O circuito de qualificação de 2017 ainda não chegou ao fim mas o Championship Tour da WSL de 2018 já tem alguns nomes novos confirmados. Fica a conhecer os novos surfistas do mais importante circuito de surf do mundo!

Nome: Jesse Mendes
Idade: 24
Local: Guarujá, São Paulo, Brasil
Patrocínios: Quiksilver e Nosso Lar Construtora

Resultados em 2017: 1º lugar Australian Open of Surfing (QS 6.000), 1º lugar Ichinomiya Chiba Open (QS 6.000), 5º Ballito Pro (QS 10.000), 2º lugar Maitland & Port Stephens Toyota Pro (QS 6.000), 9º lugar EDP Billabong Cascais pro (QS 10.000)

Jesse faz parte de uma geração que inclui alguns surfistas que já estão no tour, como Gabriel Medina, Miguel Pupo e Filipe Toledo. De facto este goofy fez parte do “assalto” que a brazilian storm fez ao tour em 2011, que culminou numa vitória de Pupo em Trestles e várias novas qualificações para o tour. Mendes ficou muito perto de entrar nesse ano e em todos os que se seguiram até 2017.

Ao longo desses anos o surfista do Guarujá fez algumas lesões, venceu algumas etapas e, com muito mérito, sobreviveu à crise de patrocínios que prejudicou muitos outros talentos com os mesmos anos de tour já que a Quiksilver, o seu único patrocinador “core”, manteve o seu apoio até à data. Este ano Jesse começou forte, com 1º e 2º lugares em provas 6.000 na Austrália, agarrando uma liderança que não largou mais. Outra vitória no Japão e duas boas prestações em QS 10.000 qualificaram-no para o CT cedo no ano.

O que se deve esperar em 2018?

Jesse Mendes competiu em duas etapas do Championship Tour este ano e mostrou bom surf, apesar de apenas ter passado uma bateria. O seu surf parece não ter grandes pontos fracos e possivelmente até terá alguns pontos fortes que não conseguiu mostrar no QS. É um surfista com bastante experiência mas é normal que ainda tenha de lutar para sobreviver numa primeira fase de adaptação aos locais e formato. Tendo batalhado tanto para aí chegar é quase certo que irá tentar garantir-se também pelo QS, o que poderá ser uma boa ideia para sobreviver a este primeiro ano nas “grandes ligas”.

Probabilidade de ficar nos 22 primeiros do ranking de 2018: forte

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