O circuito de qualificação da WSL de 2016 ainda está no início, mas ao fim de 7 etapas a “Armada Lusa” tem pela primeira vez duas surfistas no top16.

Teresa Bonvalot, Camilla Kemp e Carol Henrique são três surfistas nacionais que este ano estão a apostar no QS mas estão longe de ser as pioneiras no tour feminino. Portugal já esteve bem representado por Patrícia Lopes que nos anos 90 começou a competir entre as melhores do mundo e teve algum sucesso. Até Tiago Pires, na categoria masculina, ter começado a competir no circuito, Patrícia foi a nossa melhor representante na ASP (actual WSL), tendo constado por várias vezes no top16 quando o circuito ainda não tinha duas divisões.

Também Francisca Santos, cerca de 15 anos mais tarde, chegou a competir no circuito de qualificação feminino e mostrou algum potencial de tirar bons resultados, mas acabou por abandonar o circuito ao fim de pouco tempo e apostar numa carreira profissional noutra área.

Recentemente Camilla Kemp tornou-se na primeira surfista portuguesa a chegar a uma final no circuito feminino, em Isreal, onde foi batida pela francesa Maud Le Car. Já na Austrália Kemp ficou em 9º lugar no Komunity Project Great Lakes Pro e em 25º no Central Coast Pro, o que lhe garantiu a última posição do top16 actual.

Teresa Bonvalot não competiu em Isreal mas foi mais cedo para a Austrália e competiu em 4 etapas, terminado em 3º, 5º, 13º e 25º lugares e neste momento está em 10º lugar no ranking.

Por sua vez Carol Henrique só competiu em Israel mas conseguiu um sólido 3º lugar. As três estão já a caminho de Newcastle onde vão competir numa etapa que distribui mais pontos, o Maitland and Port Stephens Toyota Pro, uma etapa QS 6.000. Fica a conhecer as suas adversárias (e a saber mais info sobre este evento) AQUI!

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