Frederico Morais fala sobre a vitória no Allianz Caparica Pro | Mini-Entrevista

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Pela quinta vez num espaço de dois anos Frederico Morais levantou a taça de vencedor de uma etapa da Liga MOCHE. E também pela quinta vez no mesmo tempo falámos com o “super talento” do Guincho sobre a vitória, objectivos e pranchas.

Frederico, havia mais algum resultado aceitável para ti além da vitória?
Não, desde o momento em que me sagrei campeão da Liga MOCHE, em 2013, esse é o único objectivo que tenho a nível nacional. No ano passado fiquei em segundo aqui e o único objectivo para mim era melhorar essa posição e conseguir a vitória no campeonato. Felizmente consegui, foi sempre até à última, o que puxa por nós e dá muita “estaleca”, tanto a nível nacional como a nível internacional. Acaba por ser um óptimo treino e sair daqui com uma vitória é sempre um dia feliz.

As condições estavam mais difíceis do que pareciam?
Estava complicado. Cá de fora parecia que havia uma esquerda boa e com parede, mas estava difícil de nos sentarmos no sítio certo e apanhar a onda certa. Felizmente consegui fazer boas escolhas. Na final o Marlon começou com um bom “score” mas eu consegui fazer também uma nota parecida e depois com um bom back up consegui gerir bem o heat e sair vitorioso.

No teu heat contra o Vasco Ribeiro, nos quartos de final, as opiniões divergiram sobre se terias conseguido virar o resultado, ou não, com a última onda. Quando acertaste a manobra tiveste alguma dúvida de que seria suficiente?
Tinha a certeza que era a nota para passar para primeiro lugar, fiz duas manobras no “crítico”, arrisquei. Acho que o critério dos juízes não é fazer muitas manobras mas sim manobras com power no crítico. Foi isso que procurei e acho que foi uma vitória justa.

Depois do round de 16 trocaste de prancha, algo que por norma não fazes a meio de um campeonato. Qual foi a razão da mudança?
Acabei por trocar porque o mar cresceu, estava muito maior do que nos outros dias e a outra prancha que eu usei era para condições um bocado mais pequenas. O mar requeria mais esforço da prancha, que ela aguentasse mais pressão e esta que usei tinha todas essas características.

Mantém-se objectivo de revalidar o título?
É um objectivo, sim, mas sei que se tiver de faltar a alguma é porque estarei “lá fora”, é lá que procuro ter sucesso e atingir os meus objectivos a nível internacional. Mas sim se conseguir fazer a maior parte das etapa é definitivamente um objectivo.

 

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