Falta cerca de um ano para o início dos Jogos Olímpicos de 2020 em Tóquio, Japão. Será aí a estreia do nosso desporto como modalidade olímpica, o que garantirá ainda mais projecção e credibilidade ao surf profissional.

O processo de qualificação foi muito debatido pois precisava de incluir duas entidades com características bastante diferentes, a WSL e a ISA. No final encontrou-se um bom equilíbrio entre as duas, dinamizando as duas organizações desportivas que permitiram que o desporto estivesse no patamar que se encontra actualmente. (Fica a saber mais sobre a qualificação AQUI).

O ranking do final do ano na WSL é o mais importante mas, se o circuito terminasse neste momento, estes seriam os qualificados:

Kolohe Andino – EUA – (1º do ranking WSL)
Filipe Toledo – Brasil – (2º do ranking WSL)
John John Florence – EUA – (3º do ranking WSL)
Ítalo Ferreira – Brasil – (4º do ranking WSL)
Kanoa Igarashi – Japão (5º do ranking WSL)
Jordy Smith – África do Sul – (6º do ranking WSL)
Ryan Callinan – Austrália – (9º do ranking WSL)
Julian Wilson – Austrália – (10º do ranking WSL)
Michel Bourez – França (11º do ranking WSL)
Jeremy Flores – França (16º do ranking WSL)

Neste momento Frederico Morais o 31º do ranking e está fora por apenas duas vagas. Para conseguir um ligar pelo Championship Tour teria que superar Ricardo Christie (30º) e Jeremy Flores no ranking. No entanto, tanto ele como muitos outros portugueses, ainda poderão tentar a qualificação via World Surfing Games de 2020, onde estão 4 vagas em disputa.

 

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