O circuito mundial ainda está no início, mas este foi, sem dúvida, o melhor arranque de sempre de Vasco Ribeiro no circuito de qualificação. Depois de alguns anos mais focado em provas juniores, Ribeiro parece estar pela primeira vez com o seu foco principal no WQS e os resultados são visíveis.

Talvez por isso tenha passado cerca de um mês no Havai para treinar e competir no Volcom Pipe Pro. Apesar de não ter conseguido um bom resultado nessa prova, parece que o “estágio” na principal arena do surf profissional fez-lhe bem. Já na Austrália, Vasco foi o melhor português no Australian Open of Surfing, uma etapa de 6 estrelas que contou também com a presença de Zé Ferreira, Marlon Lipke, Frederico Morais e Tiago Pires.

Depois de passar vários heats e derrotar inclusivamente um membro do WCT de 2014, Ribeiro acabou por perder num heat man-on-man com um surfista que já disputou o título do WCT, Bede Durbidge. Mesmo assim, com o resultado, juntou mais 920 pontos aos que já tinha conseguido no Havai e assim subiu para a sua posição mais alta de sempre no WQS, o 16º lugar.

Para entrar no WCT, Vasco vai precisar de pontuações ainda mais altas, mas um bom início de época poderá dar-lhe acesso às provas Prime, um objectivo obrigatório para quem se quer qualificar. Entretanto Ribeiro já foi eliminado em Newcastle e é possível que desça no ranking, mas rapidamente poderá voltar a subir.

Os outros portugueses no ranking são Zé Ferreira (93º lugar), Frederico Morais (97º lugar), Marlon Lipke e Tiago  Pires (ambos em 134º lugar).

(Vasco Ribeiro num dos seus momentos mais altos no WQS)

 

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