<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss"
	xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#"
	>

<channel>
	<title>Circuitos &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
	<atom:link href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/circuitos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.onfiresurfmag.com</link>
	<description>by surfers, for surfers</description>
	<lastBuildDate>Sun, 15 Feb 2026 09:34:46 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.7.5</generator>
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38738743</site>	<item>
		<title>Alejo Muniz anuncia &#8220;reforma&#8221; do surf de competição</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/alejo-muniz-anuncia-reforma-do-surf-de-competicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2026 16:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Alejo Muniz]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=76049</guid>

					<description><![CDATA[Mas não é já...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Alejo Muniz é um nome de peso no surf brasileiro, sendo considerado uma inspiração para vários campeões mundiais.</p>



<p>Filho de argentinos, Alejo cresceu no Brasil, optando por representar sempre este país ao contrário do seu irmão gémeo, Santiago Muniz, que representa a Argentina. Desde cedo este surfista foi destaque a nível mundial, tendo-se qualificado aos 20 anos, no fim de 2010, para o Championship do ano seguinte.</p>



<p>De imediato Muniz foi destaque no tour, derrotando alguns dos melhores surfistas da Austrália na &#8220;casa&#8221; deles, nomes como Kieren Perrow, Owen Wright, Joel Parkinson e Taj Burrow na sua estreia no CT da Gold Coast. Esse seu primeiro ano foi cheio de altos e baixos, três 5ºs lugares e dois 3ºs com quatro 25ºs e dois 13ºs, terminando o ano de rookie em 10º lugar. Como muitos outros, esse acabaria por ser o seu melhor resultado neste circuito onde permaneceu a tempo inteiro até 2014, tendo ainda feito algumas provas nos dois anos que se seguiram apesar de ter tido algumas lesões.</p>



<p>Em 2017 estava de volta ao circuito QS e o regresso não foi fácil, só voltando a conseguir a qualificação para o tour de 2025. Aí o surf já tinha mudado bastante e o seu estilo de manobras arriscadas já não estava a ter as mesmas pontuações que tinham obtido no passado. Mesmo assim conseguiu sobreviver ao &#8220;cut&#8221; graças a um 3º lugar na Gold Coast, mantendo-se assim para a temporada de 2026.</p>



<p>E enquanto se preparava para a nova temporada na elite do surf mundial, comunicou, <a href="https://www.instagram.com/p/DUib3MhFAAJ/" data-type="link" data-id="https://www.instagram.com/p/DUib3MhFAAJ/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">via IG</a>, que será a sua última, independentemente do resultado. Uma saída gloriosa para um surfista com uma carreira incrível.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="ALEJO MUNIZ" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/snwHBrxi6j8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76049</post-id>	</item>
		<item>
		<title>O ranking feminino Challenger Series após Pipeline em análise</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/o-ranking-feminino-challenger-series-apos-pipeline-em-analise/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Feb 2026 13:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Veselko]]></category>
		<category><![CDATA[Teresa Bonvalot]]></category>
		<category><![CDATA[Yolanda Hopkins]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=76035</guid>

					<description><![CDATA[Francisca Veselko com um pé no Championship Tour de 2026...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A prova de Pipeline do circuito Challenger Series, o Lexus Pipe Challenger, chegou ao fim com a vitória da top3 do mundo, <strong>Gabriela Bryan</strong>.</p>



<p>Foi uma etapa com resultados &#8220;mistos&#8221; para as portuguesas, tendo <strong>Francisca Veselko</strong> sido quem melhor aproveitou a oportunidade, terminando em 7º lugar, a escassos pontos da final. Mesmo sem ter subido qualquer posição no ranking, Kika consolidou o seu quarto lugar, aumentando a margem para quinta classificada, a basca <strong>Nadia Erostorbe,</strong> que neste momento tem um &#8220;gap&#8221; de 2.845 pontos para a portuguesa. Oficializadas no ranking estão as três primeiras classificadas, <strong>Yolanda Hopkins</strong>, que não pontuou nesta etapa, <strong>Tya Zebrowski </strong>e a veterana <strong>Sally Fitzgibbons</strong>. Isso signfica que Veselko está a menos de 2.000 pontos de ser oficializada com membro do Championship Tour de 2026. Mas o requisito deverá ser ainda menos, a portuguesa provavelmente já tem pontos suficientes, mas haverá possibilidades matemáticas que não permitem que a WSL confirme a sua presença. Mas podemos (nós) dizer que ela já está praticamente garantida.</p>



<p>Esta prova acabou por não &#8220;catapultar&#8221; nenhuma surfistas em termos de pontos, já que as três primeiras classificadas são surfistas do CT e não precisam de pontuar no circuito CS. As únicas que realmente cresceram no ranking de forma significativa foram, além de Francisca, <strong>Alyssa Spencer</strong>, e a finalista <strong>Anat Leilor</strong>. Spencer, com um 5º lugar, subiu 5 posições, passando para o 6º lugar no ranking, e Leilor, subiu 8 posições, passando para 9º lugar. A <em>dark horse</em> desta conversa é a sempre perigosa <em>aussie</em>, <strong>Sophie McCulloch</strong>, e talvez a brasileira <strong>Laura Rapp</strong>, que na última etapa poderão subir algumas posições.</p>



<p>Contas feitas, a outra portuguesa nesta conversa, <strong>Teresa Bonvalot</strong>, continua a ser um nome a ter muito em conta na disputa por uma vaga na elite do surf mundial. Mesmo tendo pontuado pouco, está em 13º lugar mas apenas a 2.010 pontos da última surfista dentro do &#8220;cut&#8221;, <strong>Annette Etxabarri</strong>, em 7º lugar. Um 5º lugar em Newcastle seria suficiente para chegar a essa posição, caso ninguém pontuasse, mas um requisito mais realista seria do 3º lugar para cima. Teresa já fez vários 3ºs lugares neste circuito, e até já venceu, por isso é algo que pode acontecer caso as condições se alinhem para mostrar o seu melhor surf. </p>



<p>O Newcastle Surfest realiza-se entre 9 e 15 de março, em Newcastle, NSW, Austrália.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76035</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Francisca Veselko nas meias finais em Pipeline e a um passo do Championship Tour&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/francisca-veselko-para-as-meias-finais-em-pipeline-e-fica-a-um-passo-do-championship-tour/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 23:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Francisca Veselko]]></category>
		<category><![CDATA[Lexus Pipe Pro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=76024</guid>

					<description><![CDATA[Um pé no CT...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais de uma semana depois de começar, o Lexus Pipe Challenger, penúltima etapa do circuito Challenger Series a contar para a qualificação para o Championship Tour de 2026, voltou com a categoria feminina.</p>



<p>No primeiro dia do período de espera, a prova feminina avançou e <strong>Teresa Bonvalot</strong> foi a única surfista lusa a surfar, avançando para a fase seguinte. O campeonato parou no primeiro heat do round de 32. Isso significou que <strong>Yolanda Hopkins</strong>, que estava no segundo heat da fase, teve que esperar cerca de 8 dias para se estrear nesta etapa onde teria como adversárias Tya Zebrowski, <strong>Anat Leilor</strong> e Vahine Fierro. Tya e Anat capitalizaram cedo e no fim Hopkins precisava de uma nota de 6.5. Muito característico seu, a algarvia não baixou os braços e quase deu a volta ao resultado na última onda, encaixando um tubo e um snap. Infelizmente a onda não ofereceu o suficiente para fazer o requisito, e foi eliminada.</p>



<p>Horas mais tarde foi a vez de Teresa Bonvalot e <strong>Francisca Veselko</strong> defrontarem <strong>Erin Brooks </strong>e Anon Matsuoka. Cedo se percebeu que Anon seria uma &#8220;carta fora do baralho&#8221; neste heat e que Erin iria garantir uma das vagas de qualificação. Isto porque a japonesa quase não se mexeu para apanhar ondas e a canadiana do Championship Tour, não só mostrou um grande à vontade de estar a surfar aqui sem pressão como as notas saíam &#8220;fácil&#8221;, com destaque para a melhor nota de heat, 4 pontos num snap que não pareceu tão crítico assim mas acabou por lhe garantir a vitória. Teresa começou com uma esquerda com algumas manobras mas faltou-lhe uma segunda nota. Francisca apostou nas direitas mas parecia estar à procura de mais tubos do que havia na altura. A dois minutos do fim Bonvalot precisava de pouco mais de um ponto para ficar com o segundo lugar, algo que fez mas nos últimos segundos, com um bom snap, Kika fez o que precisava, a voltou ao segundo lugar, recebendo a nota já depois do heat acabar. O resultado colocou as portuguesas em dois extremos, Teresa baixou bastante as suas hipótese de entrar no CT e Francisca aumentou bastante, substituindo uma pontuação de 650 pontos por, pelo menos, 3.120, colocando assim mais de 1.500 pontos entre si e as suas adversárias mais próximas.</p>



<p>A prova continuou e um pouco mais tarde Francisca estava novamente na água, com ondas já um pouco maiores. Desta vez as suas adversárias eram Gabriela Bryan, Sophie McCulloch e Sierra Kerr, no terceiro heat dos quartos de final. Kika abriu com uma onda em que fez três tubos, garantindo logo uma nota de 6.67 pontos. Foi um heat de poucas ondas boas, o que favoreceu a portuguesa por ter começado tão bem. Entretanto Bryan e McCulloch fizeram notas medianas e chegaram perto de Veselko, que tinha um back up fraco de 2.83 pontos. Com mais uma onda da havaiana, a portuguesa caiu para segundo lugar, ficando a precisar de 2.9 pontos para voltar à liderança. A situação não mudou e Francisca avançou para as meias finais. </p>



<p>O requisito de Kika começa a baixar drasticamente à medida que vai avançando. No início da prova a WSL comunicou que precisava de vencer a prova para garantir a qualificação, baixando entretanto para o segundo lugar ser suficiente. Algumas das suas adversárias mais próximas já foram eliminadas e os 24.510 pontos que já juntou devem ser mais do que suficientes para garantir uma vaga na elite, algo que só saberemos mais tarde neste evento ou mesmo na próxima prova.</p>



<p>Continua a acompanhar o seu percurso <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2025/cs/413/lexus-pipe-challenger/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em directo AQUI!</a></p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76024</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Callum Robson venceu o Lexus Pipe Challenge, fica a saber o impacto desta prova na qualificação para o CT&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/callum-robson-venceu-o-lexus-pipe-challenge-fica-a-saber-o-impacto-desta-prova-na-qualificacao-para-o-ct/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 18:22:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[análise]]></category>
		<category><![CDATA[Callum Robson]]></category>
		<category><![CDATA[Lexus Pipe Pro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=76020</guid>

					<description><![CDATA[Entre tubos e manobras...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O dia final do Lexus Pipe Challenge, penúltima etapa do circuito Challenger Series a contar para a qualificação para o Championship Tour de 2026, começou com ondas épicas e grandes tubos e terminou com condições que lembram mais um beach break pesado.</p>



<p>À final chegaram dois <em>aussies</em>, <strong>Callum Robson</strong> e Morgan Cibilic, um californiano, <strong>Griffin Colapinto</strong>, e um havaiano, <strong>Eli Hanneman</strong>. Entre eles Eli, o primeiro surfista a qualificar-se oficialmente pelo Challenger Series para o CT deste ano, já tinha a sua missão cumprida e apesar de ter tentado alguns tubos e manobras arriscadas, não conseguiu entrar nesta disputa. Já Morgan, Callum e Griffin, disputaram o primeiro lugar taco a taco, sendo no final separados por menos de 2 pontos. Um aéreo reverse inesperado e arriscado de Robson acabou por lhe dar a vitória, seguido de um &#8220;late charge&#8221; de Morgan, que lhe deu um precioso segundo lugar, enquanto que Colapinto, que chegou a liderar, acabou em 3º.</p>



<p><strong>Impacto no ranking:</strong><br>Do top15 do ranking, esta prova deixou piorou a situação de Samuel Pupo, Luke Thompson, Oscar Berry, Mateus Herdy, Winter Vincent, Dimitri Poulos, Levi Slawnson e Jordi Lawler, que pontuaram pouco ou nada e foram caindo posições, e até de Liam O&#8217;Brien, que fez um 5º lugar e mesmo assim caiu de 8º para 9º lugar.</p>



<p><strong>Quem deve estar seguro:</strong><br>Além de Eli, também <strong>Kauli Vaast</strong> e <strong>George Pittar</strong>, apesar de haver hipóteses matemáticas de não se qualificarem, na prática estão qualificados não oficialmente, ocupando a segunda e terceira posições do ranking, com 22.250 e 22.320 pontos respectivamente. Também <strong>Samuel Pupo</strong>, <strong>Luke Thompson</strong> e possivelmente <strong>Oscar Berry </strong>quase certamente se vão juntar ao <em>rookie team</em> de 2026, sendo preciso não pontuar na derradeira etapa e ter o azar de muitos surfistas abaixo no ranking conseguirem resultados &#8220;milagrosos&#8221; em simultâneo para que isso não aconteça. </p>



<p><strong>Quem está em perigo:</strong><br><strong>Morgan Cibilic</strong>, <strong>Mateus Herdy</strong>, <strong>Liam O&#8217;Brien</strong> e <strong>Jacob Willcox</strong> completam o top10, mas estão longe de poder dormir descansados. Por baixo deles está uma legião de surfistas &#8220;famintos&#8221; que com resultados sólidos em Newcastle poderão &#8220;furar&#8221; o cut. Entre eles o<em> danger man</em> é claramente Callum Robson, o vencedor desta etapa, que subiu 23 posições e tem um descarte muito baixo, 700 pontos. Daí para baixo, nomes como <strong>Winter Vincente</strong>, <strong>Jorgann Couzinet</strong>, <strong>Dimitri Poulos</strong>, <strong>Levi Slawnson</strong>, <strong>Jordi Lawler</strong> e até alguns surfistas mais abaixo, são fortes candidatos a estragar os planos de outros surfistas, mas terão de fazer uma prova muito forte na Austrália.</p>



<p>Acompanha evolução desta prova, categoria feminina, <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2025/cs/413/lexus-pipe-challenger/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em directo AQUI!</a></p>



<p><strong>Heats com surfistas portuguesas</strong><br><strong>Round de 32</strong><br><strong>Heat 2 | Yolanda Hopkins</strong> x Tya Zebrowski x Anat Leilor x Vahine Fierro<br><strong>Heat 7 </strong>| Erin Brooks x <strong>Francisca Veselko</strong> x Anon Matsuoka x <strong>Teresa Bonvalot</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76020</post-id>	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Pipe Goes OFF&#8221; no segundo dia da prova Challenger Series</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/pipe-goes-off-no-segundo-dia-da-prova-challenger-series/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 12:29:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Lexus Pipe Pro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=75979</guid>

					<description><![CDATA[Portugal perde o único representante masculino no Lexus Pipe Challenger Presented By Billabong...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de um par de dias sem acção em Pipeline, o Lexus Pipe Challenger Presented By Billabong, voltou à água, mas com a prova masculina.</p>



<p>Enquanto que a prova feminina tinha avançado <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/teresa-bonvalot-avanca-para-o-round-de-32-no-lexus-pipe-challenger/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/teresa-bonvalot-avanca-para-o-round-de-32-no-lexus-pipe-challenger/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">uma fase inteira</a> e uma bateria do round seguinte, a masculina ainda não se tinha estreado e com a ondulação a crescer e as condições a ficarem pesadas, foi altura de meter os homens na água. Poucos dias antes da prova começar negociou-se a entrada de mais surfistas locais em prova e o round de 80 só teve &#8220;locals&#8221;. Entre eles o destaque foi o Kauai Boy, <strong>Koa Smith</strong>, que encontrou a saída de um par de esquerdas pesadas. Pela negativa ficou a eliminação de um ex-rei de Pipe, <strong>Jamie O&#8217;Brien</strong>, que no passado venceu estava prova tanto na versão Championship Tour como QS. Ainda a morar em frente a Pipe até muito recentemente, JOB é visto a surfar aqui nos dias mais pesados e muitas vezes de softboard, mas neste dia não conseguiu encontrar ondas para avançar.</p>



<p>O round de 80 misturou os <em>local heroes</em> com os surfistas que se efectivamente se qualificaram para competir nesta prova e foram os havaianos que mais se destacaram. <strong>Makana Pang</strong>, <strong>Luke Tema</strong>, <strong>Ezekiel Lau</strong>, <strong>Legend Chandler</strong> e <strong>Mason Ho</strong> surfaram muito acima da média e dominaram os seus heats. Foi nesta fase que perdemos o único surfista nacional na prova masculina, <strong>Afonso Antunes</strong>, que tinha como adversários Imaikalani deVault, <strong>Luke Swanson</strong> e Benji Brand. Foi um heat com muitos <em>closeouts</em> e notas baixas, excepto para Luke, que encontrou duas bombas e dominou o confronto. A dois minutos do fim Afonso, Imai e Benji ainda não tinha passado a média dos 2 pontos no total, e todos precisavam de um requisito muito baixo para avançarem. DeVault, na terceira prioridade arrancou numa onda sem potencial e apenas conseguiu subir para terceiro lugar. Depois foi a vez de Antunes tentar a sua sorte, tendo optado por fazer algumas manobras no fim da onda para garantir dois pontos e saltar para um super frágil segundo lugar. Infelizmente, enquanto remava para o outside, o luso teve que assistir &#8220;de camarote&#8221; a Brand apanhar a melhor onda do heat, um tubo para Pipe onde facturou 9.17, uma das melhores notas do dia, e assim terminou a campanha havaiana para o português.</p>



<p>Quando a prova feminina recomeçar, teremos três surfistas lusas em prova. <strong>Yolanda Hopkins</strong>, já qualificada para o CT e a liderar o circuito, compete contra Tya Zebrowski, Anat Leilor e Vahine Fierro, enquanto que <strong>Francisca Veselko</strong> e <strong>Teresa Bonvalot</strong> estão ambas no sétimo heat, contra Erin Brooks e Anon Matsuoka. Este heat poderá ter grandes implicação no que toca à qualificação para o Championship Tour de 2026, será que ambas conseguem seguir em frente?</p>



<p>Acompanha tudo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2025/cs/413/lexus-pipe-challenger/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em directo AQUI!</a></p>



<p><strong>Heats com surfistas portugueses</strong><br><strong>Prova feminina</strong><br><strong>Round de 32</strong><br><strong>Heat 2 | Yolanda Hopkins</strong> x Tya Zebrowski x Anat Leilor x Vahine Fierro<br><strong>Heat 7 </strong>| Erin Brooks x <strong>Francisca Veselko</strong> x Anon Matsuoka x <strong>Teresa Bonvalot</strong></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Highlights: Lexus Pipe Challenger Presented by Billabong - Day 2" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/OVA97MnE5G4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75979</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Teresa Bonvalot avança para o round de 32 no Lexus Pipe Challenger</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/teresa-bonvalot-avanca-para-o-round-de-32-no-lexus-pipe-challenger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 23:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Lexus Pipe Pro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=75963</guid>

					<description><![CDATA[4 portugueses em prova...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Lexus Pipe Challenger, penúltima etapa do circuito Challenger Series de 2025/26, arrancou logo no primeiro dia com ondas de um metro e sets um pouco maiores.</p>



<p>Na água esteva a categoria feminina, começando com o round de 48. Não houve grandes tubos nesta fase, sendo que a grande maioria dos confrontos foram decididos com manobras e notas baixas, já que só uma competidora chegou aos dois dígitos de média. O melhor heat da fase foi o sexto, que foi dominado por <strong>Sophie McCulloch</strong> (1º) e Eweleiula Wong (2º), as primeira surfistas desta fase a chegarem aos 9 pontos no total das duas melhores.</p>



<p><strong>Teresa Bonvalot</strong> estava no último heat do round de 48, contra Kiara Gold, <strong>Sierra Kerr</strong> e Skai Suitt. As condições favoreciam a portuguesa, já que muitas esquerdas ofereciam bastante potencial de encaixar algumas manobras mas Teresa começou com algumas ondas sem qualquer espaço de manobra. Entretanto Kerr &#8220;rebentou a escala&#8221; com duas manobras muito fortes numa das maiores ondas do dia, recebendo uma nota de 7,67, enquanto que Bonvalot na onda seguinte mostrou que o seu <em>backside</em> também está forte, recebendo uma nota de 4.67 pontos com duas manobras sólidas, o que a colocou no segundo lugar. Mesmo tendo surfado mais ondas que as suas adversárias todas juntas, o segundo lugar da surfista de Cascais ficou bem ao alcance de Suitt, depois desta fazer um tubo rápido e com um <em>backup</em> abaixo dos 2 pontos, a havaiana quase conseguiu dar a volta ao resultado, mas Teresa avançou para o round de 32.</p>



<p>O primeiro dia acabou com o primeiro heat do round de 32, onde se assistiu a uma vitória incrível da campeã mundial em título, <strong>Molly Picklum</strong>. A número 1 do mundo parecia estar a surfar condições diferentes de todas as outras, deixando a segunda classificada, Laura Raupp, a precisar de uma combinação.</p>



<p>Por se estrear nesta etapa ainda estão <strong>Yolanda Hopkins</strong>, <strong>Francisca Veselko</strong> e <strong>Afonso Antunes</strong>.</p>



<p>Acompanha tudo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2025/cs/413/lexus-pipe-challenger/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em directo AQUI!</a></p>



<p><strong>Heats com surfistas portugueses</strong><br><strong>Prova feminina</strong><br><strong>Round de 32</strong><br><strong>Heat 2 | Yolanda Hopkins</strong> x Tya Zebrowski x Anat Leilor x Vahine Fierro<br><strong>Heat 7 </strong>| Erin Brooks x <strong>Francisca Veselko</strong> x Anon Matsuoka x <strong>Teresa Bonvalot</strong> <br><br><strong>Prova masculina</strong><br><strong>Round de 80</strong><br><strong>Heat 5</strong> | Imaikalani DeVault x <strong>Afonso Antunes</strong> x Luke Swanson + 1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75963</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Os heats dos portugueses no Lexus Pipe Challenger</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/os-heats-dos-portugueses-no-lexus-pipe-challenger/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 22:42:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Os heats dos surfistas portugueses]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=75925</guid>

					<description><![CDATA[Banzai Pipeline...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O período de espera do Lexus Pipe Challenger começa dia 29 de Janeiro e estende-se até dia 8 de Fevereiro. Esta que é a estreia de Pipeline no circuito Challenger Series terá 5 surfistas nacionais em prova, e para quatro há muito em jogo.</p>



<p>São 4 os portugueses em prova em Pipeline, mas <strong>Yolanda Hopkins</strong> já tem a sua missão cumprida neste circuito pois já garantiu a sua vaga no Championship Tour de 2026. Mesmo assim a algarvia que lidera este circuito estará presente para tentar manter a sua liderança neste circuito e ganhar mais experiência neste pico.</p>



<p>Ainda dentro da categoria feminina temos <strong>Francisca Veselko</strong> e <strong>Teresa Bonvalot</strong>, que se encontram numa excelente posição para se juntaram a Yolanda na elite do surf mundial este ano. Veselko é a quarta classificada deste ranking que qualifica as sete primeiras, e é a surfista do top15 com o descarte mais baixo, 650 pontos. 9ºs lugares em Pipe e Newcastle deverão ser suficientes para se garantir, mas um par de 5ºs aumentaria muito as probabilidades de cumprir o seu objectivo. Bonvalot está em 12º lugar mas é das portuguesas a que tem mais experiência a competir nesta onda, tendo terminado em 9º lugar Billabong Pro Pipeline, prova do CT de 2023. A surfista de Cascais tem um requisito um pouco mais alto se quiser furar o top7, mas tem muito potencial de o fazer.</p>



<p>Na categoria masculina temos <strong>Afonso Antunes</strong> em prova, que ocupam a 67ª posição, enquanto que Frederico Morais optou por não competir nesta etapa. Ambos precisavam de um par de &#8220;pequenos milagres&#8221; para acabar o ano no top10 mas não nos podemos esquecer que Frederico fez precisamente isso em 2016, quando acabou o ano com dois 2ºs lugares. Ou seja, tudo é possível.</p>



<p>Acompanha tudo <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2025/cs/413/lexus-pipe-challenger/main" data-type="link" data-id="https://www.worldsurfleague.com/events/2025/cs/413/lexus-pipe-challenger/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">em directo AQUI!</a></p>



<p><strong>Heats com surfistas portugueses</strong><br><strong>Prova masculina</strong><br><strong>Round de 80</strong><br><strong>Heat 5</strong> | Imaikalani DeVault x <strong>Afonso Antunes</strong> x Luke Swanson + 1</p>



<p><strong>Prova feminina</strong><br><strong>Round de 48</strong><br><strong>Heat 8 | Teresa Bonvalot</strong> x Kiara Gold x Sierra Kerr x Skai Suitt<br><strong>Round de 32</strong><br><strong>Heat 2 | Yolanda Hopkins</strong> x Tya Zebrowski + 2<br><strong>Heat 7 </strong>| Erin Brooks x <strong>Francisca Veselko</strong> + 2</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75925</post-id>	</item>
		<item>
		<title>John John Florence retira-se do tour de 2026&#8230;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/john-john-florence-retira-se-do-tour-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 18:23:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Injury Wildcard]]></category>
		<category><![CDATA[John John Florence]]></category>
		<category><![CDATA[Ramzi Boukhiam]]></category>
		<category><![CDATA[Wildcard]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=75931</guid>

					<description><![CDATA[Ramzi Boukhiam "herda" vaga no tour de 2026...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O circuito mundial já viu um pouco de tempo nos mais de 30 anos de existência da divisão CT/QS.</p>



<p>Já se assistiu a surfistas a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/5-surfistas-que-abandonaram-o-wct-parte-2/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">desistirem a meio por diversas razões</a>, ao GOAT do surf mundial a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-decisao-dificil-que-a-wsl-tera-de-fazer-em-breve/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/a-decisao-dificil-que-a-wsl-tera-de-fazer-em-breve/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">espremer o seu status para receber wildcards anuais</a>, ao mesmo tempo que não se comprometia totalmente ao circuito e campeões mundiais a tiraram anos sabáticos e voltarem com wildcards.</p>



<p>O ano de 2026 ia ser recordista a nível de retorno de ex-campeões mundiais, com <strong>John John Florence</strong>, <strong>Gabriel Medina</strong>, <strong>Carissa Moore</strong> e<strong> Stephanie Gilmore </strong>a comprometerem-se ao Championship Tour de 2026. Com estes surfistas e os já estavam na elite do surf mundial a disputa pelo título deste ano prometia ser uma das mais épicas de sempre mas hoje a WSL anunciou que John John afinal não estará presente.</p>



<p>Segundo a WSL JJ decidiu sair do CT de 2026 e prolongar a sua pausa das competições a tempo inteiro para continuar focado na família e nas viagens.</p>



<p>“<em>Ao explorar o mundo com a minha família, aprendemos novas formas de viver, vimos sítios novos, encontrámos ondas para os três e acordámos quase todos os dias cheios de entusiasmo para ver mais e fazer tudo juntos”, disse Florence. “Isso confirmou mesmo que este é o nosso sonho neste momento. Decidimos continuar em 2026 com o objetivo de, se tudo correr bem, dar a volta ao mundo inteira. Quero tornar-me um melhor surfista, quero ser o melhor pai que conseguir e juntar tudo isso com aventura constante e curiosidade</em>.”</p>



<p>Apesar da aparente perda para quem acompanha o tour, há um surfista que gostou muito da notícia, o marroquino <strong>Ramzi Boukhiam</strong>, que se lesionou ao fim de poucas etapas e perdeu as suas hipóteses de qualificação. Apesar de ter toda a legitimidade para pedir um injury wildcard, o regresso de Medina e Florence acabou por ocupar as vagas normalmente atribuídas a essa causa. E, quando menos se esperava, a vaga surgiu e Marrocos volta a ter um representante no tour.</p>



<p>Mais novidades em breve&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="HERE" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/sX-KDxOimNs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75931</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Championship Tour perde Jeffreys Bay mas ganha Raglan</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/championship-tour-perde-jeffreys-bay-mas-ganha-raglan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2026 22:25:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Championship Tour]]></category>
		<category><![CDATA[Raglan]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=75912</guid>

					<description><![CDATA[Uma direita épica por uma esquerda "quilométrica". Será que o tour ficou mais rico?]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A WSL acaba de anunciar a entrada da Nova Zelândia, no calendário do Championship Tour de 2026. De 15 a 25 de maio a elite do surf mundial vai competir na onda de esquerda de Raglan, na costa oeste da região de Waikato. O New Zealand Pro entra no calendário como a quarta etapa do novo formato do CT da WSL e vai acontecer na melhor altura do ano para a onda mais famosa da Nova Zelândia.</p>



<p>A Nova Zelândia tem um longo historial a receber eventos de surf profissional, incluindo etapas femininas do CT entre 2010 e 2013 em Taranaki, que depois passaram a ser eventos QS, um QS masculino em Raglan em 1995 e o Rip Curl Pro Raglan, parte da New Zealand Surf Series, que decorreu durante mais de duas décadas. O evento “Backdoor King and Queen of the Point” de 2026, organizado pela Surfing New Zealand no início de maio, vai servir como trials oficiais para esta etapa.</p>



<p>A assinalar o 50.º ano do World Tour, 2026 traz um aumento no número de mulheres em prova, bem como um calendário conjunto de 12 etapas do CT masculino e feminino, que vai decorrer de abril a dezembro de 2026. O tour começa na Austrália e termina no Havai, com um Pipe Masters renovado a fechar a temporada numa final decisiva e cheia de emoção.</p>



<p>A Nova Zelândia será um dos nove eventos da “época regular”, com 36 homens e 24 mulheres em competição. Depois da 9.ª etapa, os quadros reduzem para 24 homens e 16 mulheres em duas provas, antes do encerramento da temporada no Pipe Masters. As classificações finais da época — e os títulos mundiais — vão ser decididos com base nos melhores nove resultados de um total de 12.</p>



<p>Além disso, todos os eventos do CT vão passar a ter um formato mais simples, eliminando rondas sem eliminação. Esta mudança aumenta a pressão desde o início e cria mais oportunidades para baterias de alto impacto em condições ideais.</p>



<p><strong>Calendário de 2026<br>Bells Beach</strong>, Victoria, Austrália | 1 a 11 de Abril<br><strong>Margaret River</strong>, WA, Austrália | 16 a 26 de Abril<br><strong>Snapper Rocks</strong>, Queensland, Austrália | 1 a 11 de Maio<br><strong>Raglan</strong>, Nova Zelândia | 15 a 25 de Maio<br><strong>Punta Roca</strong>, El Salvador | 5 a 15 de Junho<br><strong>Saquarema</strong>, Rio de Janeiro, Brasil | 19 a 27 de Junho<br><strong>Teahupo&#8217;o</strong>, Tahiti  | 8 a 18 de Agosto<br><strong>Cloudbreak</strong>, Fiji  | 25 de Agosto a 4 de Setembro<br><strong>Lower Trestles</strong>, San Clemente, Calif., EUA | 11 a 20 de Setembro<br><strong>Surf Abu Dhabi</strong>, Abu Dhabi, UAE |  | 14 a 18 de Outubro<br><strong>Peniche</strong>, Portugal | 22 de Outubro a 1 de Novembro<br><strong>Pipeline</strong>, Havaí, EUA | 8 a 20 de Dezembro<br><br></p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Huge, Pumping Raglan Surf, December 1st 2020" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/3HbOUdg6L4k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75912</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Isla Huppatz e Dane Henry sagram-se campeões mundiais júnior</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/isla-huppatz-e-dane-henry-sagram-se-campeoes-mundiais-junior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Jan 2026 11:23:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Dane Henry]]></category>
		<category><![CDATA[Isla Huppatz]]></category>
		<category><![CDATA[World Champion]]></category>
		<category><![CDATA[World Junior Championship]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.onfiresurfmag.com/?p=75853</guid>

					<description><![CDATA[Dobradinha aussie...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois de quatro <em>lay days</em> os oito surfistas ainda em prova na disputa pelo título mundial no World Junior Championships Philippines Presented by Purefoods &amp; Magnolia voltaram à água.</p>



<p>As ondas nem chegavam ao meio metro e os competidores mais leves e mais dominantes em ondas muito pequenas acabaram por levar vantagem. O primeiro heat do dia, <strong>Vaihitimahana Inso</strong> vs Isla Huppatz, foi decidido por uma pequena decisão errada da havaiana Vaihitimahana, que arriscou demasiado na sua melhor onda e não conseguiu &#8220;espremer&#8221; até ao fim, o que permitiu que Huppatz avançasse para a final por muito pouco. De seguida a campeã em título e grande favorita à vitória, <strong>Sierra Kerr</strong>, usou o facto de estar de frontside nas pequenas direitas de Urbiztondo Beach para acabar com as hipóteses da basca <strong>Janire Etxebarri</strong> que assim perdeu as suas hipóteses de encerrar a sua carreira júnior com um super merecido título mundial. Na final <strong>Isla Huppatz</strong> abriu com a melhor nota do heat, um 7,17, deixando Kerr a correr atrás do prejuízo. Com mais três palmos de ondas o resultado provavelmente teria sido outro, mas a filha de Josh não conseguiu dar a volta o resultado e Isla, com apenas 18 anos, conquistou o título.</p>



<p>A prova masculina foi semelhante. <strong>Lennix Smith</strong> era o grande favorito à vitoria mas foi parado por pouco pelo seu conterrâneo Dane Henry, enquanto que o israelita <strong>Nadav Attar</strong> parou outro grande nome, <strong>Winter Vincent</strong>, garantindo que esta final não fosse 100% aussie. Contas feitas foi <strong>Dane Henry</strong> quem se deu melhor nas pequenas ondas, garantindo assim a vitória neste que foi provavelmente o World Junior Championship realizado com as ondas mais &#8220;marginais&#8221; dos seus mais de 20 anos de história.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">75853</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
