos-patrocinios-despedimentos-renovacoes-e-especulacoes-abril26/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:48:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[13 contratações, 1 renovação e 1 despedimento...]]></description>
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<p>O que normalmente acontece no final do ano, em 2026 parece ter passado para a transição entre o primeiro e segundo semestre. Fica com as novidades de Março e Abril&#8230;</p>



<p><strong>Entre os surfistas do Championship Tour:</strong><br><strong>Alan Cleland Jr.</strong> mudou de marca de óculos, da Oakley para a<strong> Goodr</strong>. Um dos rookies menos conhecidos a entrar no CT nos últimos anos, <strong>Oscar Berry</strong>, assinou com a <strong>DC Shoes</strong>, apenas calçado. <strong>Jack Robinson</strong> oficializou a sua entrada na <strong>JS Industries</strong> enquanto que <strong>Yago Dora</strong> e <strong>Mateus Herdy</strong> asseguraram mais alguns patrocínios secundários, Dora com a marca de sumos <strong>The Natural One</strong> e Herdy a <strong>Cerveja Praya</strong>. Já <strong>Tyler Wright </strong>deixou de ter o autocolante da <strong>Rip Curl</strong> na prancha pela primeira vez desde os seus 11 anos. Depois de 21 dos seus 32 anos de vida como team rider desta marca, não houve o clássico post de instagram com fotos antigas e recentes a agradecer a colaboração. Ao que consta, a marca simplesmente não fez uma proposta para renovar, focando-se mais nos restantes patrocinados mais novos da elite do surf mundial. Por sua vez <strong>Gabriel Medina </strong>continua sem o bico da prancha ocupado. Durante um evento numa piscina de ondas o actual líder do ranking mundial usou o autocolante da <strong>UVV ON — Universidade Vila Velha</strong> mas foi um &#8220;deal&#8221; temporário que não durou até ao primeiro campeonato no mar. Será que haverá mais acordos &#8220;influencer style&#8221; pela frente? Medina usou fatos <strong>Quiksilver</strong> e mesmo alguma roupa durante as primeira duas etapas da perna australiana, mas ainda não se fala em negociações até porque o 3x campeão mundial é provavelmente o surfista mais caro de patrocinar no momento e a Quik está bem carregada de talento no tour. Em relação a pranchas, Gabe levou para a Austrália um quiver de <strong>Cabianca</strong>s e um de <strong>Channel Islands</strong>. Em Bells Beach andou a alternar entre as duas marcas, mas no fim acabou por competir o que o tem levado ao sucesso ao longo dos anos, as shapes de Cabianca. Será uma estratégia de marketing desenvolvida pelo próprio surfista para destacar o shaper que o acompanhou quase desde o início da sua carreira?</p>



<p><strong>Em Portugal:</strong><br><strong>Bruno &#8220;Bubas&#8221; Amado</strong> juntou-se à equipa <strong>Oakley</strong>, apenas na categoria de óculos enquanto que a <strong>Polen Surfboards</strong> juntou dois grandes talentos à sua equipa, <strong>Zé Maria Antunes</strong> e <strong>Erica Máximo</strong>.</p>



<p><strong>Pelo resto da Europa:</strong><br>A bombinha britânica <strong>Lukas Skinner</strong> renovou o seu contrato com a <strong>Rip Curl</strong> por mais três anos e <strong>Andy Criere</strong> juntou-se à <strong>Adidas</strong>, mas apenas no departamento de calçado. O francês <strong>Nicolas Paulet</strong> saiu da Hurley no início do ano e entretanto passou para a <strong>Oxbow</strong>.</p>



<p><strong>No resto do mundo:</strong><br>Uma das grandes surpresas foi a entrada de<strong> Luke Lopez </strong>na <strong>Billabong</strong>. Seria de pensar que o filho do mítico Cory Lopez, que está <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na O&#8217;Neill há mais de 30 anos</a>, também fosse fazer carreira nessa marca mas no fim de 2025 saiu, anunciando agora a nova contratação. O jovem <em>aussie</em> <strong>Winter Vincent</strong> trocou as pranchas Lost pelas <strong>Sharp Eye</strong>, enquanto que <strong>Asher Pacey</strong> é o primeiro surfista a sair oficialmente da recém chegada ao mercado <strong>Tenore</strong>, mas consta que mais se seguirão. Para terminar outro australiano, <strong>Sheldon Simkus</strong> aderiu ao &#8220;modo Kelly Slater&#8221;, tendo assinado com a <strong>Slater Designs</strong>/<strong>Firewire</strong> e com a <strong>Outerknown</strong>.</p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



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<p><br></p>
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		<title>ONFIRE #4 &#124; A edição que quase acabou com a revista no seu primeiro ano</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-edicao-que-quase-acabou-com-a-onfire-no-seu-primeiro-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 18:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Ceitil]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 4]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Julho/Agosto de 2003]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já com três revistas &#8220;cá fora&#8221; antes desta e com novos desafios sempre a aparecer, a edição #4 veio com uma das maiores &#8220;rasteiras&#8221; que apanhámos durante os anos de existência da ONFIRE.</p>
<p>Este primeiro ano foi claramente o mais difícil, por diversas razões. Se por um lado a ONFIRE rapidamente encontrou o seu lugar no mercado, por outro ainda não estava claro se o projecto era viável de um ponto de vista financeiro. A periodicidade, bimestral, tinha sido pensada para garantir a qualidade do produto, mas fazia com que gerasse receita apenas a cada dois meses e muitas despesas fixas eram mensais. Para sobreviver nos primeiros anos os sócios fundadores/trabalhadores não foram pagos, entrando num ciclo onde praticamente se teve que pagar para trabalhar. Da parte dos anunciantes via-se uma boa adesão mas, mesmo cortando nos “escravos de serviço”, ainda era “resvés campo de Ourique” todos os meses para pagar as contas.</p>
<p>Mais complexo ainda eram os problemas que se viviam nos bastidores, entre o staff. Havia uma divisão entre os 4 membros, com opiniões a divergir na direcção editorial do projecto, uma fase vivida com grandes discussões e um mau ambiente que ultrapassou o mundo profissional e para sempre prejudicou amizades de muitos anos. Na fase final desta edição a grande discussão era a capa, com um membro a fazer um duríssimo lobby para uma imagem de João Alexandre “Dapin”, que acabou por entrar em destaque dentro da revista, e a sequência de Nuno Telmo, fotografada por Miguel Ceitil, que acabou por vencer esta disputa por ter sido aprovada pelos outros três membros. Alguma má vontade fez com que a capa ficasse aquém do seu verdadeiro potencial, mas não houve cedências. Estas disputas chegariam ao fim na edição seguinte.</p>
<p>As situações acima mencionadas fizeram com que o projecto parecesse estar sempre a sobreviver por um fio, que poderia quebrar a qualquer momento. Foi aí que aconteceu um dos pontos mais baixos da história da revista. Devido às discussões referidas no parágrafo acima, a revista foi entregue tarde na gráfica, entrando num<em> timing</em> de muito “tráfego” na mesma, o que fez com que a entrasse numa fila de vários dias para começar a ser impressa. Quando finalmente passou essa fase, entrou no acabamento mas, além de também ter várias publicações à frente, grande parte dos trabalhadores desse departamento estavam de férias. Cedendo à nossa pressão, os responsáveis da gráfica subcontrataram outra empresa o trabalho de montar e colar a revista e esses, por sua vez, por problemas de calibração, não colaram bem as páginas.</p>
<p>Resultado, 99% das revistas depois de abertas soltavam as páginas. Este problema ficou bem visível quando os primeiros exemplares chegaram ao nosso maior anunciante, que ficou com as páginas dos seus anúncios nas mãos na primeira folheada. De repente começou a chegar o feedback de amigos, familiares e leitores que o problema era geral e nessa fase já não havia nada a fazer. Parecia ser o fim do projecto, tudo nessa edição cuja semana de lançamento coincidiu com uma das maiores ondas de calor dos últimos anos. Vários membros do staff passaram noites de pouco sono, cada vez com mais dúvidas se o sonho de viver deste projecto seria possível. Foram semanas duras, mas em vez de aceitar a derrota, decidimos enfrentar as criticas e lançar mais edições, para apagar a má memória da “edição” destacável.</p>
<p>E o que é certo é que o desafio foi superado e sobrevivemos para lutar mais uns anos&#8230;</p>
<p><strong>Capa:</strong><br />
Nuno Telmo fotografado por Miguel Ceitil<br />
<strong>Data de lançamento:</strong><br />
Julho/Agosto de 2003<br />
<strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br />
Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, Oakley, Eastpak, O&#8217;Neill, Sanuk, BoardCulture, Globe e O’Neill.<br />
<strong>Surfistas que apareceram:</strong><br />
Nuno Telmo, Dapin, Bizuka, Kepa Acero, Gony Zubizarreta, Pablo Guiterrez, &#8220;Gui&#8221; Pimentão, Sérgio Leote, Heath Walker, Mick Campbell, Vitor Ribas, Pedro Soares, José Gregório, Mica Lourenço, Serena Brooks, Melanie Bartels, Sofia Mulanovich, Rochelle Ballard, Heather Clark, Vanessa Monteiro, Zé Seabra, Rodrigo Herédia, Guga Gouveia, David Luís, Nuno Silva, Ruben Gonzalez, Rasta, Jorge Cação, Kelly Slater, Taj Burrow, Andy Irons, Luke Stedman e Cory Lopez.</p>
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