Apesar de ser um fenómeno relativamente recente no mercado, as prancha softboard vieram para ficar e já fazem parte de qualquer bom quiver de pranchas. Inicialmente referenciadas como pranchas para iniciantes, hoje em dia muitas marcas contam com modelos desenvolvidos para um nível mais elevado de performance e a prova da sua qualidade é a quantidade de surfistas profissionais que regularmente usam este tipo de pranchas. Falámos um pouco com Pedro Fernandes, que ocupa o cargo de brands & sales manager na Despomar, sobre a marca Softtech, a sua gama e a participação no evento PRIO Softboard Heroes

As pranchas softboard mais versáteis são bastante recentes no mercado, como foi a aceitação de um modo geral?
A aceitação tem sido fantástica, sobretudo a partir do momento em que começámos a desenvolver e a lançar modelos associados a surfistas altamente reconhecidos pela sua performance, como é o caso do Filipe Toledo ou do Mason Ho.

Quem é o target deste segmento de prancha?
Todo o surfista que se queira divertir com uma softboard sem comprometer a performance. Diria mesmo dos 10 aos 70, pelo facto de existirem vários modelos e tamanhos que as tornam altamente versáteis e adaptáveis a qualquer nível de surf.

Para os surfistas mais experientes, uma softboard no quiver enquadra-se em que tipo de condições?
É uma prancha perfeita para o Verão, sobretudo para mar mais pequeno e com pouca força.

Quais são as pranchas que estarão disponíveis no evento PRIO Softboard Heroes?
Para além dos quatro pro models acima, vamos ter duas grandes novidades, a “Triplet” e a “Lil Ripper” as quais têm o core em epoxy e como tal um nível de performance acrescido.

Qual é a importância de um evento como este na estratégia das marcas?
Para além de ser um meio de expor os produtos e as novidades das marcas, o facto de termos atletas a competir com este tipo de pranchas, dará também um impulso importante na desmistificação de que as softboards são apenas pranchas de iniciação. Por outro lado, acreditamos muito no carácter solidário do evento e no seu impacto positivo para a indústria do surf como factor impulsionador de acções de responsabilidade social.

Que outras iniciativas foram ou estão a ser criadas para que mais surfistas possam testar este tipo de pranchas?
No nosso caso, a nossa estratégia passa sobretudo por test drives em lojas parceiras da marca.

 

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