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	<title>Competição &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Griffin Colapinto e Molly Picklum vencem o MEO Rip Curl Pro Portugal em condições épicas nos Supertubos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 19:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Griffin Colapinto]]></category>
		<category><![CDATA[MEO Rip Curl Pro Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Disputa pelo título "aquece"...]]></description>
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<p>O MEO Rip Curl Pro Portugal 2026 chegou ao fim com tubos de luxo, milhares de pessoas na praia e uma final masculina daquelas que ficam na memória. Os surfistas brasileiros era maioria no dia final, mas o grande protagonista acabou por ser <strong>Griffin Colapinto</strong>, que conquistou a sua terceira vitória em Supertubos.</p>



<p>Supertubos voltou a mostrar porque é uma das ondas mais respeitadas do Championship Tour. Entre dias de condições complicadas e sessões de tubos pesados, a etapa portuguesa terminou em grande, com um último dia de competição que fez valer a espera.</p>



<p>Do lado português, destaque para <strong>Teresa Bonvalot</strong> e <strong>Guilherme Ribeiro</strong>, que aproveitaram o fator casa para surpreender e avançar no campeonato. Teresa eliminou a líder mundial Gabriela Bryan, enquanto Guilherme bateu George Pittar e Kanoa Igarashi, mostrando que os surfistas nacionais têm capacidade para discutir heats com a elite mundial. <strong>Francisca Veselko</strong> e <strong>Frederico Morais</strong> também estiveram em destaque, embora sem conseguirem chegar às fases finais e mesmo <strong>Yolanda Hopkins</strong>, a única representante nacional neste evento que não precisou de um wildcard, foi eliminada cedo mas não sem ter feito a melhor nota entre todos os portugueses, um tubo que lhe valeu 9 pontos.</p>



<p>Na prova feminina, <strong>Molly Picklum</strong> levou a melhor sobre <strong>Caitlin Simmers</strong>, por 13,33 contra 12,84 pontos. A australiana, campeã mundial em título, conquistou assim a sua primeira vitória da temporada e assumiu a liderança do ranking mundial, numa altura decisiva da luta pelo título.</p>



<p>Mas foi a final masculina que roubou verdadeiramente o espetáculo. Griffin Colapinto contra <strong>Gabriel Medina</strong> com direito a tubos profundos e uma troca de ondas que manteve tudo em aberto até aos últimos minutos. Medina parecia ter a vantagem depois de encontrar um tubo incrível, levando o público ao rubro. Colapinto respondeu com uma onda ainda mais impressionante, saiu de um tubo profundo junto à areia e recebeu um excelente 9,43. Medina ainda tentou responder com um aéreo impressionante, mas não conseguiu completar a aterragem. O resultado final, 17,60 contra 16,77, deu a vitória ao norte-americano numa das melhores finais masculinas dos últimos anos em Supertubos.</p>



<p>Com esta vitória, Colapinto tornou-se o primeiro surfista a conquistar três títulos na etapa portuguesa, depois dos triunfos de 2022 e 2024. Medina saiu com um segundo lugar importante, mas foi Molly Picklum quem deu o maior salto na corrida ao título feminino, assumindo a liderança mundial.</p>



<p>Peniche voltou a cumprir a promessa: ondas pesadas, surfistas no limite e um espetáculo à altura de uma das etapas mais emblemáticas do circuito mundial. E se a final masculina foi um aperitivo do que aí vem, a reta final da temporada promete ainda mais emoção.</p>
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		<title>Brisa Hennessy e Crosby Colapinto vencem o EDP Ericeira Pro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 21:18:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Brisa Hennessy]]></category>
		<category><![CDATA[Crosby Colapinto]]></category>
		<category><![CDATA[EDP Ericeira Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Teresa Bonvalot termina em 9º lugar...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ribeira d’Ilhas voltou a ser palco de algumas das decisões mais importantes da temporada de qualificação para o Championship Tour. Entre condições difíceis, baterias intensas e uma reta final decisiva, o norte-americano Crosby Colapinto e a costa-riquenha Brisa Hennessy foram os grandes vencedores. Teresa Bonvalot foi a melhor representante portuguesa, terminando num importante 9º lugar.</p>



<p>O EDP Ericeira Pro Presented by Xacobeo chegou ao fim esta segunda-feira, 12 de outubro, depois de vários dias em que a falta de ondas e as condições inconsistentes obrigaram a WSL a “espremer” o melhor de cada dia em Ribeira d’Ilhas, terminando a prova aproveitaram com as melhores condições de todo o período de espera.<br><br>A prova terminou com um formato adaptado, com baterias de quatro surfistas nas fases decisivas, permitindo concluir a competição dentro do período de espera. No final, Crosby Colapinto e Brisa Hennessy foram os nomes que mais se destacaram. Na competição masculina,<strong> Crosby Colapinto</strong> foi o grande vencedor de uma final que juntou quatro surfistas de quatro nações. O norte-americano terminou com 14,10 pontos, deixando o australiano <strong>Joel Vaughan</strong> na segunda posição, com 12,17, o francês <strong>Justin Becret</strong> em terceiro, com 10,20, e o peruano <strong>Alonso Correa</strong> em quarto, com 9,70.<br><br>Outro nome que merece destaque é<strong> Kanoa Igarashi</strong>. O japonês que cresceu na Califórnia e tem residência em Portugal também competiu na Ericeira e chegou às meias-finais, terminando a etapa na quinta posição. Uma prestação interessante numa prova que serviu igualmente de preparação para os compromissos seguintes do circuito mundial.<br><br>Na categoria feminina, <strong>Brisa Hennessy</strong> foi a grande vencedora, com uma prestação que teve tanto de qualidade como de significado pessoal. A costa-riquenha somou 13,17 pontos na final, superando a australiana <strong>Lucy Darragh</strong>, que terminou com 10,30, e a compatriota australiana <strong>Sierra Kerr,</strong> terceira classificada com 9,07 pontos. A francesa <strong>Vahine Fierro</strong> fechou a bateria no quarto lugar, com 8,83.<br><br>Sierra Kerr foi outra das grandes figuras da etapa. Para além do terceiro lugar, a australiana garantiu matematicamente a qualificação para o Championship Tour de 2027, enquanto que o brasileiro <strong>Ryan Kanalo </strong>repetiu o feito na categoria masculina.<br><br>Entre os surfistas portugueses, <strong>Teresa Bonvalot </strong>foi quem chegou mais longe. A surfista de Cascais  somou 10,50 pontos, com ondas de 6,00 e 4,50 pontos. Não foi suficiente para superar a australiana India Robinson, que venceu com 12,66, e a norte-americana Alyssa Spencer, segunda com 11,90. A norte-americana Kirra Pinkerton terminou em quarto, com 10,33 pontos. Apesar da eliminação, o resultado teve um impacto positivo na classificação geral. Teresa somou 3.320 pontos, melhorando a pontuação válida no ranking para 19.955 pontos e reforçando o terceiro lugar nas Challenger Series.<br>Com apenas uma etapa por disputar, a portuguesa mantém-se numa posição privilegiada na corrida à qualificação para o Championship Tour de 2027. E, numa altura em que cada resultado conta, este nono lugar pode revelar-se bastante importante.<br><br>Na prova masculina, <strong>Frederico Morais</strong> e <strong>Guilherme Ribeiro</strong> foram os portugueses que conseguiram avançar mais longe. Ambos chegaram à ronda de 32, terminando a competição na 25ª posição.<br><br>A representação nacional contou ainda com <strong>Francisca Veselko</strong>, <strong>Maria Salgado</strong>, <strong>Carina Duarte</strong>, <strong>Jaime Veselko</strong> e <strong>Tomás Fernandes</strong>, que procuraram aproveitar a oportunidade de competir em casa numa das etapas mais importantes do calendário internacional. Francisca Veselko, uma das principais candidatas portuguesas à qualificação para o CT de 2027, não conseguiu avançar na sua bateria da segunda ronda. A vice-líder do ranking feminino antes da etapa acabou por sair da competição mais cedo do que desejava, num resultado que não apaga a excelente temporada que tem vindo a realizar. Maria Salgado, campeã nacional, também se despediu cedo, depois de terminar a sua bateria da primeira ronda com 8,83 pontos. Carina Duarte, que garantiu a entrada na prova através dos trials do Ericeira Surf Clube, não conseguiu ultrapassar a ronda inaugural.<br><br>No quadro masculino, Jaime Veselko, que entrou como wildcard, foi eliminado na primeira ronda, apesar de ter ficado perto de garantir a passagem. Tomás Fernandes, vencedor dos trials masculinos, também não conseguiu avançar, terminando a sua bateria inaugural na quarta posição. </p>



<p>O EDP Ericeira Pro 2026 termina com dois novos vencedores, uma corrida à qualificação cada vez mais apertada e vários nomes a reforçarem as suas ambições para a próxima temporada do Championship Tour.<br><br>Para Portugal, as atenções viram-se agora para a última etapa das Challenger Series, em Newcastle, na Austrália, agendada para 1 a 7 de março de 2027. Teresa Bonvalot e Francisca Veselko continuam na luta pela qualificação feminina, enquanto no masculino a disputa pelas últimas vagas permanece em aberto.</p>
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		<title>Portugal domina a Europa no EuroSurf Junior 2026</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/portugal-domina-a-europa-no-eurosurf-junior-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 04 Oct 2026 14:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Mel]]></category>
		<category><![CDATA[Eurosurf]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Veselko]]></category>
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					<description><![CDATA[Resultado histórico..]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Seleção Nacional voltou a mostrar a força do surf português e sagrou-se campeã europeia de juniores em Bundoran, na Irlanda. Com dois títulos individuais, uma prata e um bronze, Portugal fechou a competição em grande, numa última jornada que teve emoção até ao último segundo.</p>



<p>O EuroSurf Junior 2026 terminou com Portugal no lugar mais alto do pódio coletivo, à frente de Espanha e Itália, confirmando a qualidade de uma geração que promete continuar a dar que falar. Ao longo de uma semana de competição, com condições exigentes e adversários de vários cantos da Europa, a equipa portuguesa mostrou consistência e capacidade para lutar pelos melhores resultados<br>Entre os grandes destaques esteve <strong>Ana Mel Canhoto</strong>, que se sagrou campeã europeia de Sub-16 feminino, com uma final de grande nível. A portuguesa brilhou com duas ondas de 8,33 e 9,27 pontos, deixando a concorrência para trás. Na mesma categoria, Vida Mendonça garantiu o segundo lugar, num resultado fantástico para Portugal.<br><br>Nas categorias masculinas, <strong>Jaime Veselko</strong> protagonizou um dos momentos mais emocionantes do campeonato. Na final de Sub-18, frente ao irlandês Joshua Karbus, precisava de uma nota excelente para passar para a frente. Depois de uma primeira tentativa que ficou aquém do necessário, voltou a atacar nos últimos segundos e conseguiu exatamente os 9,13 pontos de que precisava! Com 18,13 pontos no total, assinou a melhor pontuação de toda a competição e conquistou o título europeu.</p>



<p>Também <strong>Francisco Santos</strong> subiu ao pódio, terminando em terceiro lugar na categoria masculina de Sub-16 e ajudando a reforçar a vantagem portuguesa na classificação coletiva.</p>



<p>Com quatro medalhas individuais e uma prestação coletiva muito sólida, Portugal terminou com 8.459 pontos, contra os 7.808 de Espanha e os 6.923 de Itália. Mais do que os títulos, fica a confirmação de que o surf nacional continua a formar atletas capazes de competir ao mais alto nível europeu.</p>



<p>Bundoran foi palco de uma grande semana de surf, mas a festa acabou por ser portuguesa. E com jovens talentos como Mel Canhoto, Vida Mendonça, Francisco Santos e Jaime Veselko, há boas razões para continuar a acompanhar esta geração!</p>
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		<title>Portugal em 10º lugar no ISA World Junior Surfing Championship 2026</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/portugal-termina-em-10o-lugar-no-isa-world-junior-surfing-championship-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Sep 2026 17:39:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Filipa Leandro]]></category>
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		<category><![CDATA[Jett Maughan]]></category>
		<category><![CDATA[José Couto “Pirujinho”]]></category>
		<category><![CDATA[Leihani Zoric]]></category>
		<category><![CDATA[Locana Cullen]]></category>
		<category><![CDATA[Lucy Darragh]]></category>
		<category><![CDATA[Manel Pirujinho]]></category>
		<category><![CDATA[Selecção Nacional Junior]]></category>
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					<description><![CDATA[Austrália foi a selecção vencedora...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Terminou em El Salvador mais uma edição do ISA World Junior Surfing Championship, prova que juntou alguns dos melhores surfistas Sub-16 e Sub-18 do planeta e onde Portugal terminou em 10º lugar em mais de 50 países.</p>



<p>Os grandes destaques a nível nacional foram dois surfistas filhos de ex-membros da selecção nacional. José Couto &#8220;Pirujinho&#8221; foi um dos grandes nomes da geração de ouro do surf nacional, tendo tirado vários resultados expressivos pela selecção nacional nos anos 90. O seu filho <strong>Manuel “Pirujinho” </strong>tirou o melhor resultado individual entre todos os portugueses neste evento, chegando à ronda 6 da categoria Sub-18 e acabando num incrível 7º lugar. Pelo caminho, Pirujinho protagonizou alguns momentos importantes, incluindo uma passagem arrancada praticamente em cima da buzina, antes de acabar eliminado numa bateria fortíssima frente a <strong>Jett Maughan</strong>, Ocean Lancaster e Kingston Panebianco, dois deles eventuais finalistas, e um deles o campeão do evento (Jett Maughan).</p>



<p>Também <strong>Jaime Veselko</strong>, competidor nos Sub-18, tem historial de família nestas lides. A sua mãe, Filipa Leandro, foi também um dos destaques da geração de ouro, venceu etapas do circuito nacional e fez parte da selecção nacional, enquanto que o seu pai, Joe Veselko, teve um percurso semelhante nos EUA. O surfista de Carcavelos chegou à ronda 5 e assinou uma das melhores prestações portuguesas de todo o campeonato ao somar <strong>15,67 pontos</strong> numa bateria da ronda 2, naquela que foi mesmo a melhor pontuação combinada dessa ronda. O seu percurso terminou precisamente numa bateria onde dividiu o lineup com Pirujinho, com John Muller a vencer e Manuel a garantir a segunda posição e a passagem à fase seguinte.</p>



<p><strong>Benjamim Magalhães</strong> foi outro dos portugueses a deixar boa impressão. Logo numa das primeiras aparições conseguiu uma onda de <strong>8,33 pontos</strong>, ajudando Portugal a ganhar algum embalo numa fase em que a seleção ainda mantinha grande parte dos seus elementos em prova.</p>



<p>Nos Sub-16 femininos, <strong>Mel Canhoto</strong> foi quem chegou mais longe. A portuguesa venceu a sua bateria da ronda 3, garantindo presença entre as últimas surfistas da categoria, antes de se despedir na ronda 4. <strong>Suri Rodrigues</strong> caiu uma ronda antes, enquanto <strong>Vida Mendonça</strong> tinha sido a primeira baixa portuguesa, na ronda 2. A grande vencedora desta prova foi <strong>Lucy Darragh</strong>, da Austrália.</p>



<p>Já nos Sub-18 femininos, a ronda 3 ditou o fim da linha para <strong>Mariana Pereira, Miriam Julião e Sofia Matos</strong>, numa jornada particularmente dura para as cores nacionais, enquanto que a Austrália levou mais um título individual com a vitória de <strong>Leihani Zoric</strong>.</p>



<p>Nos Sub-16 masculinos, <strong>José Maria Antunes, Martinho de Barros e Francisco Santos</strong> também não conseguiram chegar às rondas decisivas. No final a Austrália dominou de novo, tendo <strong>Locana Cullen</strong> facturado o primeiro lugar.</p>



<p>No final, Portugal despediu-se de El Salvador sem um resultado com grande história, numa prova que foi dominada pela <strong>Austrália</strong>, seguida dos Estados Unidos, Brasil e Peru. A nível Europeu, <strong>Espanha</strong> foi quem esteve melhor, terminando em 7º lugar, enquanto que França ficou em 9º. </p>
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		<title>Maria Salgado e Francisco Ordonhas em 2º e 3º no Xacobeo Norte Surf Fest</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/maria-salgado-e-francisco-ordonhas-em-2o-e-3o-no-xacobeo-norte-surf-fest/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Sep 2026 19:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Ellie Harrison]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Salgado]]></category>
		<category><![CDATA[Norte Surf Fest]]></category>
		<category><![CDATA[Weslley Dantas]]></category>
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					<description><![CDATA[QS 6.000]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Chegou ao fim mais uma etapa do circuito QS, o Xacobeo Norte Surf Fest, realizado em Leça da Palmeira. Esta prova oferecia 6.000 pontos para o ranking masculino e feminino do circuito QS a nível Europeu, mas também contava para o ranking Challenger Series, o que justifica a presença de um número sólido de &#8220;internacionais&#8221;.</p>



<p>Na categoria masculina viu-se bom surf da parte dos portugueses. <strong>Vasco Ribeiro</strong>, por exemplo, passou três fases, sendo eliminado apenas no round de 64 mas parece estar a ganhar ritmo a caminho de resultados ainda mais expressivos. Também <strong>Luís Perloiro</strong>, <strong>Martim Nunes</strong> e<strong> Frederico Morais </strong>fizeram bons heats mas foram <strong>João Mendonça</strong>, <strong>Guilherme Ribeiro</strong> e <strong>Joaquim Chaves</strong> os surfistas que chegaram ao round de 32, sendo todos eliminados nessa fase.</p>



<p>Já <strong>Francisco Ordonhas </strong>mostrou grande forma logo no round de 64, onde venceu, voltando a avançar no round de 32 para se qualificar para o dia final da prova. No round de 16 mostrou um surf de <em>backside </em>muito afiado para passar em segundo atrás de <strong>Lukas Skinner</strong>, eliminando Yago Dominguez e Daiki Tanaka. Nos quartos de final man-on-man eliminou o francês Tiago Carrique, sendo apenas parado nas meias finais por muito pouco por <strong>Justin Becret</strong>, que acabaria por perder a final contra <strong>Weslley Dantas</strong>.</p>



<p>Na categoria feminina as melhores representantes nacionais foram <strong>Teresa Bonvalot</strong> que foi eliminada no round de 16, e claro, <strong>Maria Salgado</strong>, que fez mais uma prova brilhante. A surfista de Santa Cruz começou no round de 64 e foi fazendo uso de manobras fortes isoladas, tanto de <em>frontside </em>como de <em>backside</em> para ir avançando até à final, eliminando pelo caminho surfistas como Janina Zeitler, Melania Suarez Diaz, Teresa Bonvalot, Sol Aguirre e Aelan Vaast, perdendo a final por menos de um ponto para a australiana <strong>Ellie Harrison</strong>.</p>



<p>Contas feitas, o circuito Europeu é agora liderado por dois portugueses, Francisco Ordonhas e Maria Salgado, e Teresa Bonvalot subiu duas posições no ranking Challenger Series, ocupando neste momento o segundo lugar.</p>
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		<title>Yolanda Hopkins termina em 5º lugar no Fiji Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/yolanda-hopkins-termina-em-5o-lugar-no-fiji-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 22:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Fiji Pro]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Hopkins]]></category>
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					<description><![CDATA[Cloudbreak goes off...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Fiji Pro voltou está nas fases finais e foi mais uma boa representação do surf feminino nacional.<br><br>Yolanda Hopkins terminou no 5º lugar, mantendo a excelente forma que já tinha mostrado no Tahiti, enquanto <strong>Francisca Veselko</strong> voltou finalmente a vencer uma bateria no Championship Tour, algo que não acontecia desde Margaret River. Kika chegou a Fiji depois de uma sequência complicada de cinco derrotas consecutivas na primeira ronda, mas em Cloudbreak voltou a mostrar o surf que lhe valeu a qualificação para a elite mundial. Logo na estreia teve pela frente <strong>Tyler Wright</strong>, bicampeã mundial, e não se deixou intimidar. Com ondas de 6,50 e 5,67 pontos, somou 12,17 e bateu a australiana por apenas 0,17 pontos.<br><br>No round seguinte, frente a <strong>Lakey Peterson</strong>, Kika voltou a surfar bem mas as melhores ondas acabaram por cair para o lado da norte-americana. Peterson surfou apenas cinco ondas contra dez da portuguesa, mas encontrou qualidade suficiente para conseguir 6,60 e 6,50 pontos e fechar o heat com 13,10. Kika ficou pelos 8,04 e terminou a prova no 9º lugar. Ainda assim, a passagem pelas Fiji deixa sinais muito positivos. Francisca subiu para o 22º lugar do ranking e, apesar de a manutenção no CT pela classificação estar muito complicada, está muito bem posicionada se manter Tour através do Challenger Series.<br><br>Se Kika voltou a mostrar a sua qualidade, <strong>Yolanda Hopkins</strong> confirmou definitivamente que está a atravessar a melhor fase da sua carreira. Depois do 3º lugar conseguido em Teahupo&#8217;o, Yolanda começou o Fiji Pro com uma vitória apertada sobre <strong>Tya Zebrowski</strong> e voltou a fazer estragos na ronda seguinte, eliminando <strong>Gabriela Bryan</strong>, que chegou às Fiji na liderança do ranking mundial. A portuguesa venceu por 10,17 contra 9,93 pontos e garantiu assim a segunda presença consecutiva nos quartos-de-final.<br><br>Frente a <strong>Isabella Nichols</strong>, a portuguesa atacou alguns dos melhores tubos da bateria e esteve muito perto de sair de duas ondas que poderiam ter mudado completamente o resultado. Desta vez não aconteceu e Yolanda despediu-se das Fiji com um 5º lugar, mas voltou a ganhar terreno importante no ranking aproximando-se cada vez mais da zona de requalificação.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Maria Salgado vice-campeã do Pantin Classic</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/maria-salgado-vice-campea-do-pantin-classic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 19:10:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Salgado]]></category>
		<category><![CDATA[Pantin Classic]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Kainalo]]></category>
		<category><![CDATA[Sierra Kerr]]></category>
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					<description><![CDATA[4680 pontos nos rankings Challenger Series e Europeu...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ABANCA Pantín Classic Galicia Pro, prova QS 6&#8217;000 masculina e feminina, chegou ao fim com mais um grande resultado para o surf nacional. </p>



<p>Em prova neste último dia estava apenas Maria Salgado, nos quartos de final da prova feminina, e rapidamente mostrou que é uma das grandes surfistas da sua geração mesmo a nível internacional. A sua primeira adversária foi a espanhola de 15 anos, <strong>Carla Morera De La Valle</strong>, nos quartos de final, que mesmo com algumas manobras fortes não se mostrou ao mesmo nível que a portuguesa.</p>



<p>Seguiu-se um confronto com a sempre perigosa basca <strong>Janire Etxebarri</strong>, mais um heat dominado por Salgado, com algumas manobras muito fortes. <strong>Maria Salgado</strong> avançou assim para a final, onde encontrou <strong>Sierra Kerr,</strong> que do outro lado da grelha tinha Anon Matsuoka e Eden Walla nos quartos e meias finais. Infelizmente a final acabou por ser dominada pela australiana, mas Maria junta assim uma pontuação sólida ao ranking CS, além de ficar com fortes hipóteses de vencer o circuito Europeu.</p>



<p>A categoria masculina foi dominada pelo brasileiro<strong> Ryan Kainalo</strong>, que bateu Koby Clements na final.</p>
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		<title>Maria Salgado nos 1/4s de final man on man do Pantin Classic</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/maria-salgado-nos-1-4s-de-final-man-on-man-do-pantin-classic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 20:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Salgado]]></category>
		<category><![CDATA[Pantin Classic]]></category>
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					<description><![CDATA[Playa Pantin, Valdoviño, Galicia, Espanha...]]></description>
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<p>O ABANCA Pantín Classic Galicia Pro está já nas fases finais mas dos 17 surfistas nacionais inicialmente presentes nesta prova apenas um se apurou para o último dia de prova.</p>



<p>Pantin é uma das provas mais tradicionais de surf a nível Europeu, fazendo parte do calendário desde os tempos do circuito EPSA, o circuito europeu profissional de surf que começou na década de 90 e durou cerca de 20 anos, tendo eventualmente feito a transição para o circuito QS. Foram muitas as vitórias e resultados históricos lusos nesta etapa mas em 2026 apenas a jovem surfista de Santa Cruz, <strong>Maria Salgado</strong>, mantém hipóteses de vencer, tendo-se qualificado para os quartos de final man on man. Maria passou todos os seus heats em segundo lugar, tendo no round de 16 superado a peruana Arena Rodriguez e a australiana Ellie Harrison, passando atrás da basca <strong>Janire Etxebarri</strong>. A sua próxima adversária será uma surfista que conhece bem do circuito Pro Junior, a espanhola de 15 anos, <strong>Carla Morera De La Vall</strong>, numa bateria em que a portuguesa é a clara favorita.</p>



<p>Entre as surfistas portuguesas a maior surpresa foi a eliminação de <strong>Teresa Bonvalot </strong>no seu heat de estreia, e pela positiva a prestação de <strong>Erika Máximo</strong>, que terminou em 17º lugar.</p>



<p>Na categoria masculina assistiu-se a bom surf da parte alguns de portugueses como <strong>Frederico Morais</strong>, <strong>Afonso Antunes</strong> e <strong>Francisco Ordonhas</strong>, mas todos foram eliminados no round de 32 surfistas. Pelo facto das etapas de 6.000 pontos contarem para o ranking CS assistiu-se a uma forte presença internacional, e chegados ao round de apenas sobravam dois europeus em prova <strong>Jorgann Couzinet </strong>e <strong>Hans Odriozola</strong>, ambos a qualificarem-se para os quartos de final man-on-man.</p>



<p>Acompanha a evolução desta prova<a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/qs/539/abanca-pantin-classic-galicia-pro/results?roundId=27128&amp;statEventId=5254" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> em directo AQUI!</a></p>
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		<title>Bom arranque para os surfistas lusos no Pantin Classic</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/bom-arranque-para-os-surfistas-lusos-no-pantin-classic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 21:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Pantin Classic]]></category>
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					<description><![CDATA[Dia 1]]></description>
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<p>O ABANCA Pantín Classic Galicia Pro arrancou hoje com o primeiro round masculino a colocar alguns dos portugueses em ação num mar pequeno, na casa do meio metro, mas suficientemente limpo para permitir alguns momentos de bom surf.<br><br>Um dos grandes destaques do dia foi <strong>Vasco Ribeiro </strong>que venceu a sua bateria de estreia, conseguindo assim o primeiro triunfo num heat desde que regressou à competição, após três anos afastado do circuito. Mais do que o resultado em si, foi mais um passo importante neste novo capítulo da carreira do surfista de São João do Estoril, que regressou às provas internacionais no início de agosto e que conhece particularmente bem Pantin, onde já venceu no passado.<br><br>Vasco não é único português com potencial de tirar um grande resultado na Galiza. <strong>Joaquim Chaves</strong> e <strong>Luís Perloiro</strong> fizeram uma &#8220;dobradinha lusa&#8221; no round 1 enquanto <strong>Afonso Antunes</strong>, <strong>João Mendonça</strong>, <strong>Martim Nunes</strong> e <strong>Francisco Ordonhas</strong> destacaram-se na fase seguinte. Mais acima no quadro estão ainda <strong>Frederico Morais</strong>, com entrada na terceira fase, e o campeão em título <strong>Guilherme Ribeiro</strong>, que só estreia na round 4.</p>



<p>Outros destaques na prova masculina vão para a presença do australiano <strong>Jay Occhilupo</strong>, filho do mítico Occy e o havaiano que recentemente esteve no Championship Tour, <strong>Jackson Bunch</strong>. Curiosamente Bunch, um dos surfistas mais &#8220;cotados&#8221; do evento, passou ambos os seus heats em segundo.<br><br>No categoria feminina, <strong>Érica Máximo</strong> foi a única a vencer no primeiro round, enquanto que <strong>Teresa Bonvalot</strong>, <strong>Mafalda Lopes</strong>, <strong>Maria Salgado</strong>, <strong>Camila Cardoso</strong> e <strong>Maria Dias</strong> esperam pelo próximo dia de prova para se estrearem.</p>



<p>Acompanha esta prova<a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/qs/539/abanca-pantin-classic-galicia-pro/results?roundId=27128&amp;statEventId=5254" data-type="link" data-id="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/qs/539/abanca-pantin-classic-galicia-pro/results?roundId=27128&amp;statEventId=5254" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> em directo AQUI!</a><br></p>
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		<title>Francisca Veselko e Yolanda Hopkins estreiam-se com vitória no Fiji Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/francisca-veselko-e-yolanda-hopkins-estreiam-se-com-vitoria-no-fiji-pro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 14:26:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Fiji Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Surf feminino português destaca-se em Cloudbreak...]]></description>
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<p>O Fiji Pro arrancou no segundo dia do período de espera e Portugal não podia ter pedido muito mais ao primeiro dia de acção. Yolanda Hopkins e Francisca Veselko venceram as respetivas baterias da ronda inaugural e seguem para o segundo round, uma fase em que Erin Brooks roubou o espectaculo com o primeiro 10 perfeito da prova. <br><br><strong>Yolanda Hopkins </strong>foi a primeira portuguesa na água, frente à francesa Tya Zebrowski, num duelo que acabou por ser decidido por apenas duas décimas. A algarvia começou por garantir uma onda de 6,17 pontos e, apesar de não ter encontrado muitas oportunidades para construir um score confortável, acrescentou um 3,60 para terminar com 9,77 pontos. Zebrowski respondeu e manteve a pressão até final, chegando aos 9,57 pontos, mas Yolanda segurou a liderança e carimbou a passagem à ronda seguinte. Depois do excelente 3º lugar no Tahiti Pro, melhor resultado da sua carreira no Championship Tour, Yolanda parece assim continuar a atravessar o seu melhor momento da temporada. </p>



<p>E se Yolanda venceu pela margem mínima, <strong>Kika Veselko</strong> conseguiu uma das vitórias mais importantes da sua temporada. A rookie portuguesa encontrou pela frente Tyler Wright, bicampeã mundial e uma das surfistas mais experientes do Tour, mas entrou no heat sem qualquer tipo de hesitações. Kika começou cedo a construir o resultado, com ondas de 5,67 e 6,50 pontos, chegando aos 12,17 pontos. Wright ainda respondeu com 7,00 e 5,00 e deixou tudo em aberto até aos últimos instantes, mas ficou nos 12,00.<br>Apenas 0,17 pontos separaram as duas surfistas, com Kika a sair por cima e a garantir uma importante vitória sobre uma das grandes referências do surf feminino mundial. <br><br>Na próxima fase Yolanda Hopkins vai disputar o Heat 5 frente a <strong>Gabriela Bryan</strong>, atual líder do ranking mundial. Um duelo particularmente interessante para a portuguesa, que chega embalada pelo resultado histórico conseguido em Teahupo&#8217;o e mostrou logo na estreia em Fiji que continua confortável em ondas de consequência.<br><br>Já Francisca Veselko terá pela frente<strong> Lakey Peterson</strong> no Heat 8, numa nova oportunidade para a rookie portuguesa voltar a testar-se frente a uma das surfistas mais experientes do Championship Tour.<br>Erin Brooks faz o primeiro 10 do Fiji Pro. Apesar das duas vitórias portuguesas, a grande performance individual do dia pertenceu a <strong>Erin Brooks</strong>. A canadiana de 19 anos, que chegou a Fiji depois de vencer o Tahiti Pro e que já tinha conquistado esta mesma prova em 2024 enquanto wildcard, mostrou rapidamente porque é uma das surfistas mais perigosas do mundo quando Cloudbreak começa a ganhar tamanho.<br><br>Entre os homens, <strong>Yago Dora</strong> voltou a mostrar uma ligação especial com a onda onde conquistou o primeiro título mundial de 2025. O brasileiro combinou as tradicionais linhas de backside com um tubo profundo para conseguir 8,67 pontos, aos quais juntou um 6,73, terminando com 15,40 pontos e superando Mateus Herdy. <strong>Cole Houshmand</strong> foi outro dos grandes destaques masculinos. O norte-americano combinou manobras fortes com tubos para chegar aos 15,17 pontos e eliminar Ethan Ewing, antigo número 2 mundial, numa das performances mais completas do dia.<br><br>Acompanha a evolução desta prova <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/ct/442/fiji-pro/main" data-type="link" data-id="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/ct/442/fiji-pro/main">em directo AQUI!</a></p>
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