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	<title>Blog &#8211; ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>Indústria do Surf debate o Surf Português no Surf Out Portugal</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/industria-do-surf-debate-o-surf-portugues-no-surf-out-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 15:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Surf Out]]></category>
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					<description><![CDATA[Um evento que não quererás perder nos dias 15 e 16 de setembro, na FIARTIL Estoril.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><span style="color: #000000;">Serão vários os nomes que estarão presentes nestes debates sobre o surf português, desde surfistas profissionais, como Tiago Pires, a Francisco Spínola, head da WSL Europa, ou Pedro Soeiro Dias, head of Marketing Despomar.<br />
</span></div>
<div></div>
<div><strong>PRESS RELEASE</strong></div>
<div><span style="color: #000000;">&#8220;A Surf Out Portugal anuncia as Surf Talks, momento dedicado à partilha de experiências e debate sobre a atualidade e futuro do Surf em Portugal, que conta com o cunho do Turismo de Portugal.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">A iniciativa vai reunir os principais players do setor do surf e os praticantes e amantes deste desporto nos dias 15 e 16 de setembro, na FIARTIL, no Estoril.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">Tiago Pires, ex-surfista do World Tour e fundador da ReAct Sports Management, Francisco Spínola, head da WSL Europa, e o empresário Tim Vieira estão entre os nomes já confirmados para asSurf Talks by Turismo de Portugal.</p>
<p>A eles vão juntar-se também Francisco Rodrigues, presidente da Associação Nacional de Surfistas, João de Macedo, surfista Big Wave World Tour, Pedro Kol, Bi-Campeão Europeu e Campeão Mundial K1, Nuno Moura, diretor de Marketing da Federação Portuguesa de Futebol, o jornalista Miguel Pedreira, Pedro Soeiro Dias, head of Marketing Despomar, Ivo Purvis, vice-presidente do Clube Criativos de Portugal, e Álvaro Costa, da Polen Surfboards.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">Também vão partilhar a sua visão e experiência nas Surf Talks by Turismo de Portugal Walter Chicharro, presidente da Câmara Municipal Nazaré, Bernardo Corrêa de Barros, administrador da Cascais Dinâmica, António José Correia, ex-Presidente Câmara Municipal de Peniche, Pedro Adão e Silva, professor universitário, Frederico Teixeira, Portugal event of manager WSL, Miguel Guerra, head of sponsorship and events da Altice, e João Raimundo, co-fundador da LACS. Mais convidados serão anunciados em breve, assim como outras novidades.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">A Surf Out Portugal, que tem como propósito evidenciar a fase notável que o surf atravessa em Portugal e lançar o debate sobre a evolução futura do mesmo, foi idealizada e organizada pelos irmãos Patrick e Salvador Stilwell.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">A entrada no evento terá um custo de apenas 2€, dando aos visitantes a possibilidade de assistir a todas as Surf Talks, de interagir com mais de 45 expositores – marcas, pranchas, fatos, workshops, ativações, etc – e de aproveitar a animação no espaço – arte, live shape, música, convívio, food trucks, bar. Crianças menores que 12 anos têm entrada livre.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">A iniciativa tem o apoio do Turismo de Portugal, Turismo de Cascais, do MEO, da TAP, da C. Santos VP concessionário oficial Mercedes-Bens, da Partners, do The Oitavos Hotel e da Huse Innovation. Conta ainda com o apoio institucional da Federação Portuguesa de Surf e da Associação Nacional de Surfistas e com os media partners MEO Beachcam, FUEL TV, ONFIRE Surf e Surftotal.</span></div>
<div></div>
<div><span style="color: #000000;">Para mais informações sobre o evento, os interessados podem contactar o <a href="mailto:geral@goodswell.pt">geral@goodswell.pt</a> e visitar <a href="http://www.surfoutportugal.pt/">http://www.surfoutportugal.pt/</a>.&#8221;</span></div>
<div></div>
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		<title>Quando a diversão se perde&#8230; &#124; BLOG</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/quando-a-diversao-se-perde-blog-post/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2017 14:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Groms]]></category>
		<category><![CDATA[surf4fun]]></category>
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					<description><![CDATA[Surf for fun...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fazer surf tem que ser uma das melhores sensações do mundo. Se não for, como explicamos que uma onda pode mudar toda a nossa existência? Pode acontecer a qualquer idade mas o que é certo é que, quando te tornas surfista, quando apanhas “o bichinho”, tudo pode mudar. Os tempos livres passam a ser quase inteiramente direcionados para fazer surf, o dinheiro para material, gasolina ou passe para ir para a praia e certamente que muito do tempo que passas fora de água estás a pensar em surf. Foi o que aconteceu comigo e hoje, mais de 25 anos depois da primeira onda, é bem visível o quanto o surf moldou a minha vida.</p>
<p>Recentemente tive a sorte de uma das minhas filhas ter sido “infectada pelo vírus do surf”. Estava a tentar &#8220;contagiá-la&#8221; quase desde que nasceu mas acabou por acontecer recentemente, aos 7 anos. Aos 3, 4 e 5 anos admito que “forcei a barra”, insisti tanto que criou uma resistência. A partir fui tentando uma vez por ano e foi pouco antes do verão passado que o “bicho” mordeu. Curiosamente foi na primeira aula numa escola de surf que tudo aconteceu e ao fim de um mês passou a ser uma rotina de pai e filha, ir ao mar juntos duas ou três vezes por semana. Admito que para mim o surf passou para segundo plano e muitas das visitas ao <em>windguru</em> são para confirmar se o mar vai estar perfeito para ela, condições essas que estão longe do que procuro para mim. Está a ser uma fase de regresso às raízes, aquela altura em que uma surfada boa era aquela em que tinhas apanhado ondas, simples, só isso, sem ter a expectativa de acertar aquela manobra, ou encher uma onda de manobras para sair contente<em>. Surf for fun</em>, nada mais, fazer umas ondas até bater com as quilhas na areia e tudo o que vier a mais é “lucro”. Isso sim, é o espírito do surf, estar na água a divertirmo-nos com esta prenda da natureza que são as ondas, independentemente de estarem grandes ou pequenas.</p>
<p>A rotina tem-se mantido e, há menos de 24 horas, para acabar o feriado em grande, fomos procurar umas ondinhas. Como a expectativa é baixa fomos recompensados. A surfada estava a ser divertida mas tornou-se ainda mais quando chegou uma amiga, igualmente “mordida” pelo bichinho do surf. As duas riam-se às gargalhadas, trocavam ondas e ao fim de um bocado, num fim de tarde com um por do sol majestoso por detrás, expulsaram os respectivos pais da água e ficaram sozinhas a divertir-se, incentivando-se sem qualquer indício de competitividade entre elas. Foi difícil tirá-las da água, algo que só aconteceu com a promessa de que, dentro de uns dias, repetia-se a combinação. Para mim, isso é o principal a retirar do surf, diversão, o resto é o menos importante.</p>
<p><em>Fast Forward</em> uns anos, para uma realidade que espero que nunca venha a ser a sua. Vejo miúdos na água que há pouco tempo tinha visto no mesmo registo, aquele<em> stoke</em>, contentes por estar ali. Mas agora já não se vê a alegria. Nos olhos deles vê-se foco, nos pés vê-se surf cada vez “melhor”, mas parece que a diversão ficou enterrada bem lá no fundo! Muitos deles têm autocolantes nas pranchas, outros ambicionam ter e estão em constante treino e insatisfação. Miúdos que deviam estar contentes por não estarem fechados em casa a fazer trabalhos da escola ou a ver desenhos animados. Mas não, estão na água, eléctricos atrás de ondas, a dizer palavrões quando perdem uma ou quando falham uma manobra. Acabam as ondas com uma linguagem corporal que confirma a minha teoria que a diversão já ficou bem para trás. No início deste ano assisti a uma “super session” dessas nos Coxos. Dentro de água estavam os melhores surfistas da nova geração portuguesa e enquanto me preparava para entrar estava deliciado com o nível de surf a que estavam a fazer. No entanto, quando entrei, fiquei desiludido.</p>
<p>Este <em>groms </em>mostraram uma postura deplorável, davam voltas no pico, roubavam ondas, gritavam, diziam palavrões e não mostravam respeito uns aos outros ou mesmo aos restantes surfistas que estavam na água, alguns com o dobro ou o triplo das suas idades e anos de surf, muitos dos quais simplesmente queriam fazer as suas ondas depois de uma semana de trabalho. Não vou dizer que o <em>line up</em> dos Coxos num dia de ondas pequenas (1 metro) seja um sítio tranquilo ou que dê propriamente para apanhar ondas à vez. Mas havia muitas ondas, dava para todos. Dava, na teoria, mas não deu&#8230;</p>
<p>Para piorar, e não quero generalizar e dizer que todos os pais e treinadores destes jovens surfistas os incentivam a não respeitar os outros surfistas na água, mas neste dia foi o caso. Adultos agiam quase que como guarda costas, em vez de promoverem o respeito, educação e bom ambiente na água, faziam o oposto. Entrando no tema dos pais, sinto que entramos num “cliché” em que muitos pais projectam nos filhos um desejo de ser algo que quiseram ser mas nunca conseguiram. No passado aconteceu com o futebol (e o <em>ballet</em> no caso das meninas?!?!) e agora é no surf. Talvez devido aos casos de sucesso como o Tiago Pires, Vasco Ribeiro e Frederico Morais, pode sonhar-se em realmente fazer uma grande e lucrativa carreira no surf. Mas, foram apenas três entre muitos que não chegaram lá. A caricatura do “<em>Little league dad</em>” norte-americano, com os pais fanáticos aos gritos nas bancadas durante os jogos, já se vê nos circuitos juniores em Portugal. Será que era isso que pretendiam quando os meteram pela primeira vez numa prancha de surf? Há pais a investirem muito nos filhos, para que eles possam ter uma hipótese de serem surfistas profissionais. É um direito que têm e é de louvar  paixão e dedicação. Mas será que não estão a colocar “todos os ovos na mesma cesta”, deixando em segundo plano o futuro académico e o desenvolvimento dos filhos num ambiente normal?</p>
<p>Com isto tudo não quero dizer que sou contra campeonatos, patrocínios, treinadores de surf e muito menos acompanhamento dos pais. Acho que em muitos casos pode ser saudável e quem não gostaria de ver os seus filhos (ou alunos) a atingirem o máximo do seu potencial?</p>
<p>Mas a que custo?</p>
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		<title>Quando morreu o Amor&#8230; by João Kopke &#124; Blog</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/quando-morreu-o-amor-by-joao-kopke-blog/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Kopke]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2017 11:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[João Kopke]]></category>
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					<description><![CDATA[Surfista profissional, músico de excelência, enciclopédia humana, storyrider e, pelos vistos, o rapaz também sabe escrever... E bem! Este é o primeiro post de João Kopke no site da OF. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta foto esteve escondida do mundo até hoje. O objetivo era guardá-la bem guardada até ao momento da sua grandiosa publicação em alguma revista de surf num futuro próximo, já que todos concordávamos em que seria um desperdício dar-lhe aquelas curtas 6 horas de fama que todas as coisas têm nas redes sociais, antes de desaparecerem para sempre num <em>scroll down</em>.</p>
<p>Revistas de surf eram uma espécie de lugar mágico. Tinham o poder de fazer com que qualquer surfista se sentisse como um miúdo a ver o seu desenho animado preferido sempre que passávamos os olhos pelas colunas cheias de erros ortográficos que se escreviam sobre uma viagem qualquer à Indonésia.</p>
<p>Lá as líamos, mas era só porque sim. Na verdade, o que interessava eram as fotos. Faziam-nos sentir um pouquinho mais perto daqueles lugares que não tínhamos dinheiro para visitar. Mas, acima de tudo, elas representavam a oportunidade de tocar com os dedos naqueles momentos de surf, sempre que quiséssemos. Estavam guardados para sempre. Não havia casa de surfista que não albergasse debaixo da cama ou algures na casa de banho (e, não havendo smartphones na altura…) um molho de revistas com ondas na capa. Era como se pudéssemos estar mais perto de tudo, no centro de tudo. No dia seguinte, a edição deste mês seria tópico de conversa no bar da praia ou na escola de surf – Toda a gente sabia quem tinha apanhado altos tubos nos Coxos ontem e toda a gente sabia quem tinha ganho os sub 12 na semana passada. Toda a gente sabia quem era toda a gente. E todos estávamos “dentro da cena”. Não havia o orgulho de hoje em dizer: “não tenho andado muito dentro do mundo do surf”. Ser surfista não era fazer surf. Era uma espécie de estado metafísico – fazia-se parte de uma ideia, de uma gente. De uma comunidade que desapareceu sem deixar rastro – morreu para sempre quando deixámos de falar sobre a última capa. Quando as últimas marcas partiram do surf em busca de bloggers em bikini no Instagram.</p>
<p>O dia chegou em que também eu comecei a fazer parte de páginas nas revistas. A ansiedade ao procurar o meu <em>shot</em> na última edição foi a mesma na primeira vez que tive uma micro foto num cantinho de uma SurfPortugal, aos 11, e na última, há dois anos, na derradeira edição da ONFIRE.</p>
<p>Para um fanático de surf, as revistas eram uma forma de estar perto. Para um surfista profissional (muito mal pago, mas um profissional) elas eram uma razão de ser. Era na esperança de conseguir “aquela” fotografia que nos levantávamos a horas estúpidas, num frio de rachar e à chuva, para surfar aquele <em>wedge</em> manhoso que tinha a cidade como pano de fundo. Era o objetivo de todos – aquela página, aquela dupla… aquela capa.</p>
<p>Eu nunca fiz a capa. Duplas com fartura. Entrevistas de 10 páginas, grandes artigos… Num ano, apareci em todas as edições da ONFIRE. Mas nunca a capa.</p>
<p>No início deste Verão, algo aconteceu: Era um daqueles fins de dia típicos de uma má temporada como a que passou: nortada e um frio de rachar, na Ericeira. Fui tentar me esconder do vento para a Crazy Left. Aquele “metrão” e quase ninguém na água. Por algum motivo que me escapa, estava um fotógrafo na água, o Tim, um alemão que trocou a fotografia de marcas e a cidade por uma caravana e a vida de nómada. Nessa noite, recebo uma mensagem com uma fotografia. Mostrei-a ao Director da ONFIRE e a resposta automática foi ”Yup, temos capa”. Mas já não há capas.</p>
<p>Onde é que eu quero chegar com tudo isto? Bem, a lado nenhum, na verdade. Contos de fadas existem, mas só quando estamos sob o efeito de substâncias alucinogénias ou num barco na Indo. O papel está a morrer (e tu também!) e ninguém o pode salvar. É uma coisa boa – sites até são porreiros, fazer o belo do <em>scroll down</em> pelo Instagram da Surfing Mag é giro e salvam-se árvores e cenas.</p>
<p>Mas às vezes é bom deixar a mente voltar a esse tempo em que vivíamos o surf fervorosamente. Esse lugar do passado onde o coração batia mais depressa em função de uma maré e não pensávamos duas vezes sobre se dormiríamos cedo ou não porque Carca ia estar épico amanhã. Uma era onde era “cool” ser-se completamente doido por conversas de ondas e manobras, mesmo que não se fosse surfista.</p>
<p>E, para mim, sempre haverá aquele amor platónico – aquela capa que nunca fiz, aquele sonho que morreu quando uma parte do surf morreu.</p>
<p>JK</p>
<p>Para leres mais textos de João Kopke visita o site <a href="http://joaokopke.com">joaokopke.com</a>.</p>
<p><em>Sobre o Autor:</em><br />
<em>João Kopke /orgulhoso detentor de um carro moribundo e cheio de areia. Surfista sim, mas cantor lírico e estudante de ciência política e relações internacionais. Estilo &#8211; Bem enquadrado socialmente mas que denote algum sentido de rock&amp;roll: t-shirt slim fit &#8211; furada no ombro. Boas notas na faculdade &#8211; aparece de chinelos. Aulas de contrabaixo &#8211; sempre descalço.</em><br />
<em>22 anos. Desde os 8 que o seu braço está formatado para carregar pranchas de surf. Desde os 10, os seus ouvidos treinados para encontrar a sensível. Desde sempre, os seus olhos muito abertos para ver todas as coisas.</em><br />
<em>Uma serrada convicção na ideia de que possuir serradas convicções e tecer juízos de valor é para lá do ponto – belo é escrever sobre a decadência do mundo sem lhe apontar o dedo.</em><br />
<em>A arte &#8211; vídeo, fotografia, música e escrita – é para ele a caneta com que se escrevem as histórias dos caminhos por onde nos leva uma prancha de surf.</em></p>
<div id="attachment_41190" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-41190" class="wp-image-41190 size-full" src="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/10/Kopke-Author.jpg" alt="" width="728" height="502" srcset="https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/10/Kopke-Author.jpg 728w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/10/Kopke-Author-255x176.jpg 255w, https://www.onfiresurfmag.com/wp-content/uploads/2017/10/Kopke-Author-621x428.jpg 621w" sizes="(max-width: 728px) 100vw, 728px" /><p id="caption-attachment-41190" class="wp-caption-text"><em>João Kopke. Photo by White Flag Productions</em></p></div>
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		<title>Praia da Barra &#124; By Catarina Moura &#124; Blog Post</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/praia-da-barra-by-catarina-moura-blog-post/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2017 11:36:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Catarina Moura]]></category>
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					<description><![CDATA[A sensação salgada na ponta da língua nunca caberá na boca de nenhuma palavra. Não dá para descrever o later do coração quando pisas aquela areia molhada, quando o teu arrepio é caloroso e quanto mais, o exacto segundo em que todo o teu corpo entra em total sintonia com a praia da Barra. Aquele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A sensação salgada na ponta da língua nunca caberá na boca de nenhuma palavra.<span id="more-36061"></span></p>
<p>Não dá para descrever o later do coração quando pisas aquela areia molhada, quando o teu arrepio é caloroso e quanto mais, o exacto segundo em que todo o teu corpo entra em total sintonia com a praia da Barra.</p>
<p>Aquele lugar, apesar de menos grandioso que um tubo na Praia da Areia Branca, dá lugar a um espetáculo inusitado. Um habitat que se torna mais teu do que o teu próprio quarto. Ali acontecem todos os amores que uma vida poderia pedir. Por onde hei-de começar?</p>
<p>Saber que aquela tua direita entra de manhã pela fresquinha e que, por vezes, tens a sorte de ter o sol como teu pequeno almoço. E as cores, as cores não cabem na tua mão. Atravessam o paredão como tu vives o teu dia. Aliás, o mar ganha o dia quando o vermelho do céu toca o azul escuro do mar. Quando o acinzentado das nuvens deixa realçar a claridade do ar. E tu, corres que nem um louco porque a tua corrida está dentro de água, junto a todos os cardumes de peixe, a todas as conchas no fundo do mar.</p>
<p>Surfar na Praia da Barra é, também, tudo aquilo que não deu para o olhar falar, para escrever a tempo de não fazer a mala e partir.</p>
<p><em>Sobre o autor:</em><br />
<em> Naquele mar recíproco de ondas felizes, encontrou-se. Uma vimaranense de gema que vive da água salgada e das madrugadas na estrada à procura da onda perfeita. É estudante do mestrado em Turismo e desde cedo que leva consigo uma bagagem europeia cheia de singelas histórias para contar. A vida ensinou-lhe que é preciso saber voar sem medo de não voltar, agarrar cada lufada de ar fresco como quem agarra o tempo. Porque se a vida fossem rosas, seriamos todos um jardim. E no meio dessa banalidade, quem o plantaria?</em></p>
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		<title>Blog Post &#124; Francisco Duarte a caminho do “Down Under” &#124; Parte 1</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/blog-post-francisco-duarte-a-caminho-do-down-under-parte-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2017 14:31:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[Qual é a melhor maneira de evoluir como surfista? Será fazer uma temporada competitiva intensa a melhor solução? O algarvio Francisco Duarte está em vias de testar uma &#8220;rota&#8221; alternativa, e arranca para a Austrália dentro de horas para aprimorar o seu surf sem vestir uma lycra de competição&#8230; &#8220;Há cerca de 5 meses comecei [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Qual é a melhor maneira de evoluir como surfista? <span id="more-36009"></span>Será fazer uma temporada competitiva intensa a melhor solução? O algarvio Francisco Duarte está em vias de testar uma &#8220;rota&#8221; alternativa, e arranca para a Austrália dentro de horas para aprimorar o seu surf sem vestir uma lycra de competição&#8230;</p>
<p>&#8220;Há cerca de 5 meses comecei preparar a próxima época juntamente com o meu preparador físico, Miguel Duarte Bilbão e com os meus treinadores de surf, o David Raimundo e o Nuno Telmo. Todas as minhas energias e foco estão viradas na minha evolução enquanto surfista e neste momento o objectivo de conseguir alcançar o “nosso passo” a curto prazo e assim tornar-me um atleta mais capaz e competente nos campeonatos mundiais de qualificação (WQS) a curto/médio prazo.</p>
<p>A minha rotina neste período tem sido bastante simples, tenho treinado todos os dias, onde intercalo, consoante o meu planeamento, entre treinos de água sob orientação dos meus treinadores de Surf, treino físico/técnico sob orientação do meu preparador físico e ainda, pelo free surf, que é bastante importante.</p>
<p>Todos os meus treinadores foram muito importantes na decisão do meu rumo, de estabelecer como foco neste momento a minha evolução e assim traçar o meu caminho!</p>
<p>Estou hoje de partida para a Austrália. Ainda existiu a hipótese de competir na Austrália, mas percebemos que aquilo que eu realmente precisava, neste momento, era de muito treino, muitas horas com qualidade dentro de água. De surfar com os melhores do mundo, tanto da minha idade, como mais velhos, de muitas horas a ser filmado e corrigido nos meus erros. O objectivo principal e exclusivo desta minha viagem à Austrália é portanto a minha evolução e progressão técnica enquanto surfista!</p>
<p>Tenho recebido sempre muito apoio e sinto-me bastante agradecido por isso. Felizmente tenho pessoas comigo que me fazem acreditar e dão muita força todos os dias para me mostrarem que é possível! Gostava de agradecer todo o apoio que me tem dado, não só das pessoas mais próximas que tenho, mas também que são os meus pais, o meu irmão, a minha namorada, todos os meus treinadores e, claro, os meus amigos todos!&#8221;</p>
<p>Fica atento aos próximos posts de Francisco Duarte, na Austrália <a href="https://www.onfiresurfmag.com/tag/francisco-duarte/" target="_blank">AQUI</a>!</p>
<p><iframe title="Francisco Duarte- Indonésia, Lakey Peak 2015" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/f4hxhE6G5ZE?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Guns, braços e abraços &#124; Blog Post &#124; By João “Flecha” Meneses</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/guns-bracos-e-abracos-blog-post-by-joao-flecha-meneses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Meneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Dec 2016 14:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[João "Flecha" Meneses]]></category>
		<category><![CDATA[Nazaré Challenge]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda em estado de choque com o que se passou no dia 20 de Dezembro na Nazaré, começo esta curta crónica com a tentativa de citar uma frase que registei na memória, proferida por Kohl Christiensen, reputado big wave rider Havaiano: “Há algo de especial quando remamos para uma onda gigante com os braços e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda em estado de choque com o que se passou no dia 20 de Dezembro na Nazaré<span id="more-35433"></span>, começo esta curta crónica com a tentativa de citar uma frase que registei na memória, proferida por Kohl Christiensen, reputado big wave rider Havaiano:</p>
<p>“Há algo de especial quando remamos para uma onda gigante com os braços e o coração sem saber se vamos conseguir… Nada pode bater isso”</p>
<p>É este o espírito do surf de ondas grandes na remada. O tow-in deu a conhecer a Nazaré ao Mundo, mas era preciso uma mudança de paradigma naquelas massas de água. O sensacionalismo de registar ondas gigantes, algumas a que podemos chamar apenas vagas, que nem sequer quebravam e onde deslizavam alguns corajosos, por vezes medíocres tecnicamente, foi factor determinante para que a Nazaré, durante os últimos anos, fosse olhada com algum cepticismo por parte dos media especializados e dos surfistas de todo o Mundo. Era preciso mudar, era preciso provar que aquele sítio especial tinha mais a oferecer do que apenas espectáculos de snowboard em água para uma plateia de milhares de pessoas, que desconheciam a importância de um bottom turn. Era preciso provar que o Canhão da Nazaré estava ao mesmo nível do armamento Havaiano, Mexicano ou Chileno.</p>
<p>Esse dia chegou! Houve emoção, medo, desafio e coragem. E a Lusofonia mostrou que tem braços fortes.</p>
<p>O Nazaré Challenge foi o início de um caminho que vai levar os surfistas portugueses ao mais alto nível do surf nas ondas grandes.</p>
<p>É tempo de olhar para a frente, tal como disse Laird Hamilton, “Não deixes que os teus feitos sejam maiores que os teus sonhos”!</p>
<p><em>Sobre o Autor:<br />
<em>João “Flecha” Meneses|</em><em> Com mais de duas décadas de surf nos pés, “Flecha” enquadra dois adjectivos de respeito no surf, “underground” e “Soul” surfer. Originalmente local das ondas da Caparica, João tornou-se residente da Ericeira há mais de uma década e é um daqueles surfistas que não aceita insultos do “Sr. Medo”. Nos seus tempos livres é escritor de mão cheia e esta é mais uma excelente colaboração com a ONFIRE.</em></em></p>
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		<title>Qual vale mais, o mensageiro ou a mensagem? &#124; By Pedro Soeiro Dias &#124; Blog Post</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/qual-vale-mais-o-mensageiro-ou-a-mensagem-by-pedro-soeiro-dias-blog-post/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2016 00:55:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[Garrett McNamara]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Soeiro Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[Recentemente ficámos a saber que Garrett McNamara &#8220;apoia&#8221; a candidatura de Almada a “Cidade Europeia do Desporto 2018”. Rapidamente choveram manifestações positivas e negativas acerca desta opção de representação, sendo natural, até porque Garrett McNamara não é português, o que desafia desde logo a condição patriota dos portugueses, é também lógica, afinal já representou a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente ficámos a saber que Garrett McNamara &#8220;apoia&#8221; a candidatura de Almada a “Cidade Europeia do Desporto 2018”. <span id="more-35211"></span>Rapidamente choveram manifestações positivas e negativas acerca desta opção de representação, sendo natural, até porque Garrett McNamara não é português, o que desafia desde logo a condição patriota dos portugueses, é também lógica, afinal já representou a Nazaré, Portugal, pelo meio marcas e agora Almada.</p>
<p>Já há algum tempo que tinha vontade de escrever acerca deste fenómeno, agora penso ter chegado a altura certa. Desde já, por questões profissionais, sendo marketer e tendo colegas a tomar estas decisões (de escolhas sobre endorsement), apraz-me perceber que todos fizeram excelentes opções ao escolher McNamara como representante daquilo que queriam comunicar. O alcance que conseguiram foi excepcional e por si só, sendo que estamos a falar de bens de consumo (café) ou locais (país, cidade e vila), o critério de segmentação predefinido é bastante alargado, logo os resultados só podem ter sido mais do que conseguidos.</p>
<p>Recuando um pouco no tempo, e de forma a sustentar esta opinião (não querendo entrar em pormenores técnicos de surf), quando a Câmara Municipal da Nazaré procurou explorar a especificidade da Praia do Norte, recorrendo a um surfista estrangeiro disponível para desbravar as condições únicas desta zona, de forma a dar a conhecer, logo explorar economicamente, esta vantagem (reforço a exclusão da questão técnica de surf), essa escolha provou ter sido perfeita. Os intentos da autarquia, na minha opinião, foram mais do que conseguidos. A Nazaré beneficiou de um alcance sem igual, de extensão mundial, percorrendo todo o tipo de meios e de reconhecimento autêntico, já que a zona apresentava-se como tendo ondas específicas e o surfista explorou essa especificidade no seu expoente máximo. Assim, podemos concluir que o objectivo era claro e o resultado superou esse objectivo. Hoje a Nazaré está no mapa (reconhecimento) e evoluiu economicamente no sector privado.</p>
<p>Pegando nos percursores (CMN) e levando esta estratégia para todas as outras relações representativas &#8211; Portugal, Café Boundi, Lion of Porches e agora Almada, podemos assumir que foram opções válidas, até porque os valores de representatividade (é publico) são interessantes e os resultados imediatos &#8211; a constante opção pelo mesmo personagem faz com que o reconhecimento se mantenha em alta, foram também bastante inteligentes já que todas estas marcas tentavam ir buscar algo aspiracional ao &#8220;Surf&#8221; &#8211; com reconhecimento evidente e duradouro. Portanto, parece não haver espaço para grandes críticas negativas às ligações das marcas com este indivíduo, não me parece sequer discutível que as estratégias acima descritas fossem erradas, os resultados provaram ser certeiros.</p>
<p>Todavia, há efeitos colaterais neste tipo de estratégias longas no tempo e comuns na génese. A médio prazo e quando a temática exposta é especifica, neste caso &#8211; Surf e Ondas, o alcance per si, sem critério e sem sustentação, não só não converte, como o investimento fica disperso. Senão vejamos, a Nazaré neste momento ficou conhecida, mas, além de projectos privados de imobiliário (não hotelaria), o investimento que aparece, aparece para investir no Garrett McNamara e não na Nazaré. O que me parece natural, já que o reconhecimento está no indivíduo e não a marca/produto/serviço. Este fenómeno está de facto a acontecer, tendo a Câmara local voltado a investir no reconhecimento da zona por outras vias, não no surf actividade, mas na zona turística como um todo.</p>
<p>A credibilidade também fica beliscada a médio prazo, ou seja, se o objectivo foi apenas alcance/reconhecimento (awareness) o proveito é total a curto prazo, porem a médio prazo a mensagem global de curta duração, torna-se de média duração pelo target conhecedor, o que define como negativa a mensagem se esta for inócua. O que é o caso, já que o mensageiro neste caso não transporta apenas a mensagem, ele próprio representa-a.</p>
<p>Volto à primeira frase e de lançamento deste tema &#8211; Almada, na minha humilde opinião, escolheu muito bem se o objectivo é angariar votos no exterior, o que me parece lógico. Todavia, não geriu pelos vistos o target conhecedor e detentor de opinião qualificada, o que em casos como este são fundamentais ter em conta. Não só pela relação social com a edilidade, mas também pela relevância que o target &#8220;core&#8221; tem a longo prazo numa zona tão especifica e tão importante para Almada como a Costa de Caparica.</p>
<p>Em jeito de conclusão, deixando uma opinião menos mercantilista mas largamente mais eficiente &#8211; Algo de muito errado se passa quando se continua a achar que é dinheiro bem gasto disparar &#8220;cartuchos&#8221; indiscriminadamente de forma a acertar em alguém, sem ter a mínima capacidade de analisar e apontar ao alvo certo para o produto certo. Já não é nesse tempo em que vivemos.</p>
<p>As administrações já não podem ficar contentes apenas com cadernos de valorização hiperbolizados, a conversão real de tal investimento tem que ser tangível e de preferência deixando um legado de credibilidade e reputação gerível. Será sempre fácil de apresentar resultados inócuos, mas cobertos de um valor imenso percepcionado (o alcance e reconhecimento).</p>
<p>Pedro Soeiro Dias</p>
<p>Sobre o Autor:<br />
<em>Pedro Soeiro Dias | Individualista, enigmático, muito atento e crítico em relação a tudo o que rodeia. A convicção e a solidez com que defende os seus pontos de vista transmitem muitas vezes a ideia de arrogância.</em><br />
<em> Tem 38 anos e desde os 16 que tem prancha.</em><br />
<em> É realizador de formação e no início do século ainda explorou a indústria, mas a celeuma do mercado, fez com que se dedicasse à escrita.</em><br />
<em> As viagens marcaram o seu processo de maturação e, recentemente, viajou até ao Havai, cumprindo um dos seus sonhos.</em><br />
<em> Vive, trabalha e surfa na Ericeira.</em><br />
<em> A paixão por “marcas” aliada a traços de personalidade que lhe conferem extrema sensibilidade para o marketing redesenharam o seu percurso profissional. Hoje é um marketeer apaixonado.</em></p>
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		<title>A Febre do Pinguim &#124; Blog Post &#124; By João “Flecha” Meneses</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/a-febre-do-pinguim-blog-post-by-joao-flecha-meneses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[João Meneses]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 09:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Fletcher]]></category>
		<category><![CDATA[João "Flecha" Meneses]]></category>
		<category><![CDATA[Shane Herring]]></category>
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					<description><![CDATA[Aceito o presente e acredito que o futuro será melhor. E lá vou afastando a cabeça do Velho do Restelo. Mas ainda não deixei de acreditar num concerto do Jack Johnson só para quem já tirou ouriços dos pés, ou que os Bad religion e os Pennywise vão voltar a dar som a imagens de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aceito o presente e acredito que o futuro será melhor. E lá vou afastando a cabeça do Velho do Restelo.<span id="more-31413"></span></p>
<p>Mas ainda não deixei de acreditar num concerto do Jack Johnson só para quem já tirou ouriços dos pés, ou que os Bad religion e os Pennywise vão voltar a dar som a imagens de surfistas criativos. Mas começo a deixar de acreditar que as entidades dos assuntos do mar em Portugal vão analisar criteriosamente o nível de surf e a capacidade física dos professores da europa central e de alguns portugueses que leccionam a arte nas ondas. Mas descansem, não pretendo exigir que conheçam as bandas de culto ou filmes como Bunyp Dreaming, Focus ou Momentum. Mas deviam!</p>
<p>Gostava de acreditar que o Shane Herring, um dos melhores surfistas do mundo na década de 90, irá receber uma prancha esculpida por um Mayor australiano, não para premiar o seu passado de álcool e de drogas, mas pela criatividade que teve num curto espaço de tempo, rasgando sem filtros os mares do mundo.</p>
<p>Gostava, ainda, de ver o Christian Fletcher com a sua caveira tatuada na nuca a ensinar o Obama a descer um mini half pipe na Casa Branca e de ver o Shaun Tomson como Presidente da África do Sul.</p>
<p>Não gosto de ver pinguins da cidade a dar medalhas a surfistas. Dizem que o metal das mesmas, ouro, prata ou bronze, em contacto com a pele salgada é transmissor da febre da Antártida, um misto de hipotermia e discurso de papagaio, que torna o homem do mar menos puro e mais macio face ao cinismo da sociedade.</p>
<p>Em Portugal, gostava de ver tanta coisa. Mais surfistas-treinadores como o Pyrrait, o João Antunes, o Telmo e o Raimundo, e outros tantos que do Algarve ao Minho vão formando surfistas e só depois atletas. Gostava de ver o prestigiado Tiago Pires a lutar por causas ambientais e nomeado embaixador das reservas de surf. Não gostava de voltar a ver o Miguel Blanco sem patrocínio, porque se o miúdo não acreditasse no seu valor, podia ter ido por outro caminho e hoje seriamos mais pobres.</p>
<p>Não nos esqueçamos que em terra ou no mar, a riqueza de um País cresce ao potenciar o seu capital humano em equilíbrio com a natureza. Estudando o passado e acreditando que o futuro é motivo para um sorriso.</p>
<p>Sobre o Autor:<br />
<em>João “Flecha” Meneses|</em><em> Com mais de duas décadas de surf nos pés, “Flecha” enquadra dois adjectivos de respeito no surf, “underground” e “Soul” surfer. Originalmente local das ondas da Caparica, João tornou-se residente da Ericeira há mais de uma década e é um daqueles surfistas que não aceita insultos do “Sr. Medo”. Nos seus tempos livres é escritor de mão cheia e esta é mais uma excelente colaboração com a ONFIRE.</em></p>
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		<title>Os heats dos surfistas portugueses no Ericeira WJC 2016</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/os-heats-dos-surfistas-portugueses-no-ericeira-wjc-2016/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Dec 2015 21:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Circuitos]]></category>
		<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Os heats dos surfistas portugueses]]></category>
		<category><![CDATA[World Junior Championship]]></category>
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					<description><![CDATA[Já está quase a começar a etapa que vai decidir os dois campeões mundiais júnior da época de 2015. Será o Ericeira World Junior Championships, uma etapa que terá como palco a praia de Ribeira D&#8217;Ilhas entre os dias 4 e 13 de Janeiro. Os quatro surfistas portugueses que já estão garantidos nesta etapa já [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já está quase a começar a etapa que vai decidir os dois campeões mundiais júnior da época de 2015.<span id="more-29239"></span> Será o Ericeira World Junior Championships, uma etapa que terá como palco a praia de Ribeira D&#8217;Ilhas entre os dias 4 e 13 de Janeiro.</p>
<p>Os quatro surfistas portugueses que já estão garantidos nesta etapa já conhecem os seus adversários no round 1, que serão os seguintes:</p>
<p>Prova masculina<strong><br />
</strong><strong>Heat 9 | Tomás Fernandes</strong> x Takumi Yasiu x John Urcia</p>
<p>Prova feminina<strong><br />
Heat 2 | </strong>Tia Blanco x <strong>Teresa Bonvalot</strong> x Gina Smith<br />
<strong>Heat 4 |</strong> Chelsea Tuach x <strong>Carol Henrique</strong> x Juliette Brice<br />
<strong>Heat 5 |</strong> Isabella Nichols x <strong>Camilla Kemp</strong> x Nicole Pallet</p>
<p>Ambas as categorias estão carregadas de grandes talentos. Na masculina dois dos top4 de 2014, Deivid Silva e <strong>Tomás Fernandes</strong>, estão presentes e contam ainda com o reforço do novo topo do CT, Kanoa Igarashi e surfistas como Noe Mar McGonagle, Hiroto Ohhara, Soli Bailey, Leonardo Fioravanti, Kalani David e Yago Dora entre muitos outros.</p>
<p>A categoria feminina também conta com duas &#8220;repetentes&#8221; das top4 do evento passado, a campeã mundial Mahina Maheda e ainda Chelsea Tuach e muitas outras grandes surfistas desta geração. Acompanha o Ericeira World Junior Championships em directo <a href="http://www.worldsurfleague.com/events/2016/mjun/1543/mens-ericeira-world-junior-championships" target="_blank">AQUI</a>!</p>
<p><iframe title="Moche || Allianz World Junior 2014 || Parabéns Vasco" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Xz7vM081dSc?start=111&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<title>Blog Post &#124; A primeira viagem à Indonésia &#124; By Francisco Duarte</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/blog/blog-post-a-primeira-viagem-a-indonesia-by-francisco-duarte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Duarte]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2015 11:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Duarte]]></category>
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					<description><![CDATA[Foi no início do ano que soube que estava a ser planeada uma viagem à Indonésia que é provavelmente o melhor local do mundo para fazer um estágio internacional. Fiquei muito contente assim que soube que eu iria, pois sempre foi um destino de sonho para mim e tinha a certeza que ia ser uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi no início do ano que soube que estava a ser planeada uma viagem à Indonésia que é provavelmente o melhor local do mundo para fazer um estágio internacional. <span id="more-26340"></span>Fiquei muito contente assim que soube que eu iria, pois sempre foi um destino de sonho para mim e tinha a certeza que ia ser uma das viagens da minha vida!!</p>
<p>O nosso grupo juntava uma grande parte na nova geração de juniores portugueses. Era o Guilherme Fonseca, Lourenço Alves, Luís Perloiro, Salvador Couto, Simão Penha, Francisco Almeida , Gonçalo Magalhães, Jakob Lilienweiss, e eu e fomos acompanhados pelo treinador Enrique &#8216;Kike&#8217; Lezano da Academia Profissional de Surfistas (APS).</p>
<p>Foi das viagens mais cansativas e duradouras que já fiz, demorámos um dia e meio a chegar ao destino final, depois de voos e escalas prolongadas e de uma noite em Bali a caminho de Lakey Peak.</p>
<p>Surfamos maioritariamente em Lakey, que era em frente ao hotel onde estávamos. No terceiro dia decidimos explorar um secret spot a 40 minutos de barco que acabou por não ser tão bom quanto as expectativas! Também surfamos Periscopes que é uma das direitas mais divertidas do mundo na minha opinião.</p>
<p>Geralmente fazíamos 3 treinos por dia, com a duração média de 2 horas, por isso fazíamos, no mínimo 6 horas de agua por dia! Isso multiplicando pelo número de dias que ficámos em estágio, deu um total de aproximadamente 60 horas de surf, nos 10 dias que lá estivemos.</p>
<p>Acho que de uma forma geral estava tudo a surfar bastante bem, mas naturalmente alguns destacaram dentro do seu nível de surf, mas na minha opinião aquele que mais gostei de ver foi o Luís Perloiro.</p>
<p>A nível cultural achei as pessoas todas muito simpáticas, disponíveis para ajudar e sempre a sorrir, tirando em particular um grupo de surfistas locais que não foi tão simpático para connosco. Em relação à gastronomia, não é a minha preferida, existem alguns pratos que gostei, mas como se costuma dizer, nada melhor do que a comida de nossa casa.</p>
<p>De volta a Portugal as primeiras impressões foram óptimas. Ao contrário dos outros anos, em que adaptação a viagens em que o clima era diferente do português, especialmente ao nível da temperatura da água, foi muito mais fácil, bastou uma ou duas surfadas para meter o surf no pé. Senti-me acima de tudo, mais rápido e fluído.</p>
<p>Acabei por tirar o meu melhor resultado este ano num Pro Júnior Europeu logo a seguir pois avancei do round 1 para o round 4, acabando como o 3º melhor português em prova, entre os que competiram e subi 9 posições no ranking da WSL. o que confirma que a viagem foi uma boa aposta!</p>
<p>Não posso deixar de agradecer aos meus patrocínios, Xcult, Prego Gourmet, FCS , Xcel, Gorilla , Memmo Baleeira Hotel e Clube Naval de Portimão e à minha família e à APS pelo apoio!!!</p>
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