Frederico Morais (e o resto dos rookies de 2017) analisado pela Surfline

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Pela segunda vez em menos de duas semanas, a Surfline analisa Frederico Morais. Na primeira vez este site de referência pediu a Nick Carroll uma previsão de todos os competidores do Championship Tour e a critica de “Kikas” foi bastante positiva.

Desta vez foi o polémico Ben Mondy quem fez esta analise 100% focada nos rookies e a sua opinião de Morais foi boa, mas não excelente. Ben comentou o seguinte sobre o português: “A performance electrizante a caminho da qualificação de Morais deu seguimento ao seu hábito de fazer bons resultados nos maiores “palcos”. A sua forma no QS nos últimos anos foi bastante errática, e o seu estilo poderoso mas muitas vezes unidimensional nem sempre o favorece em ondas pequenas.

No entanto, deixou a sua marca no Havai e nos CT’s em Portugal, batendo Fanning, Burrow e Slater a caminho dos quartos de final. O seu carve de frontside gera muito spray e muitos pontos, e vai funcionar bem em Bells, Margaret e J-Bay.

Enquanto que o seu historial a surfar em slabs locais o poderá ajudar em Cloudbreak e Chopes (Teahupoo), o que é certo é que ele tem pouca experiência em qualquer um dos spots e o seu posicionamento poderá custar-lhe. Vai manter o plano de apostar nos seus pontos fortes mas a falta de variedade em ondas de qualidade inferior poderão ser os grandes desafios que terá de superar.”

Esta análise, em geral, é muito semelhante em todos os surfistas. Começa com alguns elogios semi dissimulados e acaba por apontar possíveis pontos fracos, não arriscando muito em qualquer uma das direcções. Curiosamente Ben, o mesmo jornalista/speaker que foi humilhado por Jeremy Flores em pleno webcast, fez mais elogios ao francês Joan Duru que ao resto, mostrando algum conhecimento deste surfista que o resto do mundo desconhece ou algum favoritismo. Mas é esperar para ver com os rookies se dão…

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