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	<title>ONFIRE Surf | Portugal</title>
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		<title>ONFIRE #9 &#124; Uma capa fora de série</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 07:49:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 9]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo de Bairro]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
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					<description><![CDATA[Maio/Junho de 2004]]></description>
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<p><strong>Na capa:</strong><br>Tubo de Paulo do Bairro na Foz do Lizandro, fotografado por Carlos Pinto.<br>A melhor capa que a ONFIRE teve até aqui foi uma das mais complicadas de produzir. A imagem foi captada em slide de médio formato e a digitalização não apresentou a qualidade esperada. Ainda tentámos digitalizar num scanner noutra gráfica mas acabamos por voltar ao original e esperar que os impressores caprichassem. E como &#8220;cropar&#8221; esta imagem era um &#8220;crime&#8221;, fizemos a primeira capa desdobrável (tríptica), o que obrigou a mexer com o primeiro anuncio da revista. No fim tudo bateu certo, e ONFIRE entrou numa nova época a nível de qualidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Os Eleitos:</strong> Nesta edição tínhamos 1.000 DVD&#8217;s para oferecer a leitores mas em vez de ser uma oferta em capa, o filme seria enviado por correio para quem enviasse um email com a sua morada. Aproveitando este oportunidade única de contacto com uma boa amostra dos surfistas portugueses, pedimos também que nos dissessem quem eram os seus 10 surfistas nacionais favoritos. E assim saiu a primeira e única “ONFIRE Poll”, algo que a nossa concorrência tinha feito uns anos antes no nosso país e a Surfer Magazine fez a nível mundial desde os anos 60, até 2018. Vivia-se uma fase de mudança de guarda, a <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/3-geracoes-de-surfistas-que-quebraram-barreiras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Geração de Ouro </a>do surf português ainda estava muito forte, colocando 5 surfistas (Gregório, Antunes, do Bairro, Anastácio e Dapin) no top10, enquanto que a geração seguinte, a chamada Geração Esperanças ou Geração Lightning Bolt ainda estava a tentar “furar”. A única presença fora destas gerações foi Justin Mujica, que tinha chegado uns anos antes da Venezuela mas rapidamente se tornou num dos surfistas preferidos dos portugueses. Mas claro, quem roubou o espectáculo foi Tiago Pires que, apesar de ser o mais novo deste top10, venceu por uma margem altíssima. Saca tinha-se estabelecido não apenas como o melhor surfista da época mas sim como alguém que iria mudar para sempre a cara do surf português e o reconhecimento do público era visível.<br><strong>Vidas:</strong> Yin e Yang, Pirujo e Pirujinho, dois irmãos que fizeram carreira no surf em épocas diferentes e que não podiam ser mais diferentes.<br><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Maio/Junho de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Lightning Bolt, Rip Curl, Von Zipper, Eastpak, Oakley, BoardCulture, SDA, Roxy, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Paulo do Bairro, Marlon Lipke, Francisco Rodrigues, Nuno Silva, José Gregório, Tiago Pires, Ruben Gonzalez, Justin Mujica, João Antunes, David Luís, Nuno Telmo, Marcos Anastácio, João Alexandre &#8220;Dapin&#8221;, Rodrigo Sousa, Pirujinho, Pirujo, Keala Kennelly, Jacqueline Silva, Rochelle Ballard, Sofia Mulanovich, Mick Lowe, Kalani Robb, Kelly Slater, Taj Burrow, João Guedes, António Silva e Rodrigo Champalimaud.</p>
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		<title>Jaime Veselko &#124; Fun month in Indo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 11:49:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Jaime Veselko]]></category>
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					<description><![CDATA[Airs, carves e tubos...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando se fala de surfistas com potencial de um dia chegar ao Championship Tour não dá para fugir muito de Jaime Veselko. O surfista de Carcavelos está em constante evolução e cada vez mais preparado para os desafios que estão para vir. O seu vídeo na Indonésia mostra um surf cada vez mais maduro e progressivo, com muito power à mistura. Enjoy&#8230;</p>
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		<title>Hopkins e Veselko já conhecem as suas adversárias no El Salvador Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/yolanda-hopkins-e-francisca-veselko-ja-conhecem-as-suas-adversarias-no-el-salvador-pro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Surf City El Salvador Surf Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Surf City El Salvador Pro]]></description>
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<p>A quinta etapa do Championship Tour de 2026 está a menos de dois dias de começar e a acção no line up já começou a aquecer. Apesar de não ser uma onda fácil, é um dos picos mais interessantes do tour, com espaço para muito bom surf.</p>



<p>É uma etapa que deve beneficiar as portuguesas, <strong>Yolanda Hopkins</strong> e <strong>Francisca Veselko</strong>, as duas muito fortes em point breaks de direita. A primeira na água será Hopkins, do heat 2 do round 1, contra <strong>Erin Brooks</strong>, enquanto que Kika surfa logo no heat seguinte contra outra goofy, <strong>Nadia Erostarbe</strong>. Teoricamente será Veselko quem tem o confronto mais acessível, apesar da basca ter tirado um resultado muito forte na prova da Gold Coast. Mas qualquer uma delas poderá brilhar e dar um muito necessário &#8220;salto&#8221; no ranking.</p>



<p>Na categoria masculina a surpresa é a ausência <strong>Jordy Smith</strong>, que se lesionou, o que colocou em prova o seu conterrâneo Matt McGillivrey. E, além da lenda local, <strong>Bryan Perez</strong>, que todos os anos faz o seu &#8220;brilharete&#8221; nesta etapa, haverá outro wildcard, que será o vencedor dos trials.</p>



<p>Podes acompanhar tudo em <a href="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/ct/439/surf-city-el-salvador-pro/main" data-type="link" data-id="https://www.worldsurfleague.com/events/2026/ct/439/surf-city-el-salvador-pro/main" target="_blank" rel="noreferrer noopener">directo AQUI!</a></p>



<p>Esta é uma boa altura para fazeres a tua equipa no Fantasy Surfer e habilitares-te a ganhar prémios <a href="https://boardexchange.pt/" data-type="link" data-id="https://boardexchange.pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">powered by Board Exchange</a>. Descobre como participar <a href="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/junta-te-a-liga-of-x-board-exchange-no-fantasy-surfer-da-wsl-e-habilita-te-a-ganhar-premios/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/destaques/junta-te-a-liga-of-x-board-exchange-no-fantasy-surfer-da-wsl-e-habilita-te-a-ganhar-premios/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste link!</a></p>
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		<title>Estrelas do surf nacional a caminho do Allianz Ribeira Grande Pro</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/competicao/estrelas-do-surf-nacional-voam-ate-aos-acores-para-o-allianz-ribeira-grande-pro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 20:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Allianz Ribeira Grande Pro]]></category>
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					<description><![CDATA[Liga MEO Surf]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As estrelas do surf nacional estão preparadas para embarcar rumo à ilha de São Miguel, nos Açores, onde, de 12 a 14 de junho, vai acontecer o Allianz Ribeira Grande Pro, quarta e penúltima etapa da Liga MEO Surf, a primeira divisão do surf nacional.<br> <br>Este é o quinto ano consecutivo que a Liga MEO Surf ruma às desafiantes ondas e as pristinas paisagens açorianas, naquela que será a competição mais ocidental do surf europeu. Francisco Ordonhas e Maria Salgado partem para os Açores na liderança dos respetivos rankings e, consequentemente, detentores na licra amarela Go Chill, sendo que o Allianz Ribeira Grande Pro pode definir os títulos de campeões nacionais de forma antecipada. Adicionalmente, é nesta 4.ª etapa da Liga MEO Surf que se irão definir os vencedores do maior sub-troféu da competição, o Allianz Triple Crown, com Guilherme Ribeiro e Lua Escudeiro a ocuparem atualmente a dianteira das contas.<br> <br><strong>Jaime Vieira, Presidente Câmara Municipal da Ribeira Grande</strong><br><em>&#8220;É com enorme satisfação que damos as boas-vindas aos atletas, equipas técnicas, parceiros, patrocinadores e entusiastas do surf para mais uma edição do Allianz Ribeira Grande Pro. Somos a capital do surf dos Açores e faz todo o sentido continuarmos a atrair e consolidar estas grandes provas no concelho da Ribeira Grande. Este tipo de eventos reforça a nossa identidade enquanto destino de excelência para o surf, promove o nosso mar e as nossas ondas além-fronteiras e gera um impacto muito positivo na economia local. O Allianz Ribeira Grande Pro é hoje uma referência do calendário competitivo e representa uma oportunidade única para afirmar a Ribeira Grande e os Açores no panorama nacional e internacional da modalidade. Continuaremos empenhados em apoiar iniciativas que valorizem o território, promovam o desporto e inspirem as novas gerações de atletas. Queremos que a Ribeira Grande continue a ser reconhecida como a casa do surf nos Açores, reunindo condições únicas para acolher competições de elevado nível e receber atletas, equipas e visitantes de todo o mundo. &#8220;</em><br> <br><strong>Historial de vencedores do Allianz Ribeira Grande Pro:</strong><br>2025 – Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot<br>2024 – Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot<br>2023 – Joaquim Chaves e Francisca Veselko<br>2022 – Frederico Morais e Teresa Bonvalot<br>2009 – Frederico Morais e Francisca Santos<br>2008 – Eduardo Fernandes e Carina Duarte<br> <br>Nas contas masculinas, com Francisco Ordonhas a ter vencido as duas primeiras etapas do ano e a ter sido 5.º classificado na terceira paragem, existe uma real possibilidade do jovem surfista dos Lombos revalidar o título nacional conquistado no ano passado. Ele que foi o vencedor das duas últimas edições do Allianz Ribeira Grande Pro.<br> <br><strong>Cenários para possível título nacional de Francisco Ordonhas:</strong><br>&#8211; Se Francisco Ordonhas vencer o evento e Guilherme Ribeiro não chegue à final;<br>&#8211; Se Francisco Ordonhas for à final, Guilherme Ribeiro não alcançar os quartos-de-final e Afonso Antunes não vença;<br> <br><strong>Francisco Ordonhas, campeão nacional em título e atual líder do ranking masculino da Liga MEO Surf 2026</strong><br><em>“Chegar aos Açores com a possibilidade conquistar o título nacional dá-me uma grande motivação, porque é um título que quero ganhar este ano e penso estar bem encaminhado para o conseguir. Mas como já disse várias vezes, há muitos surfistas em Portugal com qualidade e que podem ganhar etapas. Portanto, tento não pensar muito nisso. Vou tentar fazer o meu surf e divertir-me sem pensar nas contas, porque sinto que estou a surfar bem. Sinto que o que falhou na Ericeira não foi pelo meu surf, simplesmente não tive oportunidades no heat para fazer ondas. Vou tentar criar essas oportunidades agora nos Açores. A confiança que tenho nesta etapa, que já venci por duas vezes, pode jogar a meu favor. É um sítio em que me sinto muito confortável. Contudo, se tiverem boas ondas é uma vantagem para todos, pois todos os surfistas surfam melhor em ondas boas. Vou tentar fazer o melhor possível para vencer novamente a etapa e vencer o título por consequência. Vou algum tempo antes, porque gosto de passar a semana da etapa nos Açores. Estou confiante para este Allianz Ribeira Grande Pro.”</em><br> <br><strong>Guilherme Ribeiro, campeão nacional de 2022 e 2024 e atual vice-líder do ranking masculino da Liga MEO Surf 2026</strong><br><em>“Sinceramente, tento não estar muito preocupado com questões do título nacional e da Allianz Triple Crown. Acabei de sair de uma vitória onde senti-me muito bem durante todo o campeonato, por isso o que quero mesmo é manter este foco em mim para a etapa dos Açores e apresentar um surf ao nível do que apresentei na Ericeira! Esta é uma etapa incrível onde, normalmente, há altas ondas e água quente. É extremamente positivo termos uma etapa fora do continente. É uma etapa que nos tira da zona de conforto, uma vez que as ondas nos Açores são bem diferentes! Tenho boas memórias nesta ilha onde já fiz duas finais. É, sem dúvida, um lugar onde quero vencer!”</em><br> <br><strong>Afonso Antunes, atual número 3 do ranking masculino da Liga MEO Surf 2026</strong><br><em>“Vou tentar abordar esta etapa como todas as outras em que compito. Vou tentar dar o máximo em cada heat e logo veremos como será o desfecho. Os Açores não me trazem muitas boas memórias competitivas, pois penso que o meu melhor resultado foi um 5.º lugar. Mas é um sítio onde me sinto em casa e é uma mais-valia para nós, surfistas, podermos competir num tipo de ondas diferente das do continente.”</em><br> <br>Além deste trio que surge em melhor posição no ranking, outros nomes poderão ainda aproximar-se na disputa do título, como sãos os casos de João Mendonça, Martim Nunes, Guilherme Fonseca, Francisco Almeida, Manuel Pirujinho, Martim Paulino, Tiago Stock, Francisco Queimado, Francisco Mittermayer, Afonso Pinto, Joaquim Chaves e Henrique Pyrrait. Luís Perloiro e Tomás Fernandes ficam fora das contas porque anunciaram a sua ausência no Allianz Ribeira Grande Pro.<br> <br><strong>Allianz Ribeira Grande Pro 2025 em números:</strong><br>– Campeões da Etapa: Francisco Ordonhas e Teresa Bonvalot;<br>– 810 ondas surfadas por 68 surfistas inscritos;<br>– Melhor onda (máximo 10 pontos): 9,50 pontos, Matias Canhoto nos quartos-de-final;<br>– Melhor pontuação (máximo 20 pontos): 15,80 pontos, Francisco Ordonhas na final.<br> <br>É nas ondas do Areal de Santa Bárbara que também vão acontecer as decisões de mais uma edição do já histórico troféu Allianz Triple Crown, que distingue os melhores surfistas entre as três etapas de <em>naming</em> Allianz. Depois de Figueira da Foz e Ericeira, é na Ribeira Grande que tudo se decide, com Guilherme Ribeiro e Lua Escudeiro na frente das contas.<br> <br><strong>José Francisco Neves, Membro do Comité Executivo da Allianz Portugal e Diretor de Transformação e Marketing</strong><br><em>“Para nós, a chegada da Allianz Ribeira Grande Pro, nos Açores, representa o culminar de um percurso que atravessa o melhor do surf nacional. Em São Miguel, encontramos não só ondas de excelência mundial, mas também uma energia única, onde natureza e comunidade se unem de forma rara e excecional. É exatamente esse espírito que queremos celebrar: um surf autêntico, ligado ao mar e ao território, que dá um significado muito especial ao último capítulo desta viagem do Allianz Triple Crown em 2026.”</em><br> <br><strong>Historial de vencedores do Allianz Triple Crown:</strong><br>2025 – Luís Perloiro e Teresa Bonvalot<br>2024 – Guilherme Ribeiro e Teresa Bonvalot<br>2023 – Guilherme Ribeiro e Francisca Veselko<br>2022 – Guilherme Fonseca e Teresa Bonvalot<br>2021 – Vasco Ribeiro e Francisca Veselko<br>2020 – Afonso Antunes e Teresa Bonvalot<br>2019 – Miguel Blanco e Teresa Bonvalot<br>2018 – Gony Zubizarreta e Camilla Kemp<br>2017 – Vasco Ribeiro e Carolina Mendes<br>2016 – Vasco Ribeiro e Carolina Mendes<br>2015 – Tiago Pires e Teresa Bonvalot<br> <br>Em termos de prémios paralelos, o Allianz Ribeira Grande Pro também irá incluir o prémio “Olha que Onda Bem Sacada” by Pingo Doce (melhor onda da etapa); Bom Petisco Girls Score (melhor pontuação exclusivamente dedicada às senhoras), Montebelo Expression Session (disputa da melhor manobra), Waversby Round (melhor performance desportiva no round 3) e ainda os prémios reservados aos melhores surfistas locais da Ribeira Grande.</p>
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		<title>Dantas, Mendes e Barata vencem primeira etapa do Nacional de Longboard</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 20:14:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[António Dantas]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Nacional de Longboard]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[Duarte Barata]]></category>
		<category><![CDATA[Wave Series]]></category>
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					<description><![CDATA[Porto&#038;Matosinhos Wave Series 2026]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Praia de Matosinhos recebeu, nos dias 30 e 31 de maio, a&nbsp;<strong>Oriente Longboard Classic</strong>, primeira etapa do Circuito Nacional de Longboard 2026, integrada no&nbsp;<strong>Porto &amp; Matosinhos Wave Series</strong>, reunindo 34 atletas em representação de 10 clubes nacionais nas categorias Open, Feminino e Sub-18. António Dantas, Carolina Mendes e Duarte Barata foram os grandes vencedores desta prova que lançou a luta pelos títulos nacionais de 2026.</p>



<p>Durante dois dias, a praia viveu a energia contagiante característica da comunidade do longboard, num ambiente marcado pela competição saudável, pelo espírito de camaradagem e pelo ambiente animado que distinguem esta disciplina do surf.</p>



<p>A competição arrancou no sábado com a realização das duas primeiras rondas da categoria Open, proporcionando logo momentos de elevado nível competitivo. O bicampeão nacional e europeu António Dantas assumiu o protagonismo ao registar a melhor onda do dia, com 8.25 pontos, e o melhor score combinado, com 14.25 pontos. Também Frederico Carrilho esteve em evidência, alcançando um score de 14.00 pontos.</p>



<p>No domingo, a ação regressou à água para a disputa dos quartos-de-final de Open, das meias-finais de Feminino e Sub-18 e, posteriormente, das três finais que decidiram os vencedores da etapa. Apesar do sol ter marcado presença ao longo do dia, um intenso nevoeiro obrigou a uma interrupção de cerca de 30 minutos durante a manhã, e à tarde foi o vento que tornou as condições mais desafiantes para os surfistas sem, contudo, comprometer o normal desenrolar da prova.</p>



<p>Os campeões nacionais em título confirmaram o excelente momento de forma e iniciaram a temporada da melhor maneira. Na categoria Open, António Dantas voltou a demonstrar toda a sua superioridade, conquistando a vitória de forma categórica. Na final, alcançou a melhor onda de todo o campeonato, com 9.75 pontos, e o melhor score do evento, com 18.00 pontos, deixando todos os adversários em combinação.</p>



<p>Em Sub-18, Duarte Barata confirmou o favoritismo e garantiu o primeiro lugar, enquanto no Feminino foi Carolina Mendes quem se destacou para conquistar a vitória e assumir a liderança inicial do circuito. Destaque ainda para os irmãos Mare e Douwe Robroch, e para Ana Cruz, todos atletas recém-chegados à competição e já a conquistar o seu lugar nos pódios.</p>



<p>No final da competição, Marcelo Martins, responsável pela organização da etapa, destacou o ambiente vivido ao longo do fim de semana: &#8220;O longboard é reconhecido pelo seu espírito competitivo, mas também pela união e camaradagem que existe entre atletas, treinadores e toda a comunidade. É precisamente isso que procuramos promover através do Porto&amp;Matosinhos Wave Series e, por isso, é sempre uma honra receber esta prova. Este fim de semana tivemos condições desafiantes, mas os atletas estão de parabéns pela qualidade que demonstraram dentro de água. Também toda a equipa técnica respondeu de forma exemplar aos desafios que surgiram, permitindo que a competição decorresse com enorme sucesso&#8221;.</p>



<p><strong>Classificações</strong><br><strong>Sub-18</strong><br>1.º Duarte Barata (SCP) – 6.20<br>2.º Bernardo Tavares (SCP) – 3.30<br>3.º Francisco Santos (SCP) – 3.15<br>4.º Inês Piedade (SCP) – 3.00</p>



<p><strong>Feminino</strong><br>1.º Carolina Mendes (SCP) – 8.60<br>2.º Raka Bento (NOCAS) – 5.90<br>3.º Mare Robroch (CS ALJ) – 5.25<br>4.º Ana Cruz (AME) – 1.35</p>



<p><strong>Open</strong><br>1.º António Dantas (SCP) – 18.00<br>2.º Frederico Carrilho (NOCAS) – 14.20<br>3.º Douwe Robroch (CS ALJ) – 12.25<br>4.º Carolina Mendes (SCP) – 4.00</p>



<p><strong>Melhor Onda do Campeonato:</strong>&nbsp;António Dantas – 9.75 pontos<br><strong>Melhor Score do Campeonato:</strong>&nbsp;António Dantas – 18.00 pontos</p>
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		<title>ONFIRE #8 &#124; A edição que deixou o staff com &#8220;a cabeça a prémio&#8221;</title>
		<link>https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/onfire-8-a-edicao-que-deixou-o-staff-com-a-cabeca-a-premio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:40:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[2004]]></category>
		<category><![CDATA[ONFIRE 8]]></category>
		<category><![CDATA[revista]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Bravo]]></category>
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					<description><![CDATA[Março/Abril de 2004]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Na capa:</strong><br>Line up de Santo Amaro de Oeiras por Ricardo Bravo.<br>O ano virou e a ONFIRE ainda estava &#8220;viva&#8221; e com mais anunciantes. Para surpresa de todos no staff, a revista estava a consolidar-se e a ganhar maturidade.<br><br><strong>Artigos em destaque:</strong><br><strong>Fora de Tom.</strong> Um artigo fotografado a preto e branco por Ricardo Bravo que, além de preencher 8 páginas com imagens bastante incríveis, deu origem à capa.<br><strong>Vidas com Zé dos Cães</strong>. Como se faz um artigo com um mito? Este foi um dos artigos mais difíceis de fazer entre todos os perfis mesmo ao longo dos anos que se seguiram. Isto porque o Algarvio morava algures no norte, já não surfava e não tinha arquivo pessoal nem residência física. A procura por imagens deste surfista foi não foi fácil mas valeu-nos a Polen Surfboards, que o tinha patrocinado nos anos 90, e o também mítico Darin Pappas, e deu para fazer um artigo bastante marcante.<br></p>



<p>Mas o que realmente deu que falar foram dois artigos mais pequenos, as respostas na secção cartas e o <strong>&#8220;Laboratorium</strong>&#8220;. Neste último o staff decidiu testar uma prancha de bodyboard, acabando por destruir a mesma. Infelizmente os nossos irmãos do line up não partilhavam do mesmo sentido e humor e colectivamente viraram-se contra a ONFIRE. E com &#8220;viraram-se&#8221; queremos dizer que partiram para a ameaça de agressões físicas contra o director e editor da revista. Durante semanas &#8220;choveram&#8221; emails, na sua maioria anónimos, voice mails e cartas, carregadas de ameaças contra o staff. Durante alguns meses todo o staff andou ainda mais &#8220;low profile&#8221; que normalmente e evitou alguns picos onde o bodyboard era mais expressivo. Mas com o tempo o episódio foi sendo esquecido, os bodyboarders tornaram-se surfistas e ficou tudo bem.</p>



<p><br><strong>Data de lançamento:</strong><br>Março/Abril de 2004<br><strong>Marcas que estiveram presentes: </strong><br>Billabong, Quiksilver, Volcom, Reef, Rip Curl, Lightning Bolt, Von Zipper, O´Neill, DC, Eastpak, Colares Velho &#8211; Salão de Chá, Samadi, SDA, Globe e O´Neill.<br><strong>Surfistas que apareceram:</strong><br>Aécio Flávio, David Luís, Paulo Almeida, Xaninho, Valadão, Ruben Gonzalez, Paulo do Bairro, Guga Gouveia, João Meneses &#8220;Flecha&#8221;, Zé dos Cães, Mariana Canelas, Rute Nogueira, Nuno Telmo, Justin Mujica, Rodrigo Champalimaud, Miguel Champalimaud, Marlon Lipke, Rodrigo Herédia, Tiago Pires, Nuno Stutura, Vasco Spínola e Nuande Pekel.</p>
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		<title>Joaquim Chaves é o host do Sumol Local Legends</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 22:14:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Competição]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Chaves]]></category>
		<category><![CDATA[Local Legends]]></category>
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					<description><![CDATA[Press release]]></description>
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<p>Nos dias 20 e 21 de junho, a praia de Ribeira D’Ilhas, na Ericeira, será palco do Sumol Local Legends, o maior campeonato de surf em equipa realizado em Portugal. </p>



<p>Apresentado por Joaquim Chaves (campeão nacional 2023), este campeonato será uma verdadeira comemoração do surf nacional, inspirado na rivalidade saudável entre os diferentes “picos” do país. Para Frederico Amores, Brand Manager Sumol, &#8220;Sumol entra no Local Legends como naming sponsor por ser um projecto que representa tão bem os valores da nossa marca: portugalidade e intergeracionalidade, num contexto tão natural de Sumol que é a praia e o surf. São momentos como este que sabem a muito!&#8221;</p>



<p>Com um formato inovador, o evento volta a reunir 8 equipas de 5 surfistas cada (open pro, open amador, open feminino, júnior e master), num total de 40 atletas. Cada equipa representará uma região e entrará na água com o objetivo claro: provar, de uma vez por todas, onde está a verdadeira meca do<br>surf nacional.</p>



<p>Entre os capitães de equipa já confirmados, estão alguns dos nomes mais sonantes do surf português: Guilherme Ribeiro, pela equipa que venceu na passada edição (Costa da Caparica), Tiago Pires (Ericeira), Frederico Morais (Cascais), Nic Von Rupp (Praia Grande). Para além desses, contarão também equipas do Porto, Algarve, Peniche e Santa Cruz.<br><br>Joaquim Chaves, host, e o organizador João Barros, do Sumol Local Legends, referem que, no ano passado, sonharam com um campeonato que junta o país inteiro à volta do surf. Mencionaram ainda: “este ano voltamos com ainda mais força para celebrar a nossa cultura, a nossa rivalidade saudável e fazer história juntos. O Sumol Local Legends é mais do que uma competição: é um encontro de gerações, estilos e picos, num fim de semana que promete ficar na memória”. Além da emoção de vencer o título de melhor pico nacional, está em jogo também um prize money de 6.000€.</p>
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		<title>A onda mais longa da vida de Luís Perloiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 23:28:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Angola Waves]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Perloiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Angola waves...]]></description>
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<p>Quando Luís Perloiro <a href="https://www.angolawaves.net/" data-type="link" data-id="https://www.angolawaves.net/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">viajou para Angola</a> recentemente, sabia exactamente o que iria apanhar, esquerdas compridas, com água quente e poucas pessoas na água. E claramente não ficou desiludido com esta viagem pois fez algumas das mais longas ondas da sua vida&#8230;</p>
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		<title>Será que alguém consegue parar os surfistas brasileiros no Championship Tour de 2026?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ONFIRE Surf]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 22:47:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Brazilian Storm]]></category>
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					<description><![CDATA[Italo, Miguel, Gabriel, Yago...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ao fim de 4 etapas, quatro surfistas brasileiros ocupam as primeiras posições do ranking masculino do Championship Tour da WSL e parece altamente improvável que o campeão mundial deste ano não fale português.</p>



<p>Tudo começou com uma surpreendente vitória de <strong>Miguel Pupo </strong>em Bells, e mesmo com dois australianos a vencerem as etapas seguintes, <strong>George Pittar</strong> em Margaret e Ethan Ewing na Gold Coast, <strong>Italo Ferreira</strong> fechou a perna &#8220;australásiana&#8221; com um primeiro lugar que lhe garantiu também a lycra amarela. Neste momento Ferreira lidera o circuito, seguido de Pupo, <strong>Gabriel Medina</strong> e <strong>Yago Dora</strong>. Ainda dentro do top10 estão <strong>Samuel Pupo</strong> em 7º e <strong>Filipe Toledo</strong> em 10º, ambos a mostrar surf para subir no ranking.</p>



<p>Será um ano com 12 etapas, mas pela consistência tudo indica que o Brasil vai acumular mais um título. E com <strong>John John Florence </strong>a passear de barco pelo mundo, são poucos os surfistas que mostram potencial de superar a brazilian storm. Em 5º no ranking está Pittar, que apesar de ter surpreendido tudo e todos em Margaret River, não mostra potencial ou experiência para disputar um título mundial nesta fase da sua carreira. O mesmo se pode dizer do italiano <strong>Leonardo Fioravanti</strong>, que está a ter mais um excelente início de ano mas não tem um bom historial a nível de consistência ao longo do ano.</p>



<p>Há ainda <strong>Ethan Ewing</strong>, que já conta com uma vitória e um 5º lugar, mas que precisa de ter uma postura mais agressiva se quiser furar o &#8220;bloco brasileiro&#8221;, algo que não é impossível mas que também não é provável. Sobra <strong>Griffin Colapinto</strong>, que é um &#8220;dark horse&#8221; nesta conversa, e que já leva dois 3ºs lugares em quatro etapas. Colapinto é um dos surfistas mais completos do tour e se há alguém que tem potencial de superar os brasileiros é este surfista, mas terá pouca margem de erro se quiser ser um sério candidato ao título.</p>



<p>Mas ao que tudo indica, a disputa será entre Ítalo, Yago e Gabriel&#8230;</p>
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		<title>O primeiro português a vencer um heat no Championship Tour</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Antonio Nielsen]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 08:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Exclusivos]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Charneca]]></category>
		<category><![CDATA[Coca-Cola Figueira Pro]]></category>
		<category><![CDATA[João Antunes]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Diniz]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Herédia]]></category>
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					<description><![CDATA[Coca-Cola Figueira Pro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Foi durante o Coca-Cola Figueira Pro em 1996, a primeira etapa do WCT realizada em Portugal desde a transição para duas divisões (WQS e WCT) em 1992, que João Antunes conquistou o feito único de ser o primeiro português a vencer um heat na elite do surf mundial.</p>



<p>Antunes era <em>wildcard</em> junto com <a href="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/exclusivos/5-dos-mais-improvaveis-wildcards-de-sempre-em-provas-do-championship-tour/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Miguel Diniz (Frey Tuck)</a>, <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-bruno-charneca/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Bruno Charneca</a> e <a href="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/halloffame/hall-of-fame-rodrigo-heredia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rodrigo Herédia</a>, que foram os quatro primeiros surfistas portugueses a competir entre a “elite”. Bruno Charneca foi o primeiro a competir, contra Barton Lynch apenas, pois Kelly Slater ainda não tinha chegado a Portugal.</p>



<p><strong>Miguel Diniz</strong> competiu com Rob Machado e Jake Paterson enquanto que <strong>Rodrigo Herédia</strong> foi com Sunny Garcia e Nathan Webster. No entanto, dos quatro, apenas o último a entrar, <strong>João Antunes</strong>, venceu o seu heat. Em boas ondas de um metro no Cabedelo, o mais internacional surfista da sua geração, Antunes, conseguiu superar John Shimooka e Luke Egan e assim tornou-se no primeiro português a vencer um heat na elite do surf mundial.</p>



<p>Este incrível feito de Antunes foi ofuscado no dia seguinte, quando <strong>Bruno Charneca</strong> eliminou Kelly Slater. O (na altura) tri-campeão mundial da ASP, Slater, tinha perdido voos consecutivos devido a problemas de “logística”, faltando ao seu heat da primeira fase.</p>



<p>Nessa altura o único surfista que tinha hipóteses de passar Slater no ranking era Shane Beschen, mas precisava de um pequeno “milagre” para o fazer. Acusando a pressão, Shane não competiu neste etapa e Kelly só precisou de entrar na água, no round 2, para garantir o seu quarto título mundial.</p>



<p>E foi o que aconteceu, mas não sem ter sido derrotado por Bruno Charneca, que surfou muito bem e soube gerir o heat. Assim, mesmo com a eliminação de Rodrigo Herédia e Miguel Diniz, face e Luke Egan e Rob Machado, dois portugueses qualificaram-se para o round 3.</p>



<p>Antunes e Charneca foram eliminados de seguida por Sunny Garcia e Luke Egan, acabando ambos em 17º lugar, mas fizeram da primeira “passagem” portuguesa pelo WCT um grande sucesso!</p>



<p>Cerca de 25 anos depois foi a vez do filho de João, Afonso Antunes, se <a href="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/vasco-ribeiro-e-afonso-antunes-recebem-wildcards-para-o-meo-pro-portugal/" data-type="link" data-id="https://www.onfiresurfmag.com/competicao/vasco-ribeiro-e-afonso-antunes-recebem-wildcards-para-o-meo-pro-portugal/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">estrear no Championship Tour como <em>wildcard</em></a>. O resultado não foi o esperado mas Afonso, com apenas 20 anos, ainda poderá ter outras oportunidades de superar o resultado do seu pai&#8230;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Kelly Slater knocked out by Portuguese surfer (WCT Figueira Pro 1996)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/yVaxVPG0Dvk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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