As escolhas do staff para o Quiksilver Pro Gold Coast 2017

publicado há 2 meses por 2

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A primeira etapa do Championship Tour de 2017 está, possivelmente, a horas de começar. O Quiksilver Pro Gold Coast será a primeira etapa com um português como competidor a tempo inteiro depois de um hiato de alguns anos.

Frederico Morais estará na área a representar o surf português, mas também tu podes competir entre os membros da elite através do Fantasy Surfing da WSL. E, pelo 9º ano consecutivo, a ONFIRE tem uma Liga onde poderás competir contra os teus amigos, tops nacionais e staff ONFIRE.

Para ajudar com a escolha o staff ONFIRE oferece para esta etapa os seus palpites. Em cada categoria terás também um “Dark horse”, que será um surfista que teoricamente é uma aposta mais arriscada, mas que ao mesmo tempo tem muito potencial de tirar um resultado excelente.

Acompanha a prova em directo AQUI!

Nível A
John John Florence
O campeão mundial em título começou bem na “Goldie” no ano passado, e este ano compete com o dobro da confiança. Dependendo das condições, a onda do Quiksilver Pro Gold Coast será boa para este surfista, ou excelente. O seu repertório é perfeito para esta etapa e se vier com a cabeça no sítio certo poderá perfeitamente começar o ano na posição em que acabou o ano passado.

Jordy Smith
Se o historial de Jordy servir de referência, o sul-africano não seria uma boa escolha para esta etapa. 25ºs e 13ºs lugares em 4 das últimas 5 etapas dizem que Smith não começa bem o ano, apesar de, um pouco mais para trás ter feito uma final e um 3º lugar. Mas, mesmo tendo começado mal também em 2016, a meio da temporada fez-se um “click” e Jordy fez vários resultados sólidos consecutivos, chegando mesmo a ser o último surfista com hipóteses matemáticas de roubar o título a John John. Tudo indica que irá levar esse momentum para 2017 e que será muito perigoso na Gold Coast.

Dark horse
Gabriel Medina
Teoricamente esta seria uma das etapas que menos favorece o brasileiro, mas a sua “raça” compensa qualquer desvantagem. De facto a sua campanha rumo ao primeiro título mundial para o seu país começou com uma vitória nesta etapa, o que prova que tem potencial para o fazer de novo. O seu backside fica pouco atrás do frontside e, dependendo das condições, deverá ser também um forte candidato às fases finais.

Nível B
Filipe Toledo

A escolha de toledo para esta lista é, como diriam os comentadores da WSL, um “no brainer”. Nos últimos dois anos Toledo terminou em 1º e 3º e apesar de serem resultados extremamente expressivos nem fazem justiça ao seu potencial nesta primeira paragem do ano. Isto porque em 2015, quando venceu, Filipe estava simplesmente numa liga acima dos seus adversários e em 2016 só não foi mais longe porque se lesionou gravemente no início da sua meia final. Se trouxer perto do mesmo andamento para esta etapa, terá um resultado muito expressivo.

Mick Fanning
É quase garantido que este surfista vai terminar em 5º lugar ou melhor na primeira etapa do ano. Menos que isso seria uma vergonha para o herói local, que compete sempre neste campeonato com uma precisão única. E, tendo em conta que o seu objectivo em 2017 é um título mundial, é garantido que Mick vai aparecer com um foco “matador”.

Adriano de Souza
Outro brasileiro muito perigoso no Superbank. Adriano nunca venceu a etapa mas já fez algumas das suas melhores prestações na Gold Coast. 2016 foi um ano fraco, como é muitas vezes no ano seguinte de um título mundial, mas já teve bastante tempo para se recompor e fazer um reset para esta temporado. É mais um surfista que se não chegar aos quartos de final pode considerar este um péssimo resultado.

Stuart Kennedy
Stu foi absolutamente genial nesta etapa no ano passado e o seu resultado, de certo modo, salvou a sua carreira. As suas curvas de rail estavam “next level” o que lhe permitiu avançar até às meias finais e receber wildcards durante o resto do ano. Está é seguramente a sua etapa mais forte, o que faz dele uma boa aposta para 2017.

Dark horse
Kanoa Igarashi
O jovem nipónico com nacionalidade norte-americana tem uma técnica de surf fora de série. E se há uma etapa que lhe pode dar espaço para mostrar o seu melhor nível é esta. 2016 parece ter sido um ano de aprendizagem e nesta temporada pode dar o salto para o nível seguinte.

Nível C
Frederico Morais

O português surfou pela primeira vez nesta onda há mais de 10 anos, o que é tempo suficiente para se tornar confortável nela. Apesar de não ser um pico onde tenha “investido” muito tempo ao longo dos anos, este é um local onde o seu surf tem potencial de sobressair. Junta-se a isso um acompanhamento sólido pelo coach “Dog” Marsh e temos uma aposta bastante segura para um bom resultado entre os surfistas do grupo C.

Jack Freestone
Jack falhou no ano passado em muitos aspectos e os maus resultados começaram em Snapper. Mas depois do choque de quase cair do tour, o namorado de Alana dificilmente irá repetir os mesmos erros e terá aqui uma forte hipótese de arrancar bem e de conseguir bons pontos para quem apostar nele.

Dark horse
Ethan Ewing
Ethan é um dos surfistas com mais potencial a entrar no tour nos últimos anos. O seu surf compacto encaixa como uma luva nesta onda e a única coisa que faz com que não seja de escolha obrigatória neste evento é a falta de experiência. Claro que Ewing poderá arrancar logo no topo mas, pelo sim, pelo não, o melhor é ver como se dá nestas primeiras etapas antes de fazer dele escolha cativa para o resto do ano.

Podes fazer as tuas escolhas para o Quiksilver Pro AQUI e juntar-te à Liga ONFIRE Surf 2017 (password OF 2017) AQUI!

Comentários

  1. Hugo Rodrigues diz:

    Malta gostava de participar mas não aceita a password que vocês indicam.

    Boas ondas!