Chegou ao fim mais uma etapa do circuito QS, o Caraibos Lacanau Pro, uma prova de 1.500 pontos que no passado teve mais relevância. Entre 1992 e 2000 o Lacanau Pro era uma de três provas do Championship Tour realizadas em águas francesas mas a partir de 2001 recebeu um downgrade para QS, inicialmente de 6 estrelas, pontuação que ao longo dos anos foi baixando.

Desde que passou para o circuito de qualificação grandes nomes com Joel Parkinson, Jordy Smith, Gabriel Medina e Filipe Toledo venceram a prova, mas ultimamente foram os surfistas franceses que dominaram. Maxime Huscenot venceu em 2015, Joan Duru em 2016, Marc Lacomare em 2017, Ramzi Boukhiam, que compete por Marrocos mas vive em França, venceu em 2018.

Em 2019, 3 dos 4 surfistas presentes nas meias finais eram franceses, o que praticamente garantiu mais uma vitória por um surfista local. E quando Marco Mignot eliminou o marroquino Selyann Zouhir na primeira meia final, a vitória francesa ficou garantida. Do outro lado da grelha Gatien Delahaye eliminou Maxime Huscenot para se qualificar para a bateria decisiva. Marco não foi o primeiro Mignot a chegar à final em Lacanau, o irmão, Nomme, terminou em segundo lugar em 2015 mas, desta vez, a vitória ficou na família graças a duas ondas excelentes de Marco, que “facturou” a primeira vitória no circuito QS da sua jovem carreira.

Na categoria feminina também uma surfista francesa dominou. Maud Le Car bateu a havaiana Gabriela Bryan para garantir no Caraibos Lacanau Pro a sua 3º vitória da sua carreira no local onde venceu, em 2011, no circuito Pro Junior.

Os competidores do circuito QS descem agora para Anglet para competir no Deeply Pro Anglet, etapa de 1.500 pontos que se realiza entre 19 e 23 de Agosto.

 

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