Quiksilver Pro France | Dia 4 | 12 heats e 5 destaques

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O segundo dia de acção (quarto do período de espera) do Quiksilver Pro France foi um dia díficil para muitos competidores e podes ver todas as ondas de todos os heats no Heat Analyzer AQUI! Mas a ONFIRE destaca-se 5 momentos deste dia.

Toledo está a perder balanço. Na etapa anterior Filipe começou mal mas foi crescendo, o que o manteve no top4 do tour. Mas chegou a altura de “limpar” os seus 25ºs, não adicionar. As condições estavam duras no seu heat e quase saiu de um segundo tubo que lhe daria a vitória. No fim uma onda “milagrosa” deu 2.5 a Maxime Huscenot quando precisava de 2.3. Não deixa de ser um ano incrível para o mais novo do tour, mas a menos que faça finais em Pipe e Peniche/Cascais, este não vai ser o ano do seu primeiro título mundial.

Slater continua com os “mind games”? Depois de perder em Trestles, Kelly fez um daqueles comentários que é sempre de desconfiar, dizendo que já não devia competir na Europa. Claro que deveria ser a frustração de perder cedo num sítio em que quase sempre dominou e, claro, na verdade apareceu no Quiksilver Pro France para competir. E depois de passar para o round 3 disse que não estava na disputa pelo título, mas que ainda tinha hipóteses matemáticas. Ou seja, Mick, Adriano e Owen, estão avisados, Kelly ainda está de olho no 12º em 2015!

Jeremy is the man! O Jeremy Flores de antigamente não enchia o olho, excepto aos franceses. O seu surf era muito técnico e competitivo mas pouco radical e expressivo. Até que, de há uns anos para cá, ganhou o estatuto de tube rider de topo e a base de seguidores aumentou drasticamente. Agora quando entra num heat em ondas pesadas as pessoas param e vêm e neste 4º dia do Pro France o seu tubo foi um dos melhores momentos.

Terá Parkinson perdido o seu “mojo”? Joel sempre foi um dos mais consistentes surfistas do tour, tendo terminado no top6 em 11 das suas 15 temporadas. Este ano está a ter a sua mais fraca prestação desde o seu ano de estreia (excepto nos dois anos em que esteve lesionado). O seu heat contra Keanu Asing foi um dos mais fracos da sua carreira e apesar das condições estarem difíceis era um tipo de mar onde Parko regularmente se destacava! Será que recupera desta fase mais fraca para voltar a disputar o título?

Jadson André fez uma interferência, mas ninguém (dos júris) viu? Foi um daqueles heats “+ou-“, novamente contra Miguel Pupo. Os dois andaram taco-a-taco e Jadson no fim fez o 3.77 que precisava para empatar o score e vencer o heat. Mas o momento realmente polémico tinha sido um pouco mais cedo, quando remou para uma onda em que Miguel já tinha arrancado (com prioridade), criando uma secção de espuma onde Pupo caiu. No webcast ficou claro que isso que fez o seu adversário cair e mesmo na entrevista pós heat Jadson comentou que isso tinha acontecido mas que “graças a Deus” não tinha sido marcada. Yep, “graças a Deus”!

Acompanha o próximo dia de prova em directo AQUI!

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