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	<title>Destaques &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>ONFIRE #8 &#124; A edição que deixou o staff com &#8220;a cabeça a prémio&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 8]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Bravo]]></category>
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					<description><![CDATA[Março/Abril de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Line up de Santo Amaro de Oeiras por Ricardo Bravo.<br>O ano virou e a ONFIRE ainda estava &#8220;viva&#8221; e com mais anunciantes. Para surpresa de todos no staff, a revista estava a consolidar-se e a ganhar maturidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Fora de Tom.</strong> Um artigo fotografado a preto e branco por Ricardo Bravo que, além de preencher 8 páginas com imagens bastante incríveis, deu origem à capa.<br><strong>Vidas com Zé dos Cães</strong>. Como se faz um artigo com um mito? Este foi um dos artigos mais difíceis de fazer entre todos os perfis mesmo ao longo dos anos que se seguiram. Isto porque o Algarvio morava algures no norte, já não surfava e não tinha arquivo pessoal nem residência física. A procura por imagens deste surfista foi não foi fácil mas valeu-nos a Polen Surfboards, que o tinha patrocinado nos anos 90, e o também mítico Darin Pappas, e deu para fazer um artigo bastante marcante.<br></p>



<p>Mas o que realmente deu que falar foram dois artigos mais pequenos, as respostas na secção cartas e o <strong>&#8220;Laboratorium</strong>&#8220;. Neste último o staff decidiu testar uma prancha de bodyboard, acabando por destruir a mesma. Infelizmente os nossos irmãos do line up não partilhavam do mesmo sentido e humor e colectivamente viraram-se contra a ONFIRE. E com &#8220;viraram-se&#8221; queremos dizer que partiram para a ameaça de agressões físicas contra o director e editor da revista. Durante semanas &#8220;choveram&#8221; emails, na sua maioria anónimos, voice mails e cartas, carregadas de ameaças contra o staff. Durante alguns meses todo o staff andou ainda mais &#8220;low profile&#8221; que normalmente e evitou alguns picos onde o bodyboard era mais expressivo. Mas com o tempo o episódio foi sendo esquecido, os bodyboarders tornaram-se surfistas e ficou tudo bem.</p>



<p><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Março/Abril de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, O´Neill, DC, Eastpak, Colares Velho &#8211; Salão de Chá, Samadi, SDA, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Aécio Flávio, David Luís, Paulo Almeida, Xaninho, Valadão, Ruben Gonzalez, Paulo do Bairro, Guga Gouveia, João Meneses &#8220;Flecha&#8221;, Zé dos Cães, Mariana Canelas, Rute Nogueira, Nuno Telmo, Justin Mujica, Rodrigo Champalimaud, Miguel Champalimaud, Marlon Lipke, Rodrigo Herédia, Tiago Pires, Nuno Stutura, Vasco Spínola e Nuande Pekel.</p>
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		<title>A onda mais longa da vida de Luís Perloiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Angola Waves]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Perloiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Angola waves...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando Luís Perloiro <a href="https://www.angolawaves.net/" data-type="link" data-id="https://www.angolawaves.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">viajou para Angola</a> recentemente, sabia exactamente o que iria apanhar, esquerdas compridas, com água quente e poucas pessoas na água. E claramente não ficou desiludido com esta viagem pois fez algumas das mais longas ondas da sua vida&#8230;</p>
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		<title>Será que alguém consegue parar os surfistas brasileiros no Championship Tour de 2026?</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/sera-que-alguem-consegue-parar-os-surfistas-brasileiros-no-championship-tour-de-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 22:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilian Storm]]></category>
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					<description><![CDATA[Italo, Miguel, Gabriel, Yago...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao fim de 4 etapas, quatro surfistas brasileiros ocupam as primeiras posições do ranking masculino do Championship Tour da WSL e parece altamente improvável que o campeão mundial deste ano não fale português.</p>



<p>Tudo começou com uma surpreendente vitória de <strong>Miguel Pupo </strong>em Bells, e mesmo com dois australianos a vencerem as etapas seguintes, <strong>George Pittar</strong> em Margaret e Ethan Ewing na Gold Coast, <strong>Italo Ferreira</strong> fechou a perna &#8220;australásiana&#8221; com um primeiro lugar que lhe garantiu também a lycra amarela. Neste momento Ferreira lidera o circuito, seguido de Pupo, <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Yago Dora</strong>. Ainda dentro do top10 estão <strong>Samuel Pupo</strong> em 7º e <strong>Filipe Toledo</strong> em 10º, ambos a mostrar surf para subir no ranking.</p>



<p>Será um ano com 12 etapas, mas pela consistência tudo indica que o Brasil vai acumular mais um título. E com <strong>John John Florence </strong>a passear de barco pelo mundo, são poucos os surfistas que mostram potencial de superar a brazilian storm. Em 5º no ranking está Pittar, que apesar de ter surpreendido tudo e todos em Margaret River, não mostra potencial ou experiência para disputar um título mundial nesta fase da sua carreira. O mesmo se pode dizer do italiano <strong>Leonardo Fioravanti</strong>, que está a ter mais um excelente início de ano mas não tem um bom historial a nível de consistência ao longo do ano.</p>



<p>Há ainda <strong>Ethan Ewing</strong>, que já conta com uma vitória e um 5º lugar, mas que precisa de ter uma postura mais agressiva se quiser furar o &#8220;bloco brasileiro&#8221;, algo que não é impossível mas que também não é provável. Sobra <strong>Griffin Colapinto</strong>, que é um &#8220;dark horse&#8221; nesta conversa, e que já leva dois 3ºs lugares em quatro etapas. Colapinto é um dos surfistas mais completos do tour e se há alguém que tem potencial de superar os brasileiros é este surfista, mas terá pouca margem de erro se quiser ser um sério candidato ao título.</p>



<p>Mas ao que tudo indica, a disputa será entre Ítalo, Yago e Gabriel&#8230;</p>
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		<title>O primeiro português a vencer um heat no Championship Tour</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/o-primeiro-portugues-a-vencer-um-heat-no-championship-tour/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Charneca]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola Figueira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Diniz]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Herédia]]></category>
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					<description><![CDATA[Coca-Cola Figueira Pro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foi durante o Coca-Cola Figueira Pro em 1996, a primeira etapa do WCT realizada em Portugal desde a transição para duas divisões (WQS e WCT) em 1992, que João Antunes conquistou o feito único de ser o primeiro português a vencer um heat na elite do surf mundial.</p>



<p>Antunes era <em>wildcard</em> junto com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Miguel Diniz (Frey Tuck)</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bruno Charneca</a> e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rodrigo Herédia</a>, que foram os quatro primeiros surfistas portugueses a competir entre a “elite”. Bruno Charneca foi o primeiro a competir, contra Barton Lynch apenas, pois Kelly Slater ainda não tinha chegado a Portugal.</p>



<p><strong>Miguel Diniz</strong> competiu com Rob Machado e Jake Paterson enquanto que <strong>Rodrigo Herédia</strong> foi com Sunny Garcia e Nathan Webster. No entanto, dos quatro, apenas o último a entrar, <strong>João Antunes</strong>, venceu o seu heat. Em boas ondas de um metro no Cabedelo, o mais internacional surfista da sua geração, Antunes, conseguiu superar John Shimooka e Luke Egan e assim tornou-se no primeiro português a vencer um heat na elite do surf mundial.</p>



<p>Este incrível feito de Antunes foi ofuscado no dia seguinte, quando <strong>Bruno Charneca</strong> eliminou Kelly Slater. O (na altura) tri-campeão mundial da ASP, Slater, tinha perdido voos consecutivos devido a problemas de “logística”, faltando ao seu heat da primeira fase.</p>



<p>Nessa altura o único surfista que tinha hipóteses de passar Slater no ranking era Shane Beschen, mas precisava de um pequeno “milagre” para o fazer. Acusando a pressão, Shane não competiu neste etapa e Kelly só precisou de entrar na água, no round 2, para garantir o seu quarto título mundial.</p>



<p>E foi o que aconteceu, mas não sem ter sido derrotado por Bruno Charneca, que surfou muito bem e soube gerir o heat. Assim, mesmo com a eliminação de Rodrigo Herédia e Miguel Diniz, face e Luke Egan e Rob Machado, dois portugueses qualificaram-se para o round 3.</p>



<p>Antunes e Charneca foram eliminados de seguida por Sunny Garcia e Luke Egan, acabando ambos em 17º lugar, mas fizeram da primeira “passagem” portuguesa pelo WCT um grande sucesso!</p>



<p>Cerca de 25 anos depois foi a vez do filho de João, Afonso Antunes, se <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/vasco-ribeiro-e-afonso-antunes-recebem-wildcards-para-o-meo-pro-portugal/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/vasco-ribeiro-e-afonso-antunes-recebem-wildcards-para-o-meo-pro-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrear no Championship Tour como <em>wildcard</em></a>. O resultado não foi o esperado mas Afonso, com apenas 20 anos, ainda poderá ter outras oportunidades de superar o resultado do seu pai&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Kelly Slater knocked out by Portuguese surfer (WCT Figueira Pro 1996)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/yVaxVPG0Dvk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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		<item>
		<title>Guilherme Ribeiro e Érica Máximo vencem o Allianz Ericeira Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 May 2026 22:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Allianz Ericeira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Erica Máximo]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Disputa pelos títulos torna-se mais interessante...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Guilherme Ribeiro e Érica Máximo venceram hoje o Allianz Ericeira Pro, terceira de cinco etapas da Liga MEO Surf 2026. Um triunfo que teve o condão de colocar ambos na vice-liderança dos rankings e de ter reaberto as contas da corrida ao título nacional, onde Francisco Ordonhas e Maria Salgado continuam na posse da licra amarela Go Chill, embora com a concorrência mais próxima.</p>



<p>A ação do dia final iniciou-se a meio da manhã com os quartos-de-final masculinos. João Maria Mendonça venceu o primeiro duelo da jornada, após superar Francisco Almeida. Na bateria seguinte houve embate entre os últimos dois campeões nacionais, com Guilherme Ribeiro a vencer Francisco Ordonhas, num desfecho que ditou a primeira eliminação da temporada para o campeão nacional em título. Martim Nunes surpreendeu Afonso Antunes e venceu o heat 3, com a ronda a fechar com o triunfo de Arran Strong frente a Luís Perloiro.</p>



<p>Nas meias-finais femininas, Érica Máximo venceu o duelo frente a Teresa Pereira e na bateria seguinte foi Lua Escudeiro a ser mais forte que Mafalda Lopes. Um cenário que determinou, desde logo, uma vencedora inédita em etapas da Liga MEO Surf.</p>



<p>No lado masculino, Guilherme Ribeiro acabou com o equilíbrio da ronda anterior e venceu João Mendonça de forma folgada, com 12,75 pontos, contra 7,65. Na segunda semifinal, houve emoções fortes até final, com Martim Nunes a liderar durante grande parte da bateria, mas a ver Arran Strong a operar a reviravolta na última onda, para garantir a primeira final da carreia na Liga MEO Surf.</p>



<p>Antes das finais foi para a água o Quiksilver Heritage Heat, que colocou frente a frente lendas do surf nacional que venceram esta etapa no passado. João Antunes, com 13,35 pontos, foi o mais forte e levou a melhor frente a José Gregório, Justin Mujica e Paulo “do Bairro” Rodrigues.</p>



<p>Na final masculina Guilherme Ribeiro teve uma entrada mais forte na bateria e fechou o duelo com chave de ouro, com uma onda de 8,50 pontos. Com um total de 15,75 pontos, o campeão nacional de 2022 e 2024 não só conseguiu repetir o triunfo que já tinha obtido na Ericeira em 2024 como ainda garantiu o melhor score de todo o evento.</p>



<p>“É um regresso às vitórias na Liga MEO Surf, o que é especial”, afirmou Guilherme Ribeiro após a final. “Esta é a minha segunda vitória em Ribeira d’Ilhas, numa onda que conheço desde pequeno e que foi muito importante para o meu progresso profissional. Fico feliz por ter fechado o campeonato com a melhor onda que fiz e com uma manobra que tenho praticado imenso”, rematou o novo vice-líder do ranking masculino, que está, agora, a 350 pontos da liderança de Francisco Ordonhas.</p>



<p>Na final feminina, Érica Máximo e Lua Escudeiro tiveram uma disputa muito equilibrada, com a incerteza a manter-se até à troca de ondas final. Foram somente 0,40 pontos a decidir a campeã do Allianz Ericeira Pro, com Érica Máximo a conseguir o primeiro triunfo da carreira em etapa das Liga MEO Surf, aos 20 anos.</p>



<p>“Estou feliz, pois tem um grande significado para mim, após um ano em que estive lesionada”, começou por dizer a jovem surfista de Carcavelos após a final. “Regressar e perceber que os anos todos que surfei não foram em vão e que aos poucos me vão deixando mais forte, deixa-me muito contente”, frisou a nova vice-líder do ranking feminina, que fica a 270 pontos de distância de Maria Salgado e com uma vantagem de 120 para Lua Escudeiro, que fecha o top 3 feminino da Liga MEO Surf.</p>



<p>A Liga MEO Surf regressa já de 12 a 14 de junho, com os Açores a receberem a quarta e antepenúltima etapa da Liga MEO Surf 2026. Além de ser importante para as contas dos títulos nacionais, o Allianz Ribeira Grande Pro também vai decidir os vencedores do troféu Allianz Triple Crown, cujos líderes são Lua Escudeiro e Guilherme Ribeiro.</p>
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		<title>A maior competição solidária de surf do país está de volta a Santa Cruz </title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2026 11:57:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Softboard Heroes]]></category>
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					<description><![CDATA[19 de junho, na Praia da Física, em Santa Cruz...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;Softboard&nbsp;Heroes, evento&nbsp;que reúne&nbsp;estrelas do surf&nbsp;e figuras públicas&nbsp;naquela&nbsp;que é&nbsp;a maior competição solidária&nbsp;de surf&nbsp;em Portugal,&nbsp;regressa para a sua sexta edição no dia 19 de junho, na Praia da Física, em Santa Cruz, Torres Vedras.&nbsp;Este ano, os participantes irão competir por um prémio recorde de 22.500 euros, que&nbsp;reverte&nbsp;integralmente para&nbsp;quatro instituições&nbsp;solidárias&nbsp;e eleva para&nbsp;75.500 euros&nbsp;o valor total já doado ao longo das cinco edições anteriores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Através de uma prova original e descontraída, divida&nbsp;em&nbsp;quatro equipas, cada uma&nbsp;representará e&nbsp;contribuirá para apoiar uma das associações selecionadas&nbsp;nesta edição:&nbsp;a&nbsp;<a href="https://souma.eu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>SOUMA</u></a>,&nbsp;dedicada à transformação social e valorização individual;&nbsp;a&nbsp;<a href="https://fundacaodogil.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Fundação do Gil</u></a>,&nbsp;que promove&nbsp;o bem-estar clínico, social e emocional das crianças em risco;&nbsp;o&nbsp;<a href="https://larspedro.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>Centro de Acolhimento São Pedro da Cadeira</u></a>, que presta&nbsp;apoio à população sénior;&nbsp;e o&nbsp;<a href="https://casci.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><u>CASCI</u></a>, focado&nbsp;na inclusão de pessoas com deficiência, idosos, crianças e outros públicos em situação de vulnerabilidade.&nbsp;</p>



<p>Entre os nomes já confirmados,&nbsp;distribuídos&nbsp;por quatro categorias,&nbsp;‘Pros’, ‘Ladies’, ‘Junior’ e ‘Friends’,&nbsp;destacam-se o ator José Fidalgo e o desportista Francisco Lufinha,&nbsp;que integram&nbsp;os ‘Friends’. Na categoria ‘Pros’, a iniciativa contará com atletas como Joaquim Chaves, atualmente no top 5 nacional, e Tomás Valente, vencedor da prova de triagem do Capítulo Perfeito. Enquanto na&nbsp;‘Ladies’, Lua Escudeiro, campeã nacional de surf sub-18, competirá&nbsp;juntamente com&nbsp;Maria Salgado,&nbsp;campeã europeia júnior. &nbsp;</p>



<p>“Seis anos depois, o&nbsp;Softboard&nbsp;Heroes&nbsp;já é um&nbsp;exemplo claro&nbsp;de que o surf pode, de facto,&nbsp;mudar vidas. O mais especial é ver como esta ideia cresceu e como, ano após ano, juntamos pessoas muito diferentes, dentro e fora de água, por uma causa comum. E todos os anos&nbsp;levamos a certeza de que estamos a construir algo maior do que nós e que deixa uma marca positiva na vida de quem mais precisa”,&nbsp;<strong>refere Tiago Pires,&nbsp;organizador&nbsp;do evento e ex-surfista profissional.&nbsp;</strong></p>



<p>Este evento será patrocinado pela PRIO,&nbsp;pela&nbsp;Câmara Municipal de Torres Vedras,&nbsp;a&nbsp;Noah&nbsp;Surf&nbsp;House&nbsp;e a Comunidade Intermunicipal do Oeste. &nbsp;</p>



<p></p>



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		<title>Novos patrocínios, despedimentos, renovações e especulações &#124; Abril26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 21:48:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[13 contratações, 1 renovação e 1 despedimento...]]></description>
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<p>O que normalmente acontece no final do ano, em 2026 parece ter passado para a transição entre o primeiro e segundo semestre. Fica com as novidades de Março e Abril&#8230;</p>



<p><strong>Entre os surfistas do Championship Tour:</strong><br><strong>Alan Cleland Jr.</strong> mudou de marca de óculos, da Oakley para a<strong> Goodr</strong>. Um dos rookies menos conhecidos a entrar no CT nos últimos anos, <strong>Oscar Berry</strong>, assinou com a <strong>DC Shoes</strong>, apenas calçado. <strong>Jack Robinson</strong> oficializou a sua entrada na <strong>JS Industries</strong> enquanto que <strong>Yago Dora</strong> e <strong>Mateus Herdy</strong> asseguraram mais alguns patrocínios secundários, Dora com a marca de sumos <strong>The Natural One</strong> e Herdy a <strong>Cerveja Praya</strong>. Já <strong>Tyler Wright </strong>deixou de ter o autocolante da <strong>Rip Curl</strong> na prancha pela primeira vez desde os seus 11 anos. Depois de 21 dos seus 32 anos de vida como team rider desta marca, não houve o clássico post de instagram com fotos antigas e recentes a agradecer a colaboração. Ao que consta, a marca simplesmente não fez uma proposta para renovar, focando-se mais nos restantes patrocinados mais novos da elite do surf mundial. Por sua vez <strong>Gabriel Medina </strong>continua sem o bico da prancha ocupado. Durante um evento numa piscina de ondas o actual líder do ranking mundial usou o autocolante da <strong>UVV ON — Universidade Vila Velha</strong> mas foi um &#8220;deal&#8221; temporário que não durou até ao primeiro campeonato no mar. Será que haverá mais acordos &#8220;influencer style&#8221; pela frente? Medina usou fatos <strong>Quiksilver</strong> e mesmo alguma roupa durante as primeira duas etapas da perna australiana, mas ainda não se fala em negociações até porque o 3x campeão mundial é provavelmente o surfista mais caro de patrocinar no momento e a Quik está bem carregada de talento no tour. Em relação a pranchas, Gabe levou para a Austrália um quiver de <strong>Cabianca</strong>s e um de <strong>Channel Islands</strong>. Em Bells Beach andou a alternar entre as duas marcas, mas no fim acabou por competir o que o tem levado ao sucesso ao longo dos anos, as shapes de Cabianca. Será uma estratégia de marketing desenvolvida pelo próprio surfista para destacar o shaper que o acompanhou quase desde o início da sua carreira?</p>



<p><strong>Em Portugal:</strong><br><strong>Bruno &#8220;Bubas&#8221; Amado</strong> juntou-se à equipa <strong>Oakley</strong>, apenas na categoria de óculos enquanto que a <strong>Polen Surfboards</strong> juntou dois grandes talentos à sua equipa, <strong>Zé Maria Antunes</strong> e <strong>Erica Máximo</strong>.</p>



<p><strong>Pelo resto da Europa:</strong><br>A bombinha britânica <strong>Lukas Skinner</strong> renovou o seu contrato com a <strong>Rip Curl</strong> por mais três anos e <strong>Andy Criere</strong> juntou-se à <strong>Adidas</strong>, mas apenas no departamento de calçado. O francês <strong>Nicolas Paulet</strong> saiu da Hurley no início do ano e entretanto passou para a <strong>Oxbow</strong>.</p>



<p><strong>No resto do mundo:</strong><br>Uma das grandes surpresas foi a entrada de<strong> Luke Lopez </strong>na <strong>Billabong</strong>. Seria de pensar que o filho do mítico Cory Lopez, que está <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/10-surfistas-com-o-mesmo-patrocinio-ha-20-anos-ou-mais/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">na O&#8217;Neill há mais de 30 anos</a>, também fosse fazer carreira nessa marca mas no fim de 2025 saiu, anunciando agora a nova contratação. O jovem <em>aussie</em> <strong>Winter Vincent</strong> trocou as pranchas Lost pelas <strong>Sharp Eye</strong>, enquanto que <strong>Asher Pacey</strong> é o primeiro surfista a sair oficialmente da recém chegada ao mercado <strong>Tenore</strong>, mas consta que mais se seguirão. Para terminar outro australiano, <strong>Sheldon Simkus</strong> aderiu ao &#8220;modo Kelly Slater&#8221;, tendo assinado com a <strong>Slater Designs</strong>/<strong>Firewire</strong> e com a <strong>Outerknown</strong>.</p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



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<p><br></p>
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		<title>Maria Salgado e Francisco Ordonhas vencem o Go Chill Porto Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/maria-salgado-e-francisco-ordonhas-vencem-o-go-chill-porto-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Apr 2026 19:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
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					<description><![CDATA[Leça da Palmeira...]]></description>
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<p>Maria Salgado e Francisco Ordonhas conquistaram, este domingo, o triunfo no Go Chill Porto Pro, segunda etapa da Liga MEO Surf 2026, repetindo as vitórias que já tinham conseguido na etapa inaugural, na Figueira da Foz. O desfecho da prova nortenha isolou Salgado e Ordonhas na liderança dos respetivos rankings, afirmando-se ambos como os principais candidatos aos títulos nacionais de surf.</p>



<p>A presença de nevoeiro pela manhã na praia de Leça da Palmeira atrapalhou o retomar da ação para o dia final do Go Chill Porto Pro, o que viria a acontecer apenas ao início da tarde. A ronda 3 feminina foi a primeira a ir para a água e Gabriela Dinis foi a surfista em maior destaque nesta fase, após vencer a primeira bateria com um total de 12,00 pontos. Na segunda bateria foi Maria Salgado a segurar mais um triunfo, rumo às meias-finais no Porto e Matosinhos.</p>



<p>A ação prosseguiu com os quartos-de-final masculinos, onde Tomás Fernandes venceu Martim Nunes na primeira bateria, seguindo-se uma vitória folgada de Francisco Ordonhas frente a Guilherme Fonseca, com um total de 13,95 pontos. No heat 3 Afonso Antunes superou Arran Strong, enquanto na derradeira bateria foi a vez de Luís Perloiro levar a melhor sobre Francisco Almeida.</p>



<p>As meias-finais femininas começaram com uma surpresa, após a jovem nortenha Teresa Pereira ter vencido Gabriela Dinis, conseguindo alcançar a primeira final na Liga MEO Surf e transformando-se na primeira surfista do Porto a chegar a uma final desde João Guedes o ter feito em 2012, em Peniche. A ela juntou-se Maria Salgado, que superou um heat muito equilibrado frente a Érica Máximo.</p>



<p>Do lado masculino, Francisco Ordonhas venceu o duelo frente a Tomás Fernandes, garantindo a primeira final da carreira no Porto e Matosinhos. A ele juntou-se Afonso Antunes, após vencer Luís Perloiro na segunda semifinal, com um total de 14,25 contra 11,20 pontos.</p>



<p>A decisão da prova feminina foi para a água ao final da tarde e Maria Salgado não perdeu tempo em lançar um forte ataque à liderança, colocando-se, desde logo, em boa posição para vencer. Após gerir grande parte da disputa, Maria Salgado resistiu a um derradeiro ataque ao triunfo por parte de Teresa Pereira, para vencer a final com 10,85 contra 8,15 pontos.</p>



<p>“Estou muito feliz por ter vencido”, começou por afirmar a bicampeã nacional júnior e campeã europeia júnior em título após a final. “Foi uma final frente a uma amiga, que tem praticamente a mesma idade que eu. Fiquei satisfeita por ser a segunda vitória seguida e, agora, pretendo manter este foco para os próximos campeonatos” frisou a jovem surfista de Santa Cruz, de 19 anos, que a partir de julho vai competir no circuito Challenger Series da World Surf League, onde vão estar em jogo as vagas de acesso ao Circuito Mundial de 2027.</p>



<p>A final masculina teve uma situação idêntica, com Francisco Ordonhas a ter uma entrada fortíssima, que colocou Afonso Antunes em combinação. Com um score de 16,25 e uma onda de 8,50 pontos pelo meio, que foi a melhor de todo o campeonato, Ordonhas geriu a final a seu belo prazer, mesmo depois de Afonso Antunes conseguir sair da combinação já na reta final. Ainda assim, os 13,75 pontos de Antunes, que foi vencedor desta etapa em 2022, acabaram por ser insuficientes perante o domínio mostrado pelo campeão nacional em título.</p>



<p>“Tentei começar a final de melhor forma que o adversário e consegui”, resumiu Francisco Ordonhas, de 20 anos, após o triunfo. “Ter a licra amarela Go Chill é sinal de que o trabalho está a ser bem feito e tudo está a correr bem. Mas também me dá mais confiança para os próximos campeonatos, incluindo a nível internacional”, rematou o jovem surfista da Cascais.</p>



<p>Tanto Maria Salgado como Francisco Ordonhas conseguiram a primeira vitória no Porto e Matosinhos, além de terem somado a segunda vitória em outras tantas etapas na presente temporada e conseguido, igualmente, a quarta vitória da carreira em etapas da Liga MEO Surf.</p>



<p>A Liga MEO Surf regressa à água de 22 a 24 de maio com o Allianz Ericeira Pro, naquela que será a etapa equador da luta pelos títulos nacionais de surf. Francisco Ordonhas e Maria Salgado partem para as famosas direitas de Ribeira d’Ilhas na liderança dos respetivos rankings e, consequentemente, na posse das licras amarelas Go Chill.</p>



<p><strong>Resultados finais do Go Chill Porto Pro:</strong><br>Final masculina: Francisco Ordonhas, 16,25 pontos x Afonso Antunes, 13,75 pontos<br>Final feminina: Maria Salgado, 10,85 pontos x Teresa Pereira, 8,15 pontos<br>Olha que Onda Bem Sacada by Pingo Doce: Francisco Ordonhas, 8,50 pontos<br>Bom Petisco Girls Score: Maria Salgado, 14,25 pontos<br>Waversby Round: Francisco Ordonhas, 12,55 pontos<br>Montebelo Expression Session: Afonso Antunes</p>
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		<title>&#8220;Orienta&#8221;, A Journey on a sandy Island por Miguel Blanco</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/cinema/orienta-a-journey-on-a-sandy-island-por-miguel-blanco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 22:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Blanco]]></category>
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					<description><![CDATA[A onda que a Rip Curl pagou uma pequena fortuna a Grant &#8220;Twiggy&#8221; Baker para Mick Fanning surfar sozinho afinal não é assim tão desconhecida. Desde aí já alguns surfistas passaram por lá e um deles, bem recentemente, foi Miguel Blanco que surfou direitas perfeitas e tubulares sozinho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A onda que a Rip Curl pagou uma pequena fortuna a Grant &#8220;Twiggy&#8221; Baker para<a href="https://www.onfiresurfmag.com/cinema/mick-fanning-descobre-onda-tubular-de-5-kms-ii-611/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/cinema/mick-fanning-descobre-onda-tubular-de-5-kms-ii-611/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Mick Fanning surfar sozinho</a> afinal não é assim tão desconhecida. Desde aí já alguns surfistas passaram por lá e um deles, bem recentemente, foi Miguel Blanco que surfou direitas perfeitas e tubulares sozinho.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ONFIRE #4 &#124; A edição que quase acabou com a revista no seu primeiro ano</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-edicao-que-quase-acabou-com-a-onfire-no-seu-primeiro-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 18:33:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2003]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Ceitil]]></category>
		<category><![CDATA[nuno telmo]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 4]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Julho/Agosto de 2003]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já com três revistas &#8220;cá fora&#8221; antes desta e com novos desafios sempre a aparecer, a edição #4 veio com uma das maiores &#8220;rasteiras&#8221; que apanhámos durante os anos de existência da ONFIRE.</p>
<p>Este primeiro ano foi claramente o mais difícil, por diversas razões. Se por um lado a ONFIRE rapidamente encontrou o seu lugar no mercado, por outro ainda não estava claro se o projecto era viável de um ponto de vista financeiro. A periodicidade, bimestral, tinha sido pensada para garantir a qualidade do produto, mas fazia com que gerasse receita apenas a cada dois meses e muitas despesas fixas eram mensais. Para sobreviver nos primeiros anos os sócios fundadores/trabalhadores não foram pagos, entrando num ciclo onde praticamente se teve que pagar para trabalhar. Da parte dos anunciantes via-se uma boa adesão mas, mesmo cortando nos “escravos de serviço”, ainda era “resvés campo de Ourique” todos os meses para pagar as contas.</p>
<p>Mais complexo ainda eram os problemas que se viviam nos bastidores, entre o staff. Havia uma divisão entre os 4 membros, com opiniões a divergir na direcção editorial do projecto, uma fase vivida com grandes discussões e um mau ambiente que ultrapassou o mundo profissional e para sempre prejudicou amizades de muitos anos. Na fase final desta edição a grande discussão era a capa, com um membro a fazer um duríssimo lobby para uma imagem de João Alexandre “Dapin”, que acabou por entrar em destaque dentro da revista, e a sequência de Nuno Telmo, fotografada por Miguel Ceitil, que acabou por vencer esta disputa por ter sido aprovada pelos outros três membros. Alguma má vontade fez com que a capa ficasse aquém do seu verdadeiro potencial, mas não houve cedências. Estas disputas chegariam ao fim na edição seguinte.</p>
<p>As situações acima mencionadas fizeram com que o projecto parecesse estar sempre a sobreviver por um fio, que poderia quebrar a qualquer momento. Foi aí que aconteceu um dos pontos mais baixos da história da revista. Devido às discussões referidas no parágrafo acima, a revista foi entregue tarde na gráfica, entrando num<em> timing</em> de muito “tráfego” na mesma, o que fez com que a entrasse numa fila de vários dias para começar a ser impressa. Quando finalmente passou essa fase, entrou no acabamento mas, além de também ter várias publicações à frente, grande parte dos trabalhadores desse departamento estavam de férias. Cedendo à nossa pressão, os responsáveis da gráfica subcontrataram outra empresa o trabalho de montar e colar a revista e esses, por sua vez, por problemas de calibração, não colaram bem as páginas.</p>
<p>Resultado, 99% das revistas depois de abertas soltavam as páginas. Este problema ficou bem visível quando os primeiros exemplares chegaram ao nosso maior anunciante, que ficou com as páginas dos seus anúncios nas mãos na primeira folheada. De repente começou a chegar o feedback de amigos, familiares e leitores que o problema era geral e nessa fase já não havia nada a fazer. Parecia ser o fim do projecto, tudo nessa edição cuja semana de lançamento coincidiu com uma das maiores ondas de calor dos últimos anos. Vários membros do staff passaram noites de pouco sono, cada vez com mais dúvidas se o sonho de viver deste projecto seria possível. Foram semanas duras, mas em vez de aceitar a derrota, decidimos enfrentar as criticas e lançar mais edições, para apagar a má memória da “edição” destacável.</p>
<p>E o que é certo é que o desafio foi superado e sobrevivemos para lutar mais uns anos&#8230;</p>
<p><strong>Capa:</strong><br />
Nuno Telmo fotografado por Miguel Ceitil<br />
<strong>Data de lançamento:</strong><br />
Julho/Agosto de 2003<br />
<strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br />
Billabong, Quiksilver, DVS, Matix, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, Oakley, Eastpak, O&#8217;Neill, Sanuk, BoardCulture, Globe e O’Neill.<br />
<strong>Surfistas que apareceram:</strong><br />
Nuno Telmo, Dapin, Bizuka, Kepa Acero, Gony Zubizarreta, Pablo Guiterrez, &#8220;Gui&#8221; Pimentão, Sérgio Leote, Heath Walker, Mick Campbell, Vitor Ribas, Pedro Soares, José Gregório, Mica Lourenço, Serena Brooks, Melanie Bartels, Sofia Mulanovich, Rochelle Ballard, Heather Clark, Vanessa Monteiro, Zé Seabra, Rodrigo Herédia, Guga Gouveia, David Luís, Nuno Silva, Ruben Gonzalez, Rasta, Jorge Cação, Kelly Slater, Taj Burrow, Andy Irons, Luke Stedman e Cory Lopez.</p>
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