Praticamente todos os 32 (e wildcards) surfam muito bem nesta onda, fazendo ela uma das mais competitivas no Fantasy Surfer. Fica com uma pequena selecção de alguns surfistas que deves ter em consideração…

Nível A
Jordy Smith

A etapa de Jeffreys Bay é de Jordy para perder, e não dos seus adversários para ganhar. Porquê? Porque, apesar de ser natural de Durban e de viver na Califórnia, Jordy está em casa em J-Bay. O seu surf assenta ali como em mais nenhuma outra paragem do tour e para ajudar encontra-se em 3º lugar no ranking e acabou de vencer em Ballito, o que faz dele uma grande aposta.

John John Florence
Florence acabou de perder a liderança mas na big picture da disputa do título isso poderá não querer dizer nada. JJ fez a final nesta prova no ano passado e este ano poderá fazer ainda melhor e sair da África do Sul com a lycra amarela.

As curvas de John John Florence em J-bay... - Photo by Kirsten / WSL

John John Florence – Photo by Kirsten / WSL

Dark Horse
Matt Wilkinson

Porque é que o vencedor da etapa passada e líder do tour surge como dark horse? Para complicar ainda mais a escolha, o seu backside é a sua melhor arma e chegou a fazer grandes estragos em Jeffreys Bay mesmo antes de ter encontrado o seu ritmo! Mas é sempre um risco escolhê-lo pois nunca sabemos se vamos estar a colocar o Wilko do passado ou do presente na equipa. Se for o do presente, cuidado com ele!

Nível B
Mick Fanning

Tudo bate certo para Mick Fanning ser a escolha número 1 de qualquer lista. Multiplas vitórias, incluindo na prova de 2016, contra o eventual campeão mundial, John John Florence. O que deixa a dúvida é o facto de estar a ter o seu pior ano de sempre, contando com um 25º, dois 13º e dois 5º. Mas esta é a etapa para Mick dar a volta e ninguém ficará surpreendido se levar a taça.

Mick Fanning - Photo by Kirsten / WSL

Mick Fanning – Photo by Kirsten / WSL

Filipe Toledo
Toledo deve aparecer com “fome” nesta etapa, depois de ter sido banido da prova de Fiji. O seu recorde em Jeffreys não é impressionante mas em 2016 terminou em 5º lugar e o seu surf tem tudo para brilhar nesta etapa, principalmente se o mar estiver pequeno.

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Filipe Toledo – Photo by Kirsten


Frederico Morais

Kikas tem tudo para tirar um grande resultado nesta prova. O seu surf adequa-se, a experiência em ondas parecidas e mais difíceis de Portugal é vasta, e o game plan traçado com “Dog” Marsh normalmente é implacável. E se tudo bater certo, o luso será um nome a temer pelos seus adversários e poderá sair desta prova com mais um resultado sólido.

 

Gabriel Medina
Jeffreys é um dos poucos locais onde Gabriel nunca venceu e onde o seu surf parece meio “estranho”. Mas mesmo sem tirar o seu 100% de cada onda, “Gabe” é muito perigoso e pode bater qualquer um se estiver com a cabeça no sítio.

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Gabriel Medina – Photo by Kirstin / WSL

Dark Horse
Caio Ibelli

Caio devia ser um dos favoritos nesta etapa pelo surf que mostrou mais cedo no ano, mas vem de uma lesão. Não se sabe a gravidade e se poderá surfar ao seu melhor nível ou não e a dúvida deixa-o como dark horse em vez de ser uma escolha obrigatória.

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Caio Ibelli – Photo by Kirsten / WSL

Nível C
Kanoa Igarashi

O norte-americano é um dos surfistas com melhor técnica de todo o tour e as longas ondas de Jeffreys são perfeitas para encaixar as suas sequências de manobras. O seu ano está a ser mais inconsistente que o passado, mas já mostrou rasgos de inspiração e nesta etapa poderá perfeitamente dar cartas.


Jack Freestone

Outro surfista que ainda está a tentar ganhar ritmo no tour. Point breaks como J-Bay deviam ser o seu bread and butter e o facto de estar em vias de se tornar pai poderá contribuir para um foco renovado e um grande resultado.

Dark Horse
Leonardo Fioravanti

Esperava-se muito mais de Leonardo este ano, mas nas quatro etapas do ano não passou do round 2.Em Fiji o italiano parece ter “desencantado” e só parou nos quartos de final. Se mantiver o mesmo momentum vai ser difícil de para parar.

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