Depois de um lay day o Eurosurf 2019 voltou para decidir os campeões europeus por selecções e individuais em Santa Cruz.

Ainda em disputa estavam três títulos individuais, longboard masculino e feminino e Surf Men, além do título máximo cuja disputa era liderada por Portugal. Apesar do bom historial português nesta prova na categoria de longboard, foi aí que o título “escapou” entre os dedos. João Dantas era o campeão em título e favorito à vitória mas o italiano Federico Nesti também esteve muito forte ao longo da prova e ocupou a primeira posição com notas de 8.15 e 6.50. Dantas respondeu com uma nota de 8 pontos e na sua última fez o seu melhor a precisar de uma nota de 6.66, mas ficou 0.33 abaixo do requisito e acabou como vice-campeão, enquanto que Evan Rodgers ficou em 3º e Luca Carlisle em 4º lugar.

Na categoria longboard feminino Inês Martins foi eliminada por muito pouco na final das repescagens enquanto que Italiana Francesca Rubegni venceu mais uma categoria para o seu país. Estas vitórias, juntamente com a da ex-top do CT, Claire Bevilacqua, na categoria Surf Women, garantiram o título para a Itália mesmo antes da final masculina entrar na água.

Infelizmente Pedro Henrique não se conseguiu juntar a Eduardo Fernandes na final Surf Men, deixando o nosso último representante a disputar a vitória contra Leon Glatzer, Jay Quinn e Kian Martin. Ao longo de toda a semana Eduardo mostrou potencial para vencer esta prova mas na derradeira bateria, Jay, campeão em título da prova, e Leon, fizeram uma grande disputa de power surf VS surf progressivo. O power de Quinn, um surfista que já esteve perto de entrar no Championship Tour pela Nova Zelândia e agora compete pela Inglaterra, foi superior, dominando a final com notas de 9.80 e 7.35, enquanto que Glatzer foi vice-campeão, Eduardo foi 3º e Kian 4º.

Contas feitas, Portugal foi vice-campeão do evento, seguido da Alemanha (3º) e Espanha (4º).

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