Umas horas depois de se ter terminado o round 2, o Quiksilver Pro France voltou à carga com o round 3. A maré parecia ter acertado ligeiramente mas de maneira nenhuma as condições estavam mais fáceis.

Qualquer onda poderia ser um 10 ou um 2, mas não foram necessariamente os que conseguiram as notas excelentes que se safaram. Que o diga Julian Wilson, que recebeu uma nota de 9.87 depois de um longo tubo para a direita muito cedo no heat. Mas o seu adversário, Miguel Pupo, tem algo a dizer quando se fala de tubos e com jeitinho conseguiu acabar à frente do australiano devido ao seu back up miserável de 3.10.

Logo a seguir um dos grandes “upsets” do dia aconteceu de maneira parecida. O “rei de Trestles”, Kolohe Andino, conseguiu dois bons “tubinhos” que ao lado do 9.57 (segundo Potter merecia ter sido 10) de Taj Burrow pareceram “chapelinhos”. Mas a média foi suficiente para acabar na frente pois Burrow não conseguiu um back up melhor do que 2.5, e lá se foi o primeiro candidato ao título a cair nesta etapa.

O heat 6 parecia feito de encomenda pela Quiksilver para ajudar Kelly Slater a subir no ranking. Isso porque nesta etapa a marca foi buscar a sua “arma secreta chamada Dane Reynolds”, que muito cedo no heat aniquilou o líder do ranking, Mick Fanning, com um tubo nota 10 e um back up forte.

Já o último candidato a entrar hoje, Joel Parkinson, foi bastante sólido contra Pat “Gudang” e poderá ser o único a evitar que Slater agarrar e/ou chegue perto da liderança mesmo antes da etapa portuguesa.

Por realizar ficaram as seguintes baterias:
Heat 9 | Owen Wright (AUS) x Fredrick Patacchia (HAV)
Heat 10 | Jeremy Flores (FRA) x Kieren Perrow (AUS)
Heat 11 | Gabriel Medina (BRA) x Kai Otton (AUS)
Heat 12 | Kelly Slater (EUA) x Jadson André (BRA)

Tudo indica que o Quiksilver Pro France volta amanhã por isso não deixes de acompanhar tudo em directo AQUI!

(O tubo nota 10 de Dane Reynolds)

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